
Imagine belos diamantes envoltos em seda e você começará a entender o singular magnetismo da diva francesa Anne Ducros. Ela pode ecoar poderosamente como Aretha Franklin( se é que Franklin cantou com a charmosa entonação de Marielle Mathieu). Pode ser ardente como Marlene Dietrich. Ela é uma gatinha com garras de tigre. Seu scat sugere a majestade de Sarah Vaughan, e rivaliza com a autoridade de Carmen McRae. Ela pode transformar "Stairways to the Stars" em cinco minutos e meio de euforia romântica, reinventar "Sexy Sadie" de Lennon e McCartney como celebração do poder de atração feminino, revelar a linha otimista dentro da nuvem escura de " Who Can I Turn To", controlar a dura construção de Otis Reding ["(Sittin´on) the Dock of Bay"] e voar nas asas de "Over the Rainbow" que parece dividida entre Eartha Kitt e Annie Ross. Apesar de tudo, ela permanece musicista para músicos, firmemente entrosada com o pianista Oliver Hutman, o baixista Essiet Okon Essiet, o baterista Bruce Cox e a saxofonista Ada Rovatti, partilhando o resultado.
Fonte : JazzTimes / Christopher Loudon
Fonte : JazzTimes / Christopher Loudon
Um comentário:
Aprendi mucho
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