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quarta-feira, 31 de janeiro de 2007

DIPLOMA SOJAZZ PARA JOÃO DONATO


A SOJAZZ, em 2003, homenageou João Donato com um Diploma, entregue pelo Secretário Ricardo Silva (foto). Donato, um dos principais criadores da Bossa Nova, passou uma temporada tocando nos Estados Unidos com uma banda que incluía o trompetista Chet Baker. Nos últimos anos, Donato gravou dois CDs com a dupla bossanovista baiana Palmyra e Levita. Estes CDs foram produzidos por Arnaldo de Souteiro e lançados no Japão e Itália.

REEDIÇÕES E COMPILAÇÕES

A Mosaic Records anunciou o lançamento da Mosaic Comtemporary , um "selo" especializado em reedições e compilações oriundas dos anais do jazz contemporâneo . A Mosaic Contemporary será dirigida pelo produtor Matt Pierson , ex-produtor da Warner Bros. Records , e começará com a divulgação de quatro títulos em 06 de março próximo . São os seguintes :

- Ultimate Jaco Pastorius
- Ultimate Earl Klugh
- Superblue ( reedição de Freddie Hubbard)
- Afro-Classic ( reedição de Hubert Laws)

As decisões sobre os albuns , a serem editados , estarão embasadas nas contribuições dos artistas e a sua importância para a música americana . Matt Pierson informou que o objetivo é preencher um vazio que há nos negócios do jazz . O presidente da Mosaic Records , Michael Cuscuña , acrescentou : " A Mosaic é uma companhia independente com distribuição independente . Nós estamos em condições de dar ao Jazz o tratamento que ele merece .

ANIVERSARIANTES 31/01

Isham Jones (1894-1956)
Benny Morton (1907-1985),
Bobby Hackett (1915-1976)

Fonte : JazzTimes

terça-feira, 30 de janeiro de 2007

ANIVERSARIANTES 30/01

Roy Eldridge (1911-1989)
Ahmed Abdul-Malik (1927-1993)
Buddy Montgomery (1930)
Tubby Hayes (1935-1973)
Ralph Lalama (1951)

Fonte : Jazztimes

MPB COM SOTAQUE

Teresa Salgueiro , vocalista do grupo português MADREDEUS , após apresentações em São Paulo , lançará , em abril , o CD " Você e Eu " . O repertório terá Tom Jobim , Vinicius de Morais , Chico Buarque , Ary Barroso e Dorival Caymmi . É esperar e ouvir .

Edson Santos

FUTUROS JAZZISTAS

A APA ( American Pianists Association) escolheu os finalistas da Jazz Fellowship Award para o ano de 2007. O prêmio , que reconhece as jovens promessas para pianistas de Jazz , está em torno de U$ 75,000.00 .

Dentre 40 participantes , foram escolhidos cinco músicos : Victor Gould , 19 , da Berklee School of Music ; Jacob Koller , 26 , graduado pela Arizona State University ; Jeremy Siskind , 20 , da Eastman School of Music ; Dan Tepfer , 25 , graduado pela Universidade de Edimburgo , Conservatórios de Paris e da Nova Inglaterra e Glenn Zaleski , 19 , da University Pacific´s Bareback Institute .

O julgamento final da competição será em Indianápolis nos dias 27 e 28 de abril . Os julgadores serão Lynne Arriale
(pianista) , Fred Hersch ( pianista ) , Joel Chriss ( editor de livros de jazz ) , Renee Rosnes (pianista) e Denny Zeltin ( artista da MaxJazz Records ) .

Os finalistas participarão de concertos no Estado de Indianápolis . O vencedor terá uma bolsa de dois anos e receberá apoio publicitário e assistência na carreira , bem como participará de recitais e concertos internacionais.

A bolsa será em honra de Cole Porter , legendário compositor nascido em Indiana .

Vamos gravar estes nomes

Mais show Casa Bossa - Luiz Brasil

Dia - 03/02/07 Sábado
Show com Luiz Brasil - Guitarra
A Banda
Marcelo Galter - Piano e teclado
Victor Brasil - Bateria
Rownei Scott - saxofone
Ldson Galter - Contrabaixo e Baixo Elétrico

SHOW SUZANA BELLO NA CASA DA BOSSA

SUZANA BELLO - show dia 4/02 DOMINGO na Casa da Bossa às 21:00
Marcelo Galter Arranjos e piano acústico
Ldson Galter Contrabaixo
Enio Taquari Percurssão
Victor Brasil Bateria

segunda-feira, 29 de janeiro de 2007

Disco Sojazz da Semana

The George Shearing / Cannonball Adderley Quintets at Newport. Trata-se de uma gravação ao vivo no famoso festival de Newport em 05 de julho de 1957 . Destaque para o excelente vibrafonista Emil Richards do Quinteto de George Shearing e dos irmãos Cannonball e Nat Adderley com solos exuberantes . Neste disco Toots Thielemans participa do Quinteto de George Shearing tocando guitarra .

Faixas : 1. Wee Dot 2. A Foggy Day 3. Sermonette 4. Sam's Tune 5. Hurricane Connie 6. Pawn Ticket 7. It Never Entered My Mind 8. There Will Never Be Another You 9. Soul Station 10. Old Devil Moon 11. Nothin' But De Best

Ficha técnica : George Shearing/Cannonball Adderley Quintets. Cannonball Adderley Quintet: Cannonball Adderley (saxofone alto); Nat Adderley (trompete); Junior Mance (piano); Sam Jones (baixo); Jimmy Cobb (bateria). George Shearing Quartet: George Shearing (piano); Emil Richards (vibrafone, percussão); Toots Thielemans (guitarra); Al McKibbon (baixo); Percy Brice (bateria); Armando Peraza (congas). Todas as faixas foram remasterizadas digitalmente.

Enviado por Edson Santos, Sojazz - Salvador/Ba

domingo, 28 de janeiro de 2007

Show de Rosa Passos em São Paulo




Recebo cedo ligação de Sampa, nesta manhã, do grande amigo Assis, que ligou para falar que esteve na noite de ontem no belo Teatro Fecap, para assistir ao maravilhoso show de Rosa Passos. A temporada paulistana de Rosa foi composta por dois shows distintos. Na primeira semana, homenagem a Elis, coincidindo com os 25 anos de desaparecimento da cantora. Nessa última semana o grande homenageado foi Tom Jobim, em comemoração aos 80 anos de nascimento do “maestro soberano”.

Segundo Assis, o show foi irretocável, com Rosa e seus músicos arrasando. O público concentrado, com muitos músicos no teatro, dentre os quais Cida Moreira, o pessoal do MPB-4 e muitos outros, em aplausos constantes, escutando as preciosidades do repertório do Tom. Será que o Brasil está começando a descobrir Rosa ? Já e tempo.

A formação da banda foi :
Fábio Torres – piano
Paulo Paulleli – baixo
Celso de Almeida – bateria
Vinicius Dorin – sax/flauta
Rosa – voz e violão

Bom lembrar que em 03 de março teremos uma reedição desse show aqui em Salvador, no TCA.

sábado, 27 de janeiro de 2007

Ítalo Almeida e Renno Saraiva

Esses dois meninos, cada um com sua sanfona (acordeon para os mais requintados), são músicos da maior competência. O da parte superior da foto é Ítalo Almeida, também tecladista da "Marimbanda". O outro, é Renno Saraiva. Lembro da vocalista alagoana radicada em Fortaleza, Fátima Santos, no ótimo show “Tributo à Sarah Vaughan” no Festival de Guaramiranga, há uns dois ou três anos, quando ela disse, ao microfone, referindo-se ao Renno, que a acompanhava ao piano: “esse menino, esse menino, esse menino de 21 anos, toca pra c......”.

Quem quiser tirar a “prova dos nove”, ambos estão no CD do Luciano Franco, ao teclado. Ítalo na faixa “Quanta Saudade”, onde faz um improviso de arrebentar. O Renno está em várias outras faixas, inclusive num samba apoteótico, bem ritmado e cheio de metais, a penúltima faixa do CD, imediatamente antes da faixa na qual toca o Dominguinhos. É show de bola.

Ítalo já tocou na banda do Fagner. Atualmente, pelo que sei, é Renno que está tocando. Os artistas do Ceará mais conhecidos já não precisam apelar tanto para músicos do eixo Rio/São Paulo. Os músicos deles atualmente são praticamente todos lá da “terrinha”.

Ítalo e Renno serão as principais atrações locais do Festival de Guaramiranga em 2.007. E pelo que conheço dos dois, pode esperar que "dessa mata vão sair muitos coelhos"

DIEGO BRUNO QUARTETO - Casa da Bossa

Tributo a Tom Jobim & Miles Davis

Diego Bruno – Guitarra
Luís Almiro – Baixo Acústico
André Becker – Flauta/Sax
Hernan Voyzuk – Bateria

Casa da Bossa : Largo de Santana, 117
Rio Vermelho – Salvador/Ba

Dia 28, 21:00 horas, R$ 25,00

Pinho Manda Recado


"Amigos: de passagem para Curitiba parei no Rio nesta 4.a feira, dia 24. Saí de Salvador bombardeado pela "axé music" no aeroporto e chegando ao Rio, no Aeroporto Antonio Carlos Jobim, estava acontecendo a semana de homenagem aos 80anos do Mestre. Tinha um conjunto tocando em um saguão do aeroporto e as pessoas parando, ouvindo extasiadas e aplaudindo. Deu tempo de tomar um chopp ouvindo Jobim muito bem interpretado pelo conjunto (infelizmente não pude pegar o nome). Obrigado, Tom!".

quinta-feira, 25 de janeiro de 2007

JAZZ NA CIDADE MARAVILHOSA

Vejam que notícia agradável acaba de chegar. Foi uma amiga muito especial, do Rio, Leila, grande apreciadora da boa música e leitora de nosso Blog, que enviou.
A Livraria Argumento, em Copacabana, está promovendo um ciclo de palestras sobre jazz. É um local muito simpático, que está prestes a abrir, no segundo andar, um café. Segundo ela, as apresentações são feitas por João Daudt, que é um profundo conhecedor de música, especialmente jazz e clássico.

As sessões acontecem às quartas-feiras dentro do projeto "Argumento Jazz". No primeiro dia foi abordada a história do jazz e, no final, a platéia assistiu DVDs de Count Basie, Oscar Peterson, Earl Hines e outros. Em uma outra semana, foram apresentados Bing Crosby, Sinatra, Nat King Cole e Tony Bennett. Na próxima semana, estão programadas nas palestras apresentações de Billie Holiday, Ella Fitzgerald, Sarah Vaughan, Carmen McRae e Peggy Lee. A sala tem ficado completamente lotada de um público bastante atento.

Leila ainda me esnobou anunciando que estará no Festival Jazz de Guaramiranga este ano, o que, para ela, é um misto de desejo e realidade.

Resta-me pedir a ela para, na volta ao Rio, fazer uma escala aqui em Salvador, pintar no La Provence num sábado à tarde e palestrar para nós sobre o que tem visto na Livraria Argumento e sobre o que terá rolado em Guaramiranga.

A depender dela e seus amigos da “Argumento”, o Rio, berço da Bossa Nova, ainda continua sendo a “Cidade Maravilhosa”.

DIPLOMA DA SOJAZZ PARA HERMETO PASCOAL


Nossa Sociedade para Apreciação do Jazz (SOJAZZ), no intuito de reconhecer o talento dos músicos que nos visitam e de mostrar nossa admiração por eles, têm-lhes entregue um Diploma de Honra ao Mérito Musical. O Diploma, que contém a inscrição "em reconhecimento ao seu talento musical e à sua contribuição à música brasileira", já foi outorgado a músicos que estiveram na Bahia, quase sempre participando de alguma atividade apoiada pela SOJAZZ. A foto acima mostra a entrega de nosso Diploma ao músico Hermeto Pascoal, que alguns consideram o maior jazista brasileiro, em 2004. A entrega foi feita pelo trompetista Joatan Nascimento, um de nossos Conselheiros, que acompanhou Hermeto e outros músicos baianos numa "jam session".

Lembranças de um outro Jobim

Paulo Jobim, em sua última passagem pelo Ceará, lembrou o legado do pai durante Festival Jazz & Blues de Guaramiranga.
Aos 10 anos de morte do maestro, Paulo Jobim, seu filho, lembrou sua vida e obraEm 2004, a lembrança dos 10 anos desde o “encantamento” do maestro soberano. Ocasião em que o Caderno 3 conversou com Paulo Jobim, filho do maestro, músico que por muitos anos atuou ao lado do pai, a cuja memória se dedica, no Instituto Antonio Carlos Jobim, em pleno Jardim Botânico carioca. E que em 2005 brindaria os cearenses com sua presença no Festival Jazz & Blues de Guaramiranga, naquele ano homenageando o autor de “Corcovado”, “Samba do avião”, “Ana Luíza”, entre tantas canções que parecem ter nascido com a gente. A seguir, dedos daquela prosa:Saudades de TomCom o tempo, você digere a coisa de uma maneira melhor. Mas a saudade não diminui. E é legal ver o interesse do público, ver que isso continua existindo. A gente tá sendo muito procurado, pra falar sobre ele. Isso também te dá uma sensação boa.O acervo de TomAparece muita coisa que ninguém conhecia... A gente não pode esperar isso toda hora, porque não vão existir milhares de discos prontos escondidos debaixo da mesa. Mas tem muita coisa interessante. Tem uma grande quantidade de manuscritos não identificados, que eu vou ter que dar uma olhada, pra identificar aquilo, eventualmente achar uma música que não foi gravada.´Antonio Brasileiro´ - O discoAcho o “Antonio Brasileiro” um disco assim bem aberto. Até fiz uma certa força pra isso. Tem coisas instrumentais, coisas quase clássicas. E ao mesmo tempo tem samba, tem Caymmi... É um disco bem variado. Acho que o caminho dele ia por aí.O que Tom não fezUma coisa que eu tinha muita vontade de ter feito era ele tocando outros compositores que ele gostava. Tem umas coisas boas do (Almir) Chediak nessa linha, o “Minha alma canta”, que a gente vai relançar agora por esse selo (Jobim Music). Tem também um programa do Nelson Pereira (dos Santos), que estamos tentando recuperar, onde ele toca Ary Barroso, Pixinguinha, Radamés... Um programa sobre música brasileira em geral, na verdade foram quatro programas que ele fez, pra Manchete. Estamos procurando uma cópia boa, que permita recuperar esse material.Direitos autoraisA gente tá com isso bem organizado, mas você sempre tem problemas pelo mundo afora. Dá muito trabalho você verificar em cada país o que tá acontecendo. Mas é um trabalho infernal ficar verificando essas coisas e procurando arrecadar direitos. Realmente, talvez seja a parte mais chata da história.Autorização para versõesA gente reluta muito em autorizar. Há pouco tempo a gente autorizou alguma coisa em espanhol, mas a gente sempre fica muito desconfiado. Ele se preocupou tanto com isso que a gente não gosta muito. Inclusive porque esses troços criam problemas também, na hora de se arrecadar direito dessas coisas. De vez em quando aparece um versionista que fica recebendo todos os direitos da música.Obra eternaAcho que a música se mantém porque é boa, porque ele trabalhou muito em cima e caprichou, né? E ela também é simples, apesar de ter um lado sofisticado. A pessoa ouvir a música dele, é uma música simples, boa de ouvir, não acho complicada, ou que assuste pela complicação. Tem muita música mais complicada, que realmente assusta o freguês (risos)... DALWTON MOURA Repórter - Diário do Nordeste, Fortaleza/Ce

quarta-feira, 24 de janeiro de 2007

TOM 80 ANOS


Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 25 de janeiro de 1927. Faleceu em New York, EUA, em 08 de dezembro de 1994. Portanto, se vivo estivesse, Tom estaria completando 80 anos.
Um dom nato para um bate-papo com seu jeito peculiar de dar suas opiniões - assim era Tom Jobim. Mas o que fez de Tom nosso maior representante da MPB na música mundial foi, com certeza, o brilhantismo pessoal, talvez o mesmo que o tornava o centro das atenções nas mesas dos bares. O disco de Sinatra e Jobim chegou ao segundo lugar entre os mais vendidos nos EUA, perdendo apenas para "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band", dos Beatles. “Mas os Beatles são quarto”, brincava o bem humorado Tom, referindo-se ao assunto.
Cantou o amor, o silêncio do namoro, a expressão dos olhares, Heloísas, Luízas, Lígias e Teresas.
Tom Jobim musicou de maneira real e imaginária nossa terra, nossos bichos, nossas matas, suas sombras, ruídos, seus vôos e movimentos. São sons suaves, leves, às vezes brincalhões, mas acima de tudo, sons brasileiros. Tom sonhou e cantou o positivo, o lado mágico de uma terra feita do que é bom. Isso sem nunca deixar de mostrar nossos contrastes.

Ao se falar de Tom, todos se lembram logo das suas melodias belíssimas. Mas vale lembrar também o grande letrista que ele foi. Recomendo o álbum “Antônio Carlos Jobim Letra & Música”, com Cristóvão Bastos e Leny Andrade. Vivo Sonhando, Olha pro Céu, Luiza, As Praias Desertas, Fotografia, Ana Luiza, Você Vai Ver, Este Seu Olhar, Lígia, Samba do Avião, Esquecendo Você, Corcovado, Wave, Ângela, Outra Vez, Águas de Março. São 16 faixas com composições suas, letra e música. Somente as letras desse álbum já seriam suficientes para consagrar o autor.

Chico Buarque já disse: o maior orgulho que podemos ter é nosso maestro soberano, o Antônio Brasileiro.

domingo, 21 de janeiro de 2007

Disco SOJAZZ da semana - Guilherme Vergueiro Ao Vivo - International Jazz Montmatre

Ontem , em nossa reunião semanal, tivemos casa cheia. Dentre os discos apresentados, o disco "Guilherme Vergueiro, gravado ao vivo no International Jazz Montmatre, Copenhague" , trazido por Pinho, foi eleito o disco SOJAZZ da semana. Pinho tem nos apresentado verdadeiras jóias das suas excusões aos sebos de Santos/SP. Pinho, muito obrigado e continue assim!




26/10/1986 - Tabóide Digital
O JAZZ DE GUILHERME - Gravado há quatro anos, em Copenhague - e lançado no Brasil já há dois anos pelo Estúdio Eldorado, o elepê que o pianista Guilherme Vergueiro fez ao vivo no International Jazz Montmartre, na Capital dinamarquesa, está entre os bons discos de jazz com artistas brasileiros à disposição do público. Filho de um dos homens que mais conhece música no Brasil - Carlos Vergueiro, diretor artístico da Rádio Eldorado e irmão do talentoso (mas imerecidamente esquecido) Carlinhos Vergueiro, Guilherme tem desenvolvido sua carreira mais no Exterior do que no Brasil. Já morou muitos anos nos Estados Unidos e na Europa e atualmente tem acompanhado sua prima, a atriz Maria Alice Vergueiro, em "Lírio do Inferno", belíssimo espetáculo de canções e poemas de Bertold Brecht, apresentado, aliás, há poucas semanas no auditório da Reitoria. Em 21 de setembro de 1982, acompanhado pelo violonista Nicolai Gromin, baixista Mads Winding e percussionista Chuim (Luís Carlos de Siqueira), gravou quatro temas próprios ("Choro Bop", "Cabeça Dura", "Saudades de Você" e "Viva"), num elepê que mereceu comentários entusiásticos na Europa. Jens Lohmann, no jornal "Information", de Copenhague, escreveu: "Vergueiro será, sem dúvida, um dos grandes nomes da música brasileira e do jazz. Sua música em certos aspectos faz lembrar a de Tania Maria, mas contrário à sua compatriota impulsiva, Vergueiro é um músico rigidamente disciplinado, que não deixa nada para o acaso".

Texto de Aramis Millarch, publicado originalmente em:
Veículo: Estado do Paraná
Caderno ou Suplemento: Almanaque
Coluna ou Seção: Música
Página: 4
Data: 26/10/1986

FILHO E BIÓGRAFO DE JOBIM CONTAM PARCERIA COM SINATRA


Admiração mútua não evitou rusgas
Jobim, metódico no controle das gravações, irritava-se com a repulsa de Sinatra a ensaios; no segundo disco a desavença aumentou
Estilos diferentes não impediram momentos de tietagem entre os astros; parceria de 1967 virou o 2º disco mais vendido nos EUA
Ed Thrasher/MPTV/Brainpix
Sinatra e Tom Jobim durante a gravação do primeiro disco da dupla, "Francis Albert Sinatra & Antonio Carlos Jobim", em 1967.
CARLOS CALADO COLABORAÇÃO PARA A FOLHA.
O Brasil nem sempre reconheceu à devida altura, nem nos momentos mais adequados, a importância da obra de Tom Jobim (1927-1994). Nada mais justo, então, que o próximo dia 25, data em que o maior compositor do país completaria 80 anos, deflagre uma série de shows em sua homenagem (leia mais ao lado).Um capítulo especial da trajetória artística de Jobim, revelador de sua ambivalente relação com o país, também vai completar mais uma década, ou melhor, 40 anos. Foi no dia 30 de janeiro de 1967 que começaram as sessões de gravação de "Francis Albert Sinatra & Antonio Carlos Jobim", o disco que consolidou a projeção internacional do mestre da bossa nova.Esse episódio começou com jeito de anedota. No final de 1966, o habitual bate-papo de Jobim com seus amigos, no bar Veloso, em Ipanema, foi interrompido pelo garçom. Era "um gringo" ao telefone, avisou. Falando dos Estados Unidos, Sinatra foi direto ao assunto: queria gravar um disco com Jobim e saber se ele aprovava a idéia. "Perfeitamente, é uma ordem", respondeu o compositor, que embarcou para Miami, semanas depois."Naquela época, gravar com Frank Sinatra, a voz do século, era uma consagração. Ainda mais porque se tratava do primeiro disco que ele faria com um único compositor", lembra o jornalista e escritor Sérgio Cabral, autor da biografia "Antonio Carlos Jobim" (Lumiar, 1997), que narra com riqueza de detalhes esse episódio.Cabo-de-guerraAté o final das gravações, em Los Angeles, os dois travaram um cuidadoso cabo-de-guerra. Acostumado a manter o controle de seus trabalhos, Jobim foi obrigado a engolir a ojeriza do cantor a ensaios. Sinatra queria que Nelson Riddle, seu antigo parceiro, escrevesse os arranjos, mas Jobim o convenceu a chamar Claus Ogerman, que já tinha colaborado com seu álbum "The Composer of "Desafinado" Plays" (1963).Jobim também conseguiu que o baterista carioca Dom Um Romão participasse das gravações, já à última hora, mas Sinatra acabou decidindo que gravaria três canções de compositores norte-americanos, além das sete de Jobim que escolheu.Mesmo assim, a camaradagem não demorou a se instalar. "Não canto tão suave desde que tive laringite", brincou Sinatra, ao interpretar a difícil melodia de "Dindi" (Jobim e Aloysio de Oliveira). "Porra, que beleza de canção", emendou. O compositor retribuiu o elogio ao final das gravações, durante um jantar comemorativo."Sabe de uma coisa, Frank? Nas fotos e no cinema, você parece fraquinho, mas estou vendo agora que você é bastante forte", comentou Jobim, num gesto típico de fã. "Sente os músculos. Toda manhã pratico caratê", respondeu Sinatra, exibindo-se. Sucesso Eleito melhor do ano pela crítica norte-americana, o disco de Sinatra e Jobim chegou ao segundo lugar entre os mais vendidos nos EUA, perdendo apenas para "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band", dos Beatles. Mas o compositor nem precisou esperar a repercussão do álbum para conferir seu prestígio naquele país."Naquela época, os músicos norte-americanos já sabiam exatamente quem era Jobim", diz Oscar Castro-Neves, que comandou na semana passada um show dedicado a ele, ao ar livre, para cerca de 100 mil pessoas, em Sidney, na Austrália.Radicado até hoje nos EUA, o violonista tinha acabado de se mudar para Los Angeles, no início de 1967, quando presenciou uma cena inusitada. Ao entrar numa festa, acompanhado por Jobim, viu a conhecida apresentadora de TV e cantora Dinah Shore ajoelhar-se e beijar os pés do compositor.Curiosamente, em vez de capitalizar o sucesso da parceria com Sinatra, ao voltar ao Brasil, Jobim evitava falar no assunto, especialmente com a imprensa. "Talvez o assunto Sinatra tenha ficado meio chato para ele. Pode ter sido algum grilo com o assunto, mas não com a gravação", diz o músico Paulo Jobim, afirmando que seu pai voltou "felicíssimo" com o disco."Essa "vitória" da gravação com o Sinatra era tratada aqui como se os Estados Unidos tivessem se curvado ante o Brasil. Só que o Tom achava isso uma bobagem", confirma Sérgio Cabral. "Vi várias vezes, nos bares, as pessoas perguntarem: "Tom, e o Sinatra?" Ele sempre respondia: "Um boa-praça". Essas perguntas o incomodavam", completa.Segundo Cabral, Jobim gostava de alimentar dubiedades. "Ele concordou que eu escrevesse a biografia dele, mas toda vez que eu perguntava algo que interessava ao livro, ele mudava de assunto. Eu perguntava: "Tom, o João Gilberto fez mesmo tal coisa?". Então ele dizia: "Olha, Sérgio, o Brasil é um país em que as pessoas estão queimando árvores. Este é um país de cabeça para baixo". Era difícil conseguir uma resposta objetiva dele."Nova parceria No final de 1968, Jobim voltou aos EUA para gravar um novo disco com Sinatra, mas dessa vez os adiamentos sucessivos dos ensaios e das gravações irritaram o brasileiro.Lançado só em 1971, "Sinatra & Company" trazia apenas sete das nove canções de Jobim gravadas. O braço-de-ferro prosseguiu em 1980, quando Sinatra se apresentou no Rio. Convidado a participar, Jobim não apareceu no show."Meu pai não conseguiu falar com o Sinatra pelo telefone. Além disso, era um show gigantesco, de milhões de dólares, em que meu pai não receberia nada. Então ele não foi e o Sinatra ficou com aquele papo de que ele ficou escondido no alto de uma montanha", lembra Paulo Jobim, que teve a sorte de presenciar o último encontro do pai com o cantor, anos depois, num jantar, em Nova York. "O Sinatra era um cara bacana, bom de falar. Parecia que eu estava falando com o personagem de um filme."

Folha de São Paulo

sábado, 20 de janeiro de 2007

FESTIVAL DE GUARAMIRANGA NA SÉTIMA EDIÇÃO

Guaramiranga/Ce


Durante os dias de carnaval, numa cidade montanhosa, verdejante e de clima ameno, no interior do Ceará. Esse é o local do Festival de Jazz e Blues na pequena e bucólica Guaramiranga, num cenário que surpreende o visitante, a cerca de 120 km de Fortaleza.
Pelo Teatro Raquel de Queiroz, o principal da cidade, já passaram Toninho Horta, Hermeto Pascoal, João Donato, Daniel e Paulo Jobim, Ithamara Koorax, Leny Andrade, Stanley Jordan, Nana Vasconcelos, Arismar do Espírito Santo, Vítor Biglione, Traditional Jazz Band, Hélio Delmiro, Proveta, Kenny Brown, Danilo Caymmi, Nuno Mindelis, Gilson Peranzeta, Márcio Montarroyos, Paulo Braga, dentre outros. Serve também o festival para que músicos locais tenham oportunidade de se apresentar para um público ávido por música de qualidade como também de interagir com os grandes astros de fora. Carlinhos Patriolino, Márcio Resende, Fátima Santos, Luciano Franco, a Marimbanda, Adelson Viana, Marajazz, Luizinho Duarte, Dihelson Mendonça, Ítalo Almeida, Renno Saraiva e tantos outros talentosos músicos cearenses apresentaram seus trabalhos em Guaramiranga.
Este ano estão sendo anunciados Scott Henderson, Jane Duboc, Dominguinhos (tributo a Sivuca), Egberto Gismonti, Derico e JJ Jackson. Dentre os cearenses, o trabalho dos jovens e virtuosos tecladistas/acordeonistas Renno Saraiva e Ítalo Almeida, que fazem um revezamento nesses instrumentos, merece ser visto. Outras atrações estão para ser confirmadas.
Normalmente, a programação do festival contempla apresentações em Fortaleza, das principais atrações, da quinta-feira ao domingo após o carnaval. Este ano, pela primeira vez, haverá também shows em Fortaleza antes do festival.
Veja mais sobre o Festival de Jazz & Blues de Guaramiranga no site :
http://www.jazzeblues.com.br

sexta-feira, 19 de janeiro de 2007

25 ANOS SEM ELIS REGINA

Em 19 de janeiro de 1.982, morria em São Paulo, Elis Regina Carvalho Costa, tida pela crítica especializada como a maior cantora brasileira de todos os tempos, sobre o que poucos divergem. Sua voz continua sendo muito executada, tanto no rádio quanto na TV, neste caso também em temas de novela. Elis me fez assistir ao mesmo espetáculo três vezes. Foi o show “Falso Brilhante” no Teatro Bandeirantes na época que morei em São Paulo. Outro a conseguir esse feito de mim foi Chico Buarque com sua peça de teatro, “Gota d´Água”, com Bibi Ferreira no elenco. A primeira vez no Rio e depois duas em São Paulo, poucos anos antes de ver Elis com seu "Falso Brilhante, lá pela segunda metade dos anos setenta.

Lembro dos arranjos irretocáveis de “Falso Brilhante” feitos pelo excepcional César Camargo Mariano que também acompanhava a cantora na banda nesse inesquecível e um tanto teatral show. Maria Rita, filha do casal Elis/César bem que teve a quem puxar.

Quem escuta as gravações de Elis nos dias de hoje, chega a uma fácil constatação: Elis continua moderna demais. Parece que estamos ouvindo algo que foi gravado, quando muito, na semana passada e não há tanto tempo.

Bibliografia
Eles e Eu – Memórias de Ronaldo Bôscoli – Luís Carlos Maciel e Ângela Chaves
Furacão Elis – Regina Echeverria
Noites Tropicais – Nelson Motta

quinta-feira, 18 de janeiro de 2007

From Crato



Dihelson Mendonça, o genial pianista e compositor de Crato/Ce, depois de seus dois sites http://www.dihelson.com/ e http://www.portaldojazz.com/, lança agora o Blog do Crato: http://www.youtube.com/profile_videos?user=Dihelson. Nele alguns vídeos com interpretações próprias maravilhosas. Confiram e não deixem de ouvir especialmente “Tribute to the great Jazz Masters".

quarta-feira, 17 de janeiro de 2007

TCA - Ed Motta e banda - Aystelum

Quando: 16 e 17 de Janeiro de 2007
Endereço: Teatro Castro Alves - Sala Principal, Praça Dois de Julho, s/n - Campo Grande, Salvador - Bahia.
Horário: 21 horas
Ingresso (inteira): R$14,00
Duração: 2h30
Liberado para maiores de 16 anos
Telefone: (71) 3339-8000

No projeto MPB Petrobras, Ed Motta, Em seu novo trabalho, Aystelum, o cantor, compositor, instrumentista e arranjador incorpora novos elementos a uma sonoridade em constante evolução. O show abre com o spiritual jazz Awunism, que data da tournée de Dwitza. A segunda faixa é um samba em parceria com Nei Lopes que sintetiza o ambiente do Rio antigo. O tema que dá nome ao disco destaca-se pelo arranjo espacial, em que o curso é alterado a todo momento. Depois vem o samba-jazz É Muita Gig Véi, Samba Azul, registrada no disco em dueto com Alcione, e Balendoah, um jazz moderno e furioso. Na seqüência, Ed Motta coloca em prática o sonho de compor para um musical nas músicas Abertura, Na Rua e Canção em Torno. Charada é um pop noturno. A ensolarada Patidid é um funk-samba de sotaque carioca, fechando o show com o sabor do movimento Black Rio.
http://www.tca.ba.gov.br

Rádio Educadora - Hamílton de Holanda - Brasilianos

No programa "Especial das Seis" o destaque é Brasilianos, novo CD de composições do bandolinista Hamilton de Holanda. É um disco de música instrumental, inspirado em nomes importantes da MPB, como Baden Powell, Pixinguinha, Milton Nascimento, Hermeto Pascoal e Egberto Gismonti, entre outros.

O programa vai ao ar às 18hs (19hs horário de Brasília) na Rádio Educadora FM, (107,5 MHZ, em Salvador).
E pode ser escutada via internet

Enfim uma temporada de Rosa Passos

Rosa Passos estará em cartaz em São Paulo. Ótima oportunidade de vê-la ou para muitos conhecê-la.
Será Teatro FECAP a partir do dia 18, quinta-feira.

Para saber mais sobre Rosa Passos, acesse os links abaixo:
http://vejinha.abril.com.br/materias/m0120770.html
http://rosateatrofecap.googlepages.com/home
http://www.goear.com/search.php?q=rosa+passos
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u67506.shtml

terça-feira, 16 de janeiro de 2007

Jazz Solar


Esta é a banda Jazz Solar. Todas as quintas a partir das 21.30 horas no Yoko. Altamente recomendada.

Nova Friburgo tem chuva mas, também tem Denise Pinaud




As chuvas que caem em Nova Friburgo, RJ não tiram o ânimo dos amantes da música de qualidade. A vocalista Denise Pinaud, habitante daquela cidade serrana, que o diga. Confiram em http://www.depinaud.com/




Saudade do French Quartier


Esta é só para matar a saudade dos bons tempos de um espaço para música ao vivo que esta fazendo falta. Como estamos carentes de um espaço como este uma homenagem ao antigo.

Jam em Clave de Bossa

BOSSA SESSION
Com Chico Oliveira (foto), Luis Almiro e Hernan Voyzuk
Nesse domingo, 21 de Janeiro ás 21hs.
Ingresso: R$25,00 (preço único).
Bilheteria e Reservas: (071) 3334 8922
Maiores informações: www.casadabossa.com
Endereço: Casa da Bossa - Largo de Santana, 117 - Rio Vermelho, do lado do Acarajé da Dinha, Salvador - Bahia

segunda-feira, 15 de janeiro de 2007

Aniversário de morte de Elis.

Caros Amigos,
No dia 19 de janeiro de 1982 perdemos a nossa querida Elis Regina, que se foi aos 36 anos. São 25 anos de saudades. Para amenizar a saudade ou matar nos de vez segue uma pequena jóia direto do YouTube. Da-lhe pimentinha!






"Cara feia pra mim é bode... Sou mais ardida que pimenta!".
Elis Regina

O QUE É QUE A BAIANA TEM?

Tem muito Jazz, sim senhor ! Confiram no show da cantora Tainah.
Querem saber mais sobre ela? Vejam em http://www.tainah.xpg.com.br


Endereço: Rua Borges dos Reis, 16 a, Rio Vermelho, Salvador - Bahia

Ao lado da Cheiro de Pizza

Fone: 3334-7701, 3335-0099

Rosa Passos esteve no Bate-papo da UOL


Bate-papo UOL hoje à tarde: cantora Rosa Passos homenageia Tom e Elis em seu show

Fã mais do que declarada de Tom Jobim e Elis Regina, a cantora baiana Rosa Passos volta aos palcos brasileiros e homenageia seus ídolos nos shows que fará no teatro Fecap, em São Paulo. No repertório, músicas de seus mais recentes CDs, Amorosa e Rosa, e algumas de Tom e Elis, que ela prefere não revelar aos fãs.A cantora e compositora, ainda pouco conhecida no Brasil, tem a maioria de seus CDs e shows produzidos no exterior. Foi convidada para ministrar uma aula de apresentação na escola de jazz mais famosa do mundo, a Berckley.
Em entrevista ao Bate-Papo UOL, nesta segunda-feira, Rosa afirmou que, este ano, quer conquistar o público brasileiro. Em sua agenda consta show no Teatro Castro Alves, em Salvador, sua terra natal. Será dia 03 de março.
Confira na íntegra o bate-papo, que contou com a participação de 185 pessoas, no endereço a seguir:
http://musica.uol.com.br/ultnot/2007/01/15/ult89u7401.jhtm


Por Sérgio Franco

Como Escutar o Melhor Jazz do Mundo

















Algumas das melhores estações exclusivas de jazz do mundo também estão na Internet. A WBGO, que transmite em 88.3 MHz em New Jersey (ao lado da capital mundial do jazz: New York), pode ser escutada em seu "site" http://www.wbgo.org.
Outro bom exemplo é a KCSM, em 91.1 MHz, uma estação de San Mateo, California, em pleno coração do famoso "Vale do Silício". Pertence a uma Universidade e também promove eventos jazísticos na região. Escutem no "site" http://www.kcsm.org/.

A KSDS, pertence a uma Universidade em San Diego, extremo Sul da California, transmite em 88.3 MHz e disputa a primazia de ouvintes amantes de jazz na Internet. O "site" é http://www.jazz88online.org/.
Todas são organizações sem fins lucrativos (como a SOJAZZ) e dependem de alguma verba pública mas, principalmente, da contribuição direta de seus ouvintes.

Boas audições !


Sites Musicais

Para quem aprecia a boa música

Músicas brasileiras desde 1900.

http://www.paixaoeromance.com


Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira

http://www.dicionariompb.com.br

Sérgio Franco, de Salvador/Ba

Morre Michael Brecker

Os sócios da SOJAZZ na reunião de sábado último no restaurante Le Provence, tiveram conhecimento, via internet, através da rádio WGBO, de Nova Iorque, da morte do músico Michael Brecker.

O saxofonista sofria de uma espécie de câncer que dependia de transplante. Isto foi noticiado ano passado no New York Times. No site do artista, a esposa faz apelo no sentido de obter a sensibilização das pessoas para o problema.

Vejam em www.michaelbrecker.com

Este apelo está num documento em PDF que eu estou anexando acima.
Vejam também o link http://home.nyc.rr.com/arkady/supportmbonline.html

Sérgio Franco, Sojazz, de Salvador/Ba

terça-feira, 2 de janeiro de 2007

Chico Oliveira Trio no EXTUDO




Data: 04/01/2007 a 11/01/2007

Horário: Todas as quintas-feiras, às 21h00.

Local: Extudo Restaurante: Rua Lídio de Mesquita, n° 04, Rio Vermelho. - Salvador

Informações: Tel.: (71) 3334-4669 / 3334-0671.
Couvert: R$ 5,00.


O guitarrista Chico Oliveira (foto) se apresenta com seu trio formado por Hernan Voyzuk (bateria) e Marcus Sampaio (baixo acústico) para interpretarem, não só os standards de Miles Davis, John Coltrane, Tom Jobim e Toninho Horta, mas também fazer re-leituras jazzísticas de rítmos nordestinos, samba e bossa.

Matita Pere na Casa da Bossa.




Matita Perê apresenta "Encarte": Tributo aos 80 anos de Tom Jobim.

Matita Perê Nesta sexta e sábado (dias 5 e 6 de janeiro de 2007) a partir das 22hs.
Ingresso: R$25,00
Faça a sua reserva agora: reservas@casadabossa.com
Ou ligue reservas: (071) 3334 8922.

Uma homenagem a Tom Jobim no mês do aniversário do maestro soberano, o Matita Perê reverencia a composição de Jobim com o show “Encarte” na Casa da Bossa. O grupo musical Matita Perê faz um tributo completo a Tom Jobim sem triscar no piano devidamente instalado no palco onde se apresentará, nos próximos dias 5 e 6 de janeiro de 2007, a partir das 22 horas, na Casa da Bossa Preservation Hall, no Rio Vermelho. O sexto instrumento no palco, além de compor um cenário de respeito e carinho com o homenageado, cria o parâmetro necessário para o público perceber a presença, a referência e a influência da obra de Jobim nas composições e arranjos deste grupo baiano formado pelos compositores Borega (voz, violão e arranjos) e Luciano Aguiar (violão e direção artística). E as referências à Tom não são poucas: do nome do grupo – Matita Perê é o título de um dos discos mais importantes do compositor carioca – aos arranjos, caminhos harmônicos e melódicos das canções, passando pela escolha do repertório. Releituras de clássicos de Jobim, todos somente dele, como “Águas de Março”, “Lígia”, “Wave” e “Triste”, passeiam por momentos diferentes da criação do maestro soberano, que não se fixou em um só estilo. Foi pensando no compositor que adentrou os sertões e matas brasileiras que o Matita escolheu “Quebra-Pedra”, um baião instrumental de Jobim, para mostrar as canções da segunda metade do show. Nessa parte, estão incluídas músicas próprias e “Pau de Arara”, de Luiz Gonzaga e Guio de Moraes. O universo jobiniano está contemplado nas parcerias “Tão Longe e Tão Perto de Jobim” (Borega / Luciano Aguiar), “Rio Imortal” (Borega / Samuel Braga) e “Rosiana” (Borega / Luciano Aguiar) ou ainda nas surpreendentes modificações de “Só Louco” (Dorival Caymmi) e “Serenata do Adeus” (Vinicius de Moraes). A canção “Serenata do Adeus”, que faz parte do LP pré-bossa nova “Canção do Amor Demais”, no qual Elizete Cardoso gravou somente as parcerias do poeta com Tom Jobim, ganhou um arranjo especial com citação do “Prelúdio das Bachianas Brasileiras nº4”, de Villa Lobos. O roteiro escolhido pelo Matita Perê privilegia a informação, o detalhamento, a poesia cantada, como um pequeno elucidário da Música Popular Brasileira; por isso escolheram a canção “Encarte” (Luciano Aguiar / Borega) para dar nome a este show tributo a Jobim. Uma manifestação de zelo à arte musical do País.

Fonte: Casa da Bossa: http://www.casadabossa.com

segunda-feira, 1 de janeiro de 2007

Por unanimidade, Sérgio Franco é eleito presidente da Sojazz



ATA DA ASSEMBLÉIA GERAL PARA ELEIÇÃO DA DIRETORIA E DO CONSELHO

Aos 16 (dezesseis) dias do mês de dezembro de 2006, às 17h00min., em segunda convocação, nas dependências do Restaurante La Provence, Rua Leonor Calmon 44 Qd. 02 Lt. 01, nestacidade de Salvador, foi realizada a Assembléia Geral da Sociedade, visando a eleição de sua Diretoria e do Conselho. Aberta a sessão, o secretário Ricardo Almeida Araujo da Silva constatou a presença dos associados Murilo Matos de Almeida, José Antonio Gomes de Pinho, José Sérgio Almeida Franco, Almir Aquino, José Jorge de Lima, Marta Inês Restrepo Soto, Gabriel da Cunha Góes, Joatan Nascimento, Sergio Benutti e Marcelo de Oliveira Mendonça. A Diretoria relatou as realizações de 2006, que incluiram as várias reuniões com autoridades do poder público em busca de apoio aos nossos projetos e o estabelecimento de parceria com a Portte Eventos e os produtores Paulo Brandão e Cândida Luz para os projetos do Festival Internacional de Jazz em Novembro de 2007 e Jazz na Reitoria. O Tesoureiro apresentou as contas de 2006, restando um saldo de R$582, 61. De acordo com o estabelecido no artigo 9º, parágrafo 1º do Estatuto Social foram realizadas as eleições da Diretoria e do Conselho para o período a ser iniciado em 21 de dezembrode 2006 e a terminar em 20 de dezembro de 2007, tendo sido eleitos: Presidente: José Sérgio Almeida Franco; vice-presidente: Gabriel da Cunha Góes; tesoureiro: Edson José dos Santos; secretário: Ricardo Almeida Araújo da Silva; Conselheiros: José Antonio Gomes Pinho, brasileiro; José Jorge de Lima; Joatan Mendonça do Nascimento; Sérgio Benutti; Almir Almeida Aquino; Murilo Matos de Almeida; Marta Ines Restrepo; Luis Filipe Corte Real Rego da Silva; Nicolas Farruggia. Todos domiciliados nesta cidade de Salvador. Nada mais havendo a tratar, o presidente em exercício encerrou a sessão, da qual lavrei esta ata, assinada por mim e pelo presidente.


RICARDO ALMEIDA ARAUJO DASILVA (Secretário)

Nasce BLOG da SOJAZZ

Para inaugurar o BLOG, segue foto do ato de fundação da SOJAZZ, na casa do Pinho.
Da esquerda para a direita os fundadores: Wania, Edson, Ricardo, Jorge, Oscar, Lourenço, Gabriel, Murilo e Pinho.