
O altoísta Miguel Zenón apresenta sua mais provocante gravação. Com "Awake" mostrando seu crescimento como executante e conceitualista. Sua performance seja com a "Charlie Haden´s Liberation Music Orchestra", com a SFJazz Collective ou liderando seus grupos, o toque forte e a tonalidade agressiva é sempre identificável. Não é uma tarefa trivial, quando se considera um grupo de jovens altoístas, que inclui Rudresh Mahanthappa, Loren Stillman e Steve Lehman.
Zenón trouxe interpretações prazeirosas da área rural do seu nativo Porto Rico em "Jibaro (Marsalis Music, 2005)". Em "Awake", Zenón adiciona composições e mudança nos instrumentos, que inclui Fender Rhodes, um quarteto de cordas em duas faixas e a adição de três metais em uma faixa. Continuando com suas excitantes e intropectivas idéias musicais , o saxofonista está no grupo de artistas como o pianista Danilo Pérez, o baterista Dafnis Prieto e o saxofonista Yosuany Terry Cabrera , que apresenta novas canções no contemporâneo Jazz Latino.
Estas idéias são as primeiras coisas apresentadas em "Awakening-Prelude" onde o sax alto junta-se com cordas, criando uma cinematográfica e rica música clássica e tema de jazz. Segue-a "Camarón" com o excepcional quarteto com seus companheiros de longa data, o baixista Hans Glawischnig, o pianista Luis Perdomo( no Fender Rhodes) e um excitante novo baterista , Henry Cole. O "modus operandi" do quarteto é ouvido em "Ulisses em Motion", onde a interação é perfeita e em "Penta", que contém o mesmo movimento rítmico intricado, que marcou a intuitividade de Zenón em "Jibaro".
"Awakening-Interlude" é outro ponto alto e, infelizmente, a única faixa que utiliza um naipe de metais. O que a princípio parece cacofonia é, de fato, um harmonioso conjunto de solos que eleva o clímax em doze minutos da faixa. "Santo" é uma brilhante composição, que inclui solos inovativos com variações complicadas reminiscente de "Morning Chant" do seu disco "Cerimonial" , lançado em 2004 pela Marsalis Music.
As demais faixas são igualmente satisfatórias , e se há alguma crítica é se a experiência do quarteto de cordas e do naipe de metais não deveria ser mais utilizada. "Awake" garante repetidas audições e representa um novo capítulo na evolução de Miguel Zenón.
Fonte : JazzTimes / Mark F.Turner
Zenón trouxe interpretações prazeirosas da área rural do seu nativo Porto Rico em "Jibaro (Marsalis Music, 2005)". Em "Awake", Zenón adiciona composições e mudança nos instrumentos, que inclui Fender Rhodes, um quarteto de cordas em duas faixas e a adição de três metais em uma faixa. Continuando com suas excitantes e intropectivas idéias musicais , o saxofonista está no grupo de artistas como o pianista Danilo Pérez, o baterista Dafnis Prieto e o saxofonista Yosuany Terry Cabrera , que apresenta novas canções no contemporâneo Jazz Latino.
Estas idéias são as primeiras coisas apresentadas em "Awakening-Prelude" onde o sax alto junta-se com cordas, criando uma cinematográfica e rica música clássica e tema de jazz. Segue-a "Camarón" com o excepcional quarteto com seus companheiros de longa data, o baixista Hans Glawischnig, o pianista Luis Perdomo( no Fender Rhodes) e um excitante novo baterista , Henry Cole. O "modus operandi" do quarteto é ouvido em "Ulisses em Motion", onde a interação é perfeita e em "Penta", que contém o mesmo movimento rítmico intricado, que marcou a intuitividade de Zenón em "Jibaro".
"Awakening-Interlude" é outro ponto alto e, infelizmente, a única faixa que utiliza um naipe de metais. O que a princípio parece cacofonia é, de fato, um harmonioso conjunto de solos que eleva o clímax em doze minutos da faixa. "Santo" é uma brilhante composição, que inclui solos inovativos com variações complicadas reminiscente de "Morning Chant" do seu disco "Cerimonial" , lançado em 2004 pela Marsalis Music.
As demais faixas são igualmente satisfatórias , e se há alguma crítica é se a experiência do quarteto de cordas e do naipe de metais não deveria ser mais utilizada. "Awake" garante repetidas audições e representa um novo capítulo na evolução de Miguel Zenón.
Fonte : JazzTimes / Mark F.Turner
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