segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

ANIVERSARIANTES 31/12


Peter Herbolzheimer (1935) - trombonista,

Jonah Jones (1909-2000) - trompetista,

John Kirby (1908-1952) - baixista, tubista,

Gil Melle (1931-2004) saxofonista(na foto),

Bernie Senensky (1944) - pianista,

Billy Taylor, Jr. (1925-1977) - baixista


Fonte : JazzTimes

domingo, 30 de dezembro de 2007

AKIKO TSURUGA - SWEET AND FUNKY


O sucesso de Akira Tsuruga é o sinal de uma pequena comunidade global de música ou outro caso de alguém de fora dando nova vida a um ainda vital velho gênero ?. Tsuruga , uma residente em Nova York , que se alojou por lá há seis anos, vindo de Osaka, Japão, utiliza poderosos “cortes”, apresenta uma boa pegada, um impecável senso de suingue e um extraordinário ouvido para nos lembrar de coisas que sempre amamos sobre a tradição do trio de órgão.

“Sweet and Funky” , lançado pela 18th & Vine, vem como uma cadeia de inspiradas sessões com a organista demonstrando porque devemos nos entusiasmar com sua performance e de seus acompanhantes: o guitarrista Eric Johnson e o baterista Vince Ector e, em algumas faixas, o percussionista Wilson “Chembo” Corniel.

Ela , também, apresenta perfil para compositora, transformando em rápido bop o blues “Meanie Quennie”, influenciada por Brother Jack McDuff, que tinha como contratado, nos anos 70, o guitarrista Eric Johnson, e por outro usuário do B-3, Dr. Lonnie Smith, em “DLG”, uma energética apresentação com repentinas paradas.

Tsuruga demonstra habilidade para rearranjar peças familiares. A guitarra de Johnson “chora” antes de preparar o terreno para a organista solar de forma vibrante em “Stormy Weather”, fazendo variações belíssimas. A profunda “Saving All My Love For You” abre com uma sugestão de “Killer Joe”. Já em “Where is The Love” o órgão e a guitarra dividem partes da melodia. “Polka Dots Moonbeans” é recriada como bossa nova. “Broadway”, acelerada, remeterá os ouvintes sorrindo para casa, para um prazeiroso drinque com um dos mais surpreendentes disco do ano.

Fonte: Downbeat / Philip Booth
Cotação : **** (Muito Bom)

sábado, 29 de dezembro de 2007

FUNDAÇÃO METHENY DE MÚSICA BUSCA FUNDOS


Em junho do corrente ano , a Fundação de Música Metheny possibilitou que dois estudantes da escola secundária freqüentassem o evento anual de improvisação jazzística na Universidade do Missouri em Kansas City. Para possibilitar que mais estudantes obtenham tais oportunidades, a organização fará seu primeiro evento para obtenção de fundos em 7 de Março do próximo ano.

A Fundação de Música Metheny foi criada pelo guitarrista e vencedor de 17 prêmios Grammy, Pat Metheny(na foto), e objetiva “preservar, promover e perpetuar uma apreciação qualificada de todos os estilos de música” e honrar “ a história da família Metheny através de quatro gerações e a rica herança musical da cidade de Lee’s Summit, no Estado do Missouri, e o entorno da região,” de acordo com o irmão de Pat, o trompetista Mike Metheny. Os irmãos , nativos de Lee’s Summit, têm enfocado que o empreendimento é educacional e histórico para beneficiar os estudantes da área e os residentes.

O evento para obtenção de fundos contará com a participação do trio de Pat Metheny e convidados especiais, e terá início às 20h no Unity Village próximo a Lee’s Summit. Para maiores informações , visitem http://www.methenymusicfoundation.org/

Fonte : JazzTimes/ Roxana Hadadi

ANIVERSARIANTES 29/12


Willie Humphrey (1900-1994) - clarinetista,

Snub Mosley (1905-1981)- trombonista,

Stan Tracey (1926) - pianista,

Jerry Granelli (1940) - baterista,

Joe Lovano (1952) - saxofonista (na foto),

Lewis Nash (1958) - baterista,

Danilo Perez (1966) - pianista


Fonte : JazzTimes

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

ANIVERSARIANTES 28/12


Earl Fatha Hines (1903-1983) - pianista,

]Moe Koffman (1928-2001) - flautista, saofonista,

Ed Thigpen (1930) - baterista,

Dick Sudhalter (1938) - cornetista,

Lonnie Liston Smith (1940) - pianista,

Ted Nash (1959) - saxofonista,

Michel Petrucciani (1962-1999) - pianista (na foto)


Fonte : JazzTimes

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

ANIVERSARIANTES 27/12


Bunk Johnson (1889-1949) - trompetista,

Johnny Frigo (1916-2007) - violinista,

Bill Crow (1927) - baixista,

Walter Norris (1931) - pianista,

T.S. Monk (1949) - baterista (na foto)


Fonte : JazzTimes

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

ANIVERSARIANTES 26/12


Monty Budwig (1929-1992) - baixista,

John Scofield (1951) - guitarrista(na foto)


Fonte : JazzTimes

terça-feira, 25 de dezembro de 2007

PAUL BLEY - SOLO IN MONDSEE


Muitos dos inovadores da geração de Paul Bley encontram reconhecimento pelo clamor da atenção ou difíceis invenções. Muito da arte é indicativa de genialidade. As miniaturas intrincadas de Bley tendem a não ser reconhecidas. Uma vergonha porque ele é um dos primeiros artistas do jazz a cultivar a eloqüência do silencio.

Sua particular qualidade meditativa é fácil de apreciar em peças curtas. Assim, surpreendemente, “Solo in Mondsee” é seu primeiro álbum solo editado pela ECM em 35 anos. Nas dez faixas a essência de Bley é transparente, impositiva e atemporal, ainda que não estática. Presumivelmente improvisada, suas idéias dividem-se em dez segmentos. Cada uma assemelha-se com as outras, criando a ilusão de consonância.

Bley cria temas incessantemente quase contidos.Quando ele começa esculpindo uma melodia , você se encontra envolvido, certo de que está seguindo uma trilha , só que, repentinamente, o mapa da estrada desaparece, deixando você sem um marco e perdido em meio a várias possibilidades.

A faixa sete, abre com um figura brilhante , dentro dos espertos “standards” de Bley. Por um momento você se sente como se estivesse na canção “The Song is You” , mas então mergulhamos em uma descendente em fração de segundos , da base do teclado até colidir com crescentes acordes como um inesperado banco de areia movediça. A partir daí outra melodia tenta tomar forma, mas é dissolvida pelos devaneios de Bley.

Um dos paradoxos é que Bley encontra um sentimento de imobilidade e contemplação através do esquema de cruzamentos lentos com ocasionais agitações e explosões em contrapontos desarticulados, como na faixa oito, através do cenário da sua imaginação. Cada momento é um trabalho de arte, não um componente a ser copiado ou repetido. Este é o espírito de “Solo in Mondsee”. É familiar , ainda que único.

E então como as últimas notas decrescem , fui !

Fonte : Downbeat / Robert Doerschuck
Cotação : ****(Muito Bom)

ANIVERSARIANTES 25/12


Kid Ory (1886-1973) - trombonista,

Jim Robinson (1892-1976) - trombonista,

Wayman Carver (1905-1967) - flautista, saxofonista,

Cab Calloway (1907-1994) - vocalista, líder de orquestra,

Pete Rugolo (1915) - arranjador, compositor, maestro,

Eddie Safranski (1918-1974) - baixista,

Bob James (1939) - pianista ,

Ronnie Cuber (1941) - saxofonista (na foto),

Don Pullen (1944-1995) - pianista


Fonte: JazzTimes

Oscar Peterson, lenda do piano no Jazz

Canadense tinha 82 anos e faleceu devido a insuficiência renal. Técnica do músico se destacava pela velocidade nos solos.

O pianista canadense Oscar Peterson, uma das grandes lendas do instrumento no jazz, morreu neste domingo (23) de insuficiência renal. Ele tinha 82 anos.

Conhecido pelas levadas nas duas mãos, pela técnica primorosa e pelos solos velozes, Peterson foi um dos músicos mais gravados do gênero, tanto como líder de banda como instrumentista acompanhante. Ele é considerado um nome de grande influência sobre gerações subseqüentes de músicos - a também canadense Diana Krall é uma delas.

Oscar Peterson nasceu em Montréal no dia 15 de agosto de 1925 e começou a estudar piano clássico aos seis anos. Ao completar 14, ganhou um concurso amador e passou a trabalhar regularmente numa rádio local. Em 1949 foi convidado por Norman Granz a integrar seu grupo "Jazz at the Philharmonic", que excursionava pelos Estados Unidos com celebridades como Roy Eldridge, Zoot Sims e Ray Brown.

Reuters

Oscar Peterson durante o festival de Montreaux, na Suíça, em 2005 (Foto: Reuters)
Desde que fez uma aclamada aparição no Carnegie Hall de Nova York no mesmo ano, Peterson recebeu um grande número de prêmios e títulos, como um Grammy pelo conjunto da obra no ano de 1997 - foram oito estatuetas no total.

O Canadá concedeu a ele a mais alta honra para civis e também o tornou a primeira pessoa a ser estampada nos selos de país ainda em vida.

Em entrevista à agência Reuters em 2000, Peterson afirmava que os jovens jazzistas tinham dificuldades distintas do racismo que enfrentou décadas atrás.

"A luta deles é outra. Eles precisam superar um obstáculo diferente: a invasão da música pop. E muitos deles são mais inseguros. As dificuldades são maiores hoje, mas penso que o jazz voltará a conquistar terreno."

Conhecido no Brasil
Peterson era muito conhecido no Brasil, onde esteve no final dos anos 80, com o trio então formado por David Young no baixo e Martin Drew na bateria. Também esteve em novembro de 1998 no país, com shows no Teatro Municipal de São Paulo e uma apresentação gratuita no parque Ibirapuera.O pianista era considerado um improvisador de muito swing e forte personalidade, sendo sua música conhecida pela força e vitalidade, sendo premiado várias vezes pela revista "Downbeat", durante os anos 50. Formou o primeiro trio com a guitarra de Herb Ellis e o baixo de Louis Hayes; o segundo, mais famoso, tinha Ray Brown no baixo e Ed Thigpen na bateria, tendo durado de 1959 a 1965; o terceiro era formado por Sam Jones no baixo e Bob Durham na bateria e durou até 1967. A partir dos anos 80, Peterson passou a realizar trabalhos mais intimistas, principalmente através de solos e duetos, como o gravado com o guitarrista Joe Pass, em Paris, na sala "Le Pleyell". Segundo o crítico James Collier, Oscar Peterson pode ser definido como um eclético. Quando executa suas baladas, se assemelha a Art Tatum, quando toca bebop, lembra Bud Powell - sem contar as influências que teve de músicos como Errol Garner e Teddy Wilson.

Dicas de Oscar Peterson

Esse Ricardo Noblat sabe muito bem das coisas. E se vocês querem saber, o que ele menos entende é sobre política, apesar de entender desse assunto pra k.......

Procurem no site dele (ou Blog) http://www.noblat.com.br/ a postagem que ele fez ontem com uma seleção de uns vídeos do Oscar Peterson. Simplesmente genial!

Eu comecei a assistir devagarinho e a gente vai prendendo a atenção à medida que a coisa vai rolando. Tudo ia transcorrendo muito bem, aliás otimamente bem, com cada interpretação melhor do que a outra, quando o genial pianista solta o TRISTE do Tom. É qualquer coisa de espetacular.

Esses são os títulos. Vejam no site do Noblat.

Vídeos - Performances de Oscar Peterson
Oscar Peterson Trio (with Ray Brown & Herb Ellis) - A Gal In Gallico (1958)
Oscar & Count Basie - Slow Blues
Oscar Peterson - Goodbye
Oscar Peterson Trio '85 - Caravan
Ella Fitzgerald canta In a Mellow Tone acompanhada de Oscar Peterson Trio
Oscar Peterson Trio toca Triste (Roma, 1969)

Enviado por Ricardo Noblat -
24.12.2007
16h54m

Saiba mais sobre Oscar Peterson

O pianista canadense Oscar Peterson, uma das grandes lendas do instrumento no jazz, morreu neste domingo (23) de insuficiência renal. Ele tinha 82 anos. Conhecido pelas levadas nas duas mãos, pela técnica primorosa e pelos solos velozes, Peterson foi um dos músicos mais gravados do gênero, tanto como líder de banda como instrumentista acompanhante. Ele é considerado um nome de grande influência sobre gerações subseqüentes de músicos - a também canadense Diana Krall é uma delas. Leia mais aqui
Atualização das 18h43 - Ouça algumas músicas tocadas por Peterson.
1. Tristeza. Aqui
2. In a Mellow Tone. Aqui
3. Im Confessin that I love you. Aqui
4. Makin Whoopee.Aqui
5. Im Old Fashioned. Aqui
6. If I had you. Aqui

Sérgio Franco

Feliz Natal.

Feliz Natal a todos.
Tardio, mas sincero.



segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Morre Oscar Peterson


MONTREAL, Canadá, 24 dez 2007 (AFP) - O pianista e compositor de jazz canadense Oscar Peterson morreu na noite de domingo (23), vítima de complicações renais, em sua casa em Toronto, aos 82 anos, anunciaram nesta segunda-feira a cadeia de televisão CBC e a Rádio-Canadá.
Um dos nomes mais importantes do jazz, Oscar Peterson nasceu em Montreal em 15 de agosto de 1925 de uma família modesta de origem antilhana. Começou sua carreira em 1943, tornando-se o primeiro músico negro de uma orquesta de baile popular na metrópole de Québec.
Sua carreira tomou impulso em 1949 quando o empresário norte-americano Norman Granz apresentou-o nos Estados Unidos como convidado surpresa na orquesta Jazz at the Philharmonic, com os maiores músicos americanos, em um concerto no Carnegie Hall de Nova York. Esta breve apresentação, aos 24 anos, causou sensação e marcou o início de sua carreira internacional. A partir de então, realizou regularmente turnês pela Europa, algumas vezes na companhia da cantora Ella Fitzgerald.
Entre os numerosos outros artistas com os quais trabalhou figuram Roy Eldridge, Stan Getz, Dizzy Gillespie, Charlie Parker, Joe Pass, Ben Webster e Lester Young. Despois de 50 anos de sucesso, em 1993, durante um espetáculo em Nova York, sofreu um acidente cérebro-vascular. Terminou, no entanto, o concerto, mas teve que cancelar uma turnê européia. Após esse problema de saúde, continuou compondo, mas em um ritmo mais lento, e teve que renunciar, em 2007, à participação em um festival de jazz de Toronto.
Fonte : site UOL
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Cliquem no link acima e escutem Wave (parte) do Tom, com Oscar Peterson e imagens de Santos ao fundo.
Essa não desagradará ao nosso grande Pinho.

ANIVERSARIANTES 24/12


Baby Dodds (1898-1959) - baterista,

Jabbo Smith (1908-1991),

Ray Bryant (1931) - pianista,

Chris McGregor (1936-1990) pianista,

Woody Shaw (1944-1989) - trompetista,

Ralph Moore (1956) - saxofonista(na foto)


Fonte : JazzTimes

sábado, 22 de dezembro de 2007

ANIVERSARIANTES 22/12


Reunald Jones (1910-1989) - trompetista,


Frank Gambale (1958) - guitarrista,


John Patitucci (1959) – baixista(na foto)


Fonte : JazzTimes


sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

PALMYRA & LEVITA NO TOM DO SABOR

MICHEL PETRUCCIANI - DOCUMENTÁRIO E CONCERTO EM DVD


“Non-Stop Travels with Michel Petrucciani”, um documentário, com uma hora de duração, enfocando a segunda metade da vida do pianista que morreu com 36 anos em 1999, será lançado em DVD em 22 de janeiro de 2008 pela Dreyfus Jazz.

Petrucciani, que possuía uma doença nos ossos chamada “osteogenensis imperfecta”, cuja conseqüência foi impedir seu crescimento , foi descoberto em sua adolescência pelo saxofonista Charles Lloyd. Petrucciani gravou seu primeiro álbum aos 17 anos e acumulou uma extensiva discografia como líder e “sideman”, trabalhando com um grande número de músicos internacionalmente famosos e compondo em torno de 60 canções.

Junto com o documentário virá um dos últimos concertos do pianista , com o baixista Anthony Jackson e o baterista Steve Gadd, gravado no “ Kultur Und Kongresszentrum Liederhalle” em Stuttgart, Alemanha , em 08 de fevereiro de 1998. Nenhum destes programas foi divulgado comercialmente até o momento.


Fonte : JazzTimes/Jeff Tamarkin

ANIVERSARIANTES 21/12


Hank Crawford (1934) - saxofonista),

John Hicks (1941-2006) – pianista(na foto)


Fonte : JazzTimes

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

ANIVERSARIANTES 20/12


John Hardee (1918-1984)- saxofonista (na foto),

Arne Domnerus (1924) – clarinetista,saxofonista


Fonte : JazzTimes

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

ANIVERSARIANTES 19/12


Lu Watters (1911-1989) – trompetista , líder de orquestra,

Bob Brookmeyer (1929) – trombonista ,

Bobby Timmons (1935-1974) – pianista(na foto),

Milcho Leviev (1937) - pianista,

Lenny White (1949) - percussionista,

Eric Marienthal (1957) - saxofonista


Fonte : JazzTimes

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

JOÃO GILBERTO E ITHAMARA KOORAX NA LISTA DOS MELHORES DA DOWNBEAT

O baiano João Gilberto e a carioca Ithamara Koorax foram escolhidos pelos leitores da tradicional revista americana “DownBeat” – considerada a “Bíblia do Jazz” – na votação dos “melhores do ano".








A lista foi divulgada nesta segunda-feira (17). Na categoria cantor masculino, o primeiro lugar do ranking ficou para o cantor Tony Bennett, e entre as cantoras, venceu Diana Krall. João Gilberto ficou na quarta colocação entre os melhores do jazz em 2007, no ranking liderado pelos Bennett, Kurt Elling e Bobby McFerrin. Considerado o maior nome da Bossa Nova, João Gilberto desbancou nomes de destaque no cenário internacional como o italiano John Pizzarelli (o 6º) e o popstar americano Jamie Cullum (12º).
A carioca Ithamara Koorax, que lançou este ano o disco “Brazilian butterfly”, foi considerada pelo júri popular da “Downbeat” como a quinta melhor cantora de jazz. “Não consegui nem dormir essa noite! Esse prêmio é resultado de um reconhecimento que a revista já tinha me dado, ao classificar com quatro estrelas o meu novo disco”, contou a brasileira, que vive em Los Angeles.
Eis o ranking dos 12 primeiros colocados nestas duas categorias, com os respectivos números de votos recebidos.

Female Jazz Singer
Diana Krall (682)
Nancy Wilson (327)
Dianne Reeves (315)
Cassandra Wilson (309)
Ithamara Koorax (255)
Roberta Gambarini (173)
Madeleine Peyroux (139)
Dee Dee Bridgewater (137)
Patrícia Barber (121)
Karrin Allyson (119)

Male Jazz Singer
Tony Bennett (652)
Kurt Elling (613)
Bobby McFerrin (293)
João Gilberto (209)
Mark Murphy (202)
John Pizzarelli (198)
Giacomo Gates (163)
Mose Allison (147)
Andy Bey (121)
Kevin Mahogany (111)
Jimmy Scott (105)
Jamie Cullum (93)
Outros brasileiros também apareceram na lista da DownBeat, na categoria instrumentistas. Os destaques foram o trombonista Raul de Souza, e os percussionistas Airto Moreira e Cyro Baptista.
Fonte: Globo.com

MORRE FRANK MORGAN


O altoísta Frank Morgan morreu de insuficiência renal em Minneapolis no último dia 14 de dezembro aos 73 anos. Recentemente havia retornado de excursão à Europa. Ele sofreu um ataque cardíaco em 1996 e recentemente foi diagnosticado como portador de câncer de cólon.

No início de sua vida, Morgan viciou-se em heroína e passou tempo considerável na prisão. Ele ficou fora do campo da música cerca de trinta anos.

Frank Morgan nasceu em Minneapolis, mas a deixou durante sua infância. Estudou guitarra, mas o som de Charlie Parker convenceu-o a mudar para o saxofone quando tinha 7 anos. Em 1947, a família de Morgan foi para Los Angeles, onde ele começou atuando em bandas que se apresentavam tocando bop nos anos 50.
Morgan gravou naqueles anos iniciais com Freddy Martin, Teddy Charles and Kenny Clarke, e apresentou seu primeiro álbum como líder pelo selo GNP Crescendo em 1955. Este seria seu último álbum até 1985, quando iniciou uma série de gravações para a Contemporary, Antilles, Telarc and High Note. Ele retornou a Minneapolis em 2005.

Fonte: JazzTimes/Jeff Tamarkin

ANIVERSARIANTES 18/12


Fletcher Henderson (1897-1952) - pianista, líder de orquestra(na foto),

Eddie “Cleanhead” Vinson (1917-1988) – saxofonista,vocalista,

Harold Land (1928-2001) - saxofonista,

Wadada Leo Smith (1941) - trompetista


Fonte : JazzTimes

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

WALLACE RONEY : JAZZ


A melhor maneira para apreciar Wallace Roney é sentar e ouvi-lo soar.O trompetista vem, há muito tempo, lutando para se livrar da sombra de Miles Davis, mas você deve colocar para trás as obsessões de Roney com o segundo quarteto clássico de Miles Davis e seu impacto em suas próprias bandas. O calibre da qualidade do seu toque é óbvio. Ele não é o único líder participando da batalha da originalidade, mas é um dos poucos que criou um grupo cuja “química” e qualidade dos intérpretes é consistente.

Um alto nível de interpretação marca o terceiro álbum lançado pela HighNote: Jazz. Ponha os fones nos ouvidos e ouça o baterista Eric Allen com seus efeitos, enquanto Roney toca com sentimento em “Her Story”. Então , confira a integração que se espalha no ar na música de Bud Powell, “Un Poco Loco”. A parceria nasce do entusiasmo. O trompetista parece que está “sorrindo” quando executa seus solos, e o piano de Geri Allen aparece como se a própria mão direita de Powell estivesse intimidando-a.

A despeito do disco apresentar um punhado de baladas, “Jazz” sugere que Roney e seus parceiros tocam “pesado”. A abertura de “Sly” e “Stand” mostram o baterista e o trompetista executando poderosas mudanças rítmicas e a metaleira em “Revolution:Resolution” oferece uma mistura de explosividade e habilidade. Os toques de hip-hop, que adorna a música, não agride.Eles estão lá para colorir. A festa de sons (samples e sintetizadores) em “Vater Time” capta o espírito. Um dos mais intrigantes elementos do disco é a clareza do trompete.Tanto nas baladas quanto em outro tipos de interpretações, o trompete de Roney soa ultra declarativo. Mesmo na lírica “Nia” há autoridade no ar. Toda esta competência define o programa.

Finalmente, isto não ocorre só pela quebra das regras com a voz “sampleada” em “Hand” , que se repete seguidamente, mas pelas fórmulas personalizadas e bem conhecidas, realizadas com conforto e segurança.

Fonte : DownBeat / Jim Macnie

ANIVERSARIANTES 17/12


Sy Oliver (1910-1988) - trompetista, vocalista(na foto) ,

Walter Booker (1933-2006) - baixista


Fonte : JazzTimes

domingo, 16 de dezembro de 2007

ANIVERSARIANTES 16/12


Andy Razaf (1895-1973) – compositor ,

Turk Murphy (1916-1987) – trombonista , líder de orquestra,

Johnny Hammond Smith (1933-1997) - organista,

Joe Farrell (1937-1986) – saxofonista , flautista,

John Abercrombie (1944) - guitarrista(na foto) ,

Rene McLean (1946) – saxofonista , flautista,

Robben Ford (1951) – guitarrista , vocalista


Fonte : JazzTimes

sábado, 15 de dezembro de 2007

UNIVERSIDADE IDAHO ANUNCIA DIVULGAÇÃO DA COLEÇÃO DE LEONARD FEATHER


A Universidade de Idaho completou a digitalização da coleção de áudios jazzísticos de Leonard Feather , que será adicionada à sua Coleção Internacional de Jazz , criada com doações de materiais pertencentes a Lionel Hampton em 1992. No ano passado, a fundação GRAMMY doou à Universidade $36,000 para garantir a preservação e digitalização das últimas fitas e gravações de Feather, que possuem significado histórico.
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Feather (na foto), que foi um renomado crítico de jazz, compositor, pianista, jornalista e produtor, participou do projeto da Coleção Internacional de Jazz até a sua morte , ocorrida em 1994. Sua coleção foi repassada à Universidade de Idaho para complementar a coleção doada por Hampton.

Acrescidos aos numerosos arquivos de áudio, que contêm entrevistas e performances raramente ouvidas ou nunca antes publicadas dos pioneiros do jazz, a coleção de Feather inclui álbuns de recortes datados de 1933 a 1994, sua biblioteca pessoal e coleção de músicas, muitas fotos autografadas pelos gigantes do jazz, tais como Ray Charles, Billie Holiday, Henry Mancini, the King Cole Trio, Quincy Jones, Dizzy Gillespie , Joni Mitchell dentre centenas de artistas que fazem parte da sua coleção.

Além do valor para os amantes do jazz , os artefatos jazzísticos da coleção de Feather servem como material de pesquisa. Muitos dos ítens que estão digitalizados estão disponíveis para acesso on-line através do site www.ijc.uidaho.edu/Exhibits/exhibit2/vexmain2.htm ou na sala de leitura da Biblioteca de Idaho. A coleção de Feather , durante as negociações com a Universidade, ficou brevemente inacessível , sendo estimada em torno de $500,000.

A Coleção International de Jazz( IJC, sigla em inglês) será aberta ao público durante o festival internacional de jazz da "Universidade Coleção Internacional de Jazz Lionel Hampton" , que ocorrerá de 20 a 23 de fevereiro de 2008. Maiores informações acessem www.ijc.uidaho.edu

Fonte : JazzTimes / Jeff Tamarkin

ANIVERSARIANTES 15/12


John Hammond (1910-1987) - produtor,

Stan Kenton (1911-1979) – pianista, líder de orquestra(na foto),

Gene Quill (1927-1989) - saxofonista,

Barry Harris (1929) - pianista,

Curtis Fuller (1934) - trombonista,

Dannie Richmond (1935-1988) - baterista,

Eddie Palmieri (1936) – pianista, líder de orquestra


Fonte : JazzTimes

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Bistrô PortoSol


Saindo da Festa de Confraternização da Associação Comercial, fomos com mais dois casais ao Bistrô PortoSol, na Barra. Não me arrependi em nenhum momento.

A música ambiente é deslumbrante. No tempo em que estivemos por lá, rolaram Charlie Park, Frank Sinatra, Billie Holliday, Edith Piaf, Armstrong e muitos outros de quem somos fãs.

Nos quadros que emolduram as paredes do local, encontram-se, lado a lado, Fred Astaire, Rita Haiworth, Grace Kelly, Kim Novak, Hithcock, Chaplin e muito mais.

O dono, Reinhard, é um figuraço. Ah, ia esquecendo, a Cozinha é especializada na culinária Austro-Húngara. Muito boa.

Visitem o site do Bistrô, clicando no endereço a seguir. Vale a pena. Melhor do que isso , é só ir lá.
http://www.reg.combr.net/bistro.htm

ANIVERSARIANTES 14/12


Budd Johnson (1910-1984) - saxofonista,

Clark Terry (1920) – trompetista,flugelhornista,vocalista(na foto),

Cecil Payne (1922-2007) - saxofonista,

Phineas Newborn, Jr. (1931-1989) - pianista,

Leo Wright (1933-1991) – flautista,clarinetista,saxofonista,

John Lurie (1952) - saxofonista,

Dan Barrett (1955) - trombonista


Fonte : JazzTimes

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

ANIVERSARIANTES 13/12

Sonny Greer (1895-1982) - baterista,
Jackie Davis (1920) - organista,
Ben Tucker (1930) - baixista,
Reggie Johnson (1940) - baixista,
Mark Elf (1949) - guitarrista

Fonte : JazzTimes

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Morre o trompetista Marcio Montarroyos

Agência JB

RIO - Morreu nesta quarta-feira, vítima de câncer, um dos pioneiros da música instrumental no país, o trompetista Marcio Montarroyos

O velório acontece na capela 5 do cemitério São João Batista, em Botafogo. O enterro será às 17h.

Com oito trabalhos já lançados (sem contar coletâneas), trabalhou com Hermeto Paschoal, Egberto Gismonte, Tom Jobim, Milton Nascimento, Ney Matogrosso, Carlos Santana, Stevie Wonder, Sarah Vaughan e Ella Fitzgerald. Foi o primeiro músico contratado pela Columbia Records (companhia americana pertencente a Sony BMG). Marcio sempre se empenhou para a divulgação e o crescimento da música instrumental do Brasil.

Entre 1968 e 1969, fez parte do conjunto A Turma da Pilantragem, ao lado dos instrumentistas Zé Roberto Bertrami, Alexandre Malheiros, Vitor Manga, Fredera e Ion Muniz, e das cantoras Regininha, Málu Balona e Dorinha Tapajós. Com o grupo, gravou três LPs.

Em 1973, participou da gravação da trilha sonora da novela 'Carinhoso' (TV Globo), interpretando a canção homônima.

Lançou os discos 'Sessão nostalgia' (1973), 'Stone alliance' (1977), 'Trompete internacional' (1981), 'Magic moment' (1982), 'Carioca' (1984) e 'Samba Solstice' (1987).

Em 1989, gravou 'Terra mater', registrando canções de sua autoria como 'The fourteenth day' e 'One more light', ambas em parceria com Lincoln Olivetti. Ainda nesse ano, participou do LP 'Concerto Planeta Terra - Nelson Ayres, Toninho Horta, Nivaldo Ornelas e Marcio Montarroyos', contendo as peças 'Ar' (Nivaldo Ornellas), 'Água' (Nelson Ayres), 'Fogo' (Marcio Montarroyos) e 'Terra' (Toninho Horta).

Em 1995, lançou o CD 'Marcio Montarroyos', contendo composições próprias como 'Slave ritual', 'Pantanal' e 'Congo do Serro', entre outras.

PROGRAMA DE ENSINO À DISTANCIA DA MANHATTAN SCHOOL OF MUSIC


Um inventivo processo de ensino à distancia trouxe o jazz para o mundo. A Manhattan School of Music foi a pioneira em vídeo-conferência para educação e performance musical , cujo programa teve início em 1996.

O Conservatório de Música de Xangai , China, recentemente se uniu ao programa. Em junho deste ano começaram as transmissões. O assistente da Divisão de Jazz, Justin DiCioccio ministrou duas horas de aula sobre os princípios de improvisação e ritmo, construindo um currículo jazzístico, e os segredos da abordagem do blues.

“Desde o início do programa, dez anos atrás, com o ‘Canadian National Arts Center’ nós temos conduzido, em tempo real, conferências audiovisuais em diversas escolas”, disse Christianne Orto, assistente do programa de ensino e diretora de gravações. “Nós já oferecemos aulas em tempo real com Bob Mintzer, Dave Liebman,Kenny Barron(na foto) e Dick Oates. As transmissões para Xangai incluem performances orquestrais e composições jazzísticas”. “As conversações jazzísticas com Xangai iniciaram há dois anos” ela prosseguiu. “Eles estão dirigindo o programa de educação dentro do que esperam de nós. Diferentemente das coisas que a China vem introjetando , aqui está um exemplo de algo que eles estão absorvendo de nós. Esta é uma oportunidade para impactarmos o processo educacional. É o ensino em tempo real”.

Um dos desafios das transmissões em tempo real é o horário. Para a clínica de DiCioccio, o instrutor ( que é baterista, acompanhado por piano e baixo), pode ser visto pressionando os olhos em uma aula às 7h30min da manhã. Ao contrário, Xangai está às 19h30min. Após uma introdução sobre os princípios do Jazz, DiCioccio faz observações críticas sobre a banda do Conservatório, que apresenta standards de Jazz. O trio de DiCioccio põe as palavras em prática e suinga pesado. DiCioccio lembra que seus estudantes internacionais precisam praticar.

“A vantagem é que eles podem tocar seus próprios instrumentos” declara DiCioccio. “Eles têm um bom comando. A fraqueza está no ritmo, estilo, história e entendimento da linguagem do blues e do jazz com a emoção correta. Eu sempre digo : Grandes fraseados e articulações transformam-se em ponto positivo. O fraseado e as articulações vêm do blues. Esta é a estética americana. Eles têm pouco disto, mas a mesma coisa ocorre na Europa, entretanto eles estão evoluindo cada vez mais”.

DiCioccio falou sobre Duke Ellington e Louis Armstrong, a natureza essencial da batida do “swing” e o sentimento do blues. Os estudantes de Xangai estão “ligados”. DiCioccio e a Manhattan Jazz School estão planejando residências e mais programas de ensino à distancia.

“Eu espero estar fazendo um ‘workshop’em Xangai no verão”, afirma DiCioccio. “Teríamos aulas sobre a maioria dos instrumentos e lições sobre ritmo, improvisação, arranjos, composição , história, teoria e treinamento de audição. Faríamos ‘jam sessions’ e concertos na faculdade. Planejo, também, uma mesa-redonda sobra a importância do blues e o negócio do jazz.”

“Eles estão buscando como desenvolver um programa de artes no Jazz”, Christina Orto diz. “Para nós é uma oportunidade para incrementar um conjunto de oportunidades para estes jovens artistas”.

Fonte: Downbeat/Ken Micallef

ANIVERSARIANTES 12/12


Eddie Barefield (1909-1991) – clarinetista,saxofonista ,

Frank Sinatra (1915-1998) - (1918-1999) - vocalista,

Joe Williams (1918-1999), vocalista(na foto),

Bob Dorough (1923) – pianista,vocalista,

Dodo Marmarosa (1925-2002) - pianista,

Toshiko Akiyoshi (1929) – pianista,líder de orquestra,

John Hicks (1941-2006) - pianista,

Grover Washington, Jr. (1943-1999) - saxofonista,

Tony Williams (1945-1997) - baterista


Fonte: JazzTimes

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Chico Oliveira Quarteto todas as quintas no Extudo!


Chico Oliveira Quarteto

Olá amigos, após alguns meses de jejum, estou retornando apresentações de música instrumental em Salvador. Estarei tocando todas as quintas de dezembro no Extudo, começando pelo dia 06/12. No repertório, composições próprias, além de musicas de João Donato, Ivan Lins, Milton Nascimento, Gilberto Gil, Tom Jobim, Toninho Horta entre outros.


Chico Oliveira Quarteto

Chico Oliveira - Guitarra e direção musical
Giroux Wanziler - Contrabaixo
Bruno Aranha - Piano Elétrico
Reinaldo Santiago - Bateria e percussão

Local: Extudo Restaurante
Endereço Lidio Mesquita, n° 04 - Rio Vermelho.
Data:13/12/2007
Telefone: 3334 0671
Horário: 21h
Couvert:R$ 5,00

ANIVERSARIANTES 11/12


Lou Rawls (1935-2006) - vocalista,

McCoy Tyner (1938) – pianista(na foto)


Fonte : JazzTimes

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

ANIVERSARIANTES 10/12


Ray Nance (1913-1976) – trompetista,cornetista,violinista,vocalista(na foto),

Bob Cranshaw (1932) - baixista,

Don Sebesky (1937) – trombonista , arranjador,

Franco Ambrosetti (1941) – trompetista,flugelhornista,

Michael Lang (1941) - pianista,

Paul Hardcastle (1957) - tecladista


Fonte : JazzTimes

domingo, 9 de dezembro de 2007

ANIVERSARIANTES 09/12


Bob Scobey (1916-1963) trompetista ,

Donald Byrd (1932) – trompetista, flugelhornista (na foto) ,

Jimmy Owens (1943) – trompetista ,

Kip Hanrahan (1954) - percussionista


Fonte : JazzTimes

ANDRE PREVIN – ALONE : BALLADS FOR SOLO PIANO


Andre Previn voltou ao Jazz outra vez , como tem feito regularmente desde 1988 , a despeito de ser mais um visitante bem-vindo , do que um morador em tempo integral. Friedwald , nas notas escritas para o disco Alone , lançado pela Emarcy , brinda-o com o honorífico “Mr.” , não usual para jazzistas. Mas não há nenhuma pretensão por parte de “Mr. Previn”. Ele nada tem para provar, mas muito para dizer sobre o valor das canções populares, que interpreta com natural elegância e cujas possibilidades a serem desenvolvidas são como seu segundo caráter.

Alguém deve imaginar porque ele não faz mais deste tipo de música. Em seu último CD solo de baladas em 1996 ele apresentou três peças: “Angel Eyes”, "Second Time Around” e "It Might As Well Be Spring”, reprisadas com inovações acrescidas nesta década . "Angel Eyes”, por instante, abre com uma estrofe. Em 1996 o acorde estava subjacente e foi emocionalmente mais forte. Porém o material oferece muitas alternativas e Previn está aqui para buscá-las.

Muitas maneiras existem para tocar jazz , e Previn as tem buscado por um longo período , apesar de alguns acharem que isto tem pouco a ver com a apresentação séria de Jazz. Isto,entretanto, estreita a visão da música.

Entre o seu início de carreira em 1946 até hoje, passaram-se 61 anos, e o impacto de Art Tatum, em sua adolescência, evaporou-se e um estilo identificável emergiu.Aqui ele demonstra que toca para seu próprio prazer.Os arpejos e tempos são integrados e subdivididos. Nada em sua técnica chama atenção para ele ou para parte da peça em si.

Previn enfatiza a melodia em gracioso lirismo , com casual suavidade, e atinge as mais sofisticadas salas de concerto.Ele não improvisa sobre o material , apenas apresenta algumas extensões e variações.O último acorde de “Night and Day” apresenta uma inesperada dissonância, que poderia ser vista como uma influência de Thelonius Monk. Este Cd não tem swing no sentido tradicional do termo.

No espectro do Jazz contemporâneo, esta é uma apresentação conservdora para gosto conservador, mas com profundo sentimento em relação à tradição da canção norte-americana, usando a sensibilidade jazzística.

Fonte: DownBeat/John McDonough
Cotação: **** (Muito Bom)

sábado, 8 de dezembro de 2007

INDICADOS OS CONCORRENTES PARA 50ª EDIÇÃO DO GRAMMY


Os indicados para a 50ª Edição do Grammy foram anunciados em 06/12 . Nas categorias jazzísticas são os seguintes os concorrentes:

MELHOR ÁLBUM DE JAZZ CONTEMPORÂNEO

(Para álbuns que contêm 51% ou mais de duração com faixas instrumentais)

* Party Hats/Will Bernard [Palmetto Records]

* Downright Upright/Brian Bromberg [Artistry Music]

* Re-imagination/Eldar [Masterworks Jazz]

* River: The Joni Letters/Herbie Hancock [Verve]

* He Had A Hat/Jeff Lorber [Blue Note]

MELHOR ÁLBUM DE JAZZ VOCAL

(Para álbuns que contêm 51% ou mais de duração com faixas com vocalização)

* Avant Gershwin/Patti Austin [Rendezvous Entertainment]

* Red Earth - A Malian Journey/Dee Dee Bridgewater [DDB/Emarcy]

* Music Maestro Please/Freddy Cole [HighNote Records]

* Nightmoves/Kurt Elling [Concord Jazz]

* On The Other Side/Tierney Sutton (Band) [Telarc Jazz]

MELHOR SOLO DE JAZZ INSTRUMENTAL

(Para uma performance solo. Dois músicos de um mesmo disco são escolhidos como um concorrente. Se o solista listado aparece em um disco de outro artista, o nome do álbum surge entre parênteses para identificação.)

* Levees/Terence Blanchard (na foto), solista/Faixa de "A Tale Of God's Will (A Requiem For Katrina) [Blue Note] "

* Anagram/Michael Brecker, solista/Faixa de "Pilgrimage [Heads Up International]"

* Both Sides Now/Herbie Hancock, solista/Faixa de "River: The Joni Letters [Verve]"

* Lullaby/Hank Jones, solista/Faixa de "Kids: Live At Dizzy's Club Coca-Cola (Joe Lovano and Hank Jones)[Blue Note] "

* 1000 Kilometers/Paul McCandless, solista/Faixa de "1000 Kilometers (Oregon) [CamJazz] "

MELHOR ÁLBUM DE JAZZ INSTRUMENTAL, INDIVIDUAL OU GRUPO

(Para álbuns contendo 51% ou mais de duração com faixas instrumentais)

* Pilgrimage/Michael Brecker [Heads Up International]

* Live At The Village Vanguard/The Bill Charlap Trio [Blue Note]

* Kids: Live At Dizzy's Club Coca-Cola/Joe Lovano And Hank Jones [Blue Note]

* Line By Line/John Patitucci [Concord Jazz]

* Back East/Joshua Redman [Nonesuch Records]

MELHOR ÁLBUNS ORQUESTRAIS DE JAZZ

(Inclui big band . Os Álbuns devem conter 51% ou mais de faixas instrumentais)

* A Tale Of God's Will (A Requiem For Katrina)/Terence Blanchard [Blue Note]

* Eternal Licks & Grooves/The Bob Florence Limited Edition [MAMA Records]

* Hommage/The Bill Holman Band [Jazzed Media]

* Sky Blue/Maria Schneider Orchestra [ArtistShare]

* With Love/Charles Tolliver Big Band [Blue Note]

MELHOR ÁLBUM DE JAZZ LATINO (VOCAL OU INSTRUMENTAL)

* Funk Tango/Paquito D'Rivera Quintet? [Paquito Records]

* The Magician/Sammy Figueroa And His Latin Jazz Explosion [Savant Records]

* Borrowed Time/Steve Khan [Tone Center Records]

* Refugee/Hector Martignon [Zoho]

* Big Band Urban Folktales/Bobby Sanabria Big Band [Jazzheads]


Fonte: JazzTimes/ Jeff Tamarkin

ANIVERSARIANTE 08/12


Jimmy Smith (1925-2005) - organista(na foto)
Fonte : JazzTimes

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

ANIVERSARIANTES 07/12

Teddy Hill (1909-1978) - saxofonista,
Louis Prima (1911-1978) - trompetista , vocalista,
Matthew Shipp (1960) - pianista

Fonte : JazzTimes

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

ANIVERSARIANTES 06/12


Armand Hug (1910-1977) - pianista ,

Dave Brubeck (1920) - pianista(na foto),

Bob Cooper (1925-1993) - saxofonista, oboeísta,

Eddie Gladden (1937) - baterista,

Jay Leonhart (1940) - baixista, vocalista,

Miroslav Vitous (1947) - baixista,

Harvie S. (1948) - baixista


Fonte : JazzTimes

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

ANIVERSARIANTES 05/12


Marshall Royal (1912-1995) - clarinetista , saxofonista,

Art Davis (1934-2007) - baixista,

Egberto Gismonti (1947) - pianista, violonista(na foto),

Enrico Pieranunzi (1949)-pianista


Fonte : JazzTimes

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

ANIVERSARIANTES 04/12


Frank Tiberi (1928) - fagotista, líder de orquestra ,saxofonista,

Jim Hall (1930) - guitarrista(na foto) ,

Denis Charles (1933-1998)- baterista,

Ernie Carson (1937) - cornetista,

Andy Laverne (1947)- pianista,

Cassandra Wilson (1955)- vocalista


Fonte : JazzTimes

ADERBAL DUARTE NO TEATRO SESI

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

O VERÃO DE DIANA KRALL



A cantora e pianista canadense Diana Krall(na foto) iniciou seu show gratuito no desértico Parque Villa-Lobos, em São Paulo, ao meio-dia de domingo,02/12 com um calor de mais de 30 graus Celsius. Azar de quem esqueceu a sombrinha e a garrafinha de água. As árvores estavam muito longe do palco e a solução mais prática para os espectadores foi aceitar de bom grado os também gratuitos bonés distribuídos pela Telefónica, patrocinadora do evento e espertíssima em seu plano de marketing.

Krall adorou voltar ao Brasil para, desta vez, fazer um espetáculo ao ar livre (já tinha visitado os palcos do país em outras três ocasiões). Encantada com o dia ensolarado, a pianista falou que jamais teve a chance de "ver uma coisa dessas", pois, segundo ela, "no Canadá faz mais frio". "Adorei estar aqui", completou Krall.

Sorte dela que, bem servida de copinhos de água, não sofreu de sede como boa parte das quase 13 mil pessoas que estavam no parque. Vendedores ambulantes, os poucos que caminhavam pelo gramado do parque, vendiam uma garrafinha de água por R$ 4,00. Nos portões do Villa-Lobos, a mesma garrafa saia por R$ 1,00. Um pouco mais distante, uma caminhão da Sabesp fornecia copos de água gratuitamente, mas, neste caso, o problema era enfrentar a fila.

Quem não se incomodou com a garganta seca e o sol abundante pôde admirar a abertura do festival, às dez horas, com a Tradicional Jazz Band e a Banda Mantiqueira, comandada pelo clarinetista e saxofonista Nailor Proveta. Krall subiu ao palco ao meio-dia e fez uma apresentação de uma hora e 15 minutos de duração.

A cantora trouxe alguns de seus standards preferidos da música norte-americana e brasileira. Entre eles, "I've Got You Under My Skin" (Cole Porter), gravada no disco "Live In Paris", de 2002; "Insensatez"/"How Insensitive" (Tom Jobim e Vinicius de Moraes), que está no álbum de 2006, "From This Moment On"; "'S Wondereful" (George e Ira Gershwin), registrada em dois CDs da artista ("Live In Paris" e "The Look Of Love", de 2001), além de uma versão para "Samba de Verão" (Marcos e Paulo Sérgio Valle).

Ao lado de Krall, três de seus instrumentistas preferidos: o guitarrista Anthony Wilson, o baixista John Clayton e o baterista Jeff Hamilton. Os dois últimos, comandantes da Clayton-Hamilton Jazz Orchestra, participaram de vários álbuns da cantora. Wilson não fica atrás. Depois de Russell Malone, talvez tenha sido o mais influente guitarrista para os trabalhos da pianista.


Fonte: UOL/Vinicius Mesquita(Editor Assistente da Home Page)

Foto : Alexandre Schneider

ANIVERSARIANTES 03/12


Paul Lingle (1902-1962) - pianista,

Herbie Nichols (1919-1963) - pianista(na foto)


Fonte : JazzTimes

domingo, 2 de dezembro de 2007

ANIVERSARIANTES 02/12


Eddie Sauter (1914-1981) arranjador e compositor,

Charlie Ventura (1916-1992) - saxofonista(na foto),

Wynton Kelly (1931-1971) - pianista,

Ronnie Mathews (1935) pianista


Fonte : JazzTimes

sábado, 1 de dezembro de 2007

ANIVERSARIANTES 01/12


John Bunch (1921) - pianista,

Jimmy Lyons (1933-1986) - saxofonista,

Carlos Garnett (1938) - saxofonista,

Jaco Pastorius (1951-1987) - baixista(na foto)


Fonte : JazzTimes