Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2008

ADERBAL DUARTE NO SESI


LIVRO SOBRE MILT HINTON - MÚSICO E FOTÓGRAFO


A vida e o trabalho de Milt Hinton (1910-2000)(na foto), que teve a carreira simultânea de baixista de jazz e fotógrafo, são celebrados em um novo livro. “Playing the Changes: Milt Hinton's Life in Stories and Photographs”, publicado pela Vanderbilt University Press. Dedicado a Hinton, por David G. Berger and Holly Maxson, com prefácio de Clint Eastwood e Dan Morgenstern, o livro registra em crônicas o desenvolvimento de Hinton dos clubes segregados até as salas elegantes de concertos. Hinton é tido como um dos músicos que mais gravou na história do jazz.

Em complemento à história de Hinton , o livro reproduz 260 das suas fotografias. Hinton começou a fotografar na década de 20 do século passado e continuou até sua morte. Mais de 140 fotos serão publicadas pela primeira vez. Entre elas estão Billie Holiday, Count Basie, Duke Ellington e outros não tão famosos, como o arranjador, líder de orquestra e organista “Tiny” Parham. Junto com o livro virá um CD com músicas e entrevistas com Milt Hinton, além da sua discografia e filmografia. O livro custará $75.00.

Fonte : JazzTimes/ Jeff Tamarkin

ANIVERSARIANTES 31/01


Isham Jones (1894-1956) - saxofonista,

Benny Morton (1907-1985) - trombonista,

Bobby Hackett (1915-1976)- trompetista, cornetista(na foto)


Fonte : JazzTimes

Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2008

BRUCE HORNSBY - CAMP MEETING


Bruce Hornsby, o cantor e pianista que será conhecido para sempre pelo seu sucesso politicamente correto "The Way It Is ", moveu-se em direção a Harry Conick Jr., abandonando sua vocalização por um álbum de jazz instrumental. Porém, a transição de Hornsby é mais radical por três razões. Uma, a despeito de seu conhecimento jazzístico, ele é bem conhecido como um músico pop. Duas, ele está trabalhando em um trio, enquanto o grupo de Connick sem vocal é um quarteto em que os solos são partilhados com um saxofonista. Três, e aqui é que está o grande lance, Hornsby recrutou dois dos melhores músicos da cena jazzística : o baixista, Christian McBride e o baterista, Jack DeJohnnette.

Hornsby, adicionalmente, providenciou um espetacular programa para "Camp Meeting" , misturando temas conhecidos ( "Solar", "Giant Steps" ,"Straight No Chaser") com alguns originais ( "Camp Meeting", "Stacked Mary Possum") e composições menos conhecidas de gigantes do jazz ( "Questions e Answers" de Ornettte Coleman, "Death and Flower" de Keith Jarrett). O divertido é que se me fosse perguntado quem seria o pianista que estaria tocando, eu poderia dizer após duzentas tentativas. Nada soa como música pop. Não só a sua performance é marcante , como é boa a interação entre os músicos da banda. A música apresenta diversas variações. Soa como Keith Jarrett, Chick Corea, Bud Powell e Bill Evans, e é como se não fosse nenhum deles.

A interpretação de Giant Steps segue a rápida sucessão de acordes mutantes de John Coltrane, que não se repetem até o final. A composição de Thelonius Monk, "Straight No Chaser", é renovada com um toque "funky" , que até parece uma nova música. Sua composição, "Charlie, Woody and You" apresenta suas mãos contrastando entre si. A base fornecida por McBride e DeJohnette é magnífica. Convidados para tentar algo novo, eles tocam com alto senso de liberdade. Se prosseguirem com a experiência, serão uma renovação para o formato de trios de piano.

Fonte : JazzTimes / Steve Greenlee

ANIVERSARIANTES 30/01


Roy Eldridge (1911-1989) - trompetista(na foto) ,

Ahmed Abdul-Malik (1927-1993) - baixista,

Buddy Montgomery (1930) - pianista, vibrafonista,

Tubby Hayes (1935-1973) - saxofonista, flautista, vibrafonista,

Ralph Lalama (1951 - saxofonista


Fonte : JazzTimes

Guaramiranga: Uma cidade, muitos palcos



As apresentações ao fim da tarde na Escadaria da Igreja Matriz: música em atmosfera de informalidade.



Além do Teatro Rachel de Queiroz, diversos espaços de Guaramiranga se tornam palco para encontros musicais. Música pelas ruas, perto do público e em um belo cenário para apresentações marcadas por espontaneidade.


Quem comparece ao Festival Jazz & Blues em Guaramiranga conta com opções musicais gratuitas, como os ensaios abertos, as oficinas na Escola Júlio Holanda, os cortejos e, principalmente, os shows no palco montado em frente à Igreja Matriz, transformando a escadaria em arquibancada, nos fins de tarde. Ocasião ideal para apreciar, além dos concertos, a temperatura amena da serra.


Este ano, sobem a esse palco privilegiado os grupos do Projeto Novos Talentos, provenientes de Fortaleza, Aquiraz e São Gonçalo do Amarante. Além dos Irmãos Aniceto, da Dunas Jazz Band e do guitarrista Felipe Cazaux.

É Guaramiranga, com música por todos os cantos.

Mais informações: 9º Festival Jazz & Blues, em Guaramiranga (2/2 a 5/2, Teatro Rachel de Queiroz) e Fortaleza (7/2 a 9/2, BNB Clube).

Apresentação: Projeto TIM Música. Patrocínio: Indaiá, Coelce e Richester. Apoio: Tam, Pref. de Guaramiranga, Governo do Estado e Governo Federal.

Promoção: Diário do Nordeste.

Realização: Via de Comunicação.Ingressos: lojas Folic (Iguatemi e Del Paseo) e Mr. Cat (Del Paseo).

PROGRAMAÇÃO

Teatro Rachel de Queiroz

Sábado, 2/2
14h30 - Ensaio aberto: Hamilton de Holanda
15h - Escola Júlio Holanda - Minicursos: percussão e gaita
16h30 - Cortejo: Tambores de Guaramiranga
17h - Escadaria da Matriz: Irmãos Aniceto
21h - Shows Nonato Luiz / Hamilton de Holanda

Domingo, 3/2
10h - Oficina Irmãos Aniceto
11h - Oficina Nonato Luiz
14h30 - Ensaio aberto: Irmãos Guissé (Senegal)
15h - Minicursos
17h - Escadaria da Matriz: Novos Talentos (São Gonçalo) e Dunas Jazz Band
21h - Shows Nicole Borger / Irmãos Guissé
23h - Show Danilo Caymmi

Segunda, 4/2
10h - Oficna Bob Mesquita
14h30 - Ensaio aberto: J. J. Milteau (França)
15h - Minicursos
17h - Escadaria da Matriz: Novos Talentos ( Aquiraz) e Felipe Cazaux
21h - Shows J. J. Milteau / Jefferson Gonçalves

Terça, 5/2
10h - Oficina Jefferson Gonçalves
14h30 - Ensaio aberto: Ivan Lins
15h - Minicursos
16h30 - Cortejo de percussão
17h - Escadaria da Matriz: Novos Talentos (Fortaleza) e Cortejo de Sanfoneiros com Rodolf Forte
21h - Shows Bob Mesquita / Ivan Lins

FORTALEZA, BNB Clube

Quinta, 7/2
15h - Escola Viva Música Viva - Workshop J. J. Milteau
21h - J. J. Milteau / Jefferson Gonçalves

Sexta, 8/2
10h - Workshop Kléber Dias e J. Gonçalves
15h - Workshop Danilo Caymmi
21h - Anna Canário e Edson Távora Filho / Ivan Lins

Sábado, 9/2
15h - Workshop Irmãos Guissé
21h - Danilo Caymmi e Irmãos Guissé


Ivan Lins
O carioca Ivan Guimarães Lins começou a tocar piano aos 18 anos, influenciado pelo jazz e pela bossa nova.

Frères Guissé
Tiram a força, a riqueza e a beleza de suas músicas de um ancoradouro de confluências de várias tradições culturais do Senegal e do oeste africano.


Hamilton de Holanda
Ganhou por unanimidade, e nas categorias erudito e popular, a única edição do Prêmio de Melhor Instrumentista Icatu Hartford de Artes 2001,

Jean Jacques Milteau com Manu Galvin
Considerado o melhor harmonicista de blues na França, Milteau será acompanhado pela guitarra do também francês Manu Galvin.

Felipe Cazaux
Foi o primeiro artista do Nordeste a tocar em um festival de blues fora da região, o 2º BSB Blues Festival, em Brasília.

Nicole Borger
Nicole tem sido aplaudida pela crítica, que vem elogiando a afinação de sua voz de contralto, o bom gosto e a emoção de sua interpretação.

Jefferson Gonçalves
De volta ao Brasil, formou o trio acústico Blues Etc. que lançou seu CD de estréia em 2001 e foi eleito pela crítica o melhor disco de blues acústico do ano


Nonato Luiz
Uma verdadeira referência da música, mesclada de elementos nordestinos e eruditos, do forró ao jazz, da bossa-nova ao blues, do baião à música barroca.

Bob Mesquita *
É componente e arranjador da Big Band Show Case e flautista da Orquestra Filarmônica Jovem do Ceará.

* Bob Mesquita é um jovem saxofonista/flautista, aluno do grande músico radicado no Ceará, Márcio Resende. Iniciou na música em uma escola pública de Fortaleza, o Colégio Piamarta, o qual produziu músicos excelentes, a exemplo do trompetista Gileno, com passagem por Salvador, onde chegou há uns 5/6 anos, com apenas 15 anos de idade, conquistando os ouvidos mais exigentes, inclusive os de Ricardo Silva. Aqui em Salvador, foi orientado pelo Benutti. Atualmente, Gileno é músico na Europa.

Rodolf Forte
Rodolf ministrou inúmeras oficinas em festivais de música e chegou a conceber um método próprio de ensino do instrumento.

Danilo Caymmi
Danilo é reconhecido pela crítica especializada como um dos grandes representantes da música popular brasileira da atualidade.

Irmãos Aniceto
A banda já se apresentou na França, como parte do ano do Brasil em 2005, e em Portugal, como parte das comemorações do aniversário do município português Crato.

Info: (85)3262.7230


http://www.jazzeblues.com.br/

Terça-feira, 29 de Janeiro de 2008

ORIENTE + OCIDENTE = "MILES ... FROM INDIA" - CD DUPLO


“Miles … from India” é um CD duplo lançado pela Times Square Records, co-produzido por Bob Belden e Louiz Banks, que recupera temas familiares do repertório de Miles Davis a partir dos discos “Bitches Brew”, “In a Silent Way” e “Kind of Blue” com uma sensibilidade do tipo "o Oriente encontra o Ocidente". O projeto envolve duas dezenas de músicos dos Estados Unidos e India— entre eles muitos ex-companheiros das bandas de Davis — que gravaram em estúdios ao redor do mundo. Foram incluídos os clássicos “All Blues,” “Spanish Key,” “So What,” “It's About That Time” e “Jean Pierre.”


Instrumentos indianos são misturados com o trompete surdinado e saxofones, soando com guitarras elétricas e suingando com baixo elétrico, piano, baixo acústico e bateria em uma fusão de música clássica indiana e o jazz. Gravado em Mumbai e Madras, na India , e Nova York, Chicago e Los Angeles, a música de “Miles ... From India” foi interpretada por músicos clássicos e jazzistas da India com a companhia de músicos que gravaram ou se apresentaram com Miles Davis no período de cinco décadas. O lançamento será em 15 de abril.

Dos músicos que trabalharam com Miles Davis, e que participarão do projeto, estão relacionados os saxofonistas Dave Liebman (1972-74) e Gary Bartz (1970-71), os guitarristas Mike Stern (1981-84), Pete Cosey (1973-76) e John McLaughlin (1969-72), os baixistas Ron Carter (1963-69), Michael Henderson (1970-76), Marcus Miller (1981-1984), Benny Rietveld (1987-91), os tecladistas Chick Corea (1968-72), Adam Holzman (1985-87) e Robert Irving III (1980-88), os bateristas Jimmy Cobb (1968-63), Leon “Ndugu” Chancler (1971), Lenny White (1969) e Vince Wilburn (1981, 1984-1987) , além de Badal Roy (1972-3), que toca tabla. O contingente de músicos indianos tem a seguinte representação : o tecladista Louiz Banks, o baterista Gino Banks, o altoísta Rudresh Mahanthappa,que nasceu nos Estados Unidos, o citarista Ravi Chari, V. Selvaganesh, que toca “khanjira”; o bandolinista U. Shrinivas; Brij Narain, no “sarod”; Dilshad Khan ,no “sarangi”; Sridhar Parthasarathy, no “mridangam”; o baterista Ranjit Barot , os percussionistas Taufiq Qureshi e A. Sivamani , o flautista Rakesh Chaurasia e os vocalistas Shankar Mahadevan e Sikkil Gurucharan .

Concertos ao vivo apresentarão a música do álbum, e já estão marcados dois para Nova York e San Francisco, e outros estão para ser agendados . Entre os artistas previstos para se apresentar nestes dois shows iniciais estão confirmados Ron Carter, Lenny White, Wallace Roney, Pete Cosey, Badal Roy, Rudresh Mahanthappa, Louiz Banks, Benny Reitveld.

Segue a programação dos primeiros shows:

9 de Maio : Town Hall, 123 W, 43rd St., NovaYork, NY—20h (Tickets: $40-$45).

31 de Maio: SF Jazz Festival, The Palace of the Fine Arts, 3301 Lyon St., San Francisco, CA—20h (Tickets: $25/$30/$36/premium $56).

Fonte : JazzTimes/Jeff Tamarkin

ANIVERSARIANTES 29/01


Ed Shaughnessy (1929) - baterista,

Ruth Brown (1928-2006) - vocalista(na foto),

Derek Bailey (1930-2005) - guitarrista,

Jeanne Lee (1939-2000) - vocalista,

Marc Cary (1967) - pianista


Fonte : JazzTimes

Segunda-feira, 28 de Janeiro de 2008

GARANHUNS JAZZ FESTIVAL (2 a 4 de Fevereiro 2008)


Para maiores detalhes, veja em http://www.garanhunsjazz.com.br/

(E a Bahia?)

JACKIE RYAN - YOU AND THE NIGHT AND THE MUSIC


Para uma cantora como Jackie Ryan , que tem superlativas qualidades, quatro anos é bastante tempo entre os lançamentos de seus discos. Seu último CD, o quarto lançado pela Open Art, prova a dureza da espera. Se há alguma dúvida , "You and The Night and The Music", confirma o status de Ryan como uma das melhores vocalistas de Jazz de todos os tempos. Ela está no mesmo nível da turma da Tríplice Coroa, revelando a habilidade rústica de Sarah Vaughan, a esperteza de Carmen McRae e a cintilante energia de Diana Kral.

Em discos anteriores, Ryan, sagazmente, fez seleção de músicas que compõem o "Great American Songbook", e juntou-as às suas belas composições. Ela optou por uma série de standards. Como sempre suas escolhas são interessantes e satisfatórias. Sua "Let There Be Love", uma das cinco faixas , belamente enriquecida pelo saxofonista Red Holloway, é envolvente como Nat King Cole, em 1961, gravando com George Shearing. O fogo inicial da canção título é como se fosse um traço de união com as faixas "The Best is Yet To Come" e "I Just Found Out About Love", e a sua composição 'Wild is The Wind", é seguramente uma das melhores versões já gravadas.

Ryan é capaz de navegar na romântica "Moonlight", de Marilyn e Alan Bergman, que é raramente ouvida, e busca sua herança mexicana em "Besame Mucho" e interpreta com emoção "While We're Young" com uma ternura hipnotizante. Mas, entre as catorze faixas, o mais belo tratamento é dado a "You Are There" de Dave Frishberg e Johnny Mandel, apenas com Carol Robbins acompanhando-a com a harpa.

Fonte : JazzTimes / Christopher Loudon

ANIVERSARIANTES 28/01


Ronnie Scott (1927-1996) - saxofonista,

Acker Bilk (1929) - clarinetista,

Dick Griffin (1940) - trombonista,

Bob Moses (1948) - baterista(na foto),

Henry Johnson (1954) - guitarrista


Fonte : JazzTimes

Domingo, 27 de Janeiro de 2008

ANIVERSARIANTES 27/01


Hot Lips Page (1908-1954) - trompetista, vocalista,

Bobby Hutcherson (1941) - vibrafonista,

Bob Mintzer (1953) - saxofonista(na foto),

Pheeroan akLaff (1955) - percussionista, baterista


Fonte : JazzTimes

Sábado, 26 de Janeiro de 2008

ANIVERSARIANTES 26/01


Stephane Grappelli (1908-1997) - violinista (na foto),

Page Cavanaugh (1922) - pianista, vocalista,

Aki Takase (1948) - pianista,

Steve Dobrogosz (1956) - pianista


Fonte : JazzTimes

ROSARIO GIULIANI QUINTET - ANYTHING ELSE


Rosario Giuliani prova em seu disco "Anything Else" , lançado pela Dreyfus, ter um suingue dotado de muita energia. O altoísta e saxofonista soprano é tecnicamente adepto do post-bop. Sua música é menos um conceito pessoal do que um misto de modernas técnicas de saxofone jazzístico e estilos. As influências dos velhos mestres aparecem filtradas através daquelas vindas de contemporâneos como Kenny Garrett e Michael Brecker, com uma boa dose de toques de Phil Woods. Seus companheiros (Flavio Boltro,trompete e flugelhorn;Dado Moroni, piano;Rémi Vignolo,baixo;Benjamim Henocq,bateria) são, igualmente, talentosos. Eles têm habilidade que parece brotar de um livro didático sobre como o jazz deve ser tocado.

A precisão do toque do saxofone alto, trazido para o Jazz através de instrumentistas como Kenny Garrett, está presente no trabalho de Giuliani. Sua capacidade técnica é admirável, se não particurlamente distinta. Os músicos tocam o que sabem, e sabem muito. Mas conhecimento não é o bastante. Às vezes quando você não sabe, tenta fazer algo diferente. Isto requer uma disponibilidade para o risco de falhar, que muitos jovens jazzistas não estão dispostos a se expor. Como consequência apresentam música bem tocada, mas um som genérico como este.

Fonte: JazzTimes / Chris Kelsey

Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2008

ANIVERSARIANTES 25/01


Wellman Braud (1891-1966) - baixista,

Antonio Carlos Jobim (1927-1994) - pianista , violonista , compositor(na foto),

Benny Golson (1929) - saxofonista,

D.D. Jackson (1967) - pianista


Fonte : JazzTimes

Quinta-feira, 24 de Janeiro de 2008

ALAN BERGMAN - LYRICALLY,ALAN BERGMAN


Marido e mulher letristas, Alan e Marilyn Bergman ocuparam o nicho entre os grandes autores musicais ao tempo em que os grandes nomes do chamado "Great American Songbook"- Cole Porter, Irving Berlin, Frank Loesser, Ira Gershwin, Rodgers e Hammerstein - estavam saindo de cena. O cenário foi ocupado por maestros de rock, disco e, ultimamente, rap. Os Bergman permaneceram em sua trilha, elaborando muitas das belas e duradouras composições da metade do século passado.Suas canções escritas em parceria com Johnny Mandel, Michel Legrand, Dave Grusin e Marvin Hamlisch, ganharam 16 indicações para a "Academy Award", três Oscars, quatro Emmys e dois Grammys. Eles, também, ganharam milhões em venda com sucessos de Frank Sinatra, Streisand e Neil Diamond.

Entretanto, nunca, sua obra foi carinhosamente apresentada como nestas treze faixas do CD "Lyrically,Alan Bergman", editado pela Verve, com o próprio Alan Bergman no vocal, acompanhado por uma seção rítmica composta pelo baixista Christian McBride, o baterista Jeff Hamilton, o trompetista Till Bronner e o pianista Frank Chastenier, que Randy Waldman substitui em duas faixas.

A voz de Bergman é uma revelação, sugerindo Sinatra na maturidade e apresentando a suavidade de Fred Astaire, além de um toque sonhador de Chet Baker. Envolvido em arranjos que enfatizam as letras, como as conhecidas "The Windmills of Your Mind", "Nice 'n' Easy", The Summer Knows", "You Don't Bring My Flowers"e "The Way We Were", que se distanciam das versões familiares, enquanto as menos conhecidas "Love Like Ours", "What Matters Most", "I'll Be There" e a energética "The Face", originalmente escrita para Fred Astaire, têm o preciso tratamento que merecem.

Fonte : JazzTimes / Christopher Loudon

ANIVERSARIANTES 24/01


Jimmy Forrest (1920-1980) - saxofonista(na foto),

Joe Albany (1924-1988) - pianista,

Julius Hemphill (1938-1995) - flautista, saxofonista,

Bob Degen (1944) - pianista


Fonte : JazzTimes

Quarta-feira, 23 de Janeiro de 2008

JAZZISTAS FAZEM SHOWS BENEFICENTES PARA GEORGE CABLES


A comunidade jazzística de Nova York se reunirá nos dias 25 e 26 de Janeiro para uma série de concertos em benefício do pianista e compositor George Cables, que está se recuperando em sua casa no Queens, Nova York, de um transplante de fígado e rim, e estará impossibilitado de se apresentar por algum tempo. Os shows beneficentes ocorrerão no “Sweet Rhythm (88 7th Ave. S. in Manhattan)”, com sets às 20h, 22h e meia-noite com os músicos doando a renda dos espetáculos.

Os participantes esperados são :

Kenny Barron
Randy Brecker
Michael Carvin
Joe Chambers
Sonny Fortune
Billy Harper
Winard Harper
Louis Hayes
Vincent Herring
Pete Laroca
Peter Leitch
Victor Lewis
Ronnie Mathews
Cecil McBee
Eric Reed
Rufus Reid
James Spaulding
Steve Turre
Cedar Walton
Buster Williams
Steve Wilson
Lenny White
Reggie Workman

Aqueles que não puderem comparecer poderão contribuir conforme informado no “website” de George Cables .

Fonte: JazzTimes / Jeff Tamarkin

ANIVERSARIANTES 23/01


Benny Waters (1902-1998) - clarinetista, saxofonista,

Django Reinhardt (1910-1953) - guitarrista (na foto),

Marty Paich (1925-1995) - pianista,

Curtis Counce (1926-1963) - baixista,

Gary Burton (1943) - vibrafonista


Fonte : JazzTimes

Terça-feira, 22 de Janeiro de 2008

CIDADE FICA A VER NAVIOS... E TRIOS (A TARDE - 20 JAN 2008)

"Quem é que está cantando?", pergunta o professor universitário Antônio Pinho para algumas pessoas atentas à música que ele acaba de botar no CD player. Palpites daqui e dali, mas ninguém acerta. A raridade, uma gravação dos anos 60 do ponta-esquerda Tite, do Santos, em que canta uma música de Tom Jobim, agora se incorpora ao repertório dos demais. Para Pinho, quanto mais a dúvida dos outros se prolonga, "maior é o orgasmo". É nesse nível de paixão que, além dessa espécie de jogo, os membros da Sojazz se reúnem para trocar informações sobre música e compartilhar CDs, vinis e DVDS todos os sábados, a partir das 16 horas, no restaurante La Provence (Cidade Jardim), aberto a quem quiser participar. Os encontros costumam colocar na mesma mesa administradores, um estudante universitário, um psicanalista, um procurador público e engenheiros. Independentemente da formação, é o prazer que os une. A descontração, contudo, abre espaço para palavras nada elogiosas se é para qualificar a relação da Bahia com o jazz: "Desprezo". "Desconhecimento"."Desinformação". "Jazz é uma maneira de tocar e, para nós, de ouvir", diz o engenheiro Ricardo Silva, secretário da instituição formada oficialmente (com estatuto e tudo) em dezembro de 2002. Para ele, o benefício cultural de uma relação mais estreita com o jazz permitiria à Bahia expressar o que os Estados Unidos e Cuba já fizeram com suas músicas."A Bahia está fora do mundo do jazz. No mundo, há globalização até de pirulito. Mas ninguém vem à Bahia e ninguém sai", constata Ricardo. Como parte das ações da Sojazz, eles já promoveram uma temporada de shows que durou seis meses no restaurante Salvador Dalí e, no ano passado, realizaram o projeto Jazz na Reitoria. Uma ação prioritária para a sociedade, agora, é viabilizar a realização de um festival internacional de jazz em Salvador. Com projeto aprovado pela Lei Rouanet, no valor de R$ 1, 3 milhão, há um ano e dois meses tentam captar os recursos necessários.FESTIVAL ADIADO – De acordo com a produtora Juciara Melo, da Portte Eventos, parceira da Sojazz, a equipe tinha pauta para realizar o festival em novembro último, no Teatro Castro Alves, mas pediu adiamento para maio. Às vésperas do Carnaval, quando o cenário da cidade já está tomado por camarotes e outdoors com as festas que os empresários e poderes municipal e estadual usam como vitrines para o mundo, talvez a data sofra novo adiamento, já que é preciso conciliar o evento com as agendas das atrações. Para os grandes shows que costumam acontecer na cidade, basta um bom espaço aberto e a certeza da presença de um público que não está muito interessado na qualidade acústica, mas no ritmo. A produtora cultural Ieda Almeida foi contra a corrente, teve a coragem de enfrentar essa situação e jogou alto: trouxe Madeleine Peyroux a Salvador, ano passado, e os ingressos se esgotaram.Seu desafio foi duplo: mostrar ao País que em Salvador há público para jazz e mostrar à cidade que sair da mesma nota amplia experiências estéticas e culturais. Ieda acredita que os empresários investem no Sul porque há uma cultura favorável e eles têm certeza do retorno: “A Bahia ficou muitos anos tendo como repertório único a música baiana; por sua vez, os empresários não investem porque não acreditam que haja espaço nem retorno”. A política da meia-entrada – o percentual na Bahia é o maior do Brasil – é outro problema que ela aponta, ao lado da mentalidade do empresário baiano, “que só abre espaço para megashows de axé“. A inexistência de uma casa de espetáculos, além do TCA, a seu ver, também compromete as produções. “Salvador comporta até duas casas, o que beneficiaria não só o jazz, mas a MPB e outras linguagens”. "E pensar que Keith Jarrett, Betty Carter, Chick Corea, Ellis Marsalis, Tony Bennett, Don Pullen e outras feras do jazz já se apresentaram em Salvador", suspiram alto as pessoas da terra que amam o jazz.

Marcos Dias (mdias@grupoatarde.com.br)

JAZZ NA ENCRUZILHADA (A TARDE - 20 JAN 2008)

"Garçom, dá pra pedir para baixar o volume da banda que está atrapalhando o jantar?".
A solicitação ainda é comum em muitos espaços que contratam músicos para tocar jazz e música instrumental ao vivo.Para quem é músico, o que existe é a perplexidade diante da luta para abrir pequenas trincheiras que lhe permitam fazer o que gosta e, para o público que ama o gênero, resta a tarefa de consultar os roteiros culturais para descobrir, ocasionalmente, alguma temporada ou apresentação única.Ao contrário desse cenário, há cinco meses, não importando em que fase a lua esteja, um público diversificado se dirige todos os sábados para o Museu de Arte Moderna da Bahia (Av.Contorno), onde acontece o projeto Jam no MAM.No último dia 12, lua nova, não foi diferente: 2.300 pessoas estavam lá. Com ingressos a R$ 2, o evento contradiz as idéias feitas de que na Bahia não há público para o jazz .Os altos e baixos da cena jazzística em Salvador vêm desde o final dos anos 70, quando, no antigo Vagão, bar situado no Rio Vermelho, músicos começaram a experimentar tocar juntos com o propósito de fazer jazz e improvisar. De acordo com o trompetista Joatan Nascimento, nos anos 80 o movimento se firmou, para sofrer um abalo na década seguinte."Nos anos 90, com a consolidação do axé, muitos bares fecharam e muitos músicos migraram para essas bandas", diz ele, reconhecendo que nos anos 80 ninguém ganhava dinheiro com música por aqui. E apesar da volta das sessões do MAM-BA, suspensas em 2001, Nascimento diz que houve uma retração dos lugares disponíveis para se tocar e ouvir jazz.UM DIA NA SEMANA –O guitarrista Chico Oliveira, 31, é um dos que batalham para dar gás à cena instrumental e concorda que atualmente há poucos espaços para se tocar uma música diferenciada da de Carnaval, com o agravante de que os locais que abrem esse espaço oferecem apenas um dia da semana. "Por não haver casas específicas para o jazz, os projetos não se consolidam nem se fideliza o público", afirma.O proprietário do restaurante Extudo (Rio Vermelho), Fernando Ferrero, também confirma que já houve mais casas para o jazz em Salvador e aponta a Lei do Silêncio como a responsável pela retração e perda de espaços para os músicos e público."Muita gente deixou de fazer para evitar problemas com a Prefeitura". De acordo com a lei, em vigor desde 1998, o volume de som deve chegar a até 70 decibéis, das 7 às 22 horas e no máximo a 60 decibéis, das 22 às 7 horas. Multas para quem ultrapasse em 45 decibéis os limites de cada turno, podem variar de R$ 481 a R$ 80 mil.Ferrero acredita que a situação também tem a ver com a cultura local, em que o costume é assistir a shows em barzinhos, e a preferência dos baianos por lugares abertos e ventilados. Ele é categórico: as casas fechadas não funcionam em Salvador.O gestor da Jam no MAM, o baterista Ivan Huol, diz que chamar os bares e restaurantes existentes de ‘casas de jazz’ é um eufemismo quando se quer dizer que são sofisticadas e limpas."É preciso que a música ao vivo esteja no lugar certo e tenha o status que merece”, defende. A realidade para os músicos de Salvador, entretanto, não é nada sonora: "Fora da Jam , é desespero total: pouco público, cachês baixos e não há lugar para se tocar com liberdade e com público para verdadeiramente ouvir".

Marcos Dias (mdias@grupoatarde.com.br)

AULAS DE CANTO COM ANA PAULA ALBUQUERQUE







SONNY FORTUNE : YOU AND THE NIGHT AND THE MUSIC


O altoísta , saxofonista soprano e flautista Sonny Fortune apresenta uma influência de John Coltrane em uma série de faixas do seu CD "You and The Night and The Music (18th & Vine)" , seu primeiro disco em quatro anos. Entretanto, na maioria das vezes, Fortune se apresenta com seu toque pessoal como na suave "Sweet Georgia Brown" e em "Be-bop" ou nas baladas "Round Midnight" e "For Duke and Canon" .

Acompanhado por uma forte seção rítmica composta pelo pianista George Cables, o baixista Chip Jackson e o baterista Steve Johns, Fortune oferece aos ouvintes um belo e variado programa. Utiliza o sax soprano na música "Charade", onde a sombra modal de Coltrane é evidente. A flauta é usada em duas faixas : "Love Song" , que tem um toque latino, e "Round Midnight" de Thelonius Monk.

O sax alto reina nas demais faixas como em "Besame Mucho"e "The End of a Love Affair", também com um toque latino.

Lamentavelmente, Fortune necessita de um maior reconhecimento e este programa demonstra o porquê. A contribuição de Cables, que não tem sido ouvido em discos nos últimos anos, é importantíssima para o sucesso deste disco

Fonte : JazzTimes / Will Smith

ANIVERSARIANTES 22/01


Juan Tizol (1900-1984) - trombonista,

Andre Hodeir (1921) - compositor, arranjador,

J.J. Johnson (1924-2001) - trombonista(na foto),

Alan Silva (1939) - baixista , celista,

Eberhard Weber (1940) - baixista , celista,

Michal Urbaniak (1943) - violinista, saxofonista


Fonte : JazzTimes

Segunda-feira, 21 de Janeiro de 2008

PALMYRA & LEVITA NO TOM DO SABOR



Quero ver toda a galera lá...
Dia 22/01 - terça-feira - 22:00 horas
Tom do Sabor - Palmyra & Paulo Levita
convidado Raul Gonzalez SAX
Participação especial Rebeca (nossa filha)
1 abraço
Paulo Levita

JOE LOVANO SERÁ O ARTISTA RESIDENTE NO JAZZBALTICA2008


O saxofonista Joe Lovano,(na foto), será o artista residente no “JazzBaltica 2008”, um festival marcado para o periodo de 2 a 6 de Julho em vários locais da região norte da Alemanha. Lovano, que foi recentemente indicado para o Grammy pelo seu CD com Hank Jones, chamado “Kids: Live At Dizzy´s Club Coca Cola (Blue Note/EMI)”, se apresentará em todos os três concertos do dia em Salzau com diferentes músicos. Os shows ocorrerão em Husum, Luebeck, Kiel , onde será a sessão de abertura, e no castelo de Salzau .

“O ponto principal deste ano , é que Joe Lovano é o perfeito artista para praticar a residência,” disse Rainer Haarman, Diretor Artístico do JazzBaltica. “Ele influenciará o JazzBaltica 2008 do seu próprio jeito e estamos buscando diferentes projetos e concertos com ele e outros grandes artistas do jazz norte-americano e europeu para apresentar o sax em suas diferentes facetas.”

O programa completo do JazzBaltica 2008 será divulgado no dia 11 de abril.

Fonte : JazzTimes / Jeff Tamarkin

ANIVERSARIANTES 21/01


Steve Gilmore (1943) - baixista ,

David Moss (1949) - saxofonista,

Jason Moran (1975) - pianista(na foto)


Fonte : JazzTimes

Domingo, 20 de Janeiro de 2008

ANIVERSARIANTES 20/01


Jimmy Cobb (1929) - baterista ,

Valery Ponomarev (1943) - trompetista,

Brandon Ross (1955) - guitarrista,

Andy Sheppard (1957) - saxofonista(na foto) ,

Jeff "Tain" Watts (1960) - baterista


Fonte : JazzTimes

Sábado, 19 de Janeiro de 2008

ANIVERSARIANTES 19/01


Israel Crosby (1919-1962) - baixista,

J.R. Monterose (1927-1993) - saxofonista,

Horace Parlan (1931) - pianista(na foto)


Fonte : JazzTimes

Portela Café - Mais um espaço Jazz.

Recém inaugurado Portela Café além de contar com uma excelente carta de café, a partir dessa terça-feira [15 de janeiro], passa a fazer parte do circuito jazzístico da cidade. O aconchegante Café apresentará o show da Ronda Jazz, banda formada no final de 2007, que pretende aproveitar a acústica privilegiada do espaço para reinterpretar canções consagradas da música brasileira e standards de jazz, a exemplo de Insensatez, de Tom Jobim, Equinox, de John Coltrane, Bemsha Swing , de Thelonus Monk, e Trevels, de Pat Metheny.A Ronda Jazz é composta por Gustavo Nunes (guitarra), Yrland Valverde (baixo acústico) e Mauricio Pedrão (bateria), músicos experientes que também tocam em outros grupos musicais da cidade. De acordo Maurício Pedrão o trio é apenas um núcleo base, que receberá músicos convidados a cada terça-feira.
O show começará às 21h e a entrada é gratuita.
O quê: Apresentação da Ronda Jazz no Portela Café
Quando: Toda terça-feira, a primeira apresentação será 15 de janeiro, às 21h
Onde: Portela Café, Parque Cruz Aguiar, Rio Vermelho. Salvador - BA
Quanto: Gratuita

Sexta-feira, 18 de Janeiro de 2008

ANIVERSARIANTES 18/01


Johnny Costa (1922-1996) - pianista,

Irene Kral (1932-1978) - vocalista(na foto),

Al Foster (1944) - baterista,

Steve Grossman (1951) - saxofonista,

Marilyn Mazur (1955) - baterista, percussionista


Fonte : JazzTimes

Quinta-feira, 17 de Janeiro de 2008

SAXOFONISTA DAVID “FATHEAD”NEWMAN CELEBRA SEU 75° ANIVERSÁRIO


O grande saxofonista David “Fathead” Newman celebrará seu 75° aniversário no clube de jazz novaiorquino ,Iridium, com uma “constelação” de convidados , que inclui Phil Woods, Jimmy Heath, Cedar Walton e muitos outros. Os shows ocorrerão entre 24 e 27 de Janeiro com sets às 20h30min e 22h30min. Newman aparecerá no “The Late Show”com David Letterman como convidado do “bandleader” Paul Shaffer no dia 22 de Janeiro, e será entrevistado na Estação de Rádio WBGO por Gary Walker às 21h do dia 25 .

A banda de Newman terá Warren Bernhardt no piano, John Menegon no baixo e Yoron Israel na bateria e contará com os seguintes convidados :

Phil Woods (Janeiro 24)
Jimmy Heath (Janeiro 25)
Frank Wess (Janeiro 26)
Cedar Walton (January 27, primeiro set)
Eric Alexander (Janeiro 24 ou 25)
Vincent Herring (Janeiro 26 ou 27)
Lew Soloff (Janeiro 27)
Jimmy Cobb (Janeiro 24)
Steve Turre (Janeiro 27)
Marcus Belgrave (Janeiro 24)
Ken Peplowski (Janeiro 25)
Paul Shaffer (Janeiro 24)
Bill Easley. (Janeiro 24 ou 25)

Também se apresentarão : Benny Powell, Howard Johnson,Russell Malone
Peter Bernstein,Dave Valentin, Janis Siegel,Louis Hayes,Randy Brecker
Lou Marini, David Weiss e outros convidados surpresa.


Fonte : JazzTimes / Jeff Tamarkin

ANIVERSARIANTES 17/01


Big Sid Catlett (1910-1951) - baterista,

Cedar Walton (1934) - pianista(na foto),

Ted Dunbar (1937-1998) - guitarrista,

Billy Harper (1943) - saxofonista,

Yves Robert (1958) - trombonista,

Cyrus Chestnut (1963) - pianista


Fonte : JazzTimes

Quarta-feira, 16 de Janeiro de 2008

PIANISTA MARIAN McPARTLAND LANÇA NOVO CD


A pianista Marian McPartland, que fará noventa anos no próximo dia 20 de março, lançará seu primeiro CD em nove anos pela Concord Records . O título é “Twilight World “ e irá para as lojas no dia 11 de março. Ela estará acompanhada pelo seu trio regular , ou seja , com o baixista Gary Mazzaroppi e o baterista Glenn Davis.

A aclamada pianista continua apresentando seu programa de rádio, “Marian McPartland's Piano Jazz”, pela NPR . Na semana do seu aniversário ,(19 a 23/03/08), haverá uma série de apresentações no “Dizzy's Club Coca Cola at Jazz@Lincoln Center” em Nova York. Entre os artistas que lhe renderão homenagem estarão Karrin Allison, Regina Carter, Jason Moran, Jeremy Pelt, Ken Peplowski, Chris Potter dentre outros.


Fonte : JazzTimes / Jeff Tamarkin

ANIVERSARIANTES 16/01


Sandy Block (1917) - baixista,

Spike Robinson (1930-2001)- saxofonista(na foto),

Aldo Romano (1941) - baterista,

David Thomas Roberts (1955) - pianista


Fonte : JazzTimes

Terça-feira, 15 de Janeiro de 2008

HERBIE HANCOCK ABRE O FESTIVAL DE JAZZ DE VANCOUVER


Herbie Hancock (na foto) teve um 2007 agitado . O pianista, que já ganhou 10 prêmios Grammy, colecionou outra indicação no ano passado pelo álbum “River: The Joni Letters”, aclamado pela crítica. Neste ano, Hancock continuará agitando , abrindo o 23° “TD Canada Trust Vancouver International Jazz Festival”. Sua performance ocorrerá em 20 de junho no “Orpheum Theatre”.

O Festival que será realizado no período de 20 a 29 de junho em mais de 40 locais , terá, também, a presença de Wynton Marsalis, o diretor musical da “ Jazz at Lincoln Center Orchestra”. Marsalis, que é o primeiro ganhador do prestigiado “Pulitzer Prize” em música, se apresentará no “Orpheum” com a “Jazz at Lincoln Center Orchestra” em 27 de junho. Outro ícone, Dave Brubeck, tocará , no “Orpheum” com seu quarteto em 23 de junho.

Fonte : Jazz Times / Roxana Hadadi

ANIVERSARIANTES 15/01


Gene Krupa (1909-1973) - baterista(na foto),

Baikida Carroll (1947) - trompetista , flugelhornista


Fonte : JazzTimes