Em 2025, é provável que os programadores de rádio critiquem
os vocalistas que continuam a interpretar clássicos do Grande Repertório
Estadunidense. Dizem que há novas canções e compositores para explorar, e é
verdade. Mas para os amantes do jazz tradicional, o som suave de uma baladeira
sensível como Susan Hinkson cantando uma pérola como "One for My
Baby", de Harold Arlen e Johnny Mercer, ainda satisfaz.
Numa noite chuvosa de sábado, muitos fãs de jazz ficariam
encantados em dar de cara com um clube onde Hinkson e sua banda vibrante de
mestres do jazz com alma estivessem se apresentando. Bruce Barth lidera o
conjunto, com Steve Wilson no saxofone alto, o baixista Vicente Archer e o
baterista Adam Cruz. Todos
tocam maravilhosamente bem nesta apresentação.
Embora "Just in Time" seja o lançamento de estreia
de Hinkson, a música não é sua primeira carreira. Ela formou-se em arquitetura
e direito e trabalhou durante anos no governo da cidade de Nova Iorque, em
políticas e regulamentações de uso do solo. As notas explicam que este é
"um álbum que fala das alegrias e decepções da experiência de vida". Em
"One for My Baby", a vibração é, como diz a letra, "tranquila e
triste". E quem, em 2025
como antes, não desejou brindar ao fim de algum "breve episódio"?
Faixas: One
for My Baby; Just in Time; My Funny Valentine; I Can't Give You Anything But
Love; It Might As Well Be Spring; I Wish I Were in Love Again; But Not For Me;
Besame Mucho; The Best Is Yet to Come; This Nearly Was Mine; Rhode Island is
Famous for You.
Músicos: Susan
Hinkson (vocal); Bruce Barth (piano); Steve Wilson (saxofone); Vicente Archer
(baixo); Adam Cruz (bateria).
Fonte: Katchie
Cartwright (AllAboutJazz)

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