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quarta-feira, 25 de maio de 2016

ANIVERSARIANTES - 25/09


Christof Lauer (1953) - saxofonista,
Gary Foster (1936) - flautista,
Jimmy Hamilton (1917-1994)- clarinetista, saxofonista,
Marshall Allen (1924) - flautista , saxofonista, 

Nailor Proveta(1961) –saxofonista, clarinetista (na foto e vídeo) http://www.youtube.com/watch?v=0bybo0EVgdA,
Wallace Roney (1960) – trompetista

terça-feira, 24 de maio de 2016

ROY NATHANSON´S SOTTO VOCE – COMPLICATED DAY (Enja Yellowbird)


De vez em quando é bom lembrar que o jazz pode ser audacioso e imaginativo e ainda ser alegre. “Complicated Day” vem da complexa mente de Roy Nathanson—saxofonista, vocalista, compositor, letrista, líder de orquestra e membro privilegiado da cena do centro de Manhattan. O que, em essência, Nathanson tem formado é uma estrondosa poesia free-jazz, uma cacofonia ilimitada com uma sensibilidade Jerry Lewis-encontra-Ornette Coleman. Junto a  Nathanson tem cinco coconspiradores—o trombonista Curtis Fowlkes, o baixista Tim Kiah, o guitarrista Jerome Harris, o percussionista Napoleon Maddox e o violinista Sam Bardfeld— que contribuem para o suporte vocal.

Há um método para esta loucura coletiva. Estes são finos e destemidos músicos, e muito do álbum maneja sérios temas, incluindo os desafios dos relacionamentos, infantilidades e conforme a faixa título, uma miríade de ruídos transacionando com a vida. Entretanto, é impossível ouvir “Complicated Day” sem alcançar o completo prazer que sustenta as habilidades dos músicos. Dentre as seis composições inéditas todas escritas ou coescritas por  Nathanson) o ponto central do álbum é “The Nettle Tree”, um poema escrito e lido por Gerald Stern, que explora as surpresas encontradas nos objetos do dia a dia. Há também três reinterpretações: uma loucamente ziguezagueada “On a Slow Boat to China”, uma sanguínea “I Can See Clearly Now” (apresentando o filho de Nathanson, Gabriel, liderando o vocal e o trompete) e um furtivo tratamento apaixonado para “Do Your Thing”  de Isaac Hayes, que como diz Nathanson, condensou a filosofia da banda para “não só contar nossas estórias , mas vivenciá-las de qualquer forma que sinta correta”.

Faixas: 1. Simon; 2. Do Your Thing (Isaac Hayes); 3. Complicated Day; 4. No Storytelling; 5. The Nettle Tree; 6. On a Slow Boat to China (Frank Loesser); 7. World of Fire; 8. And; 9. I Can See Clearly Now (Johnny Nash); 10. Nettle Song.

Músicos: Roy Nathanson: saxofone, vocal; Sam Bardfeld: violino, vocal; Jerome Harris: guitarra, vocal; Curtis Fowlkes: trombone, vocal; Tim Kiah: baixo, vocal; Napoleon Maddox: vocal; Gerald Stern: narrador; Gabriel Nathanson: trompete, vocal.

Fonte :: Christopher Loudon (JazzTimes)

ANIVERSARIANTES - 24/05


Archie Shepp (1937) - saxofonista,
Charles Earland (1941-1999) – organista,
Dmitri Baevsky (1976) – saxofonista,
Eric Daniel (1952)–saxofonista,clarinetista,flautista,
Francesco Cafiso (1989) – saxofonista(na foto e vídeo) http://www.youtube.com/watch?v=XFHg9HL9aLA,
Jarmo Savolainen (1961-2009) – pianista,
Simone Guiducci (1962) – guitarrista

segunda-feira, 23 de maio de 2016

JOE MAGNARELLI – THREE ON TWO (Posi-Tone)


Os “três” são os rapazes dos instrumentos de sopros—Joe Magnarelli no trompete/flugelhorn, Steve Davis no trombone e Mike DiRubbo no saxofone alto—e os “dois” são o organista Brian Charette e o baterista Rudy Royston. Como vários dos seus lançamentos anteriores como líder —este é o décimo primeiro, e o segundo para a Posi-Tone— o disco coloca Magnarelli no coração de um muscular e primoroso quinteto para o qual habilidade e talento tomam precedência sobre saltos através de extravagâncias. Você não deve a partir de “Three on Two” exclamar que você apenas ouviu o futuro do jazz, mas você saberá que o que você ouviu foi música tocada soberbamente por profissionais maduros.

Magnarelli confunde as coisas— composições dos membros da banda original chocam-se contra as músicas de Debussy, Coltrane e Cedar Walton; segmentos dominados pelo órgão coexistem pacificamente com fortes rajadas de poderoso e feérico instrumento de sopro. Nas primeiras duas faixas de Trane, “26-2”, tudo vem sensacionalmente junto. Sucessivos solos de sax alto, trompete e trombone clamam apenas por espaço bastante para estabelecer a expressividade e qualidade da proficiência antes de Charette conduzi-la para casa com uma espécie de encanto que você sempre quer ao ouvir um B-3. Antes que qualquer outro, “NYC-J-Funk” de Magnarelli é tudo sobre balanço: calculado, agradável e festivo—música para pavoneio.

Ao longo do trabalho há o indelével selo do suingue. Mesmo em seus mais suaves números (“Easy” de Davis e “Central Park West” de Coltrane), estes são cinco instrumentistas que nunca perdem o passo. E quando eles acionam a sobremarcha — como na faixa título de Magnarelli e “Paris”— você pode sentir o vapor subir. Dá-se mais crédito para Royston, cuja potência rítmica é emparelhada por sua habilidade para ,sem emenda, deslizar para uma nuance.

Faixas: Three On Two; Easy; The Step Up; NYC-J-Funk; 26-2; Clockwise; Paris; Central Park West; Outlet Pass; My Reverie.

Músicos: Joe Magnarelli: trompete; Steve Davis: trombone; Mike DiRubbo: saxofone alto; Brian Charette: órgão; Rudy Royston: bateria.

Fonte : Jeff Tamarkin (JazzTimes)

ANIVERSARIANTES - 23/05

Arthur Satyan (1973) – pianista,
Artie Shaw (1910-2004) - clarinetista,líder de orquestra,
Daniel Humair (1938) - baterista,
Famoudou Don Moye (1946) - baterista,percussionista,
Humphrey Lyttelton (1921) - trompetista,clarinetista,líder de orquestra,
James Barela (1971) – trompetista,
Ken Peplowski (1959) - clarinetista,saxofonista (na foto e vídeo) https://www.youtube.com/watch?v=bAQof6mmdvo ,
Les Spann (1932-1989) – guitarrista,flautista,
Marvin Stamm (1939) trompetista , flugelhornista,
Randy Sandke (1949) – trompetista,
Richie Beirach (1947) – pianista,
Rosemary Clooney (1928-2002) – vocalista

domingo, 22 de maio de 2016

TONY MONACO – FURRY SLIPPERS


Ao longo de nove lançamentos, inicialmente do estúdio de sua casa em Columbus, Ohio, Tony Monaco tem provado uma sólida ligação na alegre cadeia do Hammond B-3, que alcança desde contemporâneos como Will Blades e Joey DeFrancesco , antigos como  Jimmy Smith e outros fundadores do balanço do Hammond. No recente Java Jazz Festival (na Indonésia), Monaco encontrou o baterista Greg Fundis e o guitarrista Fareed Haque, e os três se deram tão bem, que logo estavam excursionando no Meio Oeste norte-americano e gravaram “Furry Slippers” durante paradas da excursão.

É muito fácil agasalhar a si mesmo neste completamente confortável “Furry Slippers”. A guitarra de Haque na abertura, a faixa título eleva a temperatura com um balanço tão potente quanto qualquer faixa gravada por Melvin Sparks, Grant Green e qualquer outro guitarrista do soul-jazz no apogeu da Prestige ou Blue Note Records. A composição de Monaco, "Boogie Blue", expulsa mesmo a mais quente e atraente jam: o ritmo de Haque prende os movimentos que se escondem no fundo e espalha ao redor do topo, enquanto as voltas de Monaco traz à mente um quadro de Sun Ra reclinado em um espírito suave atrás de sua unidade padrão de teclados. "Nós estamos tentando manter a tradição em movimento para a frente, ainda que mantendo os tempos", Monaco expõe. "Assim é mais um moderno funk, em vez de apenas suíngue". "Chillin'" favorece a extensão deste espírito jovial e lânguido.  

"Unresolved" enfaticamente aterrisa na extremidade do jazz: Aqui, Haque soa totalmente como Pat Martino, que talhou um considerável número de robustos lados do soul-jazz com Jimmy Smith e Jack McDuff, explorando-o de múltiplos ângulos a melodia e Monaco estende-se como um lençol antes dele. Assim, o trio atualiza "I'll Drink to That", um clássico do catálogo de Jimmy Smith que soa como três amigos sentando em um bar da vizinhança, desfrutando a companhia de cada um e compartilhando as bebidas leves que dispõem —uma renovação de um espirituoso e alegre balanço.

Monaco arranja o clássico do jazz, "'Round Midnight", como uma vitrine para Haque, cuja passagem para a guitarra clássica soa como suavizante bálsamo e introduz rufos do flamenco e outros floreios espanhóis/latinos. Haque retorna permanecendo na guitarra clássica ao acompanhar à mais intensa tomada vocal de Monaco em "But Beautiful", que explora cada raio de luz estelar e surpresas deste clássico para encerrar o trabalho.

Faixas: Furry Slippers; Boogie Blue; Chillin'; Unresolved; Magenta Moon; Speak Low; 'Round Midnight; I'll Drink to That; But Beautiful.

Músicos: Tony Monaco: órgão, vocal; Fareed Haque: guitarra elétrica, guitarra clássica; Greg Fundis: bateria; Asako Itoh: piano.

Fonte: CHRIS M. SLAWECKI (AllAboutJazz)

ANIVERSARIANTES - 22/05


Armandinho (1953) – bandolinista(na foto e vídeo) http://v3.bcast.co.nz/videos/293970/armandinho-&-raphael-rabello,
Dick Berk (1939) - baterista,líder de orquestra,
Elek Bacsik (1926-1993) – guitarrista,violinista,
Jackie Cain (1928)- vocalista,
Kenny Ball (1930) - trompetista,
Sun Ra (1914-1993) - tecladista,líder de orquestra,
Tao Højgaard (1974) - guitarrista