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sábado, 30 de agosto de 2008

ANIVESARIANTES DE 31/8

Andrea Celeste (1986) - vocalista
Bryan Beninghove (1977) -saxofonista
Edgar Sampson (1907-1973) - saxofonista , violinista
Frank Froeba (1907-1981) – pianista, líder de orquestra
Gunter Hampel (1937) - clarinetista , flautista, pianista , vibrafonista
Herman Riley (1933-2007) - saxofonista
Jeremy Zmuda (1973) - guitarrista
Marshall McDonald (1959) - saxofonista
Nate Birkey (1962) - trompetista
Paul Winter (1939) - saxofonista (foto)

Ritt Henn (1964) - baixista
Stefano Battaglia (1965) - pianista
Tineke Postma (1978) - saxofonista
Tom Hope ( 1944) - pianista
Wilton Felder (1940) - saxofonista

ANIVERSARIANTES DE 30/8

Anthony Coleman (1955) – pianista, trombonista, vocalista
Charlie Wood (1951) - guitarrista
John Surman (1944) - saxofonista , clarinetista , tecladista
Kenny Dorham (1924-1972) - trompetista (foto)

Kid Rena (1898-1949) - trompetista
Rodney Jones (1956) - guitarrista
Stephanie Crawford (1942) - vocalista
Stratos Vougas (1967) - saxofonista
Willie Bryant (1908-1964) – vocalista, líder de orquestra

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

PALMYRA & LEVITA NO SALVADOR DALI - 30/8


Caetano diz que crítica de show é provinciana

Criticado, Caetano chama jornalistas de "Boba" e "Burros"

da Folha de S.Paulo

Em texto publicado em seu blog na madrugada de ontem, Caetano Veloso atacou as críticas negativas que a Folha e o "Estado de S. Paulo" publicaram a respeito de seu show com Roberto Carlos em São Paulo, na última segunda.

A apresentação em homenagem a Tom Jobim, no Auditório Ibirapuera, foi avaliada como "ruim" pela repórter Sylvia Colombo, da Ilustrada, no texto "Roberto e Caetano fazem show chato", publicado anteontem.

Caetano Veloso e Roberto Carlos cantaram músicas de Tom Jobim em São Paulo
"O teatro é elegante e induz à quietude. Se o show fosse no Ginásio do Ibirapuera, o ruído dos aplausos assustaria a boba da Folha e o burro do "Estadão" que escreveram sobre o show", escreveu Caetano no blog Obra em Progresso.

"Há anos não leio nada tão errado sobre música brasileira --e, mais uma vez, envolvendo Roberto Carlos e este transblogueiro que vos fala. Se eu tivesse direito a convite, teria chamado Augusto de Campos para estar presente ao encontro: foi ele quem escreveu o primeiro texto de apoio crítico à Jovem Guarda, prefigurando o tropicalismo e opondo a energia da turma de Roberto e Erasmo à pretensão da turma de Elis. São Paulo é isso."

Em sua crítica, Sylvia Colombo escreveu que o problema do espetáculo não estava na qualidade dos envolvidos, mas no "conceito" do show.

"Ambos os artistas aceitaram passivamente fazer um show contido, bem-comportado, de arranjos convencionais, e que não trouxe nada diferente ou intrigante para um público cuja última coisa que parecia querer era se surpreender."

No "Estado de S. Paulo", Jotabê Medeiros escreveu que a noite foi "tediosa", em texto intitulado "Caetano, o Rei e o show de naftalina". "A bossa de Caetano e Roberto, ao menos nesse show, está doente e chamaram dois totens da MPB para fazer a necrópsia."

Caetano escreveu sobre as críticas em post intitulado "Marginal Pinheiros". "Escrevo isso só para mostrar aos que comentaram as críticas hilárias da província paulistana que também li e que fiquei com pena dos dois fanfarrões que não sabem nem escrever."

O compositor também disse que "de alguma forma o artigo da mulher parece ser mais prejudicial do que o do cara", mas que seu texto não era uma resposta "a ela nem a ele".

"Nada digo aos jornais que os publicaram. Deixo aos leitores paulistanos que viram o show. Eles vão escrever protestando. Os jornais talvez publiquem algumas das cartas."

ANIVERSARIANTES DE 29/8

Bennie Maupin (1940) - flautista , clarinetista , saxofonista
Bobby Carcasses (1938) - trompetista
Charlie Parker (1920-1955) - saxofonista
Dinah Washington (1924-1963) - vocalista (foto)

Doug Raney (1956) - guitarrista
Jerry Dodgion (1932) – saxofonista, flautista
Rolf Ericson (1922-1997) – trompetista
Stockton Helbing (1980) - baterista
Tedd Baker (1974) - saxofonista

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

ANIVERSARIANTES DE 28/8

Chris Greene (1973) - saxofonista
Ernie Fields (1904-1997)- pianista , trombonista , líder de orquestra
Hal Russell (1926-1992) - pianista , trompetista , saxofonista , baterista e vibrafonista
John Marshall (1941) - trompetista
Kenny Drew (1928-1993) - pianista (foto)


Larry Goldings (1968) - pianista , organista
Mike Metheny (1949) – trompetista, flugelhornista
Robin Verheyen (1983) - saxofonista
Rosana Eckert (1974) - vocalista
Russ Kassoff (1953) - pianista
Stephen Gauci (1966) - saxofonista

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

FESTIVAL DE JAZZ EM BELO HORIZONTE, RIO DE JANEIRO, SÃO PAULO, BRASÍLIA, ARACAJU, RECIFE E BELÉM !!!!

Sexta edição do evento apresenta cinco atrações internacionais em Belo Horizonte, entre 4 e 6 de setembro.
Durante o mês de setembro, sete cidades brasileiras vão se render ao compasso e ao swing do jazz. A sexta edição do Jazz Festival Brasil traz para Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Aracaju, Recife e Belém nomes consagrados do gênero para uma série de shows. Em BH, o evento acontece entre no dia 4 de setembro, no Restaurante Ilustríssimo (Rua Maranhão, 56 - Santa Efigênia), e nos dias 5 e 6, no Grande Teatro do Palácio das Artes (Av. Afonso Pena, 1537 – Centro) com uma programação afinadíssima, dedicada ao jazz clássico das décadas de 20 a 50.
Pela primeira vez no Brasil, apresentam-se o trompetista Leroy Jones - que acompanhou Harry Connick Jr. em várias turnês mundiais - e, no Brasil, vem com a banda New Orleans Helsinki Connection, e a canadense David Braid Sextet, que vai revisitar o repertório da Count Basie Orchestra, uma das mais importantes big bands da história do Jazz. Dos Estados Unidos, vêm a Judy Carmichael Septet, comandada pela pianista californiana que dá nome ao grupo, uma das principais intérpretes dos estilos stride e swing e “embaixatriz” do Jazz Festival Brasil no exterior. Diretamente da Suécia, a Guinhild Carling and Band recebe no palco o guitarrista americano Chris Flory, que já tocou com nomes como Randy Sandke e a própria Judy Carmichael, numa performance que flerta com o blues. A Irakli and the Louis Ambassadors, da França, vai prestar um tributo ao trompetista Louis Armstrong.
O Jazz Festival é o maior do gênero no Brasil, presente em quatro das cinco regiões do País. O evento começou em 2001 no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, e hoje está em sete cidades, com um público de 20 mil pessoas na última edição — lembra Leonardo Soltz, na Soltz Eventos, empresário e produtor geral do festival. “Uma de nossas metas é popularizar o jazz, romper com essa falsa impressão de que é uma música para poucos. O ritmo, em sua origem, é dos trabalhadores negros americanos” — explica Soltz.
Em São Paulo, o Jazz Festival Brasil acontece no Bourbon Street Music Club em 2, 3 e 4 de setembro. Em Brasília, no Memorial JK, nos dias 3, 4 e 5 e, em Belo Horizonte, no Restaurante Ilustríssimo, no dia 4 de setembro, e no Palácio das Artes, nos dias 5 e 6. No Nordeste do país, o festival acontece em Aracaju, no Teatro Tobias Barreto nos dias 10, 11 e 12; no Recife, no Teatro Santa Isabel em 11, 12 e 13; e em Belém, na Assembléia Paraense nos dias 17 e 18. O Jazz Festival Brasil 2008 conta com o patrocínio da Cemig, BMG, Oi, Oi Futuro, Cosipa, Usiminas e com o apoio do Governo Federal, via Lei Federal de Incentivo à Cultura.
AS ATRAÇÕES
Judy Carmichael Septet – EUA
Dia 4 setembro – Restaurante Ilustríssimo
A pianista americana Judy Carmichael é considerada a “Rainha do Stride”, estilo de tocar piano criado no Harlem nas décadas de 20 e 30. Count Basie a apelidou de “Stride”, reconhecendo seu grande domínio nesse estilo, que exige técnica e preparação física. Carmichael é também uma das maiores representantes do swing na atualidade. Além de Basie, Sarah Vaughan - outra antiga fã - a encorajou a gravar seu primeiro álbum “acompanhada”; que ela o fez com integrantes da banda de Basie. Por meio da amizade de Sarah, Judy entrou em contato com a música brasileira, pela qual se apaixonou. É admiradora declarada de Tom Jobim (com o qual já tocou e tornou-se amiga), Elis Regina, Luiz Paulo Simas, João Gilberto e das composições de Ernesto Nazareth.
Indicada ao Grammy pelo disco “Two Handed Stride”, tem seu estilo definido pela crítica como “cúmplice e suave”. Em suas músicas, Judy funde vários estilos e épocas do jazz, tornando suas apresentações profundas e completas. A artista, a que os críticos se referiram como "impressionante, irrepreensível e cativante" (jornal The New York Times), já se apresentou com Joel Grey, Michael Feinstein, Steve Ross e os Smothers Brothers e em locais como Carnegie Hall (NY) e Museu Peggy Guggenheim (Veneza). Além disso, Judy Carmichael participou em seu país de inúmeros programas de rádio e tevê, e se apresentou em shows fechados para figuras notórias como Rod Stewart, o ator Robert Redford e o presidente norte-americano Bill Clinton. No Jazz Festival Brasil, Judy se apresentará com um formato inédito em sua carreira, uma big band, formada por músicos de várias partes do mundo. São eles: Ed Ornowski (bateria), Michael Hashim (sax), Dan Barnett (trombone), Nik Payton (sax) e David Blenkhorn (violonista).
Gunhild Carling and Band - Suécia - Convidado especial: Chris Flory – EUA
Dia 5 setembro - Palácio das Artes
Gunhild Carling é uma multi-instrumentista sueca, que tem no jazz sua grande paixão. Desde criança, Carling se apresentava em festivais e programas de TV com a Carling Family, banda de jazz composta por seus pais e seus irmãos, com a qual gravou dois álbuns.
Seus principais instrumentos são o trombone e o trompete, mas sua sonoridade flerta com o blues quando introduz o bagpipe ou a harmônica à sua música. Carling, que também interpreta composições de Debussy na harpa, é conhecida por ter a habilidade de tocar simultaneamente três trompetes. Sua inspiração vem do universo das vaudevilles, da década de 20, e seus shows são bem humorados e cheios de charme.
Carling já se apresentou pelo mundo ao lado de nomes como Count Basie Orchestra, Harlem Jazz & Blues Band, Toots Thieleman e Papa Bue and his Viking Jazzband. No Jazz Festival Brasil, ela vai tocar acompanhada de uma banda formada por músicos de grande talento como Marcelo Costa (trompete e voz), Bo Hilbert (bateria) e o guitarrista americano Chris Flory. Flory é considerado pela crítica especializada um dos melhores da atualidade, e, por muito tempo, esteve associado a com Scott Hamilton (com quem tocou pela primeira vez em 1976). O músico também se apresentou com Benny Goodman, Roy Eldridge, Illinois Jacquet, Bob Wilber, Buddy Tate, Ruby Braff, entre outros e excursionou pela China em 1992 com Judy Carmichael. Também participou de diversos álbuns da tradicional gravadora Concord, estando à frente de duas gravações e contribuindo regularmente com as gravações do Scott Hamilton.
Leroy Jones, com New Orleans Helsinki Connection – New Orleans/Helsinki
Dia 5 de Setembro – Palácio das Artes
A New Orleans and Helsinki Connection é formada por grandes instrumentistas americanos e liderada por ninguém menos que Leroy Jones. Nascido em Nova Orleans, Leroy começou a estudar trompete aos 10 anos de idade. Aos 13, já se apresentava em casas de show e conduzia a banda da igreja. Nos anos 80, formou o Leroy Jones Quintet e passou a acompanhar Harry Connick Jr. em tours pelos Estados Unidos, Canadá, América do Sul e Austrália. Com um estilo de swing com energia, o quinteto lançou dois álbuns, aclamados tanto pelo púbico e quanto pela crítica, e se apresentou em festivais na Europa, Canadá e Estados Unidos.
A New Orleans Helsinki Connection é um grupo que reúne músicos de Nova Orleans, nos Estados Unidos, e Helsinki, Finlândia, que toca o tradicional jazz de Nova Orleans com o frescor do século XXI. Seus integrantes representam o que há de melhor no estilo em suas cidades e já se apresentaram com diversos grupos. Em 2002, um antigo sonho de “encontro” tornou-se realidade, com uma turnê de três semanas pela Finlândia. Em 2003, a NOHC entrou em estúdio e gravou o CD “At Last” e tem se apresentado em festivais como o Sildajazz, na Noruega; French Quarter, em Nova Orleans; e o Lahden Jazztori e o Storyville Jazz Club, ambos na Finlândia.
David Braid Sextet – Canadá
Dia 6 de setembro – Palácio das Artes
Aclamado pela crítica do seu país, o sexteto é a primeira banda canadense a ser convidada a se apresentar no Jazz Festival Brasil. Seus integrantes são Kevin Turcotte (trompete), Perry White (saxofone), Gene Smith(trombone), Steve Wallace (baixo), Nick Fraser (bateria) e David Braid (pianista), o líder do grupo.
Para o público brasileiro, o grupo promete uma performance clássica da era do swing, com um foco particular particular no repertório da Count Basie
Orchestra, uma das mais importantes big bands da história do Jazz. Alguns de seus integrantes já se apresentaram inclusive com importantes solistas da banda de Basie, como Harry “Sweets” Edison, Clark Terry, e Eddie “Lockjaw” Davis, assim como com outros ícones do jazz, como Al Cohn, Sarah Vaughan, Oscar Peterson, Woody Herman, Nancy Wilson e Rosemary Clooney.
Em 2005, a banda foi premiada na categoria “Melhor Álbum de Jazz Tradicional do Ano” no Juno Award, o Grammy Canandense, e, no ano seguinte, foi indicado à mesma categoria.
Irakli and the Louis Ambassadors – França
Dia 6 de Setembro – Palácio das Artes
Irakli de Davrichewy, juntamente com a banda The Louis Ambassadors, vão apresentar ao público o que há de melhor no repertório de Armstrong. No Jazz Festival, Irakli será acompanhado pelos músicos Alain Marquet (clarinete), Jean-Claude Onesta (trombone), Jacques Schneck (piano), Philippe Pletan (contra-baixo) e Sylvain Glevarec (bateria) que, juntos, formam o The Louis Ambassadors.
Irakli ganhou diversos prêmios, com destaque para o Academie du Jazz 1972 e para o Jazz Hot de 1959 e de 1964. Em seu currículo, estão participações em shows e em estúdio de nomes como Dizzy Gillespie, Lionel Hampton, Cozy Cole, Buddy Tate, Joe Turner Ralph Sutton, Buck Clayton, entre outros.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

ANIVERSARIANTES DE 27/8

Alice Coltrane (1937-2007) - organista , pianista , harpista
Edward Perez (1978) - baixista
Ken Slavin (1961) - vocalista
Lester Young (1909-1959) - saxofonista (foto)

Martha Raye (1916 -1994) – vocalista
Nadeau Yves (1965) - guitarrista
Sonny Sharrock (1940-1994) - guitarrista

ANIVERSARIANTES DE 26/8

Andrew Lamb (1958) – saxofonista , flautista
Branford Marsalis (1960) - saxofonista
Clifford Jarvis (1941-1999)- baterista
David Finck (1958) - baixista (foto)

Frances Wayne (1924-1978) - vocalista
Jim Beard (1960) - pianista
Jimmy Rushing (1903-1972) - vocalista
Peter Appleyard (1928) - vibrafonista
Steve Beskrone (1955) - baixista

domingo, 24 de agosto de 2008

ANIVERSARIANTES DE 25/8

Bart Weisman (1958) - baterista
Bob Crosby (1913-1993) - vocalista , líder de orquestra
Carrie Jackson (1959) - vocalista
Carrie Smith (1941) – vocalista
Charles Fambrough (1950) – baixista
Dan Paul (1980) - pianista
Freddie Kohlman (1918-1990) – baterista, vocalista , líder de orquestra
Jimmy Robinson (1953) - guitarrista
Kate Bell (1974) - vocalista
Keith Tippett (1947) – tecladista
King Garcia (1905-1983) - trompetista
Leonard Gaskin (1920) - baixista
Mike Mellia (1980) - pianista
Pat Martino (1944) – guitarrista (foto)

Rachel Eckroth (1976) - pianista
Wayne Shorter (1933) – saxofonista
Wil Blades (1979) - organista

ANIVERSARIANTES DE 24/8

Alphonse Trent (1905-1959) – pianista, líder de orquestra
Buster Smith (1904-1991) – saxofonista
Chris Tarry (1970) - baixista
Chuck Gottesman (1971) -trompetista
Claude Hopkins (1903-1984) – pianista, líder de orquestra (foto)

Court Mast (1951) - cornetista
Paul Webster (1909-1966) - trompetista
Reggie Watkins (1971) - trombonista
Ron Holloway (1953) saxofonista

sábado, 23 de agosto de 2008

ANIVERSARIANTES DE 23/8

Bobby Watson (1953) – saxofonista
Brad Mehldau (1970) – pianista
Gil Coggins (1928-2004) - pianista
Jeff Gaeth (1956) - saxofonista
John Lindsay (1894-1950) - baixista , trombonista
Kjeld Bonfils (1918-1984) – pianista , vibrafonista
Martial Solal (1927) – pianista (foto)

Raul de Souza (1934) – trombonista, saxofonista
Rob Carroll (1956) - guitarrista
Terje Rypdal (1947) – guitarrista

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

AIVERSARIANTES DE 22/8

Aruan Ortiz (1973) - pianista
Cyrus Pace (1972) - guitarrista (foto)

Dave Wilson (1955) - saxofonista
Erik van der Luijt - pianista
John Lee Hooker (1917) – guitarrista , vocalista
Josh McDonald (1984) - trompetista
Lex Humphryes (1936) – baterista
Malachi Favors (1937-2004) - baixista
Matt Ray (1972) - pianista
Richard Cookie Thomas (1947) - vocalista
Richard Walton (1956) - baixista
Rolf Billberg (1930-1966) - saxofonista, clarinetista
Tony Aless (1921-1988) - pianista
Tracy Hamlin (1967) - vocalista
Vernon Reid (1958) - guitarrista
William S. Brown (1960) - trompetista

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

PALMYRA & LEVITA NO SALVADOR DALI - 23/08

ANIVERSARIANTES DE 21/8

Addison Farmer (1928 - 1963) - baixista
Art Farmer (1928-1999) - trompetista , flugelhornista (foto)

Carlton Holmes (1964) - pianista
Count Basie (1904-1984) - pianista, líder de orquestra
Leon Parker (1965) - baterista
Malachi Thompson (1949) - trompetista
Marlon Jordan (1970) - trompetista
Oscar Perez (1974) - pianista
Robert Pawlik (1965) - guitarrista
Savannah Churchill (1919 - 1974) - vocalista
Steve Smith (1954) - baterista
Tom Coster (1941) - tecladista
Tom Kennedy (1960) - baixista

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

ANIVERSARIANTES DE 20/8

Aaron Kleinstub (1989) - trompetista
Byron Stripling (1961) - trompetista
Enrico Rava (1943) – trompetista (foto)

Frank Capp (1931) - baterista
Frank Rosolino (1926-1978) – trombonista
Jack Teagarden (1905-1964) – trombonista, líder de orquestra
Jean Philippe Mazeres (1967)- guitarrista
Jiggs Whigham (1943) – trombonista
Jimmy Raney (1927-1995) - guitarrista
John Clayton (1952) – baixista
Joya Sherrill (1927) - vocalista
Kay Andreas Kostopoulos (1950) - vocalista
Libby Richman (1954) - saxofonista
Michael B.(1942) - pianista
Milford Graves (1940) - baterista
Terry Clarke (1944) - baterista

ANIVERSARIANTES DE 19/8

Al Morgan (1908-1974) - baixista
Danny Mixon (1949) - pianista
David Ryshpan (1985) - pianista
Dean Brown (1955) - guitarrista
Dejan Ilijic (1979) - pianista
Dill Jones (1923-1984) - pianista
Doug Ratner (1987) - guitarrista
Eddie Durham (1906-1987) – guitarrista, trombonista
Ginger Baker (1939) – baterista, vocalista
Jack Sharpe (1930-1994) – saxofonista , líder de orquestra
Jamie Breiwick (1978) - trompetista
Jimmy Rowles (1918-1996) - pianista (foto)

Manzie Johnson (1906-1971) - baterista
Marc Ducret (1957) - guitarrista
Peter Leitch (1944) - guitarrista
Rick Parker (1978) - trombonista
Ron Eschete (1948) - guitarrista
Tim Hagans (1954) - trompetista, flugelhornista

Show Rosa Passos



















Pena que fotos não têm som!
O que dizer do show?
Deixo os comentários para quem assistiu.





terça-feira, 19 de agosto de 2008

QUINTA-FEIRA NA LIVRARIA SARAIVA, 19:00 HS.

STELA ANANDA DE BARROS

Eram apenas dois os que tocavam! Naquela noite estavam quatro pessoas no salão principal e mais uma dúzia e meia que comia e conversava no espaço Gourmet. Daqueles que dividiam o salão cultural com os músicos, sombreavam apenas descrições simplórias dos restos de pensamentos que escapuliam de suas mentes, amadurecidas e acariciadas pela música que os cingia. Porém a discrição – que poderia ser bem o adjetivo que os caracterizava – por mais esforço que fizesse, não atenuava a aparente insalubridade dos rostos. Eram tão visíveis e reluzentes para mim que nem a alegria ou as conversas animadas com vinho, cafés, e pães de lá de fora puderam desprender-me da atenção que os dedicava em silêncio. Seriam eles os verdadeiros vivos aqui? Tão vivos... Sem estereótipos? Inteiros, plenos, por dentro: pura alma! Eles? Será? Reverentes, atentos a cada nota; tons e compassos. Seria o Som objeto promitente da sua ressurreição? Seria o da minha própria? Tira-nos dessa insossa mortalidade – pareciam pedir – arrebata-nos à uma imortalidade breve, intensa, serena e gloriosa! Eu já estava tão íntima do espaço, que quase conseguia fundir os sons e separá-los, fundir, e separá-los, fundir e separá-los... Quanto aos outros? Não sei! Não os notei! Sentia algo parecido com seu cheiro, uma mistura! Talvez usassem jeans, Dior, Chanel. Não, talvez não aqui no Brasil, por certo, Rosa Chá; Guaraná; C&A! Quem sabe? Naquela mescla de sabores e gestos o que importava realmente eram as batidas que escoavam e ecoavam daquela enorme caixa de cimento pintada de verde, com portas de vidro e teto branco. Um templo? Possivelmente. Ali mesmo residia a reverência e o respeito profundo daqueles quatro que assistiam. Um verdadeiro santuário musical; vazante no vazio; mas que dos nossos vazios criava seus ecos! Seus profetas? Os músicos, claro! Intérpretes natos da palavra dos céus e tradutores originais da voz do alto! Seus instrumentos? Verdadeiros objetos de manipulação espiritual, nos manipulavam a todos com aqueles ritmos. Morfina pra felicidade, soavam! Sorrisos de canto de boca surgiam ao sentirmo-nos tocados pelas palavras ocultadas em cadências quase materiais. Apenas O Sax; O Teclado e seus objetos (dois homens) o suficiente para menear nossos pés e mãos e sacar dos nossos ombros um balanço discreto. Era sobre-humano. Senti-me então pequena.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

ANIVERSARIANTES DE 18/8

Adam Makowicz (1940) – pianista

Benjamin Inbar (1979) - pianista
Brian Adler (1983) - baterista
Char Butler (1961) - guitarrista
Curtis Jones (1906 - 1971) - pianista
David Benoit (1953) – pianista
Don Lamond (1920 - 2003) - baterista
Eddie Shu (1918 – 1986) - saxofonista
Edwin Hawkins (1943) - vocalista
Eric Copeland (1963) – tecladista
Guido May (1968) - baterista
Laurie Krauz (1955) - vocalista
Mattis Cederberg (1971) - trombonista
Nabil Khemir (1966) - guitarrista
Ned Boynton (1961) - guitarrista
Vaughn Bratcher (1952) - baixista
Zinky Cohn (1908 - 1952) - pianista

ANIVERSARIANTES DE 17/8

Arvin Garrison (1922 – 1960) - guitarrista
David Satian (1979) - pianista
Duke Pearson (1932-1980) - pianista
Everette Harp (1961) – saxofonista
George Duvivier (1920-1985) – baixista
George Melly (1926 - 2007) - vocalista
Ike Quebec (1918-1963) – saxofonista
Jack Sperling (1922 - 2004) - baterista
Jeb Patton (1974) - pianista
Josh Johnston (1974) – pianista
Larry Clinton (1909-1985) – trompetista, líder de orquestra
Luther Allison (1939-1997) - guitarrista
Maria Pia De Vito(1960) - vocalista (foto)

Matt Finley (1951) – flugelhornista
Myrtill Micheller (1972) - vocalista
Perry Robinson (1938) - clarinetista
Peter Martin (1970) – pianista
Richard Freitas (1955) - pianista
Robert Stewart (1969) - saxofonista
Seth Kibel (1974) - saxofonista
Steve Cole (1970) - saxofonista

Era como se estivesse na casa dos meus pais, em Copacabana

DANUZA LEÃO
COLUNISTA DA FOLHA

Valeu a pena esperar mais de uma hora e meia para ter o privilégio de ver João Gilberto no Ibirapuera, no melhor de sua forma. Ele, que é tão contido, desta vez até falou e pediu desculpas pelo atraso -além de ter dado uma força para seu amigo Henry Maksoud, dono do hotel onde ficou hospedado.
Marcado para as 21h, às 20h30 o hall do auditório já estava lotado. Virou um grande coquetel onde as pessoas se cruzavam e se falavam, só que sem bebida. Todo mundo chegou cedo porque, com João, tudo pode acontecer: até mesmo ele chegar na hora, mas é claro que isso não aconteceu. Às 21h, João estava tranqüilamente jantando no hotel, comendo um prosaico bife.
A platéia era, na sua maioria, seleta e esperou tranqüilamente pelo artista. Às 21h47, uma simpática voz anunciou que João já estava em São Paulo (oh, que bom!), e que a precisão do artista não é com horários, mas sim com o violão, no que todos concordaram.
E fazer o quê?
Quando chegou foi um alívio, pois com ele há sempre um suspense: será que vem? Mas quando começou o espetáculo, quem ouve muito o cantor notou quase imperceptíveis mudanças na modulação de certas palavras e em alguns acordes. Brincadeiras que faz quem passa a maior parte do seu tempo criando e recriando sons. E também cantou músicas novas, que não faziam parte do seu repertório.
Ele estava tão à vontade que se sentiu "no direito" de cantar duas vezes seguidas "Chove Lá Fora", só pelo prazer de cantar. Mas quando cantou "Ligia", uma coisa curiosa aconteceu. Ele não pronunciou o nome Ligia nem uma só vez.
Alguns estranharam a letra cantada por João, mas é que a música tem duas versões: a que foi cantada, escrita por Tom, e uma segunda, mais popularizada, reescrita por Tom com a ajuda de Chico. Mas como nem todos conhecem a história, alguns não entenderam a razão de uma letra diferente. Mas o público se extasiou, e João não economizou; cantou que se acabou. Acho que estava se exibindo para a filha Luiza.

Fechei os olhos...
Num momento em que João estava cantando uma de suas músicas mais clássicas, fechei os olhos e viajei. Era como se o tempo não tivesse passado e eu estivesse na casa dos meus pais, em Copacabana, com João cantando e a turma em volta: Nara, Menescal, Ronaldo, Chico Fim de Noite, Vinicius, a maioria sentada no chão, encostada na parede, e extasiada, no mesmo silêncio de hoje, quando João pega o violão e começa a cantar.
A única diferença é que ele não usava gravata, e era bem mais novinho, mas de resto, era o mesmo, de pouco papo. O negócio dele era a música, nada mais. Fiquei emocionada, com saudades, e triste, por saber que o que dizem é verdade: que o tempo não volta. Às vezes, mas só por por alguns momentos, pára e nos deixa mais tristes depois.
Era um menino, João; éramos todos jovens e os que pertenciam ao mundo da música, o que não era meu caso, nunca poderia ter imaginado, nem nos seus sonhos mais loucos que aquelas reuniões fossem o começo de um tipo de música que começou há 50 anos e que não dá o menor sinal de que vá acabar.
Uns gênios, os garotos. E um gênio João Gilberto, responsável pela mudança que aconteceu na música brasileira e que influenciou a música do mundo todo.
Obrigada, João.

Sábado em Copacabana

RUY CASTRO

Folha de São Paulo

- Em 1947, quando Dorival Caymmi começou a compor seus incomparáveis sambas urbanos -"Marina", "Não Tem Solução", "Nem Eu", "Saudade", "Adeus", "Nunca Mais", "Só Louco", "Você Não Sabe Amar", "Sábado em Copacabana"-, os puristas rosnaram sua decepção. Acusaram-no de se estar vendendo para o universo das boates. Logo ele, o grande folclorista, baiano legítimo, cantor e cultor das nossas tradições.
Para os íntimos, Caymmi se justificava dizendo que não era folclorista e que apenas precisava trabalhar. Com o fechamento dos cassinos em 1946, já não havia espaço para as superproduções em que o palco podia comportar uma jangada, uma praia ou uma rua inteira da Bahia. A realidade agora era a das boates, amenas e intimistas, em que, às vezes, o show se limitava a ele e seu violão -como se ele precisasse de mais do que isso.
A música teria de seguir o novo formato. No lugar das epopéias de pescadores em noites de temporal, era a vez dos amores loucos e sem solução, aqueles que não podiam acontecer. As marinas épicas, com tintas de tragédia, transformavam-se numa morena chamada Marina que se pintava além da conta. As tormentas passavam a ser íntimas, mas nem por isso menos brutais.
Não quer dizer que Caymmi tenha abandonado a temática baiana. Sempre que cantou o mar, era o da Bahia. Um mar também idealizado porque, segundo sua biógrafa e neta Stella, ele não sabia nadar e nunca pescou. O que só exacerba a beleza de suas canções praieiras. O artista não precisa ter a ver com sua arte.
O Caymmi em terra firme derrotou o preconceito dos puristas e se impôs por sua maior complexidade musical e poética. De seus 94 anos, passou os últimos 70 no Rio, e há um quê de fatalidade e lirismo no fato de ter morrido num sábado em Copacabana

sábado, 16 de agosto de 2008

ANIVERSARIANTES DE 16/8

Al Hibbler (1915-2001) - vocalista (foto)

Alvin Queen (1950) – baterista
Armand Piron (1888-1943) – violinista, líder de orquestra~
Bill Evans (1929-1980) – pianista
Carl Perkins (1928-1958) – pianista
Cecil Brooks, III (1959) – baterista
Courtney Bryan (1982) – pianista
Danny Moss (1927) - saxofonista
Ellery Eskelin (1959) – saxofonista
Eric Bibb (1951) – vocalista
Fostina Dixon-Kilgoe (1956) – saxofonista
Joatan Nascimento - trompetista (1968) (foto)

Kam Falk (1963) – baixista
Mal Waldron (1926-2002) - pianista
Mary Stallings (1939) – vocalista
Mike Downes (1964) – baixista
Murray McEachern (1915-1982) – saxofonista & trombonista
Paulinho Garcia (1948) - violonista

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Enfim

50 anos após o surgimento da bossa nova

5 anos depois do último show em SP

97 min de atraso

O cantor João Gilberto, ontem à noite, no Auditório Ibirapuera





QUINZE minutos depois do horário previsto para iniciar o primeiro show no Auditório Ibirapuera, ontem à noite, às 21h15, em São Paulo, João Gilberto ainda jantava no restaurante do hotel Maksoud Plaza.


Com mais de uma hora e meia de atraso, foram colocados no palco o tapete, a cadeira e o microfone. Logo após, João entrou em cena, pediu desculpas pelo atraso e iniciou o espetáculo com "Aos Pés da Cruz".


Antes de cantar "Doralice", a quarta música da noite, o cantor disse "São Paulo, I love you". O repertório teve ainda "O Pato", "Desafinado", "Você Já Foi à Bahia?", "Chega de Saudade" e "Wave".


O clima geral da noite foi de "Joãozinho Paz e Amor", pois ele não se incomodou com os barulho das câmeras e fez um show impecável. Pouco depois da meia-noite, encerrou o concerto com "Garota de Ipanema". Levantou-se e deixou o palco sob aplausos.





Folha de São Paulo

JAZZ É UMA MÚSICA NEGRA ?


Em janeiro passado, eu estive em um painel no "Jazz at Lincoln Center” . O objeto " Jazz é Uma Música Negra ? " está ainda viva e apresenta regular combate ao longo do tempo . Quando eu fui convidado, o que veio pela primeira vez em minha mente foi Duke Ellington , na década de 20 do século passado, falando-me sobre o que disse para Fletcher Henderson : "Por que nós não retiramos a palavra Jazz e chamamos o que estamos fazendo de Negro Music ? Então não mais haverá qualquer confusão" . Henderson deixou passar. Anos mais tarde , quando Louie Bellson estava na banda de Duke Ellington, Duke disse que ele era o mais extraordinário baterista que já tinha escutado.

Nós não estaríamos no Lincoln Center para aquela discussão se não fosse pelas canções de trabalho dos negros , cantigas de roda , música de chamadas e respostas nas igrejas e o blues. Assim é inegável que o jazz começou como uma música negra . No painel, eu propus uma linha, obviamente discutível, entre a continuação dos “criadores” da música e aqueles que foram os músicos “originais”, mas que não foram profundamente modelados em direção ao jazz. Duke costumava-me dizer que as pessoas seguem sua individualidade , e citava Sidney Bechett como exemplo.

Minha lista parcial de criadores, e estou certo que você tem a sua, incluí Louis Armstrong ,Mr. Ellington, Count Basie , Charlie Christian, Charlie Parker , Miles Davis , Thelonius Monk , John Coltrane, Ornette Coleman e Lester Young. Todos negros , e alguns foram influenciados por "não-negros".

Lester Young contou-me que Frank Trumbauer, principalmente conhecido pelo seu trabalho com Bix Beiderbecke, " era meu ídolo. Quando eu começei a tocar, eu comprei todos os seus discos e imaginei que podia tocar todos aqueles solos. Eu tentava alcançar a melodia em dó no saxofone tenor. Aquilo porque eu não soava como outra pessoa.Trumbauer sempre me contou uma pequena estória." Mas Trumbauer , apesar de ser um criador, não influenciou , como Prez diz, a história de incontáveis jazzistas ao redor do mundo.

O moderador daquela noite no Lincoln Center foi o historiador e professor de jazz Lewis Porter. Ele salientou que apesar das origens negras dos criadores, eles possuíam grandes ouvidos e estavam abertos para uma infinita diversidade de influências. Como Charles Hersch nota em seu novo e importante livro “ Subversive Sounds: Race and the Birth of Jazz in New Orleans (University of Chicago Press)” , a cultura do jazz “inclui [transmutações de] quadrilhas , mazurkas e música escocesa”. No painel , mencionei que o viajante do mundo , Duke Ellington, absorveu em sua música as cores , dinâmicas e estórias regionais e nacionais dos sons que ouviu.

Porter enfatizou, “ é típico dos intérpretes da música afro-americana estarem abertos a influências”. Eric Dolphy contou-me que o canto dos pássaros passava a ser parte da sua música. Mas , outra vez, as raízes são negras. Ou, como Porter coloca, tendo aquela abertura “ não a faz não-negra”.

Isto é verdade para os “criadores” e “originais”. Uma lista parcial de “originais” que influenciaram, mas não fizeram mudanças profundas no curso do mundo do jazz abriga músicos “não-negros” como Bix Beiderbecke (que deixou Louis Armstrong maravilhado depois de quatro horas de sessão em Chicago), Pee Wee Russell, Jack Teagarden , Toshiko Akiyoshi , Bill Evans , Jim Hall, Phil Woods e o líder de orquestra Woody Herman.

As raízes negras do jazz nutrem-se destes essenciais “não-negros” e de muitos outros. E um inesperado “criador” como Ornette Coleman que surgiu em Nova York , poderia vir de qualquer parte do mundo . Entre “sets” em uma noite John Lewis e eu conversávamos sobre quem viria a ser o novo guia espiritual , que os outros seguiriam , conforme a frase de Duke Ellington. “Agora mesmo” John disse “em um clube na Rumênia , eu poderia ser um baixista ou um trompetista numa banda local”

Ele ou ela ainda não brotou no firmamento do jazz. E certamente seria ela. Aquela mulher não está na Jazz at Lincoln Center Orchestra porque Wynton Marsalis ainda não encontrou uma musicista, de qualquer nacionalidade , idade ou cor , que esteja dentro dos seus padrões para ser um membro regular . Desde que Wynton faz audições , esta omissão tem me intrigado. Como desafio (uma vez eu sugeri isto ao trompetista), por que não tentar pelo menos uma vez uma audição “cega”?.

O que eu esqueci de adicionar sobre jazz e negritude no painel da Jazz at Lincoln Center foi uma cena que testemunhei em um clube de Nova York onde Charles Mingus (na foto) estava trabalhando. Quando um “set” encerrou, Mingus deixou o palco e começamos a conversar . Um homem nos acercou, com uma tez bastante negra, e apontando para Mingus disse acusatóriamente; “ Você não é negro bastante para tocar o blues! “ . Nem Mingus nem eu tínhamos visto aquele homem antes. Mingus colocou seu braço para trás, cerrou o punho, pensou melhor, dirigiu-se para trás do palco, pegou seu contrabaixo, trouxe para o local onde o acusador ainda estava em pé, e tocou um blues que , como eu senti , estremeceu a casa. O homem sem uma palavra, envergonhadamente, deixou a casa.

Mingus foi um dos amigos mais próximos que já tive , e ele acreditava no que Charlie Parker dizia : “Qualquer um pode tocar esta música se eles podem senti-la” . Ou ouvi-la.

Eu suponho que estas investigações de como é negra esta música, agora ou no futuro, ou se qualquer um pode tocá-la, continuará. Eu prefiro o enfoque de Thelonius Monk para definir a essência do jazz . Como Leslie Gourse reportou em “ Straight No Chaser: The Life and Genius of Thelonius Monk (Schirmer Books) “. Monk falou ao colunista do New York Post em 1960, “ Eu nunca tentei pensar sobre uma definição [para o jazz] . Você imagina conhecer o jazz , quando você o escuta. O que você faz quando alguém lhe dá algo?. Você se sente satisfeito com aquilo” .

Fonte: JazzTimes / Nat Hentoff

ANIVERSARIANTES 15/08


Art Lillard (1950) - baterista ,

Bill Dowdy (1933) - baterista ,

Debbie Cunningham (1965) - vocalista ,

Dennis Gonzalez (1954) - trompetista,

Eddie Gale (1941) - trompetista ,

Joe Garland (1903-1977) - saxofonista ,

Lorraine Desmarais (1956) - pianista ,

Monk Hazel (1903-1968) - baterista,

Morey Feld (1915-1971) - baterista,

Oscar Peterson ( 1925-2007) – pianista (na foto) ,

Ramon Vazquez (1970) - baixista ,

Stix Hooper (1938) - baterista

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

JOHN BEASLEY – LETTER TO HERBIE (RESONANCE)


Dentro da atual situação explosiva da indústria fonográfica , como conhecemos bem , um novo selo de jazz vem chamando a atenção, especialmente quando há rumores de bolsos vazios. “Resonance” , baseada em Los Angeles, é um braço de uma organização sem fins lucrativos “Rising Jazz Stars” . De acordo com seu fundador e presidente , George Klabin , a missão é gravar “ o creme dos talentos desconhecidos....para capturar momentos brilhantes, passionais e mágicos’ .

Dado estes altos objetivos, o primeiro lançameno da “Resonance” , “Letter to Herbie”, está causando confusão. A seção rítmica composta pelo baixista Christian McBride e pelo baterista Jeff “Tain” Watts é esperta e competente, e o convidade Roy Hargrove, tocam bem em várias faixas, mas estes são os únicos responsáveis pelos momentos mágicos. O líder John Beasley é um pianista com uma larga e eclética experiência em estúdio. Ele tem habilidade, entusiasmo e uma metodologia musical para juntar as peças. Neste álbum com faixas de ou sobre Herbie Hancock, todas as músicas que Beasley toca é agradável e previsível se usa a formação clássica de trio como em “4 a.m.” ou tem brilho fugaz da fusão como “Vein Melter” ou pesadamente “funk” como em “The Naked Camera”.

A melhor faixa é “Bedtime Voyage” , uma esperta mistura de “Maiden Voyage” e “Tell Me a Bedtime Story”. Hargrove e o flautista Steve Tavaglione escalam juntos e constroem um genuíno e intenso clima até uma parada rápida e anticlimática.

Fonte : DownBeat / Thomas Conrad

ANIVERSARIANTES 14/08


Ben Sidran (1943) - tecladista , vocalista,

Buddy Greco (1926) - vocalista,
Eddie Costa (1930-1962) - pianista , vibrafonista,

Jack Gardner (1903-1957) - pianista ,

Jeannie Cheatham (1927) pianista ,

John V. Brown (1970) - baixista ,
Justin Robinson (1968) - saxofonista ,

Lorez Alexandria (1929-2001) - vocalista,

Stuff Smith (1909-1967) - violinista,

Tony Monaco (1959) – organista (na foto),

Walter Blanding (1971) - saxofonista

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

HOWARD ALDEN & KEN PEPLOWSKI – POW-WOW (ARBORS)


Como pode dois caras fazerem músicas poderosas e dinâmicas como as que estão em Pow-Wow ? . Podemos listar algumas razões : humor, abundância de alternativas, mútuo gosto por não dar importância a materiais que revelam desafios harmônicos e , acima de tudo, uma espécie de telepatia que encoraja os artistas a confiar na espontaneidade que ocasionalmente ocorre nos arranjos.

As treze faixas possuem todas estas qualidades e mais. Você quer algo relaxado?. Pense em “Very Early” de Bill Evans ou “Who Knows” de Duke Ellington, ambas com mudanças inesperadas que Alden e Peplowski adoram desfrutar. Ritmicamente alguém poderia esperar que o duo enveredasse pelo dixieland, bossa nova ou pelas velozes linhas em uníssono do bebop. Aparentemente seus ouvintes podem requerer qualquer coisa. O bop é ouvido na música de Bud Powell , “Tempus Fugit”; a excitação da pegada das bandas de dixieland é capturada na antiga e divertida “Panama”; e a legítima bossa sincopada em “Bossango” de Joe Puma, o falecido guitarrista que merecia ser resgatado. Puma contribuiu, também, com a faixa título, baseada em variações de “Cherokee”.

A primeira faixa requer cuidadosa audição. Na maioria dos arranjos os acordes jazzísticos providenciam estonteantes exemplos da sintonia entre Alden e Peplowski, antecipando ou ecoando cada um. O engajamento é um memorável contraponto. Em “Dream Dancing” de Cole Porter, Alden adiciona mudanças com humor cerebral, interpolando “Anything Goes” . Isto não é apenas uma multi-tarefa , mas uma farra musical.

Fonte: JazzTimes / Harvey Siders

ANIVERSARIANTES 13/08


Benny Bailey (1925-2005) - trompetista,

Big Chief Russell Moore (1912-1983) - trombonista,

Courtney Williams (1967) - baterista ,

George Shearing (1919) - pianista,
Joe Puma (1927-2000) - guitarrista ,

Mulgrew Miller (1955) -pianista,

Nate Kazebier (1912-1969) - trompetista ,

Nico Assumpção (1954-2001) – baixista (na foto) ,

Rick Stone (1955) - guitarrista,

Son Seals (1942-2004) – guitarrista, vocalista

terça-feira, 12 de agosto de 2008

HENRY BUTLER – PiaNOLA LIVE (BASIN STREET)


A faixa final deste disco feito com gravações ao vivo retiradas de fitas salvas do furacão Katrina, encontra o pianista , natural de New Orleans, Henry Butler, apresentando “North American Idiosyncrasies”. É um blues tranqüilo composto por Alvin Batiste , constituindo uma coda adequada para o álbum, que deriva bastante do charme, energia , personalidade e estilo excêntrico de Butler.

Claro que New Orleans tem sido a casa para numerosos pianistas que se destacam pelo virtuosismo e técnica , incluindo “Professor Longhair” , que inspirou a agradável performance de “Tipitina” . Uma interpretação inteiramente re-imaginada, que se move de um acorde solene para uma percussiva , intricada e atravessada passagem ao estilo “Longhair” , antes de Butler apresentar a primeira estrofe da música. A apresentação é pontuada por uma extensa improvisação amarrada com ondulações nervosas de notas simples e ressaltando os acordes da mão esquerda.

Apresentando gravações que datam da década de 80, PiaNOLA Live cobre várias áreas. Ritmicamente vacilante e harmonicamente refinado, os solos são inspirados nos primórdios do jazz (Basin Street Blues), na música para apresentação (Old Man River), clássico da balada “country” (You Are My Sunshine), no seminal “Rhythm and Blues” de New Orleans (Mother-in-Law), no clássico (Sittin´ On The Dock of The Bay) e na recente parceria blueseira e divertida com Corey Harris (Let it Roll). Todos os arranjos são caprichosos, alguns mais que outros, mas mesmo quando Butler aparece “à margem da cozinha” , seu teclado está repleto de espontaneidade e de um estilo original.

Fonte : JazzTimes / Mike Joyce

ANIVERSARIANTES 12/08


Billy Douglas (1912-1978) – trompetista , vocalista ,

Chris Jennings (1978) - baixista ,

Joe Jones (1926-2005) - vocalista ,

Luca Luciano (1975) - clarinetista ,

Lufe Lima (1963) - guitarrista ,

Michael E Royal (1950) - pianista,

Pat Metheny (1954) – guitarrista (na foto) ,

Percy Mayfield (1920-1984) – pianista , vocalista ,

Thurman Green (1940-1997) - trombonista

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

ANIVERSARIANTES 11/08


Bill Heid (1948) – organista (na foto) ,

Donny McCaslin (1966) - saxofonista,

Jess Stacy (1904-1994) - pianista,

Russell Procope (1908-1981) - clarinetista , saxofonista

domingo, 10 de agosto de 2008

Presença de Mazziotti agita reuniões da Sojazz

Mazziotti sentado com o violão e membros da Sojazz. Regina, irmã da cantora Simone, participa.

Em visita a Salvador, o cantor Zé Luiz Mazziotti tem trazido um “molho” diferente aos encontros dos sábados no La Provence.

Perfeitamente integrado em nosso grupo, Mazziotti, alem de encantar com seu canto e seu violão, tem contribuído para tornar mais ricas nossas reuniões com informações sobre o cenário artístico do qual ele participa no mais alto nivel.

Quem esteve na Quinta do Jazz na Saraiva Mega Store na ultima quinta assistiu a um dos shows mais fantásticos ocorridos em Salvador ultimamente. Sem sequer se conhecerem, Mazziotti e o Trio formado por Paulinho Andrade, Marcelo Galter e Ledson proporcionaram uma audição de alta qualidade. Houve uma "química" forte entre Mazziotti e o Trio com elogios indo e voltando. Pareciam que já tocavam desde crianças. Mecenas Salles, novo sócio da Sojazz, ficou encantado, igualmente como todos os presentes. Ricardo Silva, que e bastante exigente em suas escolhas, foi só elogios. Gabriel foi quase ao "orgasmo".

Ponto para a direção da Saraiva e para Lourenço Carvalho responsável pela produção do projeto “Quintas do Jazz”.

Outro fato marcante foi a entrevista com direito a canto no programa “Roda Baiana” da Radio Metrópole, na quarta-feira, onde Mazziotti deixou maravilhados os ouvintes e os apresentadores do programa. Houve promessa de uma grande apresentação de Mazziotti em um grande palco soteropolitano. Músicos para tocar com ele em Salvador é que não falta. Vamos torcer.

MARK ELF LANÇA CONSERVATÓRIO ON-LINE


Guitarristas procurando um novo professor podem ir direto aos seus computadores e acessar a um prático conservatório on-line do guitarrista de jazz Mark Elf (na foto).

MarkElfConservatory.com apresenta vídeos, aulas e arquivos para um prático enfoque para o ensino da guitarra jazzística. O “site” utiliza todos os recursos de multimídia para criar um conservatório digital— o material incluí mais de 200 vídeos, partituras e arquivos de diferentes lições e exercícios.

O acesso ao “Mark Elf Guitar Conservatory” custa $60 por trimestre, em uma média de $5 por semana. Por este preço , os estudantes têm acesso a todo o material do “site” , bem como críticas personalizadas de Elf sobre a habilidade desenvolvida.

Vídeos são apresentados ,passo a passo, possibilitando aos estudantes verificar , consistentemente, se estão progredindo . As lições utilizam partitura e tablatura, com aulas faladas para expor a música escrita. Para quem está procurando praticar com outros músicos o arquivo “Band in a Box” apresenta uma completa sessão rítmica para exercitar.

As lições são separadas em quatro categorias: Intermediário, Avançado, Teoria e Dicas. Lições intermediárias começam com escalas e acordes, enquanto o material do segmento avançado cobre tópicos como improvisação e solos. Usuários podem começar com qualquer lição que escolher e retornar a arquivos anteriores para revisão.

Para manter as lições interativas, os inscritos podem postar seus vídeos, tocando, para uma crítica de Elf. Adicionalmente, os alunos podem postar questões em um fórum, ou trocar idéias com Elf , ao vivo, em um ambiente de conversação para uma personalizada análise.

Elf tem mais de 35 anos ensinando, atuando e gravando discos como guitarrista profissional de jazz . Através de sua carreira, ele trabalhou com artistas como “Jazz Giants”, Dizzy Gillespie, “Heath Brothers”, Clark Terry, Wynton Marsalis e Jon Hendricks. Elf é um profissional gabaritado que muitos estudantes deveriam, por outro lado, procurar.

Novos materiais estão programados para serem adicionados ao “site” , o que ocorrerá frequentemente. Assim os participantes terão diferentes conteúdos para trabalhar. Ainda que gerado por guitarrista de jazz , o material pode ser aplicado para músicos de “fusion” , blues ou rock .

Para uma lista completa das lições disponíveis, visitem Mark Elf Guitar Conservatory lesson list.

Para ver uma amostra de lições através de vídeos vá para Mark Elf Guitar Conservatory sample videos.

Fonte : JazzTimes / Melissa Daniels

ANIVERSARIANTES 10/08


Arnett Cobb (1918-1989) – saxofonista (na foto),

Chuck Israels (1936) – baixista,

Claude Thornhill (1909-1965) - pianista , líder de orquestra,

Denny Zeitlin (1938) - pianista,

Marguerite Ann Page (1950) - vocalista ,

Michael Mantler (1943) – trompetista,

Pete McCann (1966) - guitarrista,

Rick Hirsch (1970) - saxofonista ,

Roberta Donnay (1966) - vocalista

sábado, 9 de agosto de 2008

ANIVERSARIANTES 09/08


Brian Prunka (1975) - guitarrista ,

Chris Williams (1978) - vocalista ,

D C DowDell (1951) - pianista,

Jack DeJohnette (1942) – baterista ( na foto),

Katherine Gang (1979) - vocalista,

Randy Dorman (1954) - guitarrista

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

ANIVERSARIANTES 08/08


Benny Carter (1907-2003) - saxofonista , trompetista (na foto) ,

Brian Chahley (1987) - trompetista ,

Brian Patneaude (1974) - saxofonista ,

Caitlin Smith (1971) - vocalista,

Don Burrows (1928) – clarinetista, saxofonista, flautista ,

Eric van Aro (1958) - vocalista ,

Jimmy Witherspoon (1923-1997) – vocalista,

Lucky Millinder (1900-1966) – vocalista ,

Nat Story (1904-1968) - trombonista,

Spike Mason (1970) - saxofonista,
Tom Carleno (1963) - violonista,

Urbie Green (1926) – trombonista,

Victor Cager (1960) - vocalista

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

ANIVERSARIANTES 07/08


Freddie Slack (1910-1965) – pianista , líder de orquestra,

George Van Eps (1913-1998) – guitarrista,

Harry Arnold (1920-1971) – saxofonista, líder de orquestra ,

Howard Lewis Johnson (1941) – tuba,

Idrees Sulieman (1923-2002) - trompetista , flugelhornista,
Jerry Tachoir (1955) - vibrafonista ,

Luckey Roberts (1887-1968) – pianista,

Magic Slim (1937) – guitarrista , vocalista ,

Marcus Roberts (1963) – pianista (na foto),
Rahsaan Roland Kirk (1936-1977) – multiinstrumentista,

Warren Covington (1921) - trombonista

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

PLAMYRA & LEVITA NO SALVADOR DALI - 9 DE AGOSTO


LANÇADAS GRAVAÇÕES INÉDITAS DE LOUIS ARMSTRONG


Os fãs do trompetista legendário, Louis Armstrong (na foto), poderão ter acesso a gravações nunca divulgadas anteriormente através de dois novos CDs lançados pela ‘Jazz Heritage Society”.
Criadas e autorizadas pela “Louis Armstrong Educational Foundation’, as faixas incluem mais de uma hora de valiosas transmissões de rádio, enquanto ele era convidado do programa de Rudy Vallee , “Fleishmann’s Yeast Hour” , no primeiro disco. O segundo , inclui mais de uma hora de excertos de gravações pessoais de Armstrong.

As gravações a partir de programas de rádio são de 1937. Dezoito discos de acetato foram encontrados nos arquivos de Armstrong, que foram cuidadosamente remasterizados pelo engenheiro de áudio e historiador de jazz , Doug Pomeroy.

As gravações do segundo disco foram feitas a partir de um coleção pessoal de fitas cassete de Armstrong. Como ‘hobby”, Armstrong mantinha um gravador de fita e fazia gravações junto com seus amigos, sua esposa, outros músicos ou quando estava praticando em sua casa.

Deslyn Dyer, assistente do diretor da “Louis Armstrong House”, descreveu o segundo disco como um “diário em áudio” . “Ele tinha o hábito de pressionar ‘Record’ em algum momento do dia “ , ela disse. “Quando visitantes vinham bater papo com Lucille, ele ficava praticando seu trompete. Ele gravou pessoais e privados momentos em sua residência.”

Inclusas no disco estão faixas que são reminiscências das décadas iniciais da carreira de Armstrong , bem como versões “à cappella” dele cantando “Life Is Just a Bowl of Cherries” e “Blueberry Hill.”

“Ele compreendia como era valioso aquele material; ele poderia deixar uma parte de si para outros apreciarem,” ela disse. “Você frequentemente capta o senso que aquilo era definitivamente gravado para o futuro; você o ouve descrever o timbre da gravação ou o que ele está acrescentando.”

Há um total de 650 gravações pessoais de Armstrong em seus arquivos. “Visitantes podem ter acesso a estes arquivos e ouvir centenas de horas destas gravações” Dyer declarou. No “Louis Armstrong House Museum”, localizado no Queens, New York, visitantes podem ver as caixas , decoradas à mão, das fitas que armazenam as gravações. As colagens nas caixas eram feitas pelo próprio Armstrong , afirma Dyer.

Junto com os CDs estão notas do historiador de jazz , Dan Morgenstern, bem como fotos da coleção da “Louis Armstrong House Museum “. O discos estão disponíveis para venda na JazzStore.com e na Jazz Heritage Society.org. Será disponibilizado “iTunes” para baixas digitais a partir de 12 de agosto.

Fonte : JazzTimes / Melissa Daniels

ANIVERSARIANTES 06/08


Abbey Lincoln (1930) - vocalista),

Allan Holdsworth (1948) - guitarrista ,

Andreas Oberg (1978) - guitarrista,

Andrew Bemkey (1974) - pianista ,

Baden Powell (1937-2000) – violonista (na foto) ,

Buddy Collette (1921) - clarinetista , flautista , saxofonista,

Byard Lancaster (1942) - flautista , saxofonista,

Charlie Haden (1937) - baixista,

Dorothy Ashby (1932-1986) – harpista ,

Frederick E Scott (1949) - pianista ,

Joe Diorio (1936) - guitarrista) ,

Lem Johnson (1909-1989) - saxofonista ,

Lillian Boutté (1949) - vocalista ,

Luis Russell (1902-1963) - pianista , líder de orquestra,

Norman Granz (1918-2001) - produtor ,

Paul Thomas Yoder (1967) - trompetista ,

Ravi Coltrane (1961)- saxofonista ,

Regina Carter (1966) - violinista ,

Tony Parenti (1900-1972) – saxofonista, clarinetista,

Vic Dickenson (1906-1984) - trombonista,

Victor Goines (1961) – saxofonista, clarinetista ,

Willie Brown (1900-1952) - guitarrista ,

Willie Nix (1922-1991) - baterista


Fonte : All About Jazz

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Mazziotti no "Roda Baiana"




O cantor Zé Luiz Mazziotti, que se encontra passando uns dias em terras soteropolitanas, se apresentará amanhã no programa "Roda Baiana" da Rádio Metrópole.


O programa vai ao ar das 13 às 14 horas e na entrevista Mazziotti dará "canja", soltando seu vozeirão acompanhando-se por seu impecável violão, interpretando belíssimas canções de Chico, Tom, Gil e músicas autorais.


Pela alta qualidade de seu trabalho e devido ao fato de ser muito pouco conhecido do grande público, Mazziotti ganhou o título de ser "O segredo mais bem guardado da música brasileira". do que ele diz não gostar.