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sábado, 31 de janeiro de 2009

SFJAZZ COLLECTIVE - SFJazz Collective Live 2008 (SFJazz)


O SFJAZZ Collective é um maravilhoso grupo igualitário, preocupado com o atual posicionamento da música e para que direção ela está indo. Cada ano, o evoluído octeto ,formado por estrelas do jazz, concentra-se em composições de um pioneiro reconhecido.Em 2008, o escolhido foi Wayne Shorter. Cada componente do “Collective” arranja uma das composições do músico escolhido, e cada um deles compõe uma nova música para a banda. Após apresentar, em primeira mão, os arranjos e as novas composições no “San Francisco Jazz Festival”, o octeto leva o resultado para excursões e o refina. Você pode ouvir a riqueza deste ritual, gradualmente melhorado desde 2004, em três CDs disponíveis em edição limitada através do site “sfjazz.org.”. Todos soam profundamente investidos na liderança coletiva.

Cada faixa é uma descoberta e você não encontrará qualquer sinal de fraqueza na interação da banda. Se há absolutamente um único componente deste grupo que faz um som distinto é o vibrafonista Stefon Harris, um participante desde 2007. Sim, ele abala a casa cada vez que sola ou a abençoa com a excelência de “Crystal Silence”. Mas Harris também se insere na tradicional seção rítmica, dando uma nova face ao suporte da música. Ele mesmo é uma seção em si com Joe Lovano e Miguel Zenón nas palhetas, Dave Douglas e Robin Eubanks na formidável seção de metais, e a pianista Renee Rosnes ancorando o ritmo com Matt Penman e Eric Harland.

Você pode ouvir estes quatro esteios apoiando um ao outro na composição de Zenón “Frontline”. Mas é o caleidoscópio de Harland, “The Year 2008”, que rouba a cena, profeticamente convidando Martin Luther King e a Declaração de Independência para a celebração. Dentre outros originais fora do comum estão “Secrets of the Code” de Douglas e “The Road to Dharma” de Harris. O melhor de Shorter?. Observe os arranjos de “Infant Eyes” (Lovano), “Go” (Harris), “El Gaucho” (Penman) e “Black Nile” (Eubanks). Essencial.

Fonte: JazzTimes / Perry Tannenbaum

ANIVERSARIANTES 31/01


Benny Morton (1907-1985) - trombonista,
Bobby Hackett (1915-1976)- trompetista, cornetista,
Charlie Musselwhite (1944) – gaitista, vocalista ,
Isham Jones (1894-1956) - saxofonista,
Joyce (1948) – violonista, vocalista (na foto)

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

DONALD HARRISON - The Chosen (Nagel-Heyer)


Neste ponto de sua carreira, 25 anos após seu álbum arrasador “New York Second Line” em parceria com Terence Blanchard, e seguindo o inestimável aprendizado com Art Blakey e Eddie Palmieri, o saxofonista alto Donald Harrison já passou a ser um experiente veterano e um respeitado líder e descobridor de talentos. Seu jovem sobrinho, o trompetista Christian Scott, é sua descoberta. Ele já tem uma carreira promissora. Em “The Chosen”, seu quinto lançamento pela Nagel Heyer, Harrison está na companhia de novos companheiros talentosos como o pianista Victor Gould, o baixista Max Moran e o sensacional baterista Joseph Dyson Jr. Juntos eles cobrem um largo caminho em um território estilístico, que vai da ebuliente “Mr. P.C” de John Coltrane, apresentando uma intensa interação entre o saxofone e a bateria , passando pela relaxada e livremente suingante apresentação de “If I Were a Bell” plena de truques de modulações métricas , até a contagiante faixa que dá título ao disco, além da surpreendente “I’m the Big Chief of Congo Square”, em que o saxofonista ressuscita sua rica origem de New Orleans , referenciando sua ótima gravação de 1991, “Indian Blues”.

Estranhamente , Harrison escolhe não participar da atuação da sua talentosa seção rítmica em “Caravan” de Juan Tizol. Ele retorna para uma comovente “They Can’t Take That Away From Me” , uma pepita de George e Ira Gershwin, apresentando a familiar melodia dentro de uma simplicidade e charme de um vocalista, antes de alcançar o ápice em vôos inspirados em Charlie Parker. Ele toca com alma sua evocativa balada “To Nola With Love”, realmente espalhando um toque gospel ao longo dos dez minutos de evocação a New Orleans. Sua outra composição inclui a indispensável “The Right Touch” com um toque de R&B, ancorada por um “Fender Rhodes” e a batida hip-hop de Dyson , além da sonhadora “Urban Serengeti”. Ele reúne quatro bateristas que participam de paradas em New Orleans na ultra “funkeada” “Drum Line”. Um potente programa que , do começo ao fim , não deixa espaço a preencher.

Fonte : JazzTimes / Bill Milkowski

ANIVERSARIANTES 30/01


Ahmed Abdul-Malik (1927-1993) - baixista,
Astor Piazzolla (1921-1992) – bandoneonista,
Buddy Montgomery (1930) - pianista,vibrafonista,
Lou Czechowski (1958) – pianista,
Ralph Lalama (1951 - saxofonista,
Roy Eldridge (1911-1989) - trompetista(na foto),
Tubby Hayes (1935-1973) - saxofonista, flautista, vibrafonista

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Luciano Franco faz show de abertura do Festival de Guaramiranga







LUCIANO É PRATA DA CASA


Luciano Franco é um desses músicos que seguem compondo, tocando, se aperfeiçoando, ganhando cada vez mais reconhecimento, sem perder a sede de buscar cada vez mais a perfeição. Não é à toa que é hoje um dos mais completos músicos da efervescente cena instrumental do Ceará.

A maturidade de sua produção faz com que o virtuoso multiinstrumentista jamais esconda a verve de compositor. Sem arroubos de tecnicismo nem solos além da conta, a música de Luciano se mostra em sua essência, valorizando a beleza dos temas, o desenho sinuoso das melodias, as harmonias instigantes e diferenciadas de quem jamais deixou de conjugar as lições dos grandes mestres.

No Festival Jazz & Blues, Luciano Franco lança “Rio Novo”, seu novo CD. São 13 novos temas de um instrumentista que trafega com desenvoltura pelas teclas do piano e pelas cordas do contrabaixo, do bom violão de nylon e da guitarra semi-acústica. Mais do que instrumentistas, Luciano é um compositor prolífico, autor de centenas de músicas, em uma produção de impressionante qualidade. Capaz de revelar, a partir de matrizes da melhor tradição musical brasileira e universal, como ainda há espaço de sobra para inspiradas e inquietantes criações.




O Festival de Jazz & Blues de Guaramiranga acontece de 21 a 24 de fevereiro em Guaramiranga/Ce (durante o Carnaval) e de 26 a 28 de fevereiro em Fortaleza/Ce











Contatos (85) 87969056 / 96226750; lucianoafranco@yahoo.com.br


Fonte: INFOJAZZ Nr. 02 - para maiores informações sobre o Festival, acesse http://www.jazzeblues.com.br/

ADERBAL DUARTE NO TEATRO SESI EM 12 DE FEVEREIRO

ANIVERSARIANTES 29/01


Derek Bailey (1930-2005) - guitarrista,
Ed Shaughnessy (1929) - baterista,
Jeanne Lee (1939-2000) - vocalista,
Jeff Clyne (1937) – baixista,
Marc Cary (1967) – pianista,
Noel Lorica (1968) – guitarrista,
Salena Jones (1944) – vocalista(na foto),
Sam Sherry (1961) - baixista ,
Steve Reid (1944) – baterista

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

WYNTON MARSALIS LANÇARÁ NOVO DISCO


Wynton Marsalis,(na foto), lançará seu quinto disco pela Blue Note, “He and She”, em 24 de Março. O álbum combina palavras e música. De acordo com o informe à imprensa “Marsalis tem apresentado com seu quinteto programas formidáveis. O álbum é temperado com flashes de humor e muito suíngue. Há naturalidade e elegância e mais do que um pouco de sabedoria nas músicas. “He and She” fala sobre o eternamente atrativo e o mais elementar dos assuntos : o relacionamento entre um homem e uma mulher.
Marsalis não apresenta meramente uma estória de amor, mas uma estória de vida, uma reflexão agridoce sobre o esvanecimento da vida, bem como a simulação do romance. O tempo está mais presente no âmago de “He and She”: a rápida passagem do tempo no curso de uma vida , a alteração do ânimo ao longo da duração de uma canção".

O informe continua: “He and She começou com palavras, não com música, embora tenha sido a música que as tenha explicitado. Marsalis ouviu “Jazz in ¾ Time” de Max Roach ao lado de peças de Duke Ellington, tais como “Lady Mac” de “Such Sweet Thunder”, trabalho que explorou o tempo da valsa em um contexto jazzístico. O álbum clássico de Roach apresenta “Valse Hot” que , conforme Marsalis explica , é uma canção de Sonny Rollins, uma valsa-jazz que ele começou a tocar quando ainda estava no segundo grau.'Esta música serviu como uma centelha: Eu começei a contemplar o ritmo do arrastar dos pés, que é a combinação do sentimento da valsa com o sentimento das marchas, e eu pensei como seria bom para mim fazer um disco com valsas. Eu havia escrito um par delas antes, sendo uma para o balé de Twyla Tharp, inspirado em uma pintura de Matisse , A Dança. Eu estava pensando sobre valsas e como , ainda hoje , os jovens dançam valsa em Viena , já que uma estação de valsa faz parte do calendário social deles. Daí eu começei a considerar o ritual do galanteio. A valsa é uma dança de galanteio e já foi considerada perigosa. Agora, claro, é aceita pela sociedade.Então eu começei a pensar sobre o homem e a mulher , sobre nossos relacionamentos.”

Em “He and She”, a voz de Marsalis torna-se proeminente, prefaciando cada faixa com suas palavras. Marsalis ressalta “Em ‘He and She’ é o homem falando, mas a pessoa que passa a verdade universal do assunto é a mulher.”

Antes de ir para o estúdio , o quinteto de Wynton Marsalis viajou para Iron Horse, em North Hampton, Massassuchets para apresentar seu novo trabalho.Marsalis tem ido , há anos , para clubes para testar seu trabalho. O quinteto, posteriormente, trabalha as faixas em um período de dois dias . O resultado veio a ser “He and She”.

Fonte: JazzTimes / Jeff Tamarkin

ANIVERSARIANTES 28/01


Acker Bilk (1929) - clarinetista,
Bob Moses (1948) - baterista(na foto),
Henry Johnson (1954 ) – guitarrista,
Ronnie Scott (1927-1996) - saxofonista

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

ANIVERSARIANTES 27/01


Bob Gluck (1955) – pianista,
Bob Mintzer (1953) - saxofonista,
Bobby Hutcherson (1941) - vibrafonista,
Elmore James (1918-1963) – guitarrista, vocalista,
Henri Texier (1945) - baixista,
Hot Lips Page (1908-1954) - trompetista, vocalista,
Jerome Kern (1895-1945) – pianista, compositor,
Paul Broadnax (1926) – pianista,
Pheeroan akLaff (1955) - percussionista, baterista,
Radamés Gnatalli (1906-1988) – pianista, arranjador(na foto),
Steve Carter (19460 – guitarrista

Joatan no Trio + 1 em Guaramiranga


Trio + 1 (Benjamim Taubkin, Zeca Assumpção, Sérgio Reze e Joatan Nascimento)

Uma das mais tradicionais formações da música popular do século XX foi o trio – piano, baixo e bateria. Esta abrangente presença apresenta certos desafios: se por um lado houve uma evolução e sofisticação, ocorreu em contraste uma banalização e certa diluição desta linguagem. O desafio dos renomados músicos Benjamim Taubkin(piano), Sérgio Reze(bateria) e Zeca Assumpção(contrabaixo) é, então, experimentarem e criarem a música brasileira nessa formação sucinta e amplamente utilizada.
Para isso, a busca por elementos da linguagem erudita e das diversas tradições brasileiras, e seu diálogo.
Outro desafio - e inspiração - é a possibilidade de pensar o equilíbrio entre a premeditação - a obra composta e arranjada -, e o improviso. Se não exatamente da linguagem jazzística, mais da experiência da composição coletiva por meio da possibilidade de explorar novos caminhos a partir da experiência de cada músico. O resultado disso é uma sonoridade sofisticada e brasileira com espaço para o equilíbrio de arranjos e a aventura da improvisação.
Após três anos de trabalho juntos, o Trio se apresentou no Festival Instrumental de Salvador com o trompetista Joatan Nascimento. O resultado foi tão gratificante que o Trio resolveu convidá-lo para este projeto. E então se deu o TRIO + 1.
O repertório consiste em choros, canções brasileiras, composições de Benjamim Taubkin e do Joatan Nascimento.
O TRIO + 1 vem se apresentando pelo Brasil e em 2007 realizou dois concertos em Cuba. O primeiro álbum foi lançado em 2008 nos Estados Unidos pelo selo Adventure Music e no Brasil pela gravadora Núcleo Contemporâneo.

Fonte: http://www.jazzeblues.com.br/ (site oficial do Festival de Guaramiranga)

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

RUSSELL GUNN - Love Stories (HighNote)


O amor é estranho, tudo bem, e estórias de amor são mais estranhas ainda. Apenas um buquê de baladas e a inspiração do álbum é o “amor em todas as suas disfunções”, conforme explicita o trompetista Russell Gunn a David R. Adler, que faz a revelação nas notas do disco.

Mas não busque conclusões lógicas. Gunn também indica que “Because I Love You (The Stalker Song)” e “Bitch, You Don’t Love Me” não são resíduos de algum amargo caso de amor. O padrão tem mais a ver, aparentemente, com a atmosfera “Hitchcockiana” do que com corações partidos. Mais tarde, Gunn observa : é “basicamente uma canção que está sendo usada. Para mim mais do qualquer coisa , significa música”.

O tema escolhido e sua inspiração no hip-hop permite a Gunn boa latitude de criatividade. Como abertura, o trompetista reinventa “Love Requiem” uma composição sua, que já foi anteriormente gravada dentro de um arranjo pop, que reflete seu gosto musical tolerante sem soar inventado ou exagerado. Um primeiro exemplo de como ele primorosamente utiliza artifícios clássicos e sons contemporâneos está na conhecida “Love for Sale”, que apresenta a vocalista Heidi Martin. Primeiramente agindo conceitualmente neste repertório, Gunn, contudo, toca um fino trompete e flugelhorn: com entonação blueseira em “All You Need Is Love” e apropriadamente em clima sombrio na anteriormente mencionada “Stalker”. Por outro lado o saxofonista Kirk Whalum,o tecladista Orrin Evans, o baixista Carlos Henderson, o baterista Montez Coleman, o percussionista Kahlil Kwame Bell, dentre outros, contribuem para as texturas coloridas do álbum.

Talvez mais do que um simples posicionamento “encima do muro” no uso do jazz/hip-hop, ele deve encontrar rapidamente sua inclinação para arranjos imaginativos e sessões programadas.

Fonte : JazzTimes / Mike Joyce

ANIVERSARIANTES 26/01


Aki Takase (1948) - pianista,
Bob Bain (1924) - guitarrista
Dick Nash (1928) – trombonista,
Page Cavanaugh (1922) - pianista, vocalista,
Stephane Grappelli (1908-1997) – violinista(na foto),
Steve Dobrogosz (1956) – pianista

domingo, 25 de janeiro de 2009

TED NASH - The Mancini Project (Palmetto Records [2008])


Henry Mancini (1924-1994) recolheu abundantemente elementos do jazz e os utilizou generosamente, contribuindo com um vasto rol de belas e memoráveis músicas dentro da tradição melódica jazzística.
Muitas das suas melhores músicas para cinema, particularmente aquelas trilhas do início da década de 1960 , são tributárias do "cool jazz" dos anos 1950 da “West Coast” e utiliza alguns dos melhores músicos da época.

Ao lado da música cativante, Mancini brilhantemente amalgamou a parte instrumental com o que havia de mais imaginativo e engenhoso nas diversas origens musicais . Estranhamente, entretanto, Mancini nunca inspirou grandes tributos jazzísticos dedicados a compositores como Gershwin, Tom Jobim ou Duke Ellington . Dos poucos que surgiram nos anos recentes, nenhum foi tão inspirado quanto a música homenageada.

O excelente “The Mancini Project” de Ted Nash é uma prazeirosa exceção. Este fino tributo encontra o saxofonista explorando 14 composições de Mancini, incluindo ao menos duas das melhores ,"Lujon" e "Dreamsville", e várias surpreendentes e satisfatórias escolhas como "Theme From Night Visitor" e "Cheryl's Theme". Nash está acompanhado por três afinados parceiros do mais alto calibre.O pianista Frank Kimbrough, o baixista Rufus Reid e o baterista Matt Wilson. Juntos, e nem sempre um de cada vez, eles dão nova vida à música de Mancini.

Nash, que veio a ser bem conhecido por sua considerável contribuição com Wynton Marsalis na Lincoln Center Jazz Orchestra, bem como no “Jazz Composers Collective”, traça um caminho que tem muito de si. Ele está mais inspirado do que esteve antes . Isto devido, talvez, à sua conexão com a música. Seu pai e seu tio fizeram parte do grupo de Mancini que gravou as versões originais das canções ouvidas aqui. "Something For Nash" apresentada no filme de Blake Edwards, “Blind Date”, de 1987 , registrada no disco , foi composta por Mancini para o pai de Ted.

Nash soa brilhante, principalmente mas não exclusivamente, no saxofone tenor. O triunvirato Kimbrough/Reid/Wilson responde de forma maravilhosa e com verdadeira complexidade criativa . Isto é especialmente evidente nas peças mais animadas , notavelmente "Night Visitor", "Lujon" e "Experiment in Terror". A atuação do trio em "Breakfast At Tiffany's" vai além da pura inspiração, onde Nash corajosamente sugere os movimentos e emoções que David Murray tem explorado competentemente.

A vivaz "The Party," que tem um toque mais roqueiro no singular filme estrelado por Peter Sellers , obtém grande ressonância com um forte toque “gospel” de Kimbrough. Nash acomoda-se bem no soprano para as ternas e suingantes "A Quiet Happening" e "Two For The Road" e com destreza na flauta nas igualmente encantadoras "Something For Nash", "Soldier In The Rain" e "Baby Elephant Walk".

Surpreendemente, Nash dá a alguns dos títulos mais familiares , tais como "Shot In The Dark" e "Baby Elephant Walk" um espírito renovado, mas rejeita qualquer improvisação e os mantém abaixo da marca dos dois minutos. É duro, porém , encontrar falhas nesta seleção, que poderia facilmente gerar vários volumes no intuito de embelezar mais o tributo. Nash e companhia dá a esta música atemporal o senso essencial que merece.

Faixas: Theme From Night Visitor; Dreamsville; Something For Nash; Shot In The Dark; Lujon; Breakfast At Tiffany's; Cheryl's Theme; Mr. Yunioshi; Soldier In The Rain; The Party; A Quiet Happening; Two For The Road; Experiment In Terror; Baby Elephant Walk.

Músicos: Ted Nash: saxofones tenor, alto, soprano , flauta, piccolo; Frank Kimbrough: piano; Rufus Reid: baixo; Matt Wilson: bateria.

Fonte: All About Jazz / Douglas Payne

ANIVERSARIANTES 25/01


Antonio Carlos Jobim (1927-1994) - pianista , violonista , compositor(na foto),
Benny Golson (1929) - saxofonista,
D.D. Jackson (1967) – pianista,
Etta James (1938) – vocalista,
Leny Andrade(1943) – vocalista,
Sleepy John Estes (1899-1977) – guitarrista,vocalista,
Wellman Braud (1891-1966) - baixista

sábado, 24 de janeiro de 2009

KENNY BARRON RECEBE PRÊMIO


O pianista Kenny Barron,(na foto),receberá o “BNY Mellon Jazz 2008 Living Legacy Award” em uma cerimônia especial no “Kennedy Center” em Washington, DC. A celebração contará com a presença de antigos ganhadores do prêmio, tais como Benny Golson, Dr. Billy Taylor, Jimmy Heath, Oliver Lake, Larry Ridley, Randy Weston e Reggie Workman.

A premiação de 2008 coincide com o 30º aniversário da “Mid Atlantic Arts Foundation” e do 15º do “Living Legacy Award”. O evento ocorrerá hoje (24/01) no “Kennedy Center Atrium—Terrace Level” às 21h30min. Após a cerimônia haverá uma apresentação do vencedor do prêmio em 2007, Benny Golson.

Fonte:JazzTimes/Jeff Tamarkin

ANIVERSARIANTES 24/01


Avery Parrish (1917-1959) – pianista,
Bob Degen (1944) – pianista,
Duane Eubanks (1969) – trompetista,
Guitar Shorty (1923) - guitarrista
Jimmy Forrest (1920-1980) - saxofonista(na foto),
Joe Albany (1924-1988) - pianista,
Julius Hemphill (1938-1995) - flautista, saxofonista,
Marcus Printup (1967) – trompetista,
Mitchel Forman (1956) - pianista

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

LP FRIENDS FROM BRAZIL em Vancouver

Ps.: Desculpa a falta de pontuacao no texto, devido a configuracao do teclado que eh diferente do nosso idioma.

Saudacoes ! ! !
Andando por Vancouver, indo em direçao a Biblioteca Publica local ( http://www.vpl.ca/ ), em meio a caminhada, acabei encontrando por muita sorte mais uma daquelas lojas de LPs que voce so encontra por ajuda de um guia GPS, e olhe la. A entrada nao era nada convidativa - um corredor mal iluminado, comprido e estreito e uma porta escura no fim com o nome VINYL pintado de branco.

Ao abrir a porta, acabei dando de frente com uma loja de LPs muitissima organizada. Fiquei realmente surpreso. Tinha muitas variedades e a especialidade da loja era Rock e Blues, porem existia um espaco dedicado ao JAZZ. Nesse espaco jazzistico o numero de discos nao era tao grande, mas a selecao era de se respeitar. Olhando os discos com cautela, encontrei a prova real da respeitosa selecao que la existia, o disco FRIENDS FROM BRAZIL 2001 com musicos de respeito, entre eles os nossos conhecidos Palmyra e Levita.

No disco participam nomes de peso como: Dom Um Romao, que a revista Downbeat certa vez ja apontou o seu sexteto formado por brasileiros entre os 10 melhores conjuntos do mundo, a contora brasileira Ithamara Koorax, considerada pela mesma Downbeat entre as 3 melhores vocalistas de Jazz da atualidade, Eumir Deodato, Thiago De Mello, Pingarilho, Palmyra & Levita, Dino Rangel, Jorge Pescara, Joao Donato, Roditi, Aroldo Macedo, Laudir de Oliveira.

Confiram as fotos do LP. Clique na imagem para amplia-la




























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Espero que tenham gostado. No meu retorno as reunioes da SOJAZZ, levarei os discos. (Que tal Pinho?!)
Forte abraco a todos,
Felipe Sancho

ANIVERSARIANTES 23/01


Andre Hayward (1973) – trombonista,
Benny Waters (1902-1998) - clarinetista, saxofonista,
Curtis Counce (1926-1963) - baixista,
Dave Stahl (1949) – trompetista,
Django Reinhardt (1910-1953) - guitarrista (na foto),
Gary Burton (1943) – vibrafonista,
Marty Paich (1925-1995) - pianista,

Toots Thielemans confirmado em Guaramiranga

Talvez essa seja uma das últimas oportunidades de assistirmos ao vivo no Brasil a esse genial músico que é Toots Thielemans, de 86 anos.

Além dele, Guaramiranga traz César Camargo, Benjamin Taubkin e outras atrações

http://www.jazzeblues.com.br/

Conheça a programação completa do Festival acessando o link acima.

Será de 21 a 24 de fevereiro em Guaramiranga (durante o carnaval); e

de 26 a 28 de fevereiro em Fortaleza
















Toots Thielemans

Toots Thielemansé reconhecido como um dos maiores gaitistas de jazz do século XX. Aos 86 tem uma carreira marcada por parcerias lendárias. Nos palcos, tocou com Benny Goodman, Miles Davis e Milt Jackson. Em estúdio, gravou com Bill Evans, Ella Fitzgerald, Paul Simon, Shirley Horn, Pat Metheny, Diana Krall, Dianne Reeves e Shirley Horn. Thielemans também esteve envolvido com a música brasileira por meio do Brazil Project e da sua co-participação nos discos de Elis Regina e Ivan Lins.

César Camargo

O pianista, arranjador, compositor e produtor César Camargo Mariano é um dos músicos brasileiros mais celebrados e requisitados no mundo. Sua colaboração com vários dos mais importantes cantores do Brasil, como Wilson Simonal e Elis Regina, proporcionou reconhecimento internacional.O histórico álbum “Elis e Tom”, feito com Tom Jobim, teve a participação de César Camargo Mariano como arranjador, pianista e diretor musical. Desde então, César - que mora nos Estados Unidos - tem trabalhado com grandes nomes internacionais, de Yo-Yo Ma a Blossom Dearie. Também tem composto trilhas sonoras para cinema e televisão.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

MORRE DAVID "FATHEAD" NEWMAN


David “Fathead” Newman,na foto, cujo saxofone contribuiu para gravações clássicas de Ray Charles por muitos anos, e que desfrutou de uma prolífica carreira solo , morreu de câncer no pâncreas em sua residência em West Hurley, N.Y., em 20 de Janeiro. Ele tinha setenta e cinco anos.

Nascido em Corsicana, Texas, em 24 de Fevereiro de 1933, Newman e sua família logo se mudou para Dallas. Ele começou sua carreira com bandas locais depois da conclusão do segundo grau, onde um professor deu-lhe o apelido que ele utilizou profissionalmente. Ele estudou música e teologia na “Jarvis Christian College”, mas a deixou após dois anos para seguir a carreira musical. Enquanto excursionava com o saxofonista alto Buster Smith, Newman foi apresentado a Ray Charles, que o convidou a participar de sua banda em 1954. Newman atuou inicialmente como saxofonista barítono e depois passou para o tenor, permanecendo com Charles por uma dúzia de anos , tocando na maioria dos discos de sucesso de Charles gravados pela Atlantic e ABC , além de acompanhá-lo em seus concertos.

Newman, que também tocava flauta, lançou-se na carreira solo pela Atlantic enquanto atuava com Charles, lançando seu álbum de estréia como solista “Fathead: Ray Charles Presents David Newman” em 1959. Charles e o saxofonista Hank Crawford , dentre outros músicos, foram seus companheiros de gravação. Após deixar Charles, Newman retornou brevemente a Dallas, mudando-se, então, para Nova York, onde continuou a lançar discos solos pela Atlantic e excursionar sob seu próprio nome, além de tocar com os grandes nomes do jazz da época. Uma pequena lista de seus colaboradores no palco e estúdios inclui Aretha Franklin, Lee Morgan, Kenny Drew Sr., T-Bone Walker, Billy Higgins, Little Jimmy Scott, Freddie King, Donny Hathaway, Kenny Dorham, Ben E. King, Cal Tjader, Red Garland, B.B. King, Eric Clapton, Stanley Turrentine, Natalie Cole . Ele , também, levou em torno de 10 anos trabalhando com Herbie Mann e gravou no selo de Mann, “Kokopelli”. A carreira de Newman o levou para a Europa e Japão, bem como a cada canto dos Estados Unidos.

Newman atuou, brevemente, com Ray Charles no início dos anos 70. Deixou-o outra vez e continuou sua carreira solo. Ele gravou para a Warner Bros. e Prestige e, começando em 1980, com o selo Muse, que mais tarde passou a ser High Note, para quem gravou a maioria dos discos mais marcantes da sua carreira . No final dos anos 80 , ele retornou brevemente à Atlantic . No começo dos anos 90, ele realizou dois álbuns sob o nome de “Bluesiana Triangle” com o baterista Art Blakey e o tecladista Dr. John. O último disco de Newman, “Diamondhead”, foi lançado em 2008 e conta com Cedar Walton (piano), Peter Washington (baixo), Yoron Israel (bateria) e Curtis Fuller, como convidado, no trombone.

Newman atuou em vários shows de TV, incluindo “Saturday Night Live”, “David Sanborn’s Night Music” e “The Late Show “ com David Letterman. Ele, também, apareceu no filme “Kansas City” de Robert Altman e fez uma excursão nacional com a “Kansas City Orchestra” para a “Verve Records”.

Fonte : JazzTimes / Jeff Tamarkin


ANIVERSARIANTES 22/01


Alan Silva (1939) - baixista , celista,
Andre Hodeir (1921) - compositor, arranjador,
Eberhard Weber (1940) - baixista , celista,
J.J. Johnson (1924-2001) - trombonista(na foto),
Juan Tizol (1900-1984) - trombonista,
Lizz Wright (1980) – vocalista,
Michal Urbaniak (1943) - violinista, saxofonista

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

ANIVERSARIANTES 21/01


Jason Moran (1975) - pianista(na foto),
Jesse van Ruller (1972) – guitarrista,
Mario Tomic (1977) – guitarrista,
Steve Gilmore (1943) - baixista

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

CARLA BLEY BIG BAND - Appearing Nightly (ECM)


O humor de Carla Bley molda uma boa porção de sua música, mas nunca se transforma no principal foco das suas composições. “Awful Coffee”, a segunda parte de uma suíte encomendada para um festival dedicado a “música para jantar” referencia seis “standards” com título de comida. É mais fácil prender-se nas vozes aguçadas dos metais de Bley ou no gracioso passeio de Steve Swallow no baixo e contemplar a citação de “Salt Peanuts” ou o ataque da banda em “Hey Pete, Let’s Eat Mo’ Meat” , também um aceno à Dizzy. Uma maliciosa piscadela, musicalmente falando, pode dizer mais.

A novidade de Bley centra-se ao redor de “Appearing Nightly at the Black Orchid”, uma peça de 25 minutos em quatro seções inspiradas em “nightclubs” e “big bands” dos anos 1950. Parte dela, dentro do seu estilo, inspira-se em seu breve período trabalhando em um piano bar, onde seu rígido repertório e sua desatenção com os pedidos dos clientes a levaram à demissão. Assim, o espírito vai do liricamente sentimental, como em sua abertura ao piano solo, para o suíngue pesado em uma área harmônica normalmente associada às “big bands”, através do saxofonista Andy Sheppard, do trombonista Gary Valente e do trompetista Lew Soloff.

“Someone to Watch”, com uma batida mais lenta, com um trabalho especializado de Andy Sheppard, inclui uma citação de um clássico de Gershwin com nome similar, que foi a inspiração de Bley. Porém, isto não aparece até o final, o que serve como reforço à excelente veia composicional de Bley.

Fonte : JazzTimes /Mike Shanley

ANIVERSARIANTES 20/01


Alvin Atkinson, Jr. (1972) – baterista,
Andy Sheppard (1957) - saxofonista(na foto),
Connie Haines (1922-2008) – vocalista,
James Genus (1966) – baixista,
Jeff "Tain" Watts (1960) - baterista ,
Jimmy Cobb (1929) - baterista ,
Ray Anthony (1922) – trompetista,
Valery Ponomarev (1943) - trompetista

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

SCOTT LEE - One Thought (SteepleChase)


A despeito de insignificantes similaridades, não interprete erroneamente esta formação de saxofones alto e tenor com a seção rítmica como um retrabalho daquela do quinteto de Lennie Tristano . O altoísta Loren Stillman e o tenorista Andrew Rathbun não são Lee Konitz e Warne Marsh. E, claro, o pianista George Colligan não é Lennie.


O líder e baixista Scott Lee oferece simples e provocante música no competente “One Thought”. Não é o som esculpido de Tristano em seus grupos mais conhecidos, entretanto tem uma intensidade introvertida. Aqueles que sentem que o jazz está perdendo sua margem criativa deveriam ouvir este álbum e outros dentro do “mainstream”, que foram lançados nos anos recentes.

A seção rítmica de Colligan, Lee e o baterista Jeff Hirshfield permite que os músicos da linha de frente tenham a latitude para navegar dentro desta estrutura musical livre, toda criada por Lee, um fino músico , inclusive com o uso do arco. A música é tranquila e contemplativa , ainda que frequentemente deslize para zonas mais livres de comunicação. O ponto é que é uma audição mais profunda do que simplesmente ficar batendo os pés ou balançando a cabeça.

Há alguns potentes solos na abertura de “A.R.”. É algo que atinge metade do álbum , antes de mergulhar no ambiente do suingue convencional na sétima faixa, “The Lope”, seguida por “Form and a Twist” da mesma linha. “Switch” é uma livre e controlada conversação entre os dois saxofones. A penúltima faixa “Conversations” reverte a passagem pela zona da quietude antes do disco fechar com a fulgurante “P.S. 11.”


Fonte : JazzTimes/Will Smith

ANIVERSARIANTES 19/01


Henry Gray (1925) – pianista, vocalista,
Horace Parlan (1931) – pianista,
Israel Crosby (1919-1962) - baixista,
J.R. Monterose (1927-1993) - saxofonista,
Joe Magnarelli (1960) – trompetista(na foto),
Lee Barbour (1977) – guitarrista

domingo, 18 de janeiro de 2009

CEDAR WALTON - SEASONED WOOD (HighNote Records [2008])


O pianista Cedar Walton tem sido por muito tempo o perfeito acompanhante para outros líderes. Ele compôs poucos "standards" na última metade do século passado. Por quatro décadas ele passou a ser um proeminente líder , apresentando dúzias de discos que obteve aplausos dos críticos, mas nunca o sucesso solo que ele merece. Considerado do mesmo naipe de Horace Silver, McCoy Tyner e mesmo Herbie Hancock , entrega-se para fazer as sessões de outros atingir um ponto alto.Walton ainda contribui volumosa e quantitativamente para o jazz como líder ou acompanhante.

Nada da tipicamente bem apresentada e qualificada performance é alterada em "Seasoned Wood",seu quinto lançamento pela “High Note”. É outra audição recompensadora da maneira encantadora de atuar de Cedar Walton.

A música de Walton frequentemente necessita da atuação de instrumentos de sopro e ele aqui tem dois , o saxofonista Vincent Herring e o “young lion” Jeremy Pelt no trompete. Ambos atuam bem , porém não alçançam a altura que Clifford Jordan, Bob Berg, Blue Mitchell ou Lee Morgan escalaram na música de Walton no passado.

Talvez isto ocorra porque Herring, que trabalhou com Walton antes , e Pelt apareçam só esporadicamente através do disco. O quinteto completo pode ser ouvido na tibia "The Man I Love" de Gershwin, mas com vivacidade dentro da engrenagem, em todos os “fronts”. Na vívida "Longravity" de Jimmy Heath, originalmente ouvida em 1983 no álbum “Heath Brothers”. Na excelente "Plexus" , em que Walton apresentou o estreante Freddie Hubbard no disco “Hub Cap” lançado pela Blue Note em 1961, e "John's Blues" ouvida pela primeira vez no álbum de Walton, “Eastern Rebellion” de 1992 .

Entre as mais finas performances está a do quarteto, "When Love Is New", que Walton primeiro apresentou no disco Indestructible (Blue Note, 1964) de Art Blakey. Aqui, Pelt revela seu refinado toque no flugelhorn e não importa se Walton está acompanhando ou na linha de frente , ele está perfeitamente poético. Al Foster, como faz das outras vezes, dá o molho. É uma performance para ser registrada, em que os quatro participantes dão o seu melhor. Como evidenciado aqui, a maestria de Walton nas baladas é simplesmente inigualável.

A oportunidade para revelar o suingue melódico de Walton e seu brilhante cromatismo estão nas exibições em trio. Walton “viaja” de maneira magistral em sua clássica valsa, "Clockwise", que remete a “Eastern Rebellion 2 (Timeless, 1977)”, e "Hindsight" do período em que atuou com Junior Cook no excelente e altamente recomendado “Somethin's Cookin' (Muse, 1981)” e na graciosa "A Nightingale Sang In Berkley Square" .

O título “Seasoned Wood” deve ser registrado no nome e na obra do artista e ,como todos sabem, a madeira amadurecida queima melhor na lareira . Realmente, Cedar Walton comprova isto.

Faixas: The Man I Love; Clockwise; Longravity; When Love Is New; Hindsight; A Nightingale Sang In Berkley Square; Plexus; John's Blues.

Músicos: Cedar Walton: piano; Vincent Herring: saxofone alto (8), saxofone tenor (1, 3, 7); Jeremy Pelt: trompete (1, 3, 7), flugelhorn (4, 8); Peter Washington: baixo; Al Foster: bateria

Fonte : All About Jazz / Douglas Payne

ANIVERSARIANTES 18/01


Al Foster (1944) - baterista,
Bobby Broom(1961) – guitarrista,
Clark Gayton (1963) – trombonista,
Irene Kral (1932-1978) – vocalista(na foto),
Steve Grossman (1951) - saxofonista,
Tom Beckham (1968) - vibrafonista

sábado, 17 de janeiro de 2009

DIANA KRALL LANÇA CD COM BOSSA NOVA



Lançamento previsto para 31 de Março de 2009.
As encomendas já são aceitas pela Internet.

FILARMÔNICA DE LOS ANGELES HOMENAGEIA RAY BROWN


A série jazzística da Filarmônica de Los Angeles referente ao período de 2008/2009, no “ Walt Disney Concert Hall", apresentará um tributo a Ray Brown,(na foto), na quarta-feira, 28 de Janeiro, às 20h. No palco, para celebrar o legendário baixista , estará um grupo de excepcionais músicos influenciados por Brown. Este evento especial apresenta o responsável pela cadeira de criatividade da Filarmônica de Los Angeles , Christian McBride, e ex-integrantes das bandas de Brown, tais como Benny Green (piano), Geoff Keezer (piano), Greg Hutchinson (bateria) e Karriem Riggins (bateria), bem como amigos e ex-colaboradores como Russell Malone (guitarra), Barbara Morrison (vocal), John Clayton (baixo) e Ernie Andrews (vocal).

Fonte : JazzTimes / Jeff Tamarkin

ANIVERSARIANTES 17/01


Big Sid Catlett (1910-1951) - baterista,
Billy Harper (1943) - saxofonista,
Carl Testa (1984) – baixista, clarinetista,
Cedar Walton (1934) - pianista(na foto),
Cyrus Chestnut (1963) - pianista ,
Eartha Kitt (1927-2008) – vocalista,
Jeremy Yaddaw (1982) – baterista,
Larry Sonn (1919)- trompetista,
Luca Bonvini (1960) – trompetista,
Matt Marantz (1986)-saxofonista,
Scott Anderson (1975) – trompetista,
Ted Dunbar (1937-1998) - guitarrista,
Yves Robert (1958) - trombonista

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

MARCUS ROBERTS LANÇA NOVO ÁLBUM


O pianista Marcus Roberts (na foto) lança seu primeiro álbum desde 2001, o aclamado “Cole After Midnight”. O novo disco chama-se “New Orleans Meets Harlem, Vol. 1” e irá ao mercado no próximo 31 de março pela “J-Master Music”. O álbum consiste em interpretações de composições de Jelly Roll Morton, Fats Waller, Scott Joplin, Duke Ellington e Thelonious Monk mais um original.

Roberts é acompanhado por Roland Guerin (baixo) e Jason Marsalis (bateria), que têm sido membros do Marcus Roberts Trio por mais de uma década. O disco será lançado via “TuneCore” e “online”. Seguem as faixas do álbum

NEW ORLEANS MEETS HARLEM, VOL. 1

1. New Orleans Blues (Jelly Roll Morton)
2. Jitterbug Waltz (Fats Waller)
3. The Entertainer (Scott Joplin)
4. Pie Eyes Blues (Duke Ellington)
5. Jungle Blues (Jelly Roll Morton)
6. Black & Tan Fantasy (Duke Ellington)
7. Ain’t Misbehavin’ (Fats Waller)
8. Honeysuckle Rose (Jelly Roll Morton)
9. A Real Slow Drag (Scott Joplin)
10. In Walked Bud (Thelonious Monk)
11. Ba-lue Bolivar Ba-lues-are (Thelonious Monk)
12. Searching for the Blues (Marcus Roberts)

Fonte : JazzTimes / Jeff Tamarkin

ANIVERSARIANTES 15/01


Annette Neuffer(1966) – trompetista, vocalista,
Baikida Carroll (1947) - trompetista , flugelhornista,
Dr. Leo Casino (1950) – saxofonista,
Earl Hooker (1930-1970) – guitarrista, vocalista,
Gene Krupa (1909-1973) - baterista(na foto)

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

SÉRIE “PIANO JAZZ” DE MARIAN McPARTLAND FAZ 30 ANOS


O programa popular de Marian McPartland,(na foto), transmitido pela Rádio Pública Nacional(NPR, sigla em inglês), "Marian McPartland's Piano Jazz", celebrará seu 30º aniversário em 2009. Na celebração, McPartland atuará na estréia de seu primeiro trabalho sinfônico, "A Portrait Of Rachel Carson" com a Orquestra de Câmara de Manhattan dirigida por Richard Auldon Clark no próximo 22 de janeiro na “Trinity Wall Street Church” em Nova York.O concerto será aberto ao público.

McPartland compôs "A Portrait Of Rachel Carson", quando fez 89 anos, em homenagem ao influente ambientalista autor de “Silent Spring” , que ajudou a lançar o moderno movimento conservacionista. Ela apresentou em primeira mão a peça em Novembro de 2007 com a Orquestra Sinfônica da Universidade do Sul da Carolina como parte de um programa especial conduzido pelo Dr. Donald Portnoy.

Ouvido por mais de 250.0000 mil pessoas a cada semana ,"Piano Jazz" é um dos mais antigos programas de jazz em atividade na NPR. O show apresentará o conhecimento enciclopédico do repertório de McPartland e sua capacidade de se adaptar no ar aos diversos estilos e personalidades que frequentaram o "Piano Jazz"', que atinge a marca de mais de 500 convidados.

Fonte : Downbeat

ANIVERSARIANTES 14/01


Billy Butterfield (1917-1988) - trompetista, Brandon Lee (1983) - trompetista
Caterina Valente (1931) - vocalista,
Grady Tate (1932) – baterista(na foto),
Kenny Wheeler (1930) - trompetista, flugelhornista,
Mark Egan (1951) - baixista,
Michael Simon (1975) – trompetista,
Nguyen Le (1959) - guitarrista ,
Patrick Rydman (1969) – vocalista

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

DENNY ZEITLIN TRIO LANÇA DOIS DISCOS


Serão lançados simultaneamente dois álbuns do pianista e compositor, além de psiquiatra e professor de medicina, Denny Zeitlin(na foto) e seus trios. O primeiro, pela “Mosaic Records”, é um lançamento de um CD triplo de sessões realizadas no estúdio da Columbia. Posteriormente o selo “Sunnyside” lançará “Denny Zeitlin Trio In Concert”, apresentando o baixista Buster Williams e o baterista Matt Wilson, que é uma gravação recente.

A coleção da Mosaic abre com o primeiro dos seus 30 discos, “Cathexis”, com Cecil McBee no baixo e o baterista Freddie Waits. Também inclui o seu segundo e quarto álbuns, “Carnival” e “Zeitgeist”, respectivamente.

O novo CD é uma gravação ao vivo com o baixista Buster Williams e o baterista Matt Wilson. É a estréia pela “Sunnyside Records” com faixas selecionadas de três sessões ao vivo, duas gravadas no famoso “Jazz Bakery”,Los Angeles, e a outra no “Outpost Performance Space”, Novo México .
Fonte: JazzTimes / Jeff Tamarkin

ANIVERSARIANTES 13/01


Bill Easley (1946) - saxofonista,
Claudio Riggio (1964) - guitarrista
Danny Barker (1909-1994) - banjoísta, guitarrista, vocalista,
Edu Ribeiro (1975) – baterista,
Joe Pass (1929-1994) – guitarrista(na foto),
Jurandir Santana (1970) – guitarrista,
Melba Liston (1926-1999) - trombonista,
Percy Humphrey (1905-1995)-trompetista, Quentin Jackson (1909-1976) - trombonista,
Vido Musso (1913-1982) - saxofonista

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Chico Oliveira Quarteto no Bar do Farol


O guitarrista Chico Oliveira segue tocando no Bar do Farol na próxima quarta (14/01) e nas duas quintas seguintes (22 e 29). O Bar do Farol vem se revelando como a nova casa da música em Salvador, dando vazão a necessidade da cidade em respirar outros ares musicais. Navegando a música instrumental pelo coração do Rio Vermelho, o repertório do quarteto contará com composições próprias além de músicas de João Donato, Tom Jobim, Gilberto Gil, Milton Nascimento, Caetano Veloso entre outros.



Chico Oliveira - Guitarra e direção musical;
Giroux Wanziler - Contrabaixo acústico;
Bruno Aranha - Piano Elétrico;
Victor Brasil - Bateria e percussão.

Participações especiais...


Local: Bar do Farol
Endereço: Odilon Santos nº 224 - Rio Vermelho. (Esquina com a R.Fonte do Boi)
Datas : 14(QUARTA), 22 e 29(QUINTAS)
Horário: 21:00
Couvert:R$ 7,00
Telefone: 3334 0170

URI CAINE ENSEMBLE – THE OTHELLO SYNDROME (Winter & Winter)


Uma estátua de cerca de 7,5 metros do compositor italiano de ópera Giuseppe Verdi, que está na West 73rd Street , Broadway, vem a ser o nexo espiritual deste novo e fascinante projeto de Uri Caine. Pegando como mote Otello de Verdi, a figura que tem está na base da esculura e tem a face voltada para o leste, o mitológico mouro de Veneza serve a Caine como ponto de partida temático. Estilisticamente , Caine tem sido mais audacioso, decidindo que se Verdi pode ficar no meio de um local onde estão diversas correntes musicais de Manhattan, então seu Otello pode ser , similarmente, hibridizado em sua reconcepção.

O resultado foi , presumivelmente, mais coerente para a audiência que assistiu a primeira apresentação deste trabalho , em 2003, na “Biennale Festival” em Veneza, onde Caine foi o diretor musical. Italianos que são criados imersos na música de Verdi não tiveram dificuldade em captar, prontamente, as alusões a esta obra prima da arte operística, mas os não-italianos têm mais dificuldades em captar as principais passagens do libreto original de Arrigo Boito, falado pelo ator italiano Marco Paolini, e em inglês pelos poetas e vocalistas da criativa equipe de Caine, incluindo Bunny Sigler, Sadiq Bey e Julie Patton.

Dando primazia ao ritmo e à expressão dramática, Bey é o mais surpreendente dos “Othellos”. Sua interpretação de “Othello’s Confession”, uma excitante lição de como pode ser o hip-hop. Bey interpreta o castigo merecido do mouro em “Iago’s Credo”, mas a esperta e manipulativa vilania é pouco alterada . Com forte dramaticidade, Sigler interpreta o “standard” , “The Death of Othello”, doce , terno e agonizante , após imaginar a enormidade de sua culpabilidade e conseqüências fatais. Sigler também prova está irresistível como intérprete de Philly Sound com seu lastimoso vocal em “She’s the Only One I Love.”

O brilhantismo dos instrumentistas mais que contrabalança os lapsos conceptuais de Caine. Ao lado dos teclados de Caine , na linha de frente estão Joyce Hammann no violino, Achille Succi no clarinete, Ralph Alessi no trompete e Nguyên Lê na guitarra. Gravado em um período de três anos em estúdios de cinco diferentes países, “The Othello Syndrome” é, obviamente, uma peça que exige meticulosa e hábil execução. Enquanto competente e eclético não haverá entusiasmadas controvérsias, pois o coração aponta para a beleza da partitura de Verdi.


Fonte : JazzTimes / Perry Tannenbaum

ANIVERSARIANTES 12/01


Ben Geyer (1985) – pianista,
Ernst Bier (1951) - baterista
George Duke (1946) - pianista,
Guy Lafitte (1927-1998) - saxofonista,
Ingrid Jensen (1966) – trompetista(na foto),
Ivo Perelman (1961) – saxofonista,
Jane Ira Bloom (1955) - saxofonista,
Jay McShann (1909-2006) - pianista,vocalista,
Mississippi Fred McDowell (1904-1972) – guitarrista,
Nancy Donnelly (1967) – vocalista,
Olu Dara (1941) - trompetista, cornetista,
Trummy Young (1912-1984) - trombonista

domingo, 11 de janeiro de 2009

MARIAN McPARTLAND - TWILIGHT WORLD (Concord Music Group[2008])


Ícone do Jazz, Marian McPartland fez 90 anos em Março de 2008 e , nesta ocasião especial, produziu uma festa no “Dizzy's Club” em Nova York. A Rádio Pública Nacional apresentou algumas das performances como parte da legendária série semanal da pianista ,“ Piano Jazz”, no ar desde 1979. Como se 2008 não fosse tão produtivo para McPartland, ela gravou um novo disco para a Concord, “Twilight World”. Acompanhada por Gary Mazzaroppi (baixo) e Glenn Davis (bateria), McPartland apresenta um suave e levemente melancólico programa, que é esperado para uma mulher de sua idade. Isto sugeriria que ela ainda não seria capaz de suingar, entretanto, ela demonstra o contrário nas ágeis performances de "How Deep is the Ocean" e "Afternoon in Paris"

Suaves baladas permeiam o set. Os pontos altos incluem a faixa título, que vagamente lembra "On Green Dolphin Street", bem como a sonhadora interpretação solo de "Alfie" de Burt Bacharach. Neste ponto o álbum pareceria ser do tipo “Jazz para a Hora de Dormir", mas a pianista altera a rota com um par de canções de Ornette Coleman. Quem sabia que esta senhora poderia servir um programa modal?. "Turn Around" inicia bastante acessível , mas breve transforma-se em uma sincopada e atonal exploração tão logo o tema se estabelece. Há uma dura busca de um tema em "Lonely Woman", que apresenta uma bela interação entre a pianista e Mazzaroppi, que relembra Charles Mingus em seus momentos feéricos.

Com este álbum, McPartland alcança a representação de “anos jovens". Isto de nenhuma maneira serve como desculpa para dizer "Oh, olhem ...ela ainda pode tocar, mas deixe-me procurar sua antiga essência para colocá-la em um ponto de destaque". Ao contrário, ela soa como estivesse no lugar correto. “Twilight World” oferece músicas belas e desafiantes , provando que a dedicação de McPartland para sua competência , além de um fantástico talento, a mantém no controle do jogo.

Faixas: Twilight World; The Days Of Love; Turn Around; Close Enough For Love; How Deep Is The Ocean; Alfie; Lonely Woman; Blue In Green; Afternoon In Paris; Stranger In A Dream; Blackberry Winter.

Fonte: All About Jazz /Graham L. Flanagan

ANIVERSARIANTES 11/01


Ed Schuller (1955) - baixista,
Eden Atwood (1969) – vocalista (na foto)
Egil Johansen (1934-1998) - baterista,
Jonny Phillips (1971) – guitarrista,
Kris Gustofson (1962) – baterista,
Lee Ritenour (1952) - guitarrista ,
Neal Caine (1973) – baixista,
Oriente Lopez (1962) – pianista,
Osie Johnson (1923-1966) - baterista,
Ryan Burns (1972) – pianista,
Tab Smith (1909-1971) - saxofonista,
Wilbur deParis (1900-1973) - trombonista

sábado, 10 de janeiro de 2009

DISCO DO WEATHER REPORT SERÁ REEDITADO


Tale Spinnin’, o álbum de 1975 do grupo pioneiro de “jazz fusion” ,Weather Report, será reeditado pelo selo “Iconoclassic Records” no próximo 17 de fevereiro. O álbum que apresenta o tecladista Joe Zawinul, o saxofonista Wayne Shorter, o baixista Alphonso Johnson, o baterista Leon “Ndugu” Chancler e o percussionista Alyrio Lima, foi o primeiro do grupo a alcançar a lista dos 40 melhores da Billboard . A reedição inclui todo o material divulgado no LP original , incluindo as notas de Robert Hurwitz, e adiciona novo texto escrito pelo biógrafo de Zawinul, Curt Bianchi, embasado em entrevistas realizadas com Wayne Shorter, Alphonso Johnson e Ndugu.

Fonte : JazzTimes / Jeff Tamarkin