
Segunda-feira, 31 de Dezembro de 2007
ANIVERSARIANTES 31/12

Domingo, 30 de Dezembro de 2007
AKIKO TSURUGA - SWEET AND FUNKY

“Sweet and Funky” , lançado pela 18th & Vine, vem como uma cadeia de inspiradas sessões com a organista demonstrando porque devemos nos entusiasmar com sua performance e de seus acompanhantes: o guitarrista Eric Johnson e o baterista Vince Ector e, em algumas faixas, o percussionista Wilson “Chembo” Corniel.
Ela , também, apresenta perfil para compositora, transformando em rápido bop o blues “Meanie Quennie”, influenciada por Brother Jack McDuff, que tinha como contratado, nos anos 70, o guitarrista Eric Johnson, e por outro usuário do B-3, Dr. Lonnie Smith, em “DLG”, uma energética apresentação com repentinas paradas.
Tsuruga demonstra habilidade para rearranjar peças familiares. A guitarra de Johnson “chora” antes de preparar o terreno para a organista solar de forma vibrante em “Stormy Weather”, fazendo variações belíssimas. A profunda “Saving All My Love For You” abre com uma sugestão de “Killer Joe”. Já em “Where is The Love” o órgão e a guitarra dividem partes da melodia. “Polka Dots Moonbeans” é recriada como bossa nova. “Broadway”, acelerada, remeterá os ouvintes sorrindo para casa, para um prazeiroso drinque com um dos mais surpreendentes disco do ano.
Fonte: Downbeat / Philip Booth
Cotação : **** (Muito Bom)
Sábado, 29 de Dezembro de 2007
FUNDAÇÃO METHENY DE MÚSICA BUSCA FUNDOS

A Fundação de Música Metheny foi criada pelo guitarrista e vencedor de 17 prêmios Grammy, Pat Metheny(na foto), e objetiva “preservar, promover e perpetuar uma apreciação qualificada de todos os estilos de música” e honrar “ a história da família Metheny através de quatro gerações e a rica herança musical da cidade de Lee’s Summit, no Estado do Missouri, e o entorno da região,” de acordo com o irmão de Pat, o trompetista Mike Metheny. Os irmãos , nativos de Lee’s Summit, têm enfocado que o empreendimento é educacional e histórico para beneficiar os estudantes da área e os residentes.
O evento para obtenção de fundos contará com a participação do trio de Pat Metheny e convidados especiais, e terá início às 20h no Unity Village próximo a Lee’s Summit. Para maiores informações , visitem http://www.methenymusicfoundation.org/
Fonte : JazzTimes/ Roxana Hadadi
ANIVERSARIANTES 29/12

Sexta-feira, 28 de Dezembro de 2007
ANIVERSARIANTES 28/12

Quinta-feira, 27 de Dezembro de 2007
ANIVERSARIANTES 27/12

Quarta-feira, 26 de Dezembro de 2007
Terça-feira, 25 de Dezembro de 2007
PAUL BLEY - SOLO IN MONDSEE

Sua particular qualidade meditativa é fácil de apreciar em peças curtas. Assim, surpreendemente, “Solo in Mondsee” é seu primeiro álbum solo editado pela ECM em 35 anos. Nas dez faixas a essência de Bley é transparente, impositiva e atemporal, ainda que não estática. Presumivelmente improvisada, suas idéias dividem-se em dez segmentos. Cada uma assemelha-se com as outras, criando a ilusão de consonância.
Bley cria temas incessantemente quase contidos.Quando ele começa esculpindo uma melodia , você se encontra envolvido, certo de que está seguindo uma trilha , só que, repentinamente, o mapa da estrada desaparece, deixando você sem um marco e perdido em meio a várias possibilidades.
A faixa sete, abre com um figura brilhante , dentro dos espertos “standards” de Bley. Por um momento você se sente como se estivesse na canção “The Song is You” , mas então mergulhamos em uma descendente em fração de segundos , da base do teclado até colidir com crescentes acordes como um inesperado banco de areia movediça. A partir daí outra melodia tenta tomar forma, mas é dissolvida pelos devaneios de Bley.
Um dos paradoxos é que Bley encontra um sentimento de imobilidade e contemplação através do esquema de cruzamentos lentos com ocasionais agitações e explosões em contrapontos desarticulados, como na faixa oito, através do cenário da sua imaginação. Cada momento é um trabalho de arte, não um componente a ser copiado ou repetido. Este é o espírito de “Solo in Mondsee”. É familiar , ainda que único.
E então como as últimas notas decrescem , fui !
Fonte : Downbeat / Robert Doerschuck
ANIVERSARIANTES 25/12

Oscar Peterson, lenda do piano no Jazz
O pianista canadense Oscar Peterson, uma das grandes lendas do instrumento no jazz, morreu neste domingo (23) de insuficiência renal. Ele tinha 82 anos.
Conhecido pelas levadas nas duas mãos, pela técnica primorosa e pelos solos velozes, Peterson foi um dos músicos mais gravados do gênero, tanto como líder de banda como instrumentista acompanhante. Ele é considerado um nome de grande influência sobre gerações subseqüentes de músicos - a também canadense Diana Krall é uma delas.
Oscar Peterson nasceu em Montréal no dia 15 de agosto de 1925 e começou a estudar piano clássico aos seis anos. Ao completar 14, ganhou um concurso amador e passou a trabalhar regularmente numa rádio local. Em 1949 foi convidado por Norman Granz a integrar seu grupo "Jazz at the Philharmonic", que excursionava pelos Estados Unidos com celebridades como Roy Eldridge, Zoot Sims e Ray Brown.
Reuters
Oscar Peterson durante o festival de Montreaux, na Suíça, em 2005 (Foto: Reuters)
Desde que fez uma aclamada aparição no Carnegie Hall de Nova York no mesmo ano, Peterson recebeu um grande número de prêmios e títulos, como um Grammy pelo conjunto da obra no ano de 1997 - foram oito estatuetas no total.
O Canadá concedeu a ele a mais alta honra para civis e também o tornou a primeira pessoa a ser estampada nos selos de país ainda em vida.
Em entrevista à agência Reuters em 2000, Peterson afirmava que os jovens jazzistas tinham dificuldades distintas do racismo que enfrentou décadas atrás.
"A luta deles é outra. Eles precisam superar um obstáculo diferente: a invasão da música pop. E muitos deles são mais inseguros. As dificuldades são maiores hoje, mas penso que o jazz voltará a conquistar terreno."
Conhecido no Brasil
Peterson era muito conhecido no Brasil, onde esteve no final dos anos 80, com o trio então formado por David Young no baixo e Martin Drew na bateria. Também esteve em novembro de 1998 no país, com shows no Teatro Municipal de São Paulo e uma apresentação gratuita no parque Ibirapuera.O pianista era considerado um improvisador de muito swing e forte personalidade, sendo sua música conhecida pela força e vitalidade, sendo premiado várias vezes pela revista "Downbeat", durante os anos 50. Formou o primeiro trio com a guitarra de Herb Ellis e o baixo de Louis Hayes; o segundo, mais famoso, tinha Ray Brown no baixo e Ed Thigpen na bateria, tendo durado de 1959 a 1965; o terceiro era formado por Sam Jones no baixo e Bob Durham na bateria e durou até 1967. A partir dos anos 80, Peterson passou a realizar trabalhos mais intimistas, principalmente através de solos e duetos, como o gravado com o guitarrista Joe Pass, em Paris, na sala "Le Pleyell". Segundo o crítico James Collier, Oscar Peterson pode ser definido como um eclético. Quando executa suas baladas, se assemelha a Art Tatum, quando toca bebop, lembra Bud Powell - sem contar as influências que teve de músicos como Errol Garner e Teddy Wilson.
Dicas de Oscar Peterson
Procurem no site dele (ou Blog) http://www.noblat.com.br/ a postagem que ele fez ontem com uma seleção de uns vídeos do Oscar Peterson. Simplesmente genial!
Eu comecei a assistir devagarinho e a gente vai prendendo a atenção à medida que a coisa vai rolando. Tudo ia transcorrendo muito bem, aliás otimamente bem, com cada interpretação melhor do que a outra, quando o genial pianista solta o TRISTE do Tom. É qualquer coisa de espetacular.
Esses são os títulos. Vejam no site do Noblat.
Vídeos - Performances de Oscar Peterson
Oscar Peterson Trio (with Ray Brown & Herb Ellis) - A Gal In Gallico (1958)
Oscar & Count Basie - Slow Blues
Oscar Peterson - Goodbye
Oscar Peterson Trio '85 - Caravan
Ella Fitzgerald canta In a Mellow Tone acompanhada de Oscar Peterson Trio
Oscar Peterson Trio toca Triste (Roma, 1969)
Enviado por Ricardo Noblat -
24.12.2007
16h54m
Saiba mais sobre Oscar Peterson
O pianista canadense Oscar Peterson, uma das grandes lendas do instrumento no jazz, morreu neste domingo (23) de insuficiência renal. Ele tinha 82 anos. Conhecido pelas levadas nas duas mãos, pela técnica primorosa e pelos solos velozes, Peterson foi um dos músicos mais gravados do gênero, tanto como líder de banda como instrumentista acompanhante. Ele é considerado um nome de grande influência sobre gerações subseqüentes de músicos - a também canadense Diana Krall é uma delas. Leia mais aqui
Atualização das 18h43 - Ouça algumas músicas tocadas por Peterson.
1. Tristeza. Aqui
2. In a Mellow Tone. Aqui
3. Im Confessin that I love you. Aqui
4. Makin Whoopee.Aqui
5. Im Old Fashioned. Aqui
6. If I had you. Aqui
Sérgio Franco
Segunda-feira, 24 de Dezembro de 2007
Morre Oscar Peterson
ANIVERSARIANTES 24/12

Sábado, 22 de Dezembro de 2007
ANIVERSARIANTES 22/12

Reunald Jones (1910-1989) - trompetista,
Frank Gambale (1958) - guitarrista,
John Patitucci (1959) – baixista(na foto)
Fonte : JazzTimes
Sexta-feira, 21 de Dezembro de 2007
MICHEL PETRUCCIANI - DOCUMENTÁRIO E CONCERTO EM DVD

Petrucciani, que possuía uma doença nos ossos chamada “osteogenensis imperfecta”, cuja conseqüência foi impedir seu crescimento , foi descoberto em sua adolescência pelo saxofonista Charles Lloyd. Petrucciani gravou seu primeiro álbum aos 17 anos e acumulou uma extensiva discografia como líder e “sideman”, trabalhando com um grande número de músicos internacionalmente famosos e compondo em torno de 60 canções.
Junto com o documentário virá um dos últimos concertos do pianista , com o baixista Anthony Jackson e o baterista Steve Gadd, gravado no “ Kultur Und Kongresszentrum Liederhalle” em Stuttgart, Alemanha , em 08 de fevereiro de 1998. Nenhum destes programas foi divulgado comercialmente até o momento.
Quinta-feira, 20 de Dezembro de 2007
ANIVERSARIANTES 20/12

Quarta-feira, 19 de Dezembro de 2007
ANIVERSARIANTES 19/12

Terça-feira, 18 de Dezembro de 2007
JOÃO GILBERTO E ITHAMARA KOORAX NA LISTA DOS MELHORES DA DOWNBEAT
O baiano João Gilberto e a carioca Ithamara Koorax foram escolhidos pelos leitores da tradicional revista americana “DownBeat” – considerada a “Bíblia do Jazz” – na votação dos “melhores do ano".
A carioca Ithamara Koorax, que lançou este ano o disco “Brazilian butterfly”, foi considerada pelo júri popular da “Downbeat” como a quinta melhor cantora de jazz. “Não consegui nem dormir essa noite! Esse prêmio é resultado de um reconhecimento que a revista já tinha me dado, ao classificar com quatro estrelas o meu novo disco”, contou a brasileira, que vive em Los Angeles.
Female Jazz Singer
Diana Krall (682)
Nancy Wilson (327)
Dianne Reeves (315)
Cassandra Wilson (309)
Ithamara Koorax (255)
Roberta Gambarini (173)
Madeleine Peyroux (139)
Dee Dee Bridgewater (137)
Patrícia Barber (121)
Karrin Allyson (119)
Male Jazz Singer
Tony Bennett (652)
Kurt Elling (613)
Bobby McFerrin (293)
João Gilberto (209)
Mark Murphy (202)
John Pizzarelli (198)
Giacomo Gates (163)
Mose Allison (147)
Andy Bey (121)
Kevin Mahogany (111)
Jimmy Scott (105)
Jamie Cullum (93)
MORRE FRANK MORGAN

No início de sua vida, Morgan viciou-se em heroína e passou tempo considerável na prisão. Ele ficou fora do campo da música cerca de trinta anos.
Frank Morgan nasceu em Minneapolis, mas a deixou durante sua infância. Estudou guitarra, mas o som de Charlie Parker convenceu-o a mudar para o saxofone quando tinha 7 anos. Em 1947, a família de Morgan foi para Los Angeles, onde ele começou atuando em bandas que se apresentavam tocando bop nos anos 50.
Fonte: JazzTimes/Jeff Tamarkin
ANIVERSARIANTES 18/12

Segunda-feira, 17 de Dezembro de 2007
WALLACE RONEY : JAZZ

Um alto nível de interpretação marca o terceiro álbum lançado pela HighNote: Jazz. Ponha os fones nos ouvidos e ouça o baterista Eric Allen com seus efeitos, enquanto Roney toca com sentimento em “Her Story”. Então , confira a integração que se espalha no ar na música de Bud Powell, “Un Poco Loco”. A parceria nasce do entusiasmo. O trompetista parece que está “sorrindo” quando executa seus solos, e o piano de Geri Allen aparece como se a própria mão direita de Powell estivesse intimidando-a.
A despeito do disco apresentar um punhado de baladas, “Jazz” sugere que Roney e seus parceiros tocam “pesado”. A abertura de “Sly” e “Stand” mostram o baterista e o trompetista executando poderosas mudanças rítmicas e a metaleira em “Revolution:Resolution” oferece uma mistura de explosividade e habilidade. Os toques de hip-hop, que adorna a música, não agride.Eles estão lá para colorir. A festa de sons (samples e sintetizadores) em “Vater Time” capta o espírito. Um dos mais intrigantes elementos do disco é a clareza do trompete.Tanto nas baladas quanto em outro tipos de interpretações, o trompete de Roney soa ultra declarativo. Mesmo na lírica “Nia” há autoridade no ar. Toda esta competência define o programa.
Finalmente, isto não ocorre só pela quebra das regras com a voz “sampleada” em “Hand” , que se repete seguidamente, mas pelas fórmulas personalizadas e bem conhecidas, realizadas com conforto e segurança.
Fonte : DownBeat / Jim Macnie
ANIVERSARIANTES 17/12

Domingo, 16 de Dezembro de 2007
ANIVERSARIANTES 16/12

Sábado, 15 de Dezembro de 2007
UNIVERSIDADE IDAHO ANUNCIA DIVULGAÇÃO DA COLEÇÃO DE LEONARD FEATHER

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Feather (na foto), que foi um renomado crítico de jazz, compositor, pianista, jornalista e produtor, participou do projeto da Coleção Internacional de Jazz até a sua morte , ocorrida em 1994. Sua coleção foi repassada à Universidade de Idaho para complementar a coleção doada por Hampton.
Acrescidos aos numerosos arquivos de áudio, que contêm entrevistas e performances raramente ouvidas ou nunca antes publicadas dos pioneiros do jazz, a coleção de Feather inclui álbuns de recortes datados de 1933 a 1994, sua biblioteca pessoal e coleção de músicas, muitas fotos autografadas pelos gigantes do jazz, tais como Ray Charles, Billie Holiday, Henry Mancini, the King Cole Trio, Quincy Jones, Dizzy Gillespie , Joni Mitchell dentre centenas de artistas que fazem parte da sua coleção.
Além do valor para os amantes do jazz , os artefatos jazzísticos da coleção de Feather servem como material de pesquisa. Muitos dos ítens que estão digitalizados estão disponíveis para acesso on-line através do site www.ijc.uidaho.edu/Exhibits/exhibit2/vexmain2.htm ou na sala de leitura da Biblioteca de Idaho. A coleção de Feather , durante as negociações com a Universidade, ficou brevemente inacessível , sendo estimada em torno de $500,000.
A Coleção International de Jazz( IJC, sigla em inglês) será aberta ao público durante o festival internacional de jazz da "Universidade Coleção Internacional de Jazz Lionel Hampton" , que ocorrerá de 20 a 23 de fevereiro de 2008. Maiores informações acessem www.ijc.uidaho.edu
Fonte : JazzTimes / Jeff Tamarkin
ANIVERSARIANTES 15/12

Sexta-feira, 14 de Dezembro de 2007
Bistrô PortoSol
A música ambiente é deslumbrante. No tempo em que estivemos por lá, rolaram Charlie Park, Frank Sinatra, Billie Holliday, Edith Piaf, Armstrong e muitos outros de quem somos fãs.
Nos quadros que emolduram as paredes do local, encontram-se, lado a lado, Fred Astaire, Rita Haiworth, Grace Kelly, Kim Novak, Hithcock, Chaplin e muito mais.
O dono, Reinhard, é um figuraço. Ah, ia esquecendo, a Cozinha é especializada na culinária Austro-Húngara. Muito boa.
Visitem o site do Bistrô, clicando no endereço a seguir. Vale a pena. Melhor do que isso , é só ir lá.
ANIVERSARIANTES 14/12

Quinta-feira, 13 de Dezembro de 2007
ANIVERSARIANTES 13/12
Jackie Davis (1920) - organista,
Ben Tucker (1930) - baixista,
Reggie Johnson (1940) - baixista,
Mark Elf (1949) - guitarrista
Fonte : JazzTimes
Quarta-feira, 12 de Dezembro de 2007
Morre o trompetista Marcio Montarroyos
Agência JB RIO - Morreu nesta quarta-feira, vítima de câncer, um dos pioneiros da música instrumental no país, o trompetista Marcio Montarroyos
O velório acontece na capela 5 do cemitério São João Batista, em Botafogo. O enterro será às 17h.
Com oito trabalhos já lançados (sem contar coletâneas), trabalhou com Hermeto Paschoal, Egberto Gismonte, Tom Jobim, Milton Nascimento, Ney Matogrosso, Carlos Santana, Stevie Wonder, Sarah Vaughan e Ella Fitzgerald. Foi o primeiro músico contratado pela Columbia Records (companhia americana pertencente a Sony BMG). Marcio sempre se empenhou para a divulgação e o crescimento da música instrumental do Brasil.
Entre 1968 e 1969, fez parte do conjunto A Turma da Pilantragem, ao lado dos instrumentistas Zé Roberto Bertrami, Alexandre Malheiros, Vitor Manga, Fredera e Ion Muniz, e das cantoras Regininha, Málu Balona e Dorinha Tapajós. Com o grupo, gravou três LPs.
Em 1973, participou da gravação da trilha sonora da novela 'Carinhoso' (TV Globo), interpretando a canção homônima.
Lançou os discos 'Sessão nostalgia' (1973), 'Stone alliance' (1977), 'Trompete internacional' (1981), 'Magic moment' (1982), 'Carioca' (1984) e 'Samba Solstice' (1987).
Em 1989, gravou 'Terra mater', registrando canções de sua autoria como 'The fourteenth day' e 'One more light', ambas em parceria com Lincoln Olivetti. Ainda nesse ano, participou do LP 'Concerto Planeta Terra - Nelson Ayres, Toninho Horta, Nivaldo Ornelas e Marcio Montarroyos', contendo as peças 'Ar' (Nivaldo Ornellas), 'Água' (Nelson Ayres), 'Fogo' (Marcio Montarroyos) e 'Terra' (Toninho Horta).
Em 1995, lançou o CD 'Marcio Montarroyos', contendo composições próprias como 'Slave ritual', 'Pantanal' e 'Congo do Serro', entre outras.PROGRAMA DE ENSINO À DISTANCIA DA MANHATTAN SCHOOL OF MUSIC

O Conservatório de Música de Xangai , China, recentemente se uniu ao programa. Em junho deste ano começaram as transmissões. O assistente da Divisão de Jazz, Justin DiCioccio ministrou duas horas de aula sobre os princípios de improvisação e ritmo, construindo um currículo jazzístico, e os segredos da abordagem do blues.
“Desde o início do programa, dez anos atrás, com o ‘Canadian National Arts Center’ nós temos conduzido, em tempo real, conferências audiovisuais em diversas escolas”, disse Christianne Orto, assistente do programa de ensino e diretora de gravações. “Nós já oferecemos aulas em tempo real com Bob Mintzer, Dave Liebman,Kenny Barron(na foto) e Dick Oates. As transmissões para Xangai incluem performances orquestrais e composições jazzísticas”. “As conversações jazzísticas com Xangai iniciaram há dois anos” ela prosseguiu. “Eles estão dirigindo o programa de educação dentro do que esperam de nós. Diferentemente das coisas que a China vem introjetando , aqui está um exemplo de algo que eles estão absorvendo de nós. Esta é uma oportunidade para impactarmos o processo educacional. É o ensino em tempo real”.
Um dos desafios das transmissões em tempo real é o horário. Para a clínica de DiCioccio, o instrutor ( que é baterista, acompanhado por piano e baixo), pode ser visto pressionando os olhos em uma aula às 7h30min da manhã. Ao contrário, Xangai está às 19h30min. Após uma introdução sobre os princípios do Jazz, DiCioccio faz observações críticas sobre a banda do Conservatório, que apresenta standards de Jazz. O trio de DiCioccio põe as palavras em prática e suinga pesado. DiCioccio lembra que seus estudantes internacionais precisam praticar.
“A vantagem é que eles podem tocar seus próprios instrumentos” declara DiCioccio. “Eles têm um bom comando. A fraqueza está no ritmo, estilo, história e entendimento da linguagem do blues e do jazz com a emoção correta. Eu sempre digo : Grandes fraseados e articulações transformam-se em ponto positivo. O fraseado e as articulações vêm do blues. Esta é a estética americana. Eles têm pouco disto, mas a mesma coisa ocorre na Europa, entretanto eles estão evoluindo cada vez mais”.
DiCioccio falou sobre Duke Ellington e Louis Armstrong, a natureza essencial da batida do “swing” e o sentimento do blues. Os estudantes de Xangai estão “ligados”. DiCioccio e a Manhattan Jazz School estão planejando residências e mais programas de ensino à distancia.
“Eu espero estar fazendo um ‘workshop’em Xangai no verão”, afirma DiCioccio. “Teríamos aulas sobre a maioria dos instrumentos e lições sobre ritmo, improvisação, arranjos, composição , história, teoria e treinamento de audição. Faríamos ‘jam sessions’ e concertos na faculdade. Planejo, também, uma mesa-redonda sobra a importância do blues e o negócio do jazz.”
“Eles estão buscando como desenvolver um programa de artes no Jazz”, Christina Orto diz. “Para nós é uma oportunidade para incrementar um conjunto de oportunidades para estes jovens artistas”.
Fonte: Downbeat/Ken Micallef
ANIVERSARIANTES 12/12

Terça-feira, 11 de Dezembro de 2007
Chico Oliveira Quarteto todas as quintas no Extudo!
Chico Oliveira Quarteto
Olá amigos, após alguns meses de jejum, estou retornando apresentações de música instrumental em Salvador. Estarei tocando todas as quintas de dezembro no Extudo, começando pelo dia 06/12. No repertório, composições próprias, além de musicas de João Donato, Ivan Lins, Milton Nascimento, Gilberto Gil, Tom Jobim, Toninho Horta entre outros.
Chico Oliveira Quarteto
Chico Oliveira - Guitarra e direção musical
Giroux Wanziler - Contrabaixo
Bruno Aranha - Piano Elétrico
Reinaldo Santiago - Bateria e percussão
Local: Extudo Restaurante
Endereço Lidio Mesquita, n° 04 - Rio Vermelho.
Data:13/12/2007
Telefone: 3334 0671
Horário: 21h
Couvert:R$ 5,00
Segunda-feira, 10 de Dezembro de 2007
ANIVERSARIANTES 10/12




