Segunda-feira, 31 de Março de 2008

ANIVERSARIANTES 31/03


Lizzie Miles (1895-1963) - vocalista,

Red Norvo (1908-1999) - vibrafonista,

Freddie Green (1911-1987) - guitarrista(na foto),

Herb Alpert (1935) - trompetista


Fonte : JazzTimes

Domingo, 30 de Março de 2008

ALMA DO NORDESTE - JOVINO SANTOS NETO (ADVENTURE MUSIC 2008)


Agradável, colinas verdejantes , provavelmente a primavera em mente , quando pensamos no Nordeste do Brasil. Rica em cultura e tradições , bem como em clorofila , as áreas de Pernambuco , Paraíba, Sergipe e, particularmente, o Estado costeiro de Alagoas , tendo todos produzido muitos renomados artistas. Um destes, multiinstrumentista e compositor , Hermeto Pascoal , um fascinante músico iconoclasta, teve em sua banda Jovino Santos Neto no período de 1977 a 1992.

Em "Alma do Nordeste" , Jovino Neto oferece um programa diversificado, que inclui uma ampla aquarela multicolorida de peças típicas e musicalmente transpostas através de pessoais encontros com a alma, o espírito e a diversidade cultural da região. Como seu mentor , o pianista transmite a beleza e o apelo multifacetado do Nordeste.

Com a colaboração de um grupo de competentes músicos brasileiros , Jovino Neto emoldura suas músicas em um som contemporâneo, com toques jazzísticos, em uma suave fusão, que às vezes se aproxima de um clima festivo. Fora deste clima, chama a atenção o tom rascante do gaitista Gabriel Grossi em duas faixas "Rede, Sossego e Chamego" e "Biboca" , bem como o baixista Dudu Lima, cujo toque relembra Jaco Pastorius. Apesar do estilo composicional e aspirações artísticas, muitos encontrarão nesta música uma confortável extensão do popular trabalho de Pat Metheny nos anos 80 e início dos anos 90.

Jovino Neto foi largamente influenciado pelo percussionista Airto Moreira. Assim não surpreende encontrar uma forte pegada e técnica de mestre no baterista Márcio Bahia, especialmente em "Amoreira" e "Forró Vino", com firmes acentos sincopados.

Exemplificando o velho ditado que toda música é tradicional, a faixa que abre o disco "Festa na Macuca" relembra o toque do acordeon ouvido em ocasiões festivas na Louisiana. Dentro da herança africana e consequentemente mais ritualística, "Passareio" é uma vinheta percussiva, com um par de flautas "chorando" sobre sons naturais com ritmo repetitivo da batida da bateria.

Em suma, não se precisa ir tão longe para entender este peculiar patrocínio do Ministério da Cultura e da Petrobras , a gigante energética, além da própria qualidade artística, " Alma do Nordeste" de alguma forma simboliza uma sociológica dicotomia brasileira : Entusiasticamente olhando para o futuro, ainda que sob o peso de sua história, procurando caminhos que honrem seu passado, enquanto que, ao mesmo tempo, siga além dele.

Fonte ; AllAboutJazz - Martin Gladu

ANIVERSARIANTES 30/03


Ted Heath (1900-1969)- trombonista , líder de orquestra,

Lanny Morgan (1934) - saxofonista,

Karl Berger (1935) - pianista ,vibrafonista,

Marilyn Crispell (1947) - pianista (na foto),

John D’earth (1950) - trompetista


Fonte : JazzTimes

Sábado, 29 de Março de 2008

Abril é o mês de apreciação do Jazz

Caros,

Segue abaixo um especial de cerca de uma hora em homenagem ao Mês de Apreciação do Jazz - Abril, feito pela IRSmedia. O especial, que é apresentado por Ramsey Lewis, conta com apresentações musicais e entrevistas com os mestres do Jazz: A pianista Toshiko Akiyoshi, o trombonista Curtis Fuller, o cantor Jimmy Scott, o flautista Frank Wess e o saxofonista Phil Woods.

O especial é co-apresentado por Nancy Wilson que entrevista Ramsey Lewis sobre a sua carreira de cinquenta anos e a sua seleção para este especial.

O programa é em lingua inglesa e alta definição. Os vídeos demoram de carregar, mas a espera vale a pena.



Endereço direto:
http://www.legendsofjazz.net/television/JazzMasters2007

ANIVERSARIANTES 29/03


Pearl Bailey (1918-1990) - vocalista,
Michael Brecker (1949-2007) - saxofonista(na foto)

Fonte : JazzTimes

Sexta-feira, 28 de Março de 2008

ANIVERSARIANTES 28/03


Paul Whiteman (1890-1967) - violinista, líder de orquestra,

Thad Jones (1923-1986)(na foto) - trompetista, flugelhornista, cornetista,

Tete Montoliu (1933-1997) - pianista,

Meredith D'Ambrosio (1941) - pianista, vocalista


Fonte : JazzTimes

Quinta-feira, 27 de Março de 2008

ANIVERSARIANTES 27/03


Pee Wee Russell (1906-1969) - clarinetista,

Ben Webster (1909-1973) - saxofonista (na foto),

Sarah Vaughan (1924-1990) - vocalista,

Harold Ashby (1925-2003) - saxofonista


Fonte : JazzTimes

Caminhos do jazz ao Brasil

Destaques nova cena instrumental brasileira: Fábio Torres (piano), Paulo Paulelli (baixo acústico) e Edu Ribeiro (bateria)








A vivência de Chico Pinheiro entre o jazz e a música brasileira é exemplificada nos melhores temas de ´Nova´, como nos metais e no ritmo de ´Cuba´, no lirismo de ´Planície´ e na melodia de ´Tempestade´. Na bagagem de Anthony Wilson, destaques como a versão para ´When you dream´, ´Laranjeiras´, mas principalmente para a jazzística ´Two fives´.
Marcado pelo entrosamento entre os dois instrumentistas, o disco mostra que ainda há grandes possibilidades criativas nesse encontro entre Américas. ´Somos influenciados, mas o jazz hoje tem muito da música brasileira. Não só da bossa, mas do choro, do Nordeste´, acrescenta o violonista, que tem viajado bastante.
Em 2007 foram muitos shows e participações em três discos nos EUA. De abril até junho próximos, nova turnê por EUA e Europa. ´Viajo com banda, com o meu som, depois volto pra cá e retorno à Itália e, em agosto, à Califórnia, pra lançar o ´Nova´´.
Segundo Chico, as portas abertas no exterior não concorrem com a busca de um público mais amplo para sua música no Brasil. ´O momento é propício lá fora, mas o maior desejo de todo artista é sempre o reconhecimento no seu país´, ressalta. ´Até que viajamos muito no Brasil com os shows dos dois discos, mas brinco que às vezes é mais fácil ir pro Japão que pro Maranhão´.
Chico em Guaramiranga?
E o Ceará, quando entra nesse roteiro? Talvez no próximo Festival Jazz & Blues, ao menos a depender da vontade do músico. ´Já ouvi falar tão bem desse festival! Eu e o Anthony estamos loucos pra ir. São festivais assim que fazem com que os espaços pra música sejam menos restritos hoje em dia´. A deixa está aí.
Dalwton Moura, Diário do Nordeste/Fortaleza

Nova parceria: Chico Pinheiro e Anthony Wilson


Chico Pinheiro e Anthony Wilson: harmonias trabalhadas e virtuosismo do violonista paulistano chamaram a atenção do guitarrista norte-americano e resultaram no disco em parceria (Foto: Reprodução)



Uma reunião de influências jazzísticas entremeadas pela música brasileira. Assim é ´Nova´, de Chico Pinheiro e Anthony Wilson.





Virtuoso violonista e guitarrista, arranjador de mão cheia na tarefa de unir técnica e emoção, compositor de harmonias instigantes e melodias sinuosas e surpreendentes, cantor de timbre suave e cuidadosa colocação de voz. Com não mais que 23 anos já concluíra a graduação em performance e arranjo no referencial Berklee College of Music, em Boston. Conquistou o segundo lugar no Prêmio Visa Compositores em 2000, mesmo ano em que participou do Festival da Música Brasileira, da Rede Globo. Seu primeiro disco, lançado em 2003, apontou que algo de novo - e de muita qualidade - se fazia na música brasileira desta década. De quebra, chamou atenção para grandes instrumentistas e para as cantoras Luciana Alves e Maria Rita - bem antes de esta despontar como fenômeno de vendas.

Seu segundo álbum veio em 2005 e confirmou que nada de exagero havia nos tantos superlativos despertados. Com violões entre Baden e Pat Metheny, arranjos entre Peranzetta e Moacir Santos, canções e temas de veia extremamente pessoal entre o melhor das heranças brasileira e jazzística, Chico Pinheiro se consolidou como, mais que um jovem promissor de múltiplos talentos, um novo estilista de nossa música.

Agora, aos 33 anos, o músico paulistano apresenta seu novo trabalho: ´Nova´, um disco em parceria com o guitarrista jazzístico norte-americano Anthony Wilson. Talvez mais conhecido do grande público por seu trabalho ao lado da cantora Diana Krall, Anthony é filho do ´bandleader´ Geraldo Wilson e, assim como Chico, é guitarrista, compositor e arranjador. Gravou seis discos solo, o mais recente ´Power of Nine´, celebrado como um dos 10 melhores álbuns de jazz de 2006 pela revista New Yorker. A ´bíblia´ ´Downbeat´ também costuma relacionar anualmente em suas listas de melhores músicos o guitarrista que, entre outros, também atuou com Al Jarreau e Madeleine Peyroux.

Identificação musical
A idéia de um disco em duo surgiu de modo tão espontâneo quanto a própria convivência entre os músicos, iniciada via internet por iniciativa de um Anthony Wilson impressionado com os discos de Chico Pinheiro. ´Ele me escreveu dizendo que tinha gostado muito, se identificado muito com os meus discos. Seis meses depois ele veio ao Brasil, queria conhecer a Bahia, o Rio e deu uma desviada pra São Paulo. Avisei a ele que não era tão bonito, mas ele veio mesmo assim...´, brinca Chico, em entrevista ao Caderno 3. ´Acaba que ele ficou hospedado aqui em casa, e a gente ficou tocando sem parar uns três dias. Tocamos muitas músicas, ele botou umas coisas pra eu ouvir, eu mostrei outras. Foi muito interessante´, recorda, citando que a música brasileira estava longe de ser novidade para o colega norte-americano.

´O Anthony já conhecia tudo, era fã de Paulinho da Viola, Hermeto, Edu, adora Maria Bethânia... E eu senti que havia uma identificação, que ele havia ouvido muito meus discos, que tinha curtido mesmo´, conta Chico. ´Esse primeiro encontro foi tão natural e tão bom que a gente acabou resolvendo fazer alguma coisa juntos. Depois de uns quatro meses com cada pra lá e pra cá na sua agenda, gravamos as bases do disco, fazendo depois as coberturas, mais lentamente, com o Anthony aqui. Gostamos muito, foi uma festa fazer o disco´.

Gravadas em São Paulo, as bases contaram com o time de craques já entrosados à música do paulistano, com destaques como o pianista Fábio Torres, o baixista Paulo Paulelli, o baterista Edu Ribeiro e o percussionista Armando Marçal. Já o círculo de convivência de Anthony Wilson nos EUA ficou encarregada da seção de metais, bem mais pronunciada neste disco que nos anteriores de Chico, costurados por belos e bem dosados arranjos de cordas. Músicos como Vinicius Dorin no saxofone e Daniel D´Alcântara no flugelhorn ajudam no tempero brasileiro, assim como as participações de Ivan Lins e César Camargo Mariano no álbum, assim tecido no entrecruzar de São Paulo e Rio, Nova York e Los Angeles.


Dalwton Moura, Diário do Nordeste/Fortaleza

Quarta-feira, 26 de Março de 2008

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MÚSICA DA UFBA - FÓRUM DE DEBATES

A cada quinze dias o Programa de Pós Graduação em Música da UFBA realiza um Forum de debates, onde os estudantes podem apresentar trabalhos e discutí-los.
Os encontros são realizado às 14:00 horas, na sala da Pós Graduação, com entrada franca.

Agenda do dia 28.03.2008 (sexta-feira):
“Projeto de musicalização para bebês na UFBA.”- Angelita Vander Broock;
“Música Instrumental, caminhos do jazz em Salvador.“ - Flávio Queiroz;
"Universidade de Toulouse le Mirail: uma nova perspectiva de pós-graduação na França." – Marco Toledo.

WOODY ALLEN SE APRESENTARÁ NO FESTIVAL DE MONTREAL


Woody Allen (na foto), o famoso diretor e ator, se apresentará com a “New Orleans Jazz Band”, no Festival Internacional de Jazz de Montreal. Allen, que toca clarinete, tem uma longa presença no “Café Carlyle" , em Nova York, mas raramente se apresenta fora da sua cidade. Sua performance ocorrerá as 19h30min no dia 30 de junho na “Salle Wilfrid Pelletier, PdA (Pleins feux General Motors series)”.

Alem de Allen, outros shows já estão confirmados , incluindo Aretha Franklin, Dee Dee Bridgewater, Steely Dan, Saxophone Summit com Joe Lovano, Dave Liebman e Ravi Coltrane; Charlie Haden Quartet West, Leonard Cohen, Return to Forever com Chick Corea; James Taylor e sua banda e Katie Melua.

Fonte : JazzTimes / Jeff Tamarkin

ANIVERSARIANTES 26/03


Flip Phillips (1915-2001) - saxofonista(na foto),

Andy Hamilton (1918) - saxofonista,

Jimmy Blanton (1921-1942) - baixista,

Brew Moore (1924-1973) - saxofonista,

Lew Tabackin (1940) - saxofonista, flautista


Fonte : JazzTimes

Terça-feira, 25 de Março de 2008

PRÉDIO DO AUTOMÓVEL CLUBE NO RIO DE JANEIRO SERÁ CLUBE DE JAZZ



Foi selado nesta segunda-feira o destino do antigo prédio do Automóvel Clube, no Centro do Rio de Janeiro: ele sediará um clube de jazz com biblioteca virtual, bar com ambientes de época e um espaço de memória, de acordo com reportagem publicada no jornal "O Globo" desta terça-feira. Como anunciou o prefeito Cesar Maia, uma comissão foi designada por decreto para definir a melhor entre as sete propostas apresentadas há um mês para a ocupação do prédio, em resposta a um edital da prefeitura. A proposta vencedora foi a da Tom Brasil/Vivo, e inclui o investimento de R$ 28 milhões na recuperação do prédio, em péssimo estado.
- Sexta-feira teremos uma reunião para estabelecer prazos e elaborar o termo de cessão do imóvel, que deve ser assinado em 15 dias. As obras devem durar um ano e a inauguração deve acontecer uns quatro meses depois - estima o secretário municipal das Culturas, Ricardo Macieira.
Inaugurado em 1860 com um baile a que compareceu dom Pedro II, o prédio 90 da Rua do Passeio, em estilo neoclássico, já foi residência do Barão de Barbacena e sede da Sociedade de Baile Assembléia Fluminense, da Sociedade Cassino Fluminense e do Automóvel Clube no Brasil, além de palco para o último discurso do então presidente João Goulart antes do golpe de 1964. Tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac), o casarão de três andares abrigou o Bingo Imperial até 2003, antes de fechar as portas e abrir caminho para o abandono e a decadência. Desde então, quase virou endereço do Museu da Imagem e do Som, de uma galeria para o acervo art-déco do colecionador português José Berardo e da Biblioteca Central do Rio.
Fonte: O GLOBO

ANIVERSARIANTES 25/03


Sweet Emma Barrett (1897-1983) - pianista, vocalista,

Pete Johnson (1904-1967) - pianista,

Paul Motian (1931) - baterista,

Cecil Taylor (1933) - pianista,

Bobby Militello (1950) - flautista, saxofonista,

Makoto Ozone (1961) - pianista(na foto)


Fonte : JazzTimes

Segunda-feira, 24 de Março de 2008

MUSEU DE NEW ORLEANS CELEBRA O CENTENÁRIO DE LIONEL HAMPTON


Uma exposição enfocando o vibrafonista Lionel Hampton (na foto), coincidindo com o seu centenário, ocorrerá no “Ogden Museum of Southern Art”, em New Orleans , de 19 de Abril até 30 de Julho. Uma nova e grandiosa pintura de Hampton, entitulada “Flying Home,” criada para a coleção permanente do Museu por Frederick J. Brown, será apresentada.

A exposição mostrará mais de trinta fotografias do “Lionel Hampton Archives” , pertencentes à Universidade de Idaho/Moscow , além de outros importantes objetos históricos, pessoais e musicais. No dia 20 de Abril, o “Ogden Museum of Southern Art” promoverá um debate com membros da “Lionel Hampton’s Big Band”.

O aniversário de Hampton terá , também, o lançamento do livro “Flying Home Lionel Hampton: Celebrating 100 Years of Good Vibes (State Street Press)”, escrito por Stanley Crouch com prefácio de Wynton Marsalis.
Fonte : JazzTimes / Jeff Tamarkin

ANIVERSARIANTES 24/03


Steve Kuhn (1938) - pianista,

Paul McCandless (1947) - saxofonista, oboeísta,

Hank Roberts (1955) - violoncelista,

Renee Rosnes (1962) - pianista(na foto),

Dave Douglas (1963) - trompetista


Fonte : JazzTimes

Domingo, 23 de Março de 2008

DAVID SÁNCHEZ LANÇARÁ NOVO DISCO


Concord Records lançará “Cultural Survival”, um novo álbum do saxofonista David Sánchez (na foto), no próximo dia 20 de Abril . O álbum é o oitavo de sua carreira e o seu primeiro pela “Concord Picante”. A oitava canção apresenta um quarteto sem piano , o que ocorre em mais três músicas, e inclui o guitarrista Lage Lund, o vencedor do “Thelonious Monk Guitar Competition” em 2005.

Na faixa “The Forgotten Ones,” Sánchez homanageia todos que participaram dos tumultos ocorridos em New Orleans e Haiti. A faixa “Adoración” é, de acordo com Sánchez, “um pequeno tributo para uma pessoa que é muito importante no meu desenvolvimento musical e que tem sempre o meu reconhecimento , Eddie Palmieri.”

Sánchez já foi indicado para quatro “Grammy® Awards”, e seu último disco, “Coral", venceu o Grammy de melhor álbum instrumental em 2005. Sánchez estará excursionando através dos Estados Unidos para divulgar “Cultural Survival” . Para maiores informações visitem DavidSanchezMusic.com.
Fonte : JazzTimes / Jeff Tamarkin

ANIVERSARIANTES 23/03


Johnny Guarnieri (1917-1985) - pianista,

Dave Frishberg (1933) - pianista, vocalista,

Dave Pike (1938) - vibrafonista(na foto),

Gerry Hemingway (1955) - baterista, percussionista


Fonte : JazzTimes

Sábado, 22 de Março de 2008

ANIVERSARIANTES 22/03


Mike Westbrook (1936) - pianista , tubista,

Hugo Rasmussen (1941) - baixista,

George Benson (1943) - guitarrista, vocalista,

Bob Mover (1952) - saxofonista,

Jan Lundgren (1966) - pianista(na foto)


Fonte : JazzTimes

Sexta-feira, 21 de Março de 2008

CHARLIE MARIANO - HELEN 12 TREES (PROMISING MUSIC/MPS)


De selos com discos esperando o primeiro lançamento em CD , o alemão MPS é um manancial indiscutível . Com planos de editar 15 por ano , dos seus mais de 400 títulos, em cuidadosas remasterizações e embalagens com belo design chamadas mini-LP . A Promising Music está corrigindo um erro da melhor maneira possível. Sempre eclético , o MPS , cujo catálogo vai do free jazz ao fusion, no primeiro dos seus títulos lançados pela Promising Music demonstra a diversidade do histórico selo.

Graças à ineficiente distribuição internacional, o catálogo da MPS tem bons álbuns, sem alcançar o status de clássicos. As notas do disco de Charlie Mariano , "Helen 12 Trees", descrevem como duas centenas de material promocional foram acidentalmente encaminhadas para os locais errados, resultando em negligentes informações na imprensa. Três décadas depois, o disco do saxofonista multiinstrumentista permanece vital e relevante.

A despeito do energético ritmo do baixista Jack Bruce e do baterista John Marshall, "Helen 12 Trees" evita a fusão estereotipada. Com o violinista polonês Zbigniew Seifert e o tecladista Jan Hammer, ex-integrante da Mahavishnu Orchestra, há um bom desempenho de Mariano no uso do saxofone , flauta e "nagaswaram", um instrumento do sul da India , familiar para os fãs do CD "Yellow Fields" (ECM 1976)" do baixista Eberhard Weber, onde Mariano também toca.

As composições de Mariano tem a pegada do jazz eletrificado, em algum lugar entre o classicismo europeu e o mais visceral enfoque tomado do outro lado do Atlântico. Dito isto , Bruce Marshall e o percussionista Nippy Noya, trazem uma batida funk na poderosa, ainda que breve, faixa que intitula o trabalho, com o " Moog Synthesizer" de Hammer, "emulando" uma guitarra, em contexto familiar junto ao virtuosismo e suingue de Marshall. O solo de Mariano sai dos limites, infelizmente, nunca ultrapassando cinco minutos.

A utilização do instrumento indiano dá um ar hipnótico na modal "Parvatis Dance" , com Bruce demonstrando sua faceta de superstar dos tempos com o "Cream", e Seifert justifica sua reputação de "O Coltrane do violino". A curta "Sleep, My Love", encontra Mariano e Seifert em um impressionístico dueto de flauta e violino, gradualmente amplificado por efeitos sonoros que criam uma sonoridade mais expressiva. "Charlotte", por outro lado, é mais "orgânico" com um dueto entre piano acústico e sax soprano, que apresenta um elegante lado de Hammer, raramente ouvido nos dias de hoje.

As insistentes complexidades de Mariano estão em "Avoid The Year of The Monkey" e na igulamente propulsiva "Nevergladies Pixie", onde Mariano e Seifert estão em forma poderosamente expressionista, provando que é possível suingar sobre uma batida de rock. Mas é na dicromática "Thorn of a White Rose" , onde os persuasivos solos entre Seifert, Hammer e Mariano lembram a tragédia da morte do violinista ocorrida em 1979 na idade de 33 anos.

Esta inesperada reedição de "Helen 12 Trees" deve, finalmente, permitir seu reconhecimento. Enquanto o "fusion" enveredou pelo excesso nos Estados Unidos, Mariano prova que pode incluir outras variedades com música do sul da India, impressionismo clássico e sofisticadas harmonias jazzísticas, além de pegadas do rock com concisos e precisos solos.

Fonte: All About Jazz / John Kelman

ANIVERSARIANTES 21/03


Amina Claudine Myers (1942) - pianista , organista , vocalista,

Tiger Okoshi (1950) - trompetista(na foto)


Fonte : JazzTimes

Quinta-feira, 20 de Março de 2008

JAZZ E BOSSA NOVA EM EVENTO DA UFBA

No último dia 29 de fevereiro, o Núcleo de Pós-graduação da Escola de Administração realizou a sua aula inaugural do ano como parte da comemoração de seus 25 anos. Seguiu-se um coquetel e a apresentação de um grupo de jazz e bossa montado especialmente para aquele evento pelo músico Sérgio Benutti. O repertório foi bem baseado em clássicos da MPB com ênfase em bossa nova, que, aliás, está comemorando 50 anos. O grupo, abaixo mencionado, deu um show de competência e qualidade segundo os testemunhos dos vários presentes. Da SOJAZZ estiveram presentes Edson, Lourenço e Pinho (organizador da parte acadêmica - coordenador do Nùcleo) e ainda Almir, um fã de jazz/bossa, dono do restaurante Manjericão, onde se ouve boa música. Um dos objetivos desta ação foi não só alegrar o evento, mas também dar um passo no sentido de formar um público maior de música de boa qualidade. Neste sentido, a Universidade é um espaço que merece receber uma música mais elaborada e qualificada.
José Antonio Pinho

Grupo de Bossa e Jazz:
SIMONE MOTA: CANTORA
CHICO OLIVEIRA: GUITARRA / DIRETOR MUSICAL
ALEXANDRE AVILA: TECLADO
ARTUR: BAIXO
IVAN HUOL: BATERIA
SERGIO BENUTTI: TROMPETE/FLUGELHORN

ANIVERSARIANTES 20/03


Marian McPartland (1918) - pianista(na foto),

Harold Mabern (1936) - pianista,

Jon Christensen (1943) - baterista


Fonte : JazzTimes

Quarta-feira, 19 de Março de 2008

JAZZ NA PÁSCOA DO FUARFUIA

PARA COMEMORAR A PÁSCOA O FUARFUIA PREPAROU UMA SUPER PROGRAMAÇÃO!

QUINTA(20): Jazz e Blues da melhor qualidade!
RIVEMALES TRIO e BB BLUES tocam os melhores clássicos, com direito a piano de cauda. Participação de Luiz Rocha (gaita) e uma Jam Session logo após o show.
Couvert: R$7,00

FuarFuia fica na Orla, próximo ao Restaurante Boi Preto
http://www.fuarfuia.com
Fone: 3232-9562

MARSALIS BERKLEE JAMS SERÁ LANÇADA NO BERKLEE´S CAFE 939 EM 02 E 03/04


“Marsalis Music”, a gravadora sediada em Cambridge, MA, fundada por Branford Marsalis, firmou uma parceria com a “Berklee College of Music” para trazer a “Marsalis Jams” para o “Cafe 939”, freqüentado pelos estudantes da Berklee , e utilizado, também, como local para apresentações musicais.

O programa é uma combinação de concertos, jam sessions e aulas interativas , que serão apresentadas ,periodicamente, durante os semestres acadêmicos da Escola como “ Marsalis Berklee Jams” . O lançamento da iniciativa contará com o quarteto dos alunos da Berklee e o contratado da “Marsalis Music” , o saxofonista Miguel Zenón (na foto), nos próximos dias 02 e 03 de abril. Estes serão os concertos iniciais no “ Cafe 939” .

“The Miguel Zenón Quartet” lançará a “Marsalis Berklee Jams” com dois eventos públicos com breves apresentações do quarteto , seguido de jam sessions a partir da 20h nas datas programadas. A participação nas jam sessions será aberta aos estudantes da Berklee . Durante o dia , o quarteto dará aulas abertas somente para os estudantes da Berklee.

“Marsalis Jams” foi concebido por Branford Marsalis como uma iniciativa para prover a interação entre grupos já estabelecidos no cenário musical e estudantes de faculdades e escolas de ensino médio. O programa consiste em mini-residências , que incluem aulas interativas e culmina com performances/jam sessions, onde a banda visitante abre as sessões com sua música , e convida os estudantes para subir ao palco para tocar.

“Marsalis Jams” é uma rara oportunidade para os estudantes se apresentarem com grupos que estão em atividade e abrir uma janela para o processo criativo da música para os membros da audiência. Desde 2003, o programa tem sido sido apresentado com sucesso em escolas de segundo grau e faculdades na Florida, Maryland, Massachusetts, New Hampshire, New York e Texas.

Fonte : JazzTimes / Jeff Tamarkin

ANIVERSARIANTES 19/03


Buster Harding (1917-1965) - pianista,

Curley Russell (1917-1986) - baixista,

Lennie Tristano (1919-1978) - pianista,

Lem Winchester (1928-1961) vibrafonista,

Bill Henderson (1930) - vocalista,
Mike Longo (1939) - pianista,

David Schnitter (1948) - saxofonista,

Eliane Elias (1960) - pianista, vocalista(na foto)


Fonte : JazzTimes

RONDA JAZZ NO PORTELA CAFÉ

O projeto Ronda Jazz segue nesta quinta-feira dia 20 de março, a partir das 21:30 no Portela Café (Parque Cruz Aguiar, no Rio Vermelho) com seu repertório de clássicos da musica brasileira e standards de jazz. Nesta quinta teremos participações muito especiais, confira!

Vincent Penasse – sax tenor e flauta
Mou Brasil – guitarra
Yrland Valverde – baixo acústico
Mauricio Pedrão - bateria

O quê: Ronda Jazz no Portela Café
Quando: Toda quinta-feira, às 21:30h
Onde: Portela Café, Parque Cruz Aguiar, Rio Vermelho
www.portelacafe.com.br

Informações à imprensa:
Fernanda Miranda
Ogilvy PR/ Via Press Comunicação
71. 3267 3379 3264 3380

Mauricio West Pedrão
http://mauriciopedrao.multiply.com

Programação do Tom do Sabor - Rio Vermelho





Terça-feira, 18 de Março de 2008

ANIVERSARIANTES 18/03


Jean Goldkette (1899-1962) - líder de orquestra,

Al Hall (1915-1988) - baixista ,

Bill Frisell (1951) - guitarrista(na foto),

Andy Narell (1954) - baterista,

Courtney Pine (1964) - saxofonista


Fonte : JazzTimes

Segunda-feira, 17 de Março de 2008

ANIVERSARIANTES 17/03


Nat "King" Cole (1917-1965) - pianista, vocalista (na foto),

Paul Horn (1930) - flautista, clarinetista, saxofonista,

Grover Mitchell (1930-2003) - trombonista,

Jessica Williams (1948) - pianista


Fonte : JazzTimes

Domingo, 16 de Março de 2008

EARL KLUGH LANÇARÁ NOVO DISCO EM ABRIL


O vencedor do Grammy , o guitarrista acústico , Earl Klugh, estará lançando um novo álbum , “The Spice of Life” , no próximo dia 29 de abril pela Koch Records. O disco está sendo descrito como a primeira produção completa de Klugh lançada em nove anos e é uma continuação do álbum editado em 2005 , “ Naked Guitar”, que trouxe para Klugh a sua décima-primeira indicação para o Grammy.

No álbum , Klugh reinterpreta quatro dos seus standards favoritos e seu antigo colaborador , Don Sebesky , contribui com cinco arranjos orquestrais , incluindo a música favorita da juventude de Klugh ,“Canadian Sunset”, bem como a reinterpretação do clássico de Thelonious Monk , “Bye Ya”; e um “revival” de “C’est Si Bon.” . O flautista Hubert Laws aparece como convidado e o compositor Eddie Horst é responsável pelos arranjos de cordas na composição de Klugh , “Heart of My Life.” Além desta peça , o disco apresenta outras composições do guitarrista.

Para maiores informações visitem Koch Records.

Fonte : JazzTimes / Jeff Tamarkin

ANIVERSARIANTES 16/03


Ruby Braff (1927-2003) - trompetista, cornetista(na foto),

Tommy Flanagan (1930-2001) - pianista,

Kei Akagi (1953) - pianista,

John Lindberg (1959) - baixista,

Gary Meek (1961) - saxofonista


Fonte : JazzTimes

Sábado, 15 de Março de 2008

ANIVERSARIANTES 15/03


Jimmy McPartland (1907-1991) - cornetista,

Harry James (1916-1983) - trompetista, líder de orquestra(na foto),

Bob Wilber (1928) - clarinetista, saxofonista,

Charles Lloyd (1938) - saxofonista, flautista,

Joachim Kuhn (1944) - pianista


Fonte : JazzTimes

Sexta-feira, 14 de Março de 2008

ANIVERSARIANTES 14/03


Les Brown (1912-2001) - clarinetista, saxofonista, lider de orquestra,

Mark Murphy (1932) - vocalista,

Quincy Jones (1933) - trompetista, pianista, vocalista, líder de orquestra,

Shirley Scott (1934-2002) - organista(na foto),

David Darling (1941) - violoncelista


Fonte : JazzTimes

Quinta-feira, 13 de Março de 2008

DON CHERRY - LIVE AT CAFE MONTMARTRE 1966 (ESP-Disk)


Gravado pelo trompetista americano Don Cherry,(na foto), com a banda que incluía o vibrafonista alemão Karl Berger, o baterista italiano Aldo Romano, o saxofonista tenor argentino Gato Barbieri e o baixista dinamarquês Bo Stief, este disco é uma prova que por volta de 1966 o free-jazz era um fenômeno mundial. A gravação origina-se de uma performance ao vivo e transmitida a partir do famoso “Copenhagen’s Café Montmartre” , largamente conhecido como refúgio para jazzistas americanos expatriados naquela época.

A banda toca de forma rítmica e harmonicamente ambígua ao modo pioneiro adotado por Cherry e Ornette Coleman: muita improvisação coletiva, com melodias superpostas , ritmos fora do tempo e ocasionais toques do bop tocados em uníssono
pelos instrumentos de sopro e o vibrafonista.

O repertório consiste, principalmente , em originais de Cherry, um dos quais —“Complete Communion”— era o título de uma peça do clássico LP lançado pela Blue Note , e gravado um pouco antes do “tour” que resultou neste álbum. A apresentação é consistentemente perfeita , com Cherry no topo da forma e Barbieri relembrando-nos como ocorria o nascimento de um músico “free” . Esta música tem conteúdo e é altamente recomendada.

Fonte: JazzTimes / Chris Kelsey

ANIVERSARIANTES 13/03


Bob Haggart (1914-1998) - baixista,

Dick Katz (1924) - pianista,
Roy Haynes (1926) - baterista,

Blue Mitchell (1930-1979) - trompetista, flugelhornista,

Terence Blanchard (1962) - trompetista(na foto)


Fonte : JazzTimes

Quarta-feira, 12 de Março de 2008

Fred Dantas e Filhos no Tom do Sabor - Sábado de Aleluia

O trabalho que Fred Dantas levará ao Tom do Sabor no sábado de Aleluia reflete um novo, novíssimo momento em sua carreira: o prazer de tocar com seus filhos.
Porque cada um deles, em diferentes momentos, participou da Oficina de Frevos e Dobrados e da Orquestra Fred Dantas, mas não simultaneamente.
Pedro Dantas atua como baterista na área de rock e participa de conjuntos que cultivam o repertório beatlemaníaco. Cayo Dantas é saxofonista do Olodum e está em trânsito pela Austrália, devendo retornar a tempo de participar do show. Estevam é pianista conhecido no teatro e estudante de Composição naUFBA. O contrabaixista Fábio, um constante da moderna música instrumental baiana, é tipo um filho.
Como conseqüência das participações de Fred nas Terças Musicais promovidas pela Escola de Música da UFBa, na parte concernente a Estevam Dantas, surgiu esse novo conjunto e esse novo repertório.
O que reflete esse momento? Primeiramente o prazer de tocar, de realizar a música sem que seja necessariamente “um serviço”. Ao mesmo tempo em que efetivamente cumpre-se um horário no Tom do Sabor, sente-se entretanto um novo e espontâneo sabor em se trabalhar com o tom. A julgar pelas apresentações nas terças musicais e mais recentemente nos Seminários sobre a implantação do curso de música Popular na Universidade Federal, primeiramente o grupo irá tocar alguns números conhecidos, de fácil assimilação ao ouvinte. Depois, em comunhão músicos-platéia, Fred Dantas coordena um momento de livre criar, com espaço inclusive para manifestações de dança-poesia por parte das pessoas presentes.
- Uau, vai ser óótimo.
A música em Salvador está muito careta, e esses momentos de free poderão se tornar a última fronteira para quem gosta de música instrumental e ao mesmo tempo acha que a coisa por aqui está muito “certinha”, com aqueles músicos querendo ser educados, culturais, mas que fazem improvisações onde cada um é dono do seu “chorus”. “ - Agora é a minha vez e vou mostrar tudo que estudei”. Quem se lembra do Inter Cena no Icba, com Carmen Paternostro, Teresa Oliveira, Suki Villas-boas improvisando com o corpo enquanto Marquinhos Esteves, Guilherme Maia, Toni, Ari Dias, Affonso Correia improvisavam com as notas?
E o Desespero Tonal? E o Raposa Velha? E o conjunto Música Nova da Ufba? E Smetak? e Lindembergue? A Bahia já foi mais criativa e revolucionária!
No Tom do Sabor, na Aleluia de Fred Dantas e seus filhos haverá um pouco de tudo isso. É um show muito família onde velhas raposas poderão se encontrar com novos baianos (Oh Rio Vermelho!... novos baianos passeiam na sua maresia).

PAT METHENY / CHRISTIAN McBRIDE/ ANTONIO SÁNCHEZ - DAY TRIP


Pat Metheny é melhor conhecido pelos seus trinta anos com o seu Pat Metheny Group. Dentre seus variados projetos, os trios têm um lugar especial, iniciando em 1976 com seu primeiro álbum, "Bright Size Life", com Jaco Pastorius e Bob Moses. Desde então Metheny tem trabalhado em trios com Charlie Haden e Billy Higgins ("Rejoicing"); Dave Holland e Roy Haines ("Question and Answer") e Larry Grenadier e Bill Stewart ("Trio 99-00, Trio Live"). Mesmo aqueles que admiram a acessibilidade e a ambição do Pat Metheny Group encontram o trio do guitarrista retornando aos princípios do jazz. Este é o caso de "Day Trip" , lançado pela Nonesuch, a primeira gravação em estúdio de um grupo, que vem arrastando grande público em seus concertos por vários anos.

Que Metheny tem escolhido parceiros de alta qualidade não é nenhuma surpresa. Christian McBride, natural da Philadelphia, é um artista com apetite multi-estilístico, igualmente virtuoso nos baixos elétrico e acústico. António Sánchez, mexicano, fez um sólido trabalho na cena jazzística novaiorquina antes de ser um membro do Pat Metheny Group. Seu primeiro álbum solo, "Migration" , lançado pela CAM Jazz, apresenta Metheny em duas faixas, que ressalta o magnetismo da parceria que construíram.

Em "Question and Answer" e em algumas apresentações com Gr