
Cathy DeWitt é uma musicista multifacetada e empreendedora, baseada em Gainesville, Flórida, com um diverso conhecimento em canto, performance instrumental, liderança de banda, ensino, composição, escrita e gestão em uma variedade de gêneros que vão do folk, passando pelo clássico, até o jazz. Eu a encontrei quando ela estava participando de uma conferência sobre música e medicina. Ela trabalha música para pacientes em hospitais e outros ambientes médicos. Seu largo campo de interesses e engajamentos, que rapidamente surgiu em nossa conversa, é visível em seu site.
Eu tenho um especial interesse por vocalistas femininas de jazz, assim quando DeWitt disse-me que era cantora de jazz e gravou vários discos, eu pedi para enviar-me alguns para crítica.Recebí um , "Love Notes" , que é um interessante e tradicional "mix" de "standards" e um original de DeWitt, "For a God in Blue". O CD apresenta gravações ao vivo feitas entre 1987 e 1998 no "Thomas Center" em Gainesville. DeWitt possui uma fina e bem entoada voz de soprano com um doce e natural registro alto, que só poucas cantoras, tal como Rita Gamborini pode apresentar.
As interpretações são sonhadoras e compreensíveis, lembrando Doris Day, cuja habilidade musical , em minha opinião, é subestimada. Mas DeWitt é capaz de apresentar ornamentações e variações do jazz e blues, que Doris Day cuidadosamente evitou. Eu estava particularmente impressionado pelo seu belo dueto improvisado , um "scat" com influência de Bach, com o pianista Frank Sullivan em um pouco conhecido "standard" , "Alice in Wonderland" . Eu considero o trabalho do pianista em todas as faixas excepcionalmente bom. A qualidade vocal de DeWitt varia da dificuldade em algumas canções à excelência na maioria delas. Esta flutuação é natural em material oriundo de apresentações ao vivo.
Este é um disco bom para se escutar , principalmente para os que amam os "standards" e são aficcionados pelos clássicos do jazz, que vão do estilo suingante de Helen Forrest ao mais emotivo e íntimo de Billie Holliday.
Fonte : All About Jazz / Victor L. Schermer
Eu tenho um especial interesse por vocalistas femininas de jazz, assim quando DeWitt disse-me que era cantora de jazz e gravou vários discos, eu pedi para enviar-me alguns para crítica.Recebí um , "Love Notes" , que é um interessante e tradicional "mix" de "standards" e um original de DeWitt, "For a God in Blue". O CD apresenta gravações ao vivo feitas entre 1987 e 1998 no "Thomas Center" em Gainesville. DeWitt possui uma fina e bem entoada voz de soprano com um doce e natural registro alto, que só poucas cantoras, tal como Rita Gamborini pode apresentar.
As interpretações são sonhadoras e compreensíveis, lembrando Doris Day, cuja habilidade musical , em minha opinião, é subestimada. Mas DeWitt é capaz de apresentar ornamentações e variações do jazz e blues, que Doris Day cuidadosamente evitou. Eu estava particularmente impressionado pelo seu belo dueto improvisado , um "scat" com influência de Bach, com o pianista Frank Sullivan em um pouco conhecido "standard" , "Alice in Wonderland" . Eu considero o trabalho do pianista em todas as faixas excepcionalmente bom. A qualidade vocal de DeWitt varia da dificuldade em algumas canções à excelência na maioria delas. Esta flutuação é natural em material oriundo de apresentações ao vivo.
Este é um disco bom para se escutar , principalmente para os que amam os "standards" e são aficcionados pelos clássicos do jazz, que vão do estilo suingante de Helen Forrest ao mais emotivo e íntimo de Billie Holliday.
Fonte : All About Jazz / Victor L. Schermer
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