sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

" A GAROTA DE IPANEMA " DIZ NÃO PARA A KFC


Em benefício da PETA (People for the Ethical Treatment of Animals), a cantora brasileira e ativista na proteção aos animais, Astrud Gilberto, aparecerá em nova campanha publicitária clamando aos consumidores do Brasil a boicotar a “Kentucky Fried Chicken - KFC”, até a companhia parar do que é chamado de “abuso em mais de 850 milhões de animais sacrificados para os seus restaurantes a cada ano”. A aparição de Gilberto é sua vigorosa resposta ao anúncio da KFC , que planeja abrir novos estabelecimentos em seu país.

Gilberto conclama aos brasileiros a visitar o Web Site KentuckyFriedCruelty.com e verificar uma série de vídeos, incluindo um produzido em abatedouros onde trabalhadores aparecem maltratando os animais vivos, retalhando-os e jogando fumo em suas caras. Galinhas criadas pela KFC têm suas gargantas cortadas , enquanto elas ainda estão conscientes e milhões são escaldadas até a morte em tanques contendo água fervente. Gilberto une-se a uma longa lista de celebridades, professores e líderes religiosos, que protestam contra a crueldade da KFC, incluindo ícones do rock como Sir Paul McCartney e Chrissie Hynde, a sensação pop Pink, a atriz Pamela Anderson, o Nobel da Paz Dalai Lama, a escritora Alice Walker, o líder dos direitos civis, Reverendo Al Sharpton, e muitos outros


Fonte : JazzTimes / Jeff Tamarkin

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

ANIVERSARIANTES 28/02


Louis Metcalf (1905-1981) - trompetista,

Svend Asmussen (1916) - violinista (na foto),

Marty Grosz (1930) - guitarrista, vocalista,

Willie Bobo (1934-1983) - percussionista,

Charles Gayle (1939) - saxofonista,

Pierre Dorge (1946) - guitarrista


Fonte : JazzTimes

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

HIGHNOTE LANÇA DISCOS DE MARY LOU WILLIAMS E GEORGE CABLES


Gravações ao vivo dos pianistas Mary Lou Williams e George Cables(na foto), que ainda não haviam sido lançadas , serão apresentadas no próximo dia 04 de março pela HighNote Records.
Williams, considerada por muitos como uma das mais importantes mulheres no meio jazzístico, compositora e líder durante os primeiros 50 anos do desenvolvimento deste tipo de música , é ouvida em uma performance com um trio no Statler Hotel em Buffalo, durante o inverno de 1970 com o baixista Ronnie Boykins e o baterista Roy Haynes. “ A Grand Night for Swinging” é a única gravação conhecida entre Williams e Haynes tocando juntos e inclui na apresentação “I Can’t Get Started,” “My Funny Valentine,” “St. Louis Blues” e “Caravan,” dentre outras canções, bem como uma entrevista com a pianista..

“Morning Song” apresenta Cables, que gravou ou se apresentou com Dizzy Gillespie, Art Blakey’s Jazz Messengers, Sonny Rollins, Joe Henderson, Art Pepper, Roy Haynes, Max Roach, Tony Williams, Freddie Hubbard entre outros, e acompanhou Dexter Gordon depois do seu histórico retorno ao Estados Unidos , após sua permanência na Europa entre 1976 e 1978 , antes de assumir a carreira solo em 1980 com uma performance em San Francisco no Keystone Korner. O pianista lidera um quarteto composto pelo trompetista Eddie Henderson, baixista John Heard e o baterista drummer Sherman Ferguson apresentando “Polka Dots and Moonbeams,” “I Remember Clifford,” “Who Can I Turn To” e “On Green Dolphin Street,” dentre outras canções.

Fonte : JazzTimes / Jeff Tamarkin

ANIVERSARIANTES 27/02


Freddie Keppard (1890-1933) - cornetista,

Mildred Bailey (1907-1951) - vocalista,

Abe Most (1920-2002) - clarinetista,

Dexter Gordon (1923-1990) -saxofonista(na foto),

Joey Calderazzo (1965) - pianista


Fonte : JazzTimes

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

JAZZ EM MANAUS

Enquanto aguardam seu terceiro Amazon Jazz Festival, a ser realizado no Teatro Amazonas, os amazonenses curtem jazz na praça de alimentação do maior shopping de Manaus, o Amazonas Shopping.

SHANACHIE ENTERTAINMENT LANÇA DVD COM WYNTON MARSALIS E YACUB ADDY


“Shanachie Entertainment” está lançando“Congo Square”, em 18 de março, um DVD com duas horas de duração apresentando Wynton Marsalis. O programa apresenta o trompetista com a Lincoln Center Jazz Orchestra e o baterista, natural de Gana, Yacub Addy (na foto junto com Marsalis) em suas nove composições , envolvendo percussão e vocal com o grupo Odadaa.
A gravação ocorreu , em 2007, no “Montreal Jazz Festival”. Marsalis e Addy foram convidados a escrever “Congo Square” para a Jazz at Lincoln Center e quatro dias depois do anúncio da estréia em New Orleans, ocorreu o furacão Katrina. “Congo Square” estreou lá em abril de 2006, em um palco ao ar livre construído no “Louis Armstrong Park” . Previamente disponível em dois Cd´s , “Congo Square” será disponibilizado pela primeira vez em DVD.

Fonte : JazzTimes / Jeff Tamarkin

ANIVERSARIANTES 26/02


Flip Phillips (1915-2001) - saxofonista(na foto),

James Moody (1925) - flautista, saxofonista,

Dave Pell (1925) - saxofonista, lider de orquestra,

Lennart Aberg (1942) - saxofonista, flautista,

Yosuke Yamashita (1942) - pianista,

Mike Richmond (1947) - baixista


Fonte : JazzTimes

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

JACKY TERRASSON - MIRROR


O pianista Jacky Terrasson , à parte sua considerável técnica e habilidade, tem sido um exemplo na expressão de emoções através das suas interpretações. Isto posto , é surpreendente que tenha esperado tanto tempo para gravar um disco solo. Com interpretações poderosas como a de "Cherokee" até um punhado de originais reflexivos, a espera mostra-se recompensadora.

Terrasson, em seu disco Mirror lançado pela Blue Note, escolheu pessoais e ecléticos "standards". "Everything Happens To Me", inspirado na versão de Chet Baker é interpretada de forma a enfatizar os sentimentos extremos da canção. "Just a Gigolo" , tomada de uma gravação de Thelonius Monk, apresenta algumas influencias de Monk e pontuações mordazes. " America The Beautiful" , que inicia titubeante antes de brilhar intensamente. Uma versão da música de Carole King, " You´ve Got a Friend", apresentada de forma lenta para enfatizar a beleza da melodia e seu lado sombrio, abre uma sequencia influenciada pelo Blues, de autoria de Terrasson. "Little Red Ribbon", originalmente gravada em seu álbum lançado em 1999, "What it is", é uma tempestuosa reação à epidemia de Aids, enquanto " Tragic Mulatto Blues" reflete sua pessoal dicotomia étnica, com partes divergentes no uso das mãos esquerda e direita.

Os originais "Juvenile" e "Go Round" são belos e contemplativos, e a faixa título apresenta os rompantes das suas mãos, que inicialmente marcou Terrasson como um grande talento.

Fonte : DownBeat / James Hale
Cotação : * * * * (Muito Bom)

ANIVERSARIANTES 25/02


Ida Cox (1896-1967) - vocalista,

Tiny Parham (1900-1943) - pianista(na foto)


Fonte : JazzTimes

domingo, 24 de fevereiro de 2008

ANIVERSARIANTES 24/02


Michel Legrand (1932) - pianista, arranjador, compositor,

David "Fathead" Newman (1933) - saxofonista, flautista(na foto),

Bob Magnusson (1947) - baixista


Fonte : JazzTimes

sábado, 23 de fevereiro de 2008

Rosa Passos faz tributo a Elis Regina em São Paulo


Quem acompanha a carreira de Rosa Passos já sabe que João Gilberto e Elis Regina (1945-1982) são as duas maiores influências da música brasileira sobre as quais moldou seu canto refinado. Os outros componentes vêm do jazz.
Rosa volta ao Teatro Fecap para homenagear Elis, em temporada que vai até o dia 9 de março. No repertório, clássicos da bossa nova (Tom Jobim basicamente), sambas animados, canções mais antigas e até o lado mais pop dos anos 70, dando uma panorâmica das diversas fases da mais influente das cantoras brasileiras.
Tatuagem (Chico Buarque/Ruy Guerra), Atrás da Porta (Chico Buarque) e Altos e Baixos (Sueli Costa/Aldir Blanc), coincidentemente estão no novo álbum de canções brasileiras que Rosa acabou de gravar pela Telarc. Sem previsão de lançamento no Brasil, o CD sai nos Estados Unidos em maio, quando Rosa parte para uma turnê e se apresenta no Festival de Jazz do Lincoln Center, a convite de Wynton Marsalis.
Os arranjos de metais também coincidem em parte com a sonoridade do tributo a Elis. O quarteto é formado por Nahor Gomes e Rubinho Antunes (trompetes), Vinicius Dorin (saxes e flauta) e Sidney Borgani (trombone). Além deles, Rosa é acompanhada por seu fiel trio: Paulo Paulelli (baixo), Fabio Torres (piano acústico) e Celso de Almeida (bateria).
Em todo show de Rosa há um 'momento Elis', em que ela rende tributo à cantora. A versão arrasadora do samba Bala com Bala (João Bosco/Aldir Blanc) já é um clássico. Rosa também já fez outros shows em homenagem a Elis, mas não com essa formação instrumental. O repertório também é mais diversificado desta vez. "Procurei mostrar algumas facetas dela, como a relação com a bossa nova, o lado alegre dos sambas, a fase de Beto Guedes e Lô Borges e também o lado intimista. Peguei um pouquinho de cada coisa", diz Rosa.
A cantora não tem planos de registrar em CD o tributo a Elis, mas como os shows do Teatro Fecap costumam ser gravados, ela não descarta a possibilidade de propor a sua gravadora o lançamento de um registro ao vivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

Fonte: YAHOO Notícias

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Estive na noite passada no Teatro FECAP para assistir ao show da Rosa, na boa companhia do Pablo Ossipoff, que se juntou a nós para colaborar na viabilização do ACARAJAZZ.

O show está maravilhoso. A banda, se já é fantástica, com o novo naipe de metais, então... E ainda teve canja do pianista brasileiro Hélio Alves, que mora em NYC, de passagem por SAMPA. Ele costuma acompanhar Rosa em suas apresentações nos EEUU.

Só não contava com a Rosa em público haver “rasgado tanta seda” para mim, elogiando o trabalho que fazemos (leia-se SOJAZZ) em prol da boa música em Salvador. Houve aplausos calorosos da platéia e meu ego, logicamente, foi às alturas. Divido com os amigos da SOJAZZ e os demais parceiros essa honraria


Sérgio Franco

ANIVERSARIANTES 23/02


Hall Overton (1920-1972) - pianista(na foto),

Johnny Carisi (1922-1992) - trompetista


Fonte : JazzTimes

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

MORRE O PRODUTOR TEO MACERO


Teo Macero, que produziu muitos álbuns importantes para Miles Davis, que aparecem na foto, tais como “Kind of Blue”,” Bitches Brew” e “ In a Silent Way”, morreu em 19 de fevereiro em sua casa localizada em Riverhead, New York. Ele tinha 82 anos e sucumbiu após uma longa doença.

Macero, que também era saxofonista e compositor, foi contratado pela Columbia Records em 1957 e veio a fazer parte da equipe de produtores dois anos depois. Lá ele não só trabalhou com Miles Davis, mas com artistas como Dave Brubeck (Macero produziu o famoso álbum “Time Out”), Charles Mingus, Gerry Mulligan, Mose Allison, Johnny Mathis, Duke Ellington, Thelonious Monk, Carmen McRae, Woody Herman, Tony Bennett e muito outros, além de realizar gravações sob seu nome .

Ele nasceu Attilio Joseph Macero e, após um período na Marinha, ingressou na Juilliard School of Music. Em 1953 Macero começou trabalhando com a “Charles Mingus’ Jazz Composers Workshop”, como saxofonista, gravando para a Debut Records no ano seguinte. Macero , também, gravou no gênero clássico durante este período. Ser produtor de jazz foi sua verdadeira vocação. Ele veio a ser um dos mais valiosos produtores da Columbia e lá permaneceu até os meados dos anos setenta , produzindo, também, trilhas sonoras, álbuns de musicais da Broadway e alguns discos pop. Após deixar a Columbia ele continuou produzindo diversos artistas como o cantor de soul-rock Robert Palmer e os vanguardistas de Nova York “ The Lounge Lizards”.


Fonte : JazzTimes / Jeff Tamarkin

ANIVERSARIANTES 22/02


Jim Europe (1881-1919) - líder de orquestra,

Rex Stewart (1907-1967) - cornetista, trompetista,

Buddy Tate (1915-2001) - saxofonista, clarinetista(na foto),

Joe Wilder (1922) - trompetista, flugelhornista,

Joe La Barbera (1948) - baterista


Fonte : JazzTimes

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

ANZIC RECORDS LANÇARÁ CD “NEW BLUES " DO QUARTETO THIRD WORLD LOVE


A “Anzic Records” anunciou o lançamento no próximo dia 04 de março do Cd “New Blues”, o segundo álbum norte-americano, em um total de quatro, do quarteto Third World Love, na foto, composto por Avishai Cohen (trompete), Yonatan Avishai (piano), Omer Avital (baixo) e Daniel Freedman (bateria).

Três membros do grupo são originários de Israel e um, Daniel Freedman, de Nova York, onde têm participação importante no cenário jazzístico. O pianista Yonatan Avishai, entretanto, reside no sul da França. Eles se encontraram quatro anos atrás em Barcelona , e obtiveram sucesso com seus três discos anteriores, “Third World Love Songs”, “Avanim” e “Sketch of Tel Aviv”.

O grupo planeja vários shows para suportar o lançamento do disco:

9 de Março no “SF Jazz”,
10 de Março no “Kuumbwa Jazz Center (Santa Cruz, CA)”,
12 de Março no “The Regatta Bar (Cambridge, MA)”
14 de Março no “ Drom” Nova York.

Fonte : JazzTimes / Jeff Tamarkin

ANIVERSARIANTES 21/02


Al Sears (1910-1990) - saxofonista,

Tadd Dameron (1917-1965) - pianista,

Eddie Higgins (1932) - pianista,

Nina Simone (1933-2003) - vocalista,

Herb Robertson (1951) - trompetista,cornetista,flugelhornista,

Warren Vaché Jr. (1951) - cornetista, flugelhornista(na foto),

Chris Hunter (1957) - saxofonista, flautista


Fonte : JazzTimes

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

ANIVERSARIANTES 19/02


Johnny Dunn (1897-1937) -cornetista,

Stan Kenton (1912-1979) - pianista, líder de orquestra(na foto),

David Murray (1955) - saxofonista


Fonte : JazzTimes

Zé Luiz Mazziotti na Globo News: o Cantor dos Cantores




Cliquem no link acima e assistam ao programa SARAU da Globo News, apresentado recentemente com o maravilhoso cantor, compositor e violonista Zé Luiz Mazziotti.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

BILLY TAYLOR & GERRY MULLIGAN - LIVE AT MCG


O pianista Billy Talor tem sido colaborador de muitos músicos extraordinários ao longo dos anos nos palcos ou em estúdios. Tais encontros são ótimos, e este disco, que chega inesperadamente, apresenta performances maravilhosas uma após a outra.

Gravado ao vivo no " Pitsburgh´s Manchester´s Craftmen´s Guild" em 1993, o álbum encontra um repertório familiar, acompanhado pelos seus velhos companheiros de trio (o baixista Chip Jackson e o baterista Winard Harper) e um convidado muito especial : O saxofonista Gerry Mulligan, que soa perfeitamente em repertório repleto de "standards" .

Começando com "Stompin´at The Savoy" , os arranjos apresentam uma plenitude de excitação suingante e inspiradas variações, com Jackson e Harper acompanhando com a rapidez necessária. Mulligan apresenta-se com alma em "Darn That Dream" , que dura sete minutos, vibrantemente na sua composição "Line for Lyons" e elegantemente em "Body and Soul". " Line for Lyons" distingue-se, também, pela interação do trio e o brilhantismo cromático de Taylor.

A performance em duo de "Indiana" e " Come Sunday" são prazeirosas com o tema de Ellington possibilitando apresentações emocionantes do pianista e saxofonista. A sessão encerra-se com "Caricious", sendo o arranjo inspirado no Calypso, composta por Taylor, que é ritmicamente contagiante.

Fonte: JazzTimes / Mike Joyce

ANIVERSARIANTES 18/02


Emile Barnes (1892-1970) - clarinetista,

Harold Land (1928-2001)- saxofonista(na foto)


Fonte : JazzTimes

domingo, 17 de fevereiro de 2008

TITE - FUTEBOL E MÚSICA

Uma combinação perfeita da alma brasileira é aquela entre futebol e música. Poucas pessoas puderam ou podem trafegar nesses dois ambientes com maestria. Uma delas foi o ex-jogador Tite, do glorioso Santos Futebol Clube dos anos 50 e 60. Além de ter jogado neste time dos sonhos, ao lado de Pelé, Pagão, Coutinho, Zito, Pepe, Gilmar e tantos outros, Tite também era bom no violão e no cantar. Combinava as arrancadas e os dribles nos campos com a suavidade das notas musicais em seu violão e a afinação de sua voz. Chegou a gravar compactos enveredando pela boa MPB e Bossa Nova, escolhendo músicas de destaque como Meditação, O Amor e a Rosa, entre outras. Essas gravações são raras hoje em dia. Tive acesso a esse precioso material através de seu filho Marcos Augusto e sua nora Ivonete que, junto com a família, preservam a memória de Tite, cantor e jogador. Estive com eles em janeiro último em Santos e eles me disponibilizaram tanto um livro como essas gravações de Tite que tive a oportunidade de apresentar na nossa sessão da SOJAZZ causando, evidentemente, muito interesse e curiosidade. Um louvor à Tite pelo que representou para o futebol brasileiro e a música popular de qualidade em nosso País.

Antonio Pinho - Santista e Bossista há 50 anos.

ANIVERSARIANTES 17/02


Buddy DeFranco (1923) - clarinetista (na foto),

John Coates Jr. (1938) - pianista,

Fred Frith (1949) - guitarrista,baixista,tecladista,violinista


Fonte : JazzTimes

sábado, 16 de fevereiro de 2008

ANIVERSARIANTES 16/02


Machito (1912-1984) - vocalista,

Bill Doggett (1916-1996) - pianista, organista,

Pete Christlieb (1945) - saxofonista(na foto),

Michel Herr (1949) - pianista,

Jeff Clayton (1955) - flautista, saxofonista


Fonte; JazzTimes

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

ANIVERSARIANTES 15/02


Taft Jordan (1915-1981) - trompetista, vocalista,

Kirk Lightsey (1937) - pianista (na foto),

Nathan Davis (1937) - saxofonista,

Marty Morell (1944) - baterista,

Henry Threadgill (1944) - flautista, saxofonista


Fonte : JazzTimes

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

ANIVERSARIANTES 14/02


Elliot Lawrence (1925) - pianista,

Rob McConnell (1935) - trombonista, líder de orquestra(na foto),

Maceo Parker (1943) - saxofonista,

Bill Laswell (1950) - baixista


Fonte : JazzTimes

WHEN ROSA PASSOS MEETS HENRI SALVADOR

Cliquem no link abaixo e assistam a um vídeo histórico.

Mais do que descontraidamente, Rosa Passos e Henri Salvador se encontram. Há trechos de belas canções da Bossa Nova e até a impagável "Que Rest-t-il de nos Amours", de Henri , que ambos gravaram em dueto no álbum AMOROSA, de Rosa.

http://www.youtube.com/watch?v=ydm7UrBc6f8

Henri Salvador morre aos 90 anos


Músico, que viveu no Rio nos anos 40, morreu em Paris, vítima de um aneurisma.

Tratado por parte da imprensa francesa como "criador da bossa nova", Salvador negou o título em entrevista à Folha em 2007

DA REPORTAGEM LOCAL FOLHA DE SÃO PAULO


Um dos mais importantes nomes da tradicional música francesa e amante da música brasileira -morou e se apresentou no Rio entre 1942 e 1945-, o cantor e compositor francês Henri Salvador morreu ontem, aos 90 anos, em Paris, vítima de um aneurisma, segundo divulgou sua gravadora. Nascido na Guiana Francesa, Salvador era famoso por sua voz macia ("Eu não canto, sussurro", disse em entrevista à Associated Press, em 2006), sua risada escancarada e sua longevidade: fez sua última apresentação ao vivo em dezembro passado, em Paris, e, segundo sua gravadora, planejava lançar um novo álbum neste ano.
O presidente da França, Nicolas Sarkozy, que esteve na terra natal do músico anteontem, em encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, disse que Salvador habitava "o cruzamento do jazz com a "chanson" e a bossa nova, da Europa com as Américas".

Prolífico como intérprete e compositor -passou pelo jazz, blues, rock e pela tradicional "chanson française"-, Salvador mudou-se com sua família para a França aos 7 anos e se apaixonou por música aos 12, após ouvir discos de Duke Ellington e Louis Armstong. Ganhou um violão do pai e tornou-se autodidata, participando de seu primeiro show aos 17 anos, com uma orquestra -seguiria com elas por quase uma década, até se lançar como cantor solo após sua temporada morando no Rio.


No Brasil

Após servir no Exército francês, Salvador integrou-se à banda de Ray Ventura em uma turnê sul-americana, em 1938. O grupo fez uma temporada no hotel Copacabana Palace, no Rio, e Salvador decidiu ficar na cidade, onde construiu uma reputação tocando no célebre Cassino da Urca.

Após a Segunda Guerra Mundial, o músico voltou à Europa e fez uma célebre dupla com Boris Vian, que seria considerada a introdutora do rock na França, a partir do hit "Rock and Roll Mops".

Sua ligação com o Brasil voltou a ser exaltada a partir da gravação de "Dans Mon Île", em 1957. A canção foi várias vezes creditada, por parte da imprensa francesa e pelo próprio Salvador, como inspiradora da criação da bossa nova, pois teria sido após ouvi-la que Tom Jobim teria tido a idéia de desacelerar o "tempo" do samba.

O escritor e colunista da Folha Ruy Castro, autor do livro definitivo sobre o movimento musical ("Chega de Saudade"), diz que a relação de Salvador com o ritmo nacional é exatamente a oposta:

"Ele sempre se alimentou da música brasileira, não o contrário".

"Em 1957, Tom Jobim já estava fazendo suas canções há muito tempo", diz Castro. "Sempre gostei dele, tenho vários discos, mas sempre achei um pouco cretina essa coisa de ele se beneficiar como inventor da bossa nova."

Em entrevista à Folha em março passado, Salvador, no entanto, negou o título de "criador da bossa nova". "Não gosto que digam isso. Não sou capaz, sou um pequeno compositor comparado a Jobim. Sou um pequeno melodista francês. Jobim é gigante."

O francês, que recebeu, em 2005, a Ordem do Mérito Cultural entregue pelo presidente Lula e pelo ministro Gilberto Gil (Cultura), também disse que o ritmo brasileiro "foi muito importante" em sua carreira.

Seu último disco, "Révérence" (2007) -que tem uma versão em francês de "Eu Sei que Vou te Amar"-, foi gravado no Rio, com o maestro e arranjador Jacques Morelenbaum.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

CAROL SLOANE - DEAREST DUKE


Pense em um telhado de um viveiro, refletindo o sol, todo brilhante e novo. Agora adicione várias décadas de uso e considere como são intrigantes as marcas do tempo, polindo-o em verde e cinza, refletindo o calor e a maturidade. Assim é o esplendor outonal da voz de Carol Sloane.

Entretanto, este tributo a Duke Ellington e, por consequência, a Billy Strayhorn, é um sentimento de Vernon Duke que assalta, imediatamente, nossos pensamentos. O que há para ser dito, que já não foi mencionado sobre o carisma da voz de Sloane ?. Realmente, nada, exceto sua capacidade para interpretar densamente as onze faixas do CD "Dearest Duke", lançado pela Arbors, acompanhado pelo piano de Brad Harthfield mais toques de palhetas ( com Ken Peplowski alternando o uso do clarinete e do saxofone), que simplesmente incrementa a magnificência dos executantes.

Há uma faixa instrumental com Peplowski e Hartfield executando uma leitura "relaxada" nos meandros de "Serenade To Sweden", relembrando-nos que uma pausa musical rivaliza com a prazeirosa "(Back Home Again) Indiana".

No encerramento do disco, com "Just Squeeze Me", Peplowski prova ser um ótimo parceiro para Sloane, com uma perfeita integração, parecendo o equivalente vocal de Ginger e Fred (ou dado o pendor de Peplowski para as brincadeiras, mas acuradamente, Dean Martin e Jerry Lewis)

Fonte : JazzTimes / Christopher Loudon

ANIVERSARIANTES 12/02


Paul Bascomb (1912-1986) - saxofonista,

Mel Powell (1923-1998) - pianista (na foto)


Fonte : JazzTimes

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

ANIVERSARIANTES 11/02


Claude Jones (1901-1962) - trombonista,

Sergio Mendes (1941) - pianista,

Martin Drew (1944) - baterista,

Didier Lockwood (1956) - violinista(na foto)


Fonte : JazzTimes

domingo, 10 de fevereiro de 2008

ANIVERSARIANTES 10/02


Chick Webb (1909-1939) - baterista,

Sir Roland Hanna (1932-2002) - pianista( na foto),

Walter Perkins (1932-2004) - baterista,

Rufus Reid (1944) - baixista,

Lawrence "Butch" Morris (1947) - cornetista


Fonte : JazzTimes

sábado, 9 de fevereiro de 2008

ANIVERSARIANTES 09/02


Bill Evans (1958) - saxofonista(na foto),

Joe Maneri (1927) - saxofonista, clarinetista,

Walter Page (1900-1957) - baixista


Fonte : JazzTimes

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

PAULO ANDRADE E QUARTETO NO TOM DO SABOR


ANIVERSARIANTES 08/02


Lonnie Johnson (1899-1970) - guitarrista, violinista, vocalista(na foto),

Buddy Morrow (1919) - trombonista,

Pony Poindexter (1926-1988) - saxofonista,

Eddie Locke (1930) - baterista


Fonte : JazzTimes

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

CHRIS ANDERSON MORRE AOS 81 ANOS


O pianista Chris Anderson, que tocou com Dinah Washington, Charlie Parker, Roland Kirk, Stan Getz, Sonny Rollins, Max Roach dentre outros, morreu no dia 4 de fevereiro. Ele estava com 81 anos.

Anderson nasceu em Chicago em 26 de fevereiro de 1926. Durante sua vida foi fascinado por harmonia e por arranjos musicais para trilhas sonoras. Iniciou na música aos dez anos de idade. Ele foi autodidata , aprendendo no piano da família, sendo isto , talvez, a explicação para as suas idéias originais sobre harmonias. Antes de Anderson terminar o segundo grau , ele já estava tocando em bares. Um emprego em uma loja de discos o expôs a Nat “King” Cole, Art Tatum and Duke Ellington . A partir daí o jazz passou a ser sua música.

Depois dos primeiros três grandes mentores, Anderson raramente ouvia outros pianistas. Como ele declarou : “Eu estou mais interessado em ouvir arranjadores, como o pianista Gil Evans ou Nelson Riddle. Eles me fascinam. As coisas que Riddle fez para Sinatra, nocateou-me”. Coerente com seu interesse por harmonia e arranjos, gostava de ouvir os grandes orquestradores impressionistas, como Debussy e Ravel.

Com dezoito anos ele estava tocando piano para Leo Blevins, um influente guitarrista de Chicago , que conhecia quase todos os grandes nomes do Jazz . Naquele ano , graças a Blevins, Anderson começou a tocar com Sonny Stitt. Dentro de dois anos estava tocando no famoso " Pershing Ballroom " em concertos com Charlie Parker e Howard McGhee. Dois destes foram preservados em disco. Ele tinha vinte anos e, devido a um grave processo de catarata, ficou cego.
Por quinze anos tocou nos mais importantes clubes de Chicago, atuando com músicos da qualidade de Sonny Rollins, Clifford Brown, Gene Ammons, Max Roach, Stan Getz, Johnny Griffin e Roland Kirk.

Ao mesmo tempo que se apresentava, influenciava uma geração inteira de jovens músicos de Chicago, muitos dos quais destinados à grandeza. Entre eles estavam Wilbur Ware, Clifford Jordan, Von Freeman, Billy Wallace, George Coleman, Wilbur Campbell e Harold Mabern. Anderson disse : " Epa , as influências foram recíprocas"

Em 1960, Herbie Hancock ouviu Chris Anderson tocar. Ele disse : “ A música de Chris afetou o âmago da minha música muito profundamente. Após ouvi-lo tocar apenas uma vez, eu implorei para ele me deixar estudar com ele. Chris Anderson é o mestre da harmonia e da sensibilidade. Eu sou eternamente grato a ele pelo seu especial presente.”

Em 1961, Dinah Washington, que tinha utilizado diversos pianistas nos anos anteriores, convidou Anderson para excursionar com ela . A despeito de Anderson ser brilhante acompanhante, os músicos em Chicago estavam apostando que ele não ficaria dois meses com a temperamental Washington. Acertaram em cheio . Em Nova York, seis semanas depois, ela demitiu-o. Anderson decidiu ficar e tocar em Nova York. Seu sério problema na coluna limitava sua capacidade para o trabalho, entretanto ele aparecia regularmente como solista no concerto anual de Barry Harris e ele o acompanhou na maioria dos concertos que fez no Bradley’s, Village Vanguard, Jazz Gallery e Smalls. Através destas inconstantes apresentações, sua arte ainda foi capaz de influenciar jovens músicos, que tiveram a sorte de vê-lo tocar ou com ele se apresentar, incluindo Ronnie Ben-Hur, Ari Roland e Jason Lindner.

Anderson deixou poucas, mas significativas, gravações. Há planos para se fazer uma extensiva coleção de sua música e disponibilizá-la para a posteridade.

Fonte : JazzTimes / Jeff Tamarkin

ANIVERSARIANTES 07/02


Eubie Blake (1883-1983) - pianista,

Ray Crawford (1924-1997) - guitarrista,

King Curtis (1934-1971) - saxofonista(na foto)


Foto : JazzTimes

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Chico Oliveira Quarteto às Quintas no Extudo


O guitarrista, Chico Oliveira, pela terceira temporada (desde dezembro), se apresenta ás quintas no Extudo. No repertório, composições próprias além de músicas de João Donato, Tom Jobim, Gilberto Gil, Milton Nascimento, Caetano Veloso etc.

O projeto tem sido de boa aceitação pelo público, fato confirmado pela boa frequência. Por lá nesse período, aconteceram canjas memoráveis de nomes como: Sérgio Benutti, Ledson Galter, Reinaldo Santiago, Hernan Voyzuk, Joatan Nascimento, Alex Mesquita, Mauro Thain, Luciano Silva dentre outros.


Chico Oliveira - Guitarra;
Giroux Wanziler - Contrabaixo;
Bruno Aranha - Piano Elétrico;
Márcio Dhiniz - Bateria.

Local: Extudo Restaurante
Endereço: Lidio Mesquita, n° 04 - Rio Vermelho.
Data: 07/02/2008
Telefone: 3334 0671
Horário: 21h
Couvert:R$ 5,00

ANIVERSARIANTES 06/02


Ernie Royal (1912-1983) - trompetista,

Sammy Nestico (1924) - arranjador, compositor(na foto),

Bernie Glow (1926-1982) - trompetista


Fonte : JazzTimes

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Mazziotti no Sarau


A Globo News (canal 40 da NET e Sky) traz hoje o cantor Zé Luiz Mazziotti no programa Sarau, com apresentação do jornalista Chico Pinheiro.

Quem já o conhece, vai gostar de revê-lo. Quem ainda não o conhece, vai ter uma grande oportunidade de conhecer aquele que é tido hoje por muitos como o maior vocalista do país.
Zé Luiz Mazziotti é um desses casos de talento não reconhecido. Mas no meio musical é diferente. Os bons músicos que o conhecem o identificam como o "cantor dos cantores".

O horário é 21:30 (de Brasília) e o programa deve ser reprisado durante os próximos dias em horários variados.
Vejam mais sobre ele, visitando o site : http://www.zeluizmazziotti.com.br/


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

GARY SMULYAN - MORE TREASURES


É possivel usar o termo fluente, bem como destacar a rapidez dos dedos e estilo feérico do saxofonista barítono Gary Smulyan em seu CD "More Treasures", lançado pela Reservoir , que vem a seguir do disco lançado no ano passado ( "Hidden Treasures"). É para ser "curtido"do início ao fim. A batida é intensa. Só a balada "Beautiful You", composta por Smulyan, e as suingantes, em tempo médio, "Stop", de Tad Dameron, e "For You", de Sal Nistico, suaviza a pegada.

Smulyan continua tocando muito bem e com uma riqueza de idéias para o improviso , que cativa até aqueles menos encantados com o saxofone barítono.

A banda é diferente para este novo "tesouro" , com o pianista Mike LeDonne, o baixista Dennis Irwin e o baterista Steve Johns, em vez do suporte sem piano do baixista Christian McBride e do baterista Billy Drummond, utilizado em gravações anteriores. LeDonne, entretanto, atua em quatro faixas das nove faixas do CD. Seu acompanhamento e solos são consistentemente dignos de nota.

Fonte : JazzTimes / Will Smith

ANIVERSARIANTES 01/02


James P. Johnson (1894-1955), - pianista,

Tricky Sam Nanton (1904-1946) - trombonista,

Sadao Watanabe (1933) - saxofonista,

Joe Sample (1939) - pianista,

Joshua Redman (1969) - saxofonista (na foto)


Fonte : JazzTimes