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sexta-feira, 30 de novembro de 2007
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
MORRE CECIL PAYNE

ANIVERSARIANTES 29/11

quarta-feira, 28 de novembro de 2007
Show de lançamento do CD de Mike Ellis jno ACBEU
Dia 29-11-2007
Horário ?????????
Preço: ??????????????
Infelizmente não temos divulgação alguma disponível.
Se alguem souber nos avise.
DIANE SCHUUR OFERECE STANDARDS EM SEU NOVO DISCO

Desde que sua carreira de gravações começou no início dos anos 80 , Schuur conquistou dois prêmios Grammy e três adicionais indicações a este prêmio, e se apresentou e colaborou com diversos artistas a exemplo de B.B. King, Ray Charles, Stan Getz, dentre outros.
“Esta gravação é para celebrar o 40° aniversario da morte de minha mãe ,” disse Schuur, cuja mãe faleceu em 31 de Janeiro de 1967 , quando a jovem aspirante a vocalista e musicista tinha 13 anos de idade . “Esta é a celebração da música , que ela me apresentou, quando eu estava crescendo. Após bastante tempo, cada coisa que seus pais contou para você , cada coisa que eles tentaram lhe ensinar , começa a fazer sentido. Você deve observar como eles cresceram e como olharam para o mundo no contexto das suas gerações e do seu tempo.”
Fonte: JazzTimes/Jeff Tamarkin
Foto : Maura Lanahan
ANIVERSARIANTES 28/11

Diana Krall no Jô
terça-feira, 27 de novembro de 2007
ANIVERSARIANTES 27/11

segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Show no River's Pub - Ana Paula - convidado Gileno Santana
Nessa terça dia 27 de Novembro, traz como convidado o jovem e talentoso trompetista Gileno Santana, atualmente residindo em Portugal.
Ele está em Salvador para o show de lançamento do cd do saxofonista norte-americano Mike Ellis.
Local: River's Pub (Antigo Frankfurt)
Rua da Paciência, Rio Vermelho
Data: 06 de Novembro. (Terça-feira)
Horário: 21:30hs
Couvert: 10
Reservas: 71-33342038/92380068
domingo, 25 de novembro de 2007
ANIVERSARIANTES 25/11

Site de música sensacional
Você escreve o nome do artista, seja estrangeiro ou brasileiro, para surgir uma boa parte de sua discografia. Depois, é só escutar.
sábado, 24 de novembro de 2007
SHOW DE JAZZ E BOSSA NOVA - SHOPPING BARRA
COM PAULINHO ANDRADE ( SAX ) E MARCELO GALTER ( PIANO )
DIA 29/11/07, ÀS 18 HS EM LANÇAMENTO NA LIVRARIA CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA DO SHOPPING BARRA.
DIREÇÃO E PRODUÇÃO EXECUTIVA : LOURENÇO CARVALHO
APOIO ARTÍSTICO : DRA. LAVÍNIA GEORGE
C O N V I T E
A Defensora Pública Geral do Estado da Bahia, Tereza Cristina Almeida Ferreira e o Diretor da Escola Superior da Defensoria Pública - ESDEP, Jânio Cândido Simões Neri, convidam para o
Lançamento do Livro
"JUSTIÇA PARA TODOS!
Assistência Jurídica Gratuita nos Estados Unidos, na França e no Brasil",
com a presença do autor Dr. Cléber Francisco Alves, Defensor Público do Estado do Rio de Janeiro, Mestre e Doutor em Ciências Jurídicas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.
A Noite de Autógrafos e Cocktail terão lugar na Livraria Civilização Brasileira do Shopping Barra, localizada na Av. Centenário, 2.992, Salvador – Bahia, das 18h00min às 20h30min do dia 29 de novembro de 2007.
ANIVERSARIANTES 24/11

sexta-feira, 23 de novembro de 2007
ARTURO SANDOVAL É O VENCEDOR DO GRAMMY DE JAZZ LATINO

ANIVERSARIANTES 23/11

quinta-feira, 22 de novembro de 2007
HOMENAGEM A NORMAN GRANZ

NORMAN GRANZ: ADEUS, MEU AMIGO
“Não há na história do Jazz , disse-me , Clark Terry , alguém que tenha mais respeito pelos músicos que Noman Granz. Uma vez , alguns de seus contratados, Ella Fitzgerald ,Dizzy Gillespie, Benny Carter e eu iríamos nos apresentar em um local na Itália , onde não havia um camarim. Nós teríamos que nos trocar no frio. O produtor não entendia porque estávamos contrariados. Norman, simplesmente , disse : “Okay , Vamos ! “. O produtor estava gritando com Norman e ele com seu jeito implacável exclamou : “Vamos embora . Eu não exponho meu pessoal a este tipo de tratamento”.
Norman, também, respeitava os espectadores. “Quando promovo um concerto, ele me disse, eu tenho obrigação com aqueles que compraram o ingresso. Assim, a primeira coisa que faço é banir os fotógrafos que atrapalham o show em busca dos melhores flagrantes. A segunda coisa, e isto acontece quando há uma transmissão de TV ou gravação , é não permitir que haja amadorismo. O melhor concerto é aquele realizado como os músicos gostariam de fazê-lo”.
Mantinha, também, o respeito pelos futuros ouvintes. “Na Verve , Norman relembrou, a meu contador eu invariavelmente dizia. “Bem, porque você quer que eu demita Roy Eldridge e Ben Webster ?” A resposta era. “Eles não vendem”. E eu dizia : “Eles não vendem , mas são importantes e devem ser gravados. Eles simbolizam a Verve, assim não temos mais nada para discutir.”
Norman morreu em 22 de novembro de 2001, com 83 anos, em Genebra, após complicações decorrentes de um câncer, mas seu legado para o Jazz sobreviveu para sempre. Imaginem como seria a história do Jazz sem as gravações que Norman fez. Em 1954 eu escrevi na Downbeat. “Granz mais que qualquer outra simples força no Jazz apoiou aqueles artistas que formam a corrente principal da tradição do Jazz, artistas cujas raízes são a vida profunda deste gênero musical. Sem eles não haveria o moderno Jazz com suas diversas correntes”.
Muito se escreveu sobre a prisão de Norman e de seus músicos, que formavam a “Jazz at The Philarmonic” por detetives em Houston nos bastidores do palco onde se apresentariam em 07 de outubro de 1955. Como sempre Norman insistia que não haveria segregação racial na platéia. Ele mesmo removeu os cartazes de brancos e negros do auditório. Haveria dois shows naquela noite e, após o primeiro, os músicos estavam jogando cartas no camarim. Três detetives dizendo-se fãs de Jazz, surgiram, repentinamente, jogaram o dinheiro no chão e prenderam todos. Os policiais dirigiram-se ao banheiro, mas Norman bloqueou a passagem;”O que você está fazendo aí” , perguntou um dos detetives. “Observando você”, Norman respondeu. “Eu quero me assegurar que você não vai plantar alguma coisa” “Eu posso matá-lo”, disse o detetive pressionando o revólver contra o estômago de Granz.”Bem” ,Norman disse, “Se você irá atirar em mim, atire.” O policial retrucou que todos iriam para a delegacia. Norman alertou que 3000 ingressos haviam sido vendidos para a segunda apresentação. “Vocês terão o maior tumulto das suas vidas”, ele afirmou, ”porque eu estou indo para o palco dizer que o show foi cancelado e as razões.”
Um acordo, então, foi firmado. Os assistentes de Norman, Ella Fitzgerald e Illinois Jacquet foram presos com o compromisso que retornariam após o espetáculo. Eles ficaram na delegacia por uma hora e meia.
Sondado pela imprensa, Dizzy Gillespie foi perguntado sobre seu nome. Ele respondeu : “Louis Armstrong”. E assim apareceu nos jornais. Norman pagou U$50 de fiança e eles voltaram para o auditório, não sem antes um detetive pedir um autógrafo de Ella Fitzgerald. Norman pagou o melhor advogado que pode encontrar. As acusações foram retiradas e Norman obteve o dinheiro da fiança.
Como John Thurber escreveu no obituário de Granz no Los Angeles Times : “A crença de Norman era : Se você , geralmente , não sabe o que quer , esteja pronto para caminhar. E não olhe para trás “. Eu frequentemente entrevistei Norman e os músicos que com ele viajavam. Parte de alguns desses artigos está em “Let Freedom Swing: Norman Granz and Jazz at Philarmonic (1944-1957)”, uma tese em ciências humanas escrita por Tad Hershon, da Universidade de George Mason, que agora é o arquivista do Instituto de Estudos do Jazz. Eu sou grato a Tad por preservar as estórias porque sou um péssimo arquivista. Ele está trabalhando em uma completa biografia de Norman Granz , a ser publicada pela Harper Collins.”
ANIVERSARIANTES 22/11

quarta-feira, 21 de novembro de 2007
MONTEREY JAZZ FESTIVAL ANUNCIA TOUR DA MONTEREY JAZZ FESTIVAL 5Oth ANNIVERSARY BAND

A “50th Anniversary Band “ contará com uma variedade de masters do Jazz , incluindo o trompetista Terence Blanchard (na foto) , o saxofonista James Moody, o pianista Benny Green, o baixista Derrick Hodge e o baterista Kendrick Scott. A vocalista Nnenna Freelon , também, se apresentará com a banda.
Durante os 54 shows , a “ 50th Anniversary Band” se apresentará nas maiores organizações de artes do país, e cada show terá “standards” de Jazz de todos os períodos do gênero , incluindo Tin-Pan Alley e o bebop.
Fonte: JazzTimes/Roxana Hadadi
DUOSENSE NO EXTUDO

Duosense
TEMPORADA DE SHOWS NO EXTUDO
DIAS: 22 E 29 DE NOVEMBRO
ÀS 21:00 HS
QUINTAS-FEIRAS
www.myspace.com/duosense
O Extudo fica na rua Lídio de Mesquita, 4 Rio Vermelho.
Couvert - R$ 5,00
ANIVERSARIANTES 21/11

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Olá amigos, continuamos no Sakê Music Sushi bar todas as sextas. A temporada que já está no seu quinto mês, tem sido muito gratificante; bom público, boas condições de trabalho, atendimento em alto nível etc.
Local: Sakê Music Sushi Bar
Endereço: Rua Belo Horizonte, n°197. Jardim Brasil - Barra
Horário: 21:30h
Reservas: 3245-1709
Sem couvert
Simone Mota: Voz e percussão
Giroux Wanziler: Contrabaixo
Márcio Dhiniz: Bateria e percussão
Chico Oliveira:Guitarra e direção musical.
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Grupo Mandaia e Joatan Nascimento no SESI - 22/11
O Grupo Mandaia convida esse grande Músico que é JOATAN NASCIMENTO.
Reconhecido nacionalmente como um dos grandes
trompetistas deste País, pela sua musicalidade,técnica e muita
versatilidade, Joatan irá mostrar ao público presente, principalmente aos
que não o conhecem porque é sempre solicitado para tocar com os grandes
músicos brasileiros e estrangeiros.Vale a pena conferir. Não percam.
GRUPO MANDAIA E JOATAN NASCIMENTO
QUINTA FEIRA 22/11 AS 19 HORAS NA VARANDA DO SESI( RIO VERMELHO)
Ana Paula Albuquerque - Homenagem a Ivan Bastos
Local: River's Pub (Antigo Frankfurt)
Rua da Paciência, Rio Vermelho
Data: 20 de Novembro. (Terça-feira)
Horário: 21:30hs
Couvert: 10,
Reservas: 71-33342038/92380068
PIANISTA RAPHAEL LEMONNIER NO FUARFUIA
O show do pianista RAPHAEL LEMONNIER acontecerá nesta quinta,dia 22/11, no FuarFuia.
Ficaríamos honrados com a sua presença!
Isis Silva
Administradora
_________________________________________________________
O Pianista Francês RAPHAEL LEMONNIER, que está em turnê pelo Brasil, fará uma apresentação no FuarFuia, nesta quinta, dia 22/11 com o show TRIBUTO A DUKE ELLINGTON.
RAPHAEL LEMONNIER, iniciou a carreira como pianista de Jazz no Big Band de Nimes (França) em 1992. Após sua inserção nesse estilo musical, foi convidado pela Banda de Guy Labory para uma temporada de shows em New Orleans. Morou em New York de 1996 a 1997 e teve a oportunidade de tocar em vários Clubes de Jazz em Manhattan. Estudou com o pianista de Charles Mingus (Jaki Byard). Influenciado por Oscar Peterson e principalmente por Erroll Garner, ele gravou em 1997, seu primeiro album em homenagem a este pianista. Quando retornou à França, especializou-se na realização de arranjos para a banda de Yvan Julien e começou a escrever música para a TV. No ano de 2002 gravou seu segundo CD. Em Paris , Raphael atualmente toca com vários músicos de Jazz e bandas como: DAME LA MANO, LIZ NEWTON JAZZ BIRD, NEW CHUMP CHANGE.
O show contará com a presença de Marcos Sampaio (Baixo Acústico) e Laurent Rivemales (bateria).Onde: FuarFuia Bar e Restaurante
Ingresso: R$ 10,00
Hora: a partir das 21h
Local: Av. Simon Bolivar, 156 - Jd Armação (prox Boi Preto)
Informações: 3232-9562
http://www.fuarfuia.com
ANIVERSARIANTES 19/11

sábado, 17 de novembro de 2007
KENNEDY CENTER JAZZ APRESENTA MÚSICAS DOS FILMES DE SPIKE LEE

A performance será no próximo dia 8 de dezembro e contará com o frequente colaborador de Lee , Terence Blanchard(na foto). O trompetista e compositor , vencedor do Grammy, se apresentará com seu quinteto, bem como com uma orquestra de câmara e com os vocalistas Dee Dee Bridgewater, Kurt Elling e Raul Midón.
Blanchard, que atualmente é o Diretor Artístico do “ Thelonious Monk Institute of Jazz” , na “University of Southern California” em Los Angeles, colaborou com Lee e muitos outros diretores de cinema. A programação de “The Movie Music of Spike Lee and Terence Blanchard” apresentará as músicas de “Mo’ Better Blues (1990), “Jungle Fever (1991)”, "Malcolm X (1992)”, “Clockers (1995)”, “Bamboozled (2000)”, “25th Hour (2002)”, “Inside Man (2006)” e “ When the Levees Broke: A Requiem in Four Acts (2006)”, todas fruto da colaboração Lee-Blanchard .
Fonte: JazzTimes/ Roxana Hadadi
ANIVERSARIANTES 16/11

sexta-feira, 16 de novembro de 2007
Gene Krupa (1.909 - 1.973) - baterista, bandleader
Entusiasmou-se com a idéia de tocar bateria e começou a procurar jovens músicos em sua escola e em chás dançantes para tocar com ele. Em breve suas atividades musicais começaram a interferir em sua vida acadêmica, dormindo freqüentemente na classe. Na tentativa de agradar sua mãe resolve ir para uma escola religiosa (St.Joseph´s School), onde estuda com o professor de formação classica, Pr. Ildefonse Rapp. Um ano mais tarde, abandona a escola para dedicar-se à carreira de baterista.
Descobre uma banda de músicos brancos que toca em um teatro na zona sul (South Side) de Chicago, da qual fazia parte um baterista chamado Dave Tough, de quem tornaria-se amigo e seguidor. Tough o leva para ouvir a King Oliver´s Creole Jazz Band que estava de passagem por Chicago, e o jovem encanta-se com o estilo do baterista negro Baby Dodds, sendo esse seu novo ídolo. Krupa impressionou-se tanto com o estilo de Dodds que passou a dedicar-se quase que integralmente ao estudo do jazz negro. Naquela época músicos negros eram proibidos de tocar com brancos.
Em 1927 Krupa participa regularmente de jam sessions em um clube chamado Three Deuces que incluía o trompetista Bix Beiderbecke, o clarinetista Benny Goodman (seu futuro patrão) e integrantes da Austin High Gang, com quem faz sua primeira gravação. Gravam quatro faixas: “China Boy”, “Sugar”, “Nobody´s Sweetheart” e “Liza” pela gravadora Okeh. Essa gravação não só é a primeira a registrar uma formação que incluía baixo e bateria - os técnicos de gravação daquela época não acreditavam ser possível gravar o baixo junto com o bumbo da bateria - como é um marco na definição do jazz de Chicago.
Apesar de seu visual de rebelde - cabelos revoltos e mascador de chiclete - Krupa era um músico extremamente disciplinado e estudioso.
Toca por algum tempo na banda do trompetista Red Nichols e então participa da banda da produção da Broadway Strike Up the Band, dos irmãos Ira e George Gershwin. Em 1934, o produtor John Hammond convence Krupa a integrar a orquestra de Benny Goodman, que então tinha como arranjador Fletcher Henderson. A transmissão do programa de rádio de Benny Goodman Let´s Dance para todos os EUA através da NBC trouxe rápido reconhecimento do talento de Krupa.
Após desentendimentos que já vinham da época das jam sessions em Chicago - Goodman achava que Krupa exagerava no virtuosismo - deixa a orquestra do bandleader para formar a sua própria, que contava com a presença do trompetista Roy Eldridge e da cantora Anita O´Day. A orquestra foi um sucesso até o ano de 1943, quando Krupa foi preso por posse de maconha e ficou preso por oitenta dias, saindo sob fiança. Volta por um curto período para a orquestra de Benny Goodman, antes de integrar a de Tommy Dorsey. Consegue formar sua orquestra novamente, e tem grande êxito até 1951 quando, influenciado pelo bebop, começa a tocar com formações menores, sendo um dos únicos bandleaders da era do swing a se modernizar.
Em 1960, sofre um ataque cardíaco e reduz drasticamente suas aparições, participando esporadicamente de reuniões da orquestra de Tommy Dorsey. Morre em 1973, e apesar de estar sob tratamento para leucemia, sua morte foi atribuída a outro ataque cardíaco.
ANIVERSARIANTES 16/11

quinta-feira, 15 de novembro de 2007
ANIVERSARIANTES 15/11

quarta-feira, 14 de novembro de 2007
ESP-DISK LANÇA GRAVAÇÕES RARAS DE BILLIE HOLLIDAY

Serão lançados , também , uma sessão de Lester Young ao vivo no “Birdland”, recuperada de transmissões radiofônicas desse histórico clube nos anos 50 , além de uma edição remasterizada de “Bloom in the Commune”, do seminal improvisador “free” , o pianista Burton Greene.
Para maiores informações visitem espdisk.com.
terça-feira, 13 de novembro de 2007
Show Ana Paula Albuquerque com Marcelo Galter

Show Ana Paula Albuquerque no River's com
convidado : Marcelo Galter ao teclado.
Dia 13 de novembro.
Foto Lara Lins Benutti
ANIVERSARIANTES 13/11

Fonte : JazzTimes
Rosa Passos encanta no Blue Note
por Hélio Sales de Nova York - EUA [06/11/2007]
A multidão de brasileiros que entupiu o Blue Note no ano passado durante os shows de Gal Costa [o que originou o DVD Live at Blue Note] não estava presente durante a temporada de Rosa Passos nesse primeiro fim de semana de novembro. Nem fizeram falta: os americanos é que lotaram a casa todos os dias, esgotando os ingressos antes mesmo da estréia.
Talvez os gringos também conheçam melhor o trabalho de Gal que o de Rosa. Mas a música de Rosa Passos, a “versão feminina de João Gilberto”, como apresentava o programa da casa, inegavelmente se encaixa melhor numa casa de shows como o Blue Note. O local, bastante intimista, já recebeu praticamente todos os standards do jazz contemporâneo, em 25 anos de existência. Para suas apresentações, a baiana trouxe vestígios de bossa nova, samba e inventividades tipicamente brasileiras, mas a essência jazzística foi a base de suas performances nos três dias de show em Nova York.
Simpaticíssima e distribuindo rosas no melhor estilo Roberto Carlos, a cantora concentrou o espetáculo no repertório de seus quatro últimos discos: Rosa [2006], Amorosa [2004], Entre Amigos [2003] e Azul [2002]. Com escolhas pouco óbvias de composições pouco conhecidas de Gil e Dorival Caymmi, passando por clássicos como Pra que Discutir com Madame e Só Danço Samba [que ganhou uma versão minimalista e irreconhecível, com Rosa batucando o violão e o baixista Paolo Paurelli fazendo percussão vocal], Rosa Passos mostrou que não está interessada no caminho mais fácil. Mesmo grandes clássicos como Eu sei que vou te amar e Só tinha de ser com você, ganharam versões bastante divertidas e inventivas, diferentes do original.
Declarando seu amor ao público e aos integrantes da banda [em especial ao pianista Hélio Alves] – em português mesmo, com o saxofonista Rodrigo Ursaia como tradutor, Rosa Passos demarcou território no Blue Note. Serena como quem já rodou o mundo fazendo música, Rosa parece não se deslumbrar. Ciente de sua afinação e talento, em vez de apostar num show pra agradar diretamente o público americano com uma bossa nova surrada que ainda encanta e desperta curiosidade, Rosa cantou o que quis: um jazz com um pé na Bahia e outro no mundo. E talvez por isso mesmo, universal.
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
ETTA JONES & HOUSTON PERSON - DON'T MISUNDERSTAND

Eles cruzaram o país em vans e tocaram em clubes negros urbanos , que eram considerados sem importância. Este CD (Don't Misunderstand - HighNote) é uma rara amostra do duo em uma das poucas exibições fora do Harlem. Aconteceu em um pequeno clube do Greenwich Village chamado Salt Peanuts em 1980 . Com eles se apresentaram o organista Sonny Philips e o baterista Frankie Jones .
Este é um típico set , onde o trio apresenta “Blue Monk” com Person mostrando linhas "blueseiras" em seu solo e Philips demostrando um sentimento próprio à composição de Monk. O tenorista cria o clima para a exibição de Jones com seu tom “ácido “ e emocional de apresentar as letras. Umas das maiores adeptas do ritmo e agilidade , Jones aparece suave com nuances inesperadas em “Exactly Like You” como se estivesse “jogando” com o toque de Person em seu sax tenor. A voz e o tenor estão integrados em “Ain’t Misbhavin” com Jones alternando frases em “legato”e “stacatto”. Person e Philips colaboram em uma versão lenta de ‘I’m Glad There is You “ , marcada pelo brilhante e sensual sax , antes do trio fechar o set com um blues e uma música de Benny Golson com muito sentimento , que faz o grupo ser um dos favoritos entre as audiências urbanas
Fonte : JazzTimes/George Kanzler
ANIVERSARIANTES 12/11

domingo, 11 de novembro de 2007
Rosa Passos em rica temporada nos EEUU
Dias 5, 6 e 7 de novembro Rosa Passos realizou oficinas de música e recebeu uma menção honrosa da renomada Berklee College of Music em Boston por difundir a MPB pelo mundo. Na noite de 8 de novembro um grupo de estudantes da Berklee e corpo docente sob a direção do professor Oscar Stagnaro fizeram os arranjos musicais para Rosa em um concerto de encerramento.
Para completar Rosa aparece no famoso programa Manhattan Connection desta semana. Esse programa é apresentado no Brasil pelo canal GNT estreando domingo à noite e repetido segunda e terça.
ANIVERSARIANTES 11/11

Ron Carter (n.1937) > contrabaixo
Dono de uma vasta cultura musical, o versátil Carter trabalhou dentro de variados estilos musicais: jazz-rock, experimentos em música erudita de câmara, jazz mainstream, música de influência brasileira, etc. Em todos esses gêneros, e com as mais diferentes formações, Carter imprime sua marca: som encorpado, rico timbre “de madeira”, afinação perfeita, improvisos bem desenvolvidos, swing impecável.
Tendo começado na juventude a estudar música com o violoncelo, mesmo passando para o contrabaixo Carter não deixou de lado o apreço pela tessitura aguda dos instrumentos graves: assim, freqüentemente ele troca o contrabaixo convencional pelo contrabaixo piccolo, que toca com a mesma técnica impecável. Outro aspecto interessante é que, quando toca como líder, Carter às vezes recruta outro contrabaixista para fornecer uma base rítmica sólida enquanto ele se lança em solos mais aventurosos.
Recebeu prêmios Grammy, e também prêmios do Detroit News, da National Academy of Recording Arts and Sciences e da revista Down Beat. Graduado, mestre e doutor em música, Carter também tem uma sólida carreira como professor, educador e regente. É atualmente Distinguished Professor of Music no City College of New York. Também compôs diversas trilhas sonoras para cinema.
(V.A. Bezerra, 2001)
sábado, 10 de novembro de 2007
ANIVERSARIANTES 10/11

sexta-feira, 9 de novembro de 2007
ANIVERSARIANTES 09/11

quinta-feira, 8 de novembro de 2007
ANIVERSARIANTES 08/11

Mario Adnet faz homenagem a Tom Jobim com série de jazz
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
JERRY BERGONZY - TENORIST

Nas notas de apresentação do disco ele reverencia o guitarrista John Abercrombie como um fator chave nas nove performances do CD , a maioria das quais constituída de peças originais. Tocando com Abercrombie ele diz : “Não é como tocar com qualquer guitarrista. Você nunca sabe que som ele emitirá, e se você quer inspirá-lo, prepare-se para ser inspirado.”
Esta observação soa verdadeira após a audição de “Tenorist”, lançado pela Savant, estando a banda se movendo lentamente e confiantemente no blues “Gecko Plex”com Bergonzi e Abercrombie apresentando “linhas angulares” e “desenhos intricados” ou suingando livremente em “Reference”, uma agradável evocação a Lee Konitz e Warne Marsh .
Referências estilísticas são evidentes. A linguagem harmônica de Benny Golson em “Table Steaks” é inspirada em “Stablemates”, e há renovadas interpretações de “Pannonica” de Thelonius Monk e “La Mesha”de Kenny Dorham. A peça de Monk justapõe o tom ácido de Bergonzi com o lirismo de Abercrombie, enquanto a música de Dorham encontra-os em rápida sincronia com a pulsação do baixista Dave Santoro e do baterista Adam Nusbaum.
Fonte : JazzTimes / Mike Joyce
ANIVERSARIANTES 07/11

terça-feira, 6 de novembro de 2007
PROGRAMA DE BOLSAS NA "SAN FRANCISCO STATE UNIVERSITY"

Apoiada por jazzistas , incluindo o saxofonista Eric Alexander(na foto), o trompetista Marcus Belgrave e o baixista Ray Drummond, o programa incentiva novos grupos , compostos de três a sete músicos , a competir pela oportunidade de ganhar a bolsa. Os grupos escolhidos para serem finalistas serão convidados pela Universidade para em Maio de 2008 participar de uma mini-residência e uma performance pública . O vencedor retornará à Universidade no Outono de 2008 e se beneficiará da bolsa anual.
ANIVERSARIANTES 06/11

segunda-feira, 5 de novembro de 2007
ANIVERSARIANTES 05/11

MEMÓRIA : Em Boa Companhia
domingo, 4 de novembro de 2007
ANIVERSARIANTES 04/11
Ralph Sutton (1922-2001) - pianista
Larry Bunker (1928-2005) - percussionista , vibrafonista , baterista
Willem Breuker (1944) - clarinetista, saxofonista
Fote : JazzTimes
sábado, 3 de novembro de 2007
ANIVERSARIANTES 03/11
Billy Mitchell (1926-2001) saxofonista
Henry Grimes (1935) - baixista
Joe McPhee(1939) - trompetista, saxofonista
Azar Lawrence (1953) - saxofonista
Fonte : JazzTimes
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
ANIVERSARIANTES 02/11

Paul Desmond (1924-1977) - Sax
Nascido em São Francisco, Paul Emil Breitenfeld, (mudou mais tarde para Desmond, por considerar mais sonoro) começou tocando a clarineta no colégio, e só foi tocar o sax alto sete anos mais tarde ao entrar para o exército, onde passou três anos tocando com a banda militar.
Foi lá também que Desmond conheceu seu grande parceiro musical, Dave Brubeck, um jovem e entusiasmado pianista que logo chamou sua atenção por suas concepções harmônicas. Os dois só voltariam a se ver anos mais tarde. Terminada a guerra os dois se encontraram por acaso no Geary Cellar em São Francisco, ali retomaram a amizade e iniciaram o que estaria por vir.
Tocaram juntos de 1951 à 1967, excursionaram mundo afora diversas vezes, tocando 300 concertos por ano e tinham um contrato com a gravadora Columbia para gravar quatro discos por ano. Em 1959 Desmond gravou Take Five, o primeiro single de jazz a vender um milhão de cópias. Esse tema garantiu royalties ao saxofonista pelo resto de sua vida.
Com a dissolução do quarteto em 67, Desmond pôs seu instrumento de lado e praticamente se aposentou aos 43 anos quando começou a dedicar-se a escrever contos e um livro de memórias cômicas dos tempos de estrada com o quarteto. O livro deveria se chamar: “Quantos são no Quarteto?”, pergunta feita a eles com freqüência por gerentes de hotel. No entanto apenas um capítulo foi publicado na revista inglesa Punch.
Ocasionalmente Desmond era forçado a largar sua aposentadoria para tocar a convite de amigos. Um dos primeiros retornos foi no Half Note em Nova Iorque onde se apresentou ao lado de Jim Hall por duas semanas; também tocou com Chet Baker, Gerry Mulligan e outros, mas foi Hall quem o convenceu a ir à Toronto para ouvir o melhor guitarrista do Canadá na época, Ed Bickert.
Então voltou definitivamente a ativa formando com Ed Bickert, Don Thompson ao baixo e Jerry Fuller na bateria, seu Canadian Quartet. Com ele gravou uma série de álbuns.
Seu último concerto foi ao lado de Dave Brubeck em fevereiro de 77 em Nova Iorque. Algumas pessoas reparam que não estava tocando a altura dos elogios que recebera de Charlie Parker: “meu sax alto favorito” e de seu rival nas votações de Melhor Sax Alto, Cannonball Adderley: “...o saxofonista mais lírico”. No palco Desmond demonstrava dificuldade ao solar tendo de respirar diversas vezes onde antes precisava apenas de um bom suspiro. Morreu pouco tempo mais tarde vítima de câncer no pulmão.
Apreciador de um bom copo e um fumante inveterado (três maços/dia), Paul Desmond era um homem calado e solitário que surpreendia com seu humor requintado, era muito bem quisto na comunidade musical, freqüentemente visto com belas mulheres.
Fernando Jardim
Fonte: site Ejazz
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
ANIVERSARIANTES 01/11

SHOW DO SAXOFONISTA MIKE ELLIS
Evento: Mike EllisImprovisações, percussão e pluralidade cultural marcam o novo trabalho que conta com músicos de diversas nacionalidades, como o senegalês Doudou Coumba Rose (instrumentos africanos), mas principalmente baianos, como Bira Reis (percussão diversificada) e Jorge Brasil (bateria). O próprio Mike Ellis é plural. Além de saxofonista, é compositor, arranjador e produtor. Em 2005, por exemplo, fundou a AlphaPocket Records, um selo independente para músicos criativos e artistas merecedores de um reconhecimento maior no meio. Tanta diversidade se traduziu no estilo adotado por ele e que Mike define como World Jazz.

