Revitalizando uma prática prevalecente de modelar canções
populares a partir de celebradas peças clássicas, Tessa Souter passou meses reunindo
estas faixas e sua diligência foi paga de forma magnificente. Souter diz que sua inspiração foi a interpretação
jazzística do pianista Steve Kuhn da música de Chopin, “Prelude in E Minor”, em seu lançamento de 2006,
“Pavane for a Dead Princess”. Sabiamente, ela persuadiu Kuhn a participar do
projeto e então ela se rodeou com exemplares
músicos, incluindo o baixista David Finck, o baterista Billy Drummond, o vibrafonista
Joe Locke, o saxofonista Joel Frahm e o acordeonista Gary Versace.
As oito faixas restantes inclui material familiar (“Seventh
Symphony” de Beethoven e “Symphony No.
3” de Brahms) e as comparativamente obscuras (“Adagio in G Minor” de Tomaso
Albinoni, “Pavane” e “Elegy”de Gabriel
Fauré ), todas renovadas com esplêndidas letras de Souter. Nas notas do disco,
Souter afirma que a maioria dos arranjos “emergiu espontaneamente no estúdio”. Tal
destreza alquímica é um raro prazer.
Faixas:
Prelude to the Sun (Beethoven: Symphony No.7, 2nd Movement); The Lamp is Low
(Ravel: Pavane); Dance with Me (Borodin: Polovetsian Dances); Chiaroscuro
(Tomaso Albinoni: Adagio in G minor); My Reverie (Debussy: Reverie); En
Aranjuez Con Tu Amor (Rodrigo: Concierto de Aranjuez); Sunrise (Brahms:
Symphony No.3, 3rd Movement); Baubles, Bangles and Beads (Borodin: String Quartet
in D, No.2, 2nd Movement); Beyond the Blue (Chopin: Prelude in E minor, Opus
28, No.4); The Darkness of Your Eyes (Faure: Pavane); Noa's Dream (Schubert:
Serenade); Brand New Day (Faure: Elegy).
Fonte :
JazzTimes / Christopher Loudon
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