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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

DOWNBEAT – OS MELHORES DO ANO


A DOWNBEAT em sua edição de Agosto divulgou a relação dos melhores jazzistas e blueseiros do ano, escolhidos pelos críticos. Esta foi a 57ª edição desta escolha. Segue a lista:

Artista do Ano : Sonny Rollins
Álbum do Ano : Roads Show Vol.1 (Doxy/Emarcy) – Sonny Rollins
Lançamento Histórico : Anthony Braxton – The Complete Arista Recordings (Mosaico)
Galeria da Fama : Hank Jones
Compositor : Maria Schneider (na foto)
Arranjador : Maria Schneider
Produtor : Manfred Eicher
Selo : ECM
Vocalista Feminino : Cassandra Wilson
Vocalista Masculino : Kurt Elling
Baixo Acústico : Christian McBride
Baixo Elétrico : Steve Swallow
Guitarra : Bill Frisell
Violino : Regina Carter
Teclado Eletrônico : Chick Corea
Piano Acústico : Keith Jarrett
Órgão : Dr. Lonnie Smith
Vibrafone : Gary Burton
Grupo : Keith Jarrett Standard Trio
Big Band : Maria Schneider Orchestra
Trompete : Dave Douglas
Trombone : Steve Turre
Saxofone Barítono : Gary Smulyan
Saxofone Tenor : Joe Lovano
Saxofone Alto : Lee Konitz
Saxofone Soprano : Wayne Shorter
Clarinete : Don Byron
Flauta : James Moody
Bateria : Roy Haynes
Percussão : Poncho Sánchez
Outros Instrumentos : Toots Thielemans (gaita)
Artista de Blues : B.B. King
Álbum de Blues do Ano : B.B. King- One Kind Favor (Geffen)

ANIVERSARIANTES 31/08


Andrea Celeste (1986) - vocalista,
Benjamim Taubkin(1956) – pianista(na foto),
Edgar Sampson (1907-1973)-saxofonista,violinista,
Francis Hime(1939)–pianista,vocalista,compositor,
Frank Froeba (1907-1981)–pianista, líder de orquestra,
Herman Riley (1933-2007) - saxofonista,
Marshall McDonald (1959) - saxofonista,
Nate Birkey (1962) - trompetista,
Paul Winter (1939) - saxofonista,
Stefano Battaglia (1965) - pianista,
Tineke Postma (1978) - saxofonista,
Wilton Felder (1940) - saxofonista

domingo, 30 de agosto de 2009

E.J. STRICKLAND - IN THIS DAY (Strick Muzik[2009])


Graças ao trabalho com Ravi Coltrane, E.J. Strickland está bem estabelecido como um jovem e talentoso percussionista. Ravi Coltrane é o produtor neste “In This Day”, disco de estreia de Strickland. Suas composições apresentam um foco encorajador e sua banda dá ao projeto uma pegada forte. Os problemas do disco vêm dos desvios musicais e conceituais que limita o desenvolvimento completo do projeto."Abandoned Discovery" inicia suavemente, oferecendo uma pegada alegre e bom nível de intensidade, que só lhe dá qualidade. Os saxofonistas Jaleel Shaw e Marcus Strickland harmonizam magnificamente a melodia,enquanto o pianista Luis Perdomo utiliza o “Wurlitzer”, que dá um apoio eletrizante.A atuação das palhetas poderia ser excitante ou raivosa, mas o resultado sonoro é arriscado. A situação de qualquer maneira não se agrava porque o saxofone de Marcus Strickland envolve-a, com Jaleel Shaw atuando sutilmente no saxofone alto, impulsionados pelo toque da bateria de E.J. Strickland e a apresentação muscular do baixista Hans Glawischnig.

Shaw e Marcus têm a maior parte dos grandes momentos,coletiva ou separadamente. Seus diálogos em "Asante" e "Wrong Turn" são simplesmente hipnotizantes. Marcus trouxe os saxofones tenor e soprano para a festa. Seu incrementado soprano em "Robin Fly Away" e na faixa título é absolutamente glorioso.Ele também deixa seu soprano voar na feérica "New Beginnings", enquanto Yosvany Terry decola com seu sax tenor. O som mais suave de Shaw contrasta perfeitamente com o rico toque de Marcus, e o solo de Shaw na contemplativa "Find Myself" é uma rajada de ar fresco.E.J. Strickland permanence na retaguarda na maior parte do tempo, oferecendo doce textura e brilhante contraponto, mas quando põe os pés para fora em "Beginnings" e na feérica "Angular Realms", sua presença é anunciada com autoridade.

É indiferente a questão sobre se Perdomo é melhor no piano elétrico ou no acústico. Seu piano dá a "Beginnings" e à balada "Eternal" uma vibração percussiva latina, mas seu “Wurlitzer” traz a velha escola do fusion para "Realms". O toque atrativo do congueiro Pedro Martinez só aparece em quatro faixas, o que é uma pena. A mistura das suas congas com a abertura chamativa da linha de frente em "Asante", junta o tribal e o técnico, e literalmente baila com a flauta de Tia Fuller em "Illusions". A peça de destaque de Martinez, "Perdito's Prelude", é calorosa, mas perde brilho rapidamente e deveria ter sido incorporada à abertura de "Beginnings".

O grande desvio aparece em uma peça falada por Cheray (Mama Zun) O'Neal ,"Eternal (intro)" e em "In Faith (In This Day)". Os poemas devem retratar o centro emocional da música de E.J. Strickland , porém há bastante desconexão musical, levando as peças a parecerem pretensiosas. A sobreposição do vocal de Charenee Wade só faz conturbar a peça. O dueto acústico de David Gilmore com a harpista Brandee Younger em “Robin (intro)" é bonito, mas a composição parece quase esquizofrênica em contraste com o resto do disco. No lado brilhante,as aparições em “In This Day” de E.J. Strickland demonstra que ele não tem medo do trabalho nas fronteiras. Temos esperança que em seu próximo disco ele evitará expor sua motivação e, apenas, realizará o seu trabalho.

Faixas: Abandoned Discovery; Asante (para tribos de Gana); Eternal (intro); Eternal; Pedrito's Prelude; New Beginnings; In Faith (In This Day); Angular Realms; Find Myself; Wrong Turn; Illusions; Robin (intro); Robin Fly Away.

Músicos: E.J. Strickland: bateria; Jaleel Shaw: saxofone alto; Marcus Strickland: saxofone tenor;Luis Perdomo: piano, Wurlitzer; Hans Glawischnig: baixo; Pedro Martinez: congas (2, 5, 6, 12), djembe (2); David Gilmore: guitarra elétrica (9), violão (13); Cheray O'Neal: vocalização (3, 7); Charenee Wade: vocal (3); Yosvany Terry: saxofone tenor, chekere, and sinos(6)Tia Fuller: flauta(12); Brandee Younger: harpa(13).

Fonte: All About Jazz / J Hunter

ANIVERSARIANTES 30/08


Charlie Wood (1951) - guitarrista,
John Surman(1944) - saxofonista, clarinetista, tecladista,
Kenny Dorham (1924-1972) – trompetista(na foto),
Kid Rena (1898-1949) - trompetista,
Stratos Vougas (1967)- saxofonista,
Willie Bryant (1908-1964) – vocalista, líder de orquestra

sábado, 29 de agosto de 2009

HOMENAGEM A VINCE GUARALDI


Os fãs do Jazz que primeiro ouviram a suingante música improvisada através de “A Charlie Brown Christmas” ficarão entusiasmados com o CD duplo que homenageará o pianista e compositor Vince Guaraldi(na foto).

“The Definitive Vince Guaraldi (Concord)” será lançado no próximo dia 06 de Outubro e incluí músicas feitas para “Charlie Brown”, “Snoopy”, “Linus and Lucy”. Haverá, também, faixas de composições gravadas para o selo Fantasy de 1955 a 1966, tais como "Calling Dr. Funk" e "The Days of Wine and Roses".

"Estas são performances maravilhosas”, declarou Nick Phillips, Vice-Presidente de Jazz da “Concord Music Group” e produtor desta compilacão."Você pode ouví-las e traçar a evolução do seu toque no piano, desde seu início como líder, através do seu famoso sucesso no rádio ,'Cast Your Fate to the Wind'”, e todos os caminhos através da fama como pianista de música agradável. Ao final, você compreenderá que Guaraldi era descompromissado com seu enfoque jazzístico, sendo sua música acessível e com impacto comercial. Isto era Vince Guaraldi ".

Fonte: Downbeat

ANIVERSARIANTES 29/08


André Christovam (1959) – guitarrista,
Bennie Maupin (1940)-flautista,clarinetista,saxofonista,
Bobby Carcasses (1938) - trompetista,
Charlie Parker (1920-1955) - saxofonista (foto)
Dinah Washington (1924-1963) - vocalista,
Doug Raney (1956) - guitarrista,
Edu Lobo(1943) – vocalista,violonista,compositor,
Jerry Dodgion (1932) –saxofonista, flautista,
Rolf Ericson (1922-1997) – trompetista,
Tedd Baker (1974) - saxofonista

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Fred Dantas Orquestra no Pelourinho

--- Projeto Pelourinho cultural – dia 29 de agosto, sábado, 20 hs. no Largo Pedro Archanjo ---

Orquestra Fred Dantas apresenta

O Triunfo de Claudete

A Orquestra Fred Dantas volta a se apresentar no Pelourinho, num baile dançante, que ensejamos dedicar à cantora Claudete Macedo. O repertório de inicia com a composição Benutti no Plateau, dedicada ao trompetista e festejado fotógrafo Sérgio Benutti, que acaba de ver lançada sua coleção de fotos no livro A Bahia na época de D. João – chegada da corte portuguesa, editado pelo Museu de Arte da Bahia.

Depois de diversas músicas dançantes, onde inclusive haverá a performance do próprio Benutti em clássicos de salão como Cerejeira Rosa e La Virgen de Macarena, surge no palco Claudete Macedo, interpretando Batatinha, Riachão, Valmir Lima e Zé Pretinho, ou seja, os grandes compositores de samba da Bahia.

Nesse momento poderemos ouvir Retratos da Bahia, Toalha da Saudade, Ilha de Maré e a indispensável Flor da Laranjeira. Com esse samba de origem na cultura popular Claudete alcançou o sucesso nacionalmente, ao tocar em todas as rádios e vender milhares de discos.

Claudete Macedo iniciou sua carreira aos 17 anos, na Rádio Nacional do Rio de Janeiro. A convite de Jamelão, Monsueto, Risadinha e outros ídolos, participou de diversos programas de rádio de alcance nacional, e ao regressar à Bahia, passa a fazer parte do elenco da Rádio Excélsior.

Esta cantora afinada e expressiva foi crooner das melhores orquestras dos Anos Dourados na Bahia, como a Orquestra de Vivaldo Conceição, Orquestra Cuba -Jazz, Carlos Lacerda e mais recentemente da Orquestra Reginaldo Xangô. Claudete gravou 10 discos compactos e 3 LPs, e excursionou por todo o Brasil e Portugal. Recentemente brilhou no Baile da Independência, com a Orquestra Fred Dantas, no Campo Grande.

O triunfo de Claudete se dá no momento em que estamos diante de uma mulher, mãe e avó orgulhosa, que tem um filho chamado Vovô, que depois de longa trajetória na música baiana, tendo gravado com o grupo de Vanguarda Raposa Velha, resolve se radicar no Canadá, onde integrou a banda do Cirque de Soleil.

Seu triunfo é residir no Largo do Pelourinho, bem em frente à igreja do Rosário dos Pretos, de cuja irmandade faz parte, de longa data, de ver novas cantoras dando continuidade ao seu estilo, ver outros filhos e netos no mundo da arte, de participar de organizações religiosas e artísticas na sua comunidade e se manter firme e atuante no cenário da música na Bahia.

Fred Dantas, agosto de 2009

ANIVERSARIANTES 28/08


Chris Greene (1973) - saxofonista,
Ernie Fields (1904-1997)- pianista,trombonista,líder de orquestra,
Hal Russell (1926-1992) - pianista,trompetista,saxofonista,baterista e vibrafonista,
João Carlos de Assis Brasil (1945) – pianista,
Kenny Drew (1928-1993) - pianista,
Larry Goldings (1968) - pianista,organista,
Mike Metheny (1949) – trompetista,flugelhornista,
Victor Assis Brasil(1945-1981)- saxofonista(na foto)

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

MIGUEL ZENÓN LANÇA NOVO DISCO


O saxofonista Miguel Zenón lançou em 25 de Agosto seu novo disco, “Esta Plena (Marsalis Music)”, em formato digital , sendo que o formato físico será lançado no próximo 20 de Outubro. Ele excursionará através dos Estados Unidos até o final do ano.

“Esta Plena”, um produto da bolsa obtida junto ao Guggenheim, reinterpreta “plena”, uma música tradicional Afro-Caribenha originária de Porto Rico com a sensibilidade e técnicas do jazz moderno.

"Inicialmente, o que me direcionou a este projeto foi um desejo pessoal de saber mais sobre minha cultura" Zenón declarou. "Depois que deixei Porto Rico, eu mergulhei no jazz por um longo tempo, assim não estava tendo contato com a música porto-riquenha. Eu já tinha observado seu crescimento, mas só quando começei a escrever minha própria música passei a realmente dar-lhe a atenção devida. Foi quando decidi explorar esta música e buscar mais sobre minhas raízes".
"O que distingue Miguel," explica o fundador do selo e companheiro, o saxofonista Branford Marsalis ",é sua capacidade de competentemente integrar elementos da sua cultura no formato do jazz, sem comprometê-los. O que ele toca não é o “standard” 'Latin jazz', mas algo diferente".

Consistindo em 10 composições originais, metade instrumental e metade apresentando letras de Zenón, “Esta Plena” apresenta seu regular quarteto - Luis Perdomo no piano acústico, Hans Glawischnig no baixo e Henry Cole na bateria – acrescido de Héctor "Tito" Matos, Obanilú Allende e Juan Gutiérrez nos vocais e pandeiros.

Zenón atuará entre 8 e 11 de Outubro no “Jazz Showcase” em Chicago, no “Yoshi's San Francisco” no dia 15 de Outubro e no dia 17 de Outubro no “Triple Door” em Seattle como parte do “Earshot Festival”. Ele, também, atuará em clubes e festivais na Europa durante os meses de Outubro e Novembro.

Fonte : Downbeat

ANIVERSARIANTES 27/08


Alice Coltrane (1937-2007) -organista,pianista,harpista,
Edward Perez (1978) - baixista,
Ken Slavin (1961) - vocalista,
Lester Young (1909-1959) - saxofonista(na foto),
Luiz Chaves(1931-2007) – baixista,
Martha Raye (1916 -1994) – vocalista,
Sonny Sharrock (1940-1994) - guitarrista

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

TRIO + 1 (ADVENTURE MUSIC [2009])


O “+ 1” do título é Joatan Nascimento, que adiciona seu aclamado trompete e flugelhorn para uma combinação que inclui piano, baixo, bateria , melodiosos instrumentos percussivos e , em uma faixa, instrumentos diferentes e surpreendentes, construídos e tocados por Fernando Sardo.
É um intrigante conjunto de seis músicas, três das quais compostas pelo pianista Benjamim Taubkin, e todas extensamente improvisadas. A metade tem cerca de 12 minutos de duração, fluindo de forma tranquila e com uma colaboração relaxada que poderia ser rotulada como “free jazz”, se não fosse melodiosa. Entre as constantes batidas brasileiras está a bela balada “Pérolas”. Outros destaques são a bem entitulada o “The Circus Arrived...” e uma interessante apresentação da famosa composição de Baden Powell “Consolação”, que traz o seu lado místico. Às vezes , a proximidade do movimento circular da música do Oriente Médio lembra o trabalho do compositor e pianista Marcelo Zavros.

No todo, “Trio + 1” providencia uma fabulosa jornada. É um CD que se aventura, foge do usual, e demonstra como, atualmente, a música brasileira vai além da bossa nova.

Faixas : 1. Desert Is Here [O Deserto é Aqui];2. Pearls [Pérolas];3. Baianinho;
4. Sabiá Flew [O Sabiá Voou];5. Circus Arrived... [O Circo Chegou...];6. Solace [Consolação]

Músicos : Benjamim Taubkin(piano); Zeca Assumpção (baixo acústico);Sérgio Reze( bateria / percussão); Joatan Nascimento (trompete,flugelhorn)

Fonte : All About Jazz / Dr. Judith Schlesinger

ANIVERSARIANTES 26/08


Branford Marsalis (1960) - saxofonista,
Clifford Jarvis (1941-1999)- baterista,
David Finck (1958) - baixista,
Dori Caymmi (1943) – violonista,vocalista(na foto),
Frances Wayne (1924-1978) - vocalista,
Jimmy Rushing (1903-1972) - vocalista,
Peter Appleyard (1928) - vibrafonista,
Steve Beskrone (1955) - baixista

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Música na Mesa com CLÁUDIA CUNHA

ANIVERSARIANTES 25/08


Bart Weisman (1958) - baterista,
Bob Crosby (1913-1993) - vocalista,líder de orquestra,
Charles Fambrough (1950) – baixista,
Freddie Kohlman (1918-1990) – baterista,vocalista,líder de orquestra,
King Garcia (1905-1983) - trompetista,
Mike Mellia (1980) - pianista,
Pat Martino (1944) – guitarrista,
Swami Jr.(1958)–violonista,
Wayne Shorter (1933) – saxofonista(na foto)

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

FESTIVAL PARA NOVOS TROMPETISTAS HOMENAGEIA BOBBY BRADFORD


O “ Festival of New Trumpet Music (FONT)”, uma promoção sem fins lucrativos de Roy Campbell e Dave Douglas, onde as coisas ocorrem de forma segura e brilhante, acontecerá entre 01 e 04 de Outubro no “Jazz Standard”. Este ano o evento homenageará Bobby Bradford (na foto), o trompetista, cornetista, compositor, educador e luminar da “avant-garde” com a sua banda ,“Mo’Tet”, e sua associação com Ornette Coleman e John Carter. Como sempre, FONT apresenta música nova, desta vez com Ambrose Akinmusire, que apresentará uma peça dedicada a Bradford em 01 de Outubro. Nos dias 3 e 4, Bradford se apresentará com um convidado muito especial, David Murray. Abaixo segue a programação:

Quinta-feira 01 de Outubro: AMBROSE AKINMUSIRE QUARTET com o convidado especial Avishai Cohen
Ambrose Akinmusire - trompete
Vijay Iyer - piano
Chris Tordini - baixo
Marcus Gilmore - bateria

Sexta-feira 02 de Outubro: JEREMY PELT com os trompetistas, convidados especiais, Eddie Henderson e James Zollar
Jeremy Pelt - trompete
Marc Cary - piano
Vicente Archer - baixo
Gerald Cleaver - bateria

Sábado 03 de Outubro: BOBBY BRADFORD QUINTET com o saxofonista e clarinetista, convidado especial, David Murray
Bobby Bradford - trompete
Marty Ehrlich – saxofone alto e clarinete
Mark Dresser - baixo
Andrew Cyrille - bateria

Domingo 04 de Outubro: BOBBY BRADFORD OCTET com David Murray
Bobby Bradford - trompete
Marty Ehrlich - saxofone alto e clarinete
Benny Powell - trombone
Baikida Carroll - trompete
James Weidman - piano
Mark Helias - baixo
Andrew Cyrille - bateria

Verifiquem, também, “Varistar” na “Full Bleed Music”, um lançamento que ocorreu em 1999 resultante de uma gravação em estúdio a partir de uma improvisação livre com o trio composto por Bradford, Tom Heasley na tuba e o guitarrista Ken Rosser.

Fonte: JazzTimes / Evan Haga

ANIVERSARIANTES 24/08


Alphonse Trent (1905-1959) – pianista,líder de orquestra,
Buster Smith (1904-1991) – saxofonista,
Chris Tarry (1970) - baixista,
Claude Hopkins (1903-1984) – pianista,líder de orquestra,
Paul Webster (1909-1966) - trompetista,
Reggie Watkins (1971) - trombonista ,
Ron Holloway (1953) saxofonista(na foto)

domingo, 23 de agosto de 2009

FRED HERSCH POCKET ORCHESTRA - LIVE AT THE JAZZ STANDARD


Este álbum especial encaixa-se na categoria do tipo “tudo por ele mesmo”. Uma esperta e artística apresentação de composições originais do pianista Fred Hersch evocando imagens musicais de uma América que já se foi, talvez do início de 1900 a 1950, quando a vida era mais inocente do que hoje. Claramente jazzístico, incorpora elementos clássicos e outras estruturas e alusões musicais. Gravado ao vivo no “Jazz Standard”, todas as peças são composições de Hersch, manifestando suas atuais referências para complementar o espectro da música norte-americana.

A noção da “Pocket Orchestra” é uma boa e nostálgica música. A frase tem a conotação de uma música antiquada, bem como de um tempo anterior ao advento da gravação do som, quando a música era feita em casa com o pianista no centro e, talvez, um vocalista e outro instrumentista unindo-se ao grupo. A ausência do baixo em um grupo de jazz dá a Hersch a oportunidade para uma ampla variação de estilos musicais.

Os músicos têm boas performances e interagem bem entre si. Acompanhando Hersch ao piano estão o vocalista australiano Jo Lawry, que é muito sofisticado, servindo virtualmente como co-instrumentista, e havendo ou não uma influência australiana, algo há a ser considerado. O trompetista Ralph Alessi apresenta maravilhosas improvisações, enquanto o percussionista Richie Barshay dá suporte efetivo ao grupo, sendo comedido e utilizando toques e ornamentações padronizadas na bateria.

"Stuttering" move-se entre um “boogie rag” e “hard bop”. Seguindo a introdução de Hersch, há um dueto com Alessi com movimentos lentos, com pausas e recomeços repetidos e qualidade divergentes, sugerindo um tartumudeio."Child's Song" oferece um doce canto latino por Lawry, seguido por uma improvisação de Alessi, que, talvez, reflita o mais problemático lado da infância. "Song without Words #4: Duet" consiste em um tema estabelecido por Lawry com elaborações e variações instrumentais.

"Light Years" é um divertido jogo de palavras. O lirismo de Hersch evoca memórias de um despertar próprio da consciência. É um poético canto “à capellla” sobre aquelas primeiras experiências de sombra e luz: O que você pensa que é?. É a magia da vida refletida na luz e sombria penumbra. "Down Home" começa como uma canção “country” e envolve a evocação de uma banda de rua similar a "Putnam's Camp" de Charles Ives em “Three Places in New England”, onde o compositor criou o memorável efeito de duas bandas marchando e passando uma pela outra.

"Invitation to the Dance (Sarabande)" é uma peça luminar que sugere Bach com toques barrocos. A dança é um atrativo para o romance: "Só quando ele toma a mão dela, faz a vida iniciar". "Lee's Dream" é um testamento pré-bop com um entusiasmado acento. Estaria o compositor pensando em Lee Morgan? Talvez, talvez não. O “scat” uníssono no final dá um toque de qualidade ao número. "Canzona" é uma canção muito simples, sem palavras em estilo italiano. "Free Flying" é uma homenagem ao Cravo Bem Temperado de Bach, com grandes contrapontos das Fugas. Finalmente, "A Wish (Valentine)" vem a ser uma composição ao estilo de Hersch , com a letra muito bem interpretada por Lawry.

Faixas: Stuttering; Child's Song; Song without Words #4: Duet; Light Years; Down Home; Invitation to the Dance (Sarabande); Lee's Dream; Canzona; Free Flying; A Wish (Valentine).

Músicos: Fred Hersch: piano; Ralph Alessi:trompete; Jo Lawry:vocais; Richie Barshay: percussão.

Fonte : All About Jazz / Victor L. Schermer

ANIVERSARIANTES 23/08


Bobby Watson (1953) – saxofonista,
Brad Mehldau (1970) – pianista,
Gil Coggins (1928-2004) - pianista,
Jeff Gaeth (1956) - saxofonista,
John Lindsay (1894-1950) - baixista,trombonista,
Kjeld Bonfils (1918-1984) – pianista,vibrafonista,
Martial Solal (1927) – pianista,
Raul de Souza (1934) – trombonista, saxofonista(na foto),
Terje Rypdal (1947) – guitarrista

sábado, 22 de agosto de 2009

MORRE O GUITARRISTA LES PAUL


Les Paul(na foto), que sempre esteve associado com a guitarra que ele inventou, faleceu de complicações provenientes de uma severa pneumonia em White Plains, N.Y., no dia 13 de Agosto. Ele tinha 94 anos.

Paul era melhor conhecido por suas inovações no desenvolvimento do corpo sólido da guitarra elétrica, que veio a ser o desenho do modelo da Gibson lançado em 1952 que veio a ter o seu nome. Ele também ajudou a popularizar técnicas de studio como o “overdubbing” e a gravação em diversas velocidades em sucessos com sua esposa , Mary Ford, durante os anos 50. Mas músicos e fãs , também , reverenciam seu toque fácil no jazz, country e rock ’n’ roll, bem como sua energia sem limites em performances em clubes nos anos 90.

“Eu encontrei na guitarra um grande “barman”, psiquiatra e esposa, dentre outras coisas,” Paul declarou na edição da DownBeat de Março de 1997 . “Terapia real. Se eu me sentir deprimido, eu pegarei a guitarra e direi :Olhe, eu tenho algo novo para você, algo para descobrirmos’.

Nascido em Waukesha, Wisconsin,como Lester Polfus em 9 de Junho de 1915, Paul começou tocando gaita, banjo e guitarra em bandas “country” através do “Midwest”. Logo depois, ele modelou seu trio conforme os guitarritas Django Reinhardt e Eddie Lang e mudou-se para Nova York em 1936.

No início dos anos 40, Paul queria criar eletronicamente a sustentação das notas na guitarra , assim ele conectou cordas e dois altofalantes ao corpo de madeira da guitarra, que chamou de “the log” . Isto veio a ser o primeiro corpo sólido da guitarra elétrica. Após servir na Segunda Guerra Mundial, Paul iniciou experiências com técnicas de gravação. Ele usou dois discos de acetato para gravar faixas com diversidades no disco “Lover” de 1948. Ele e Mary Ford pesquisaram diferentes maneiras de combinar e recombinar a voz dela com a guitarra como nos sucessos do anos 50 “How High The Moon” e “Vaya Con Dios”.

Uma série de problemas de saúde limitaram a carreira de Paul nos anos 60 e 70, enquanto uma legião de roqueiros faziam fama usando a guitarra que ele inventou. Ele continuou inventando novas guitarras e efeitos , incluindo o “Les Paulverizer”, usado para efeito de ecos repetidos em 1974.

Após ser submetido à quinta cirurgia cardíaca no início dos anos 80, e lidar com a artrite que o atacou desde o meado dos anos 60, passou a atuar semanalmente no clube de jazz novaiorquino “Fat Tuesday’s” em 1983. Ele aparecia lá quase toda segunda-feira à noite até o seu fechamento em 1995, quando ele passou a atuar no "Iridium".

Até o final da sua vida , Paul continuou com suas invenções. Ainda, na entrevista dada à DownBeat em 1997, Paul também se mostrou crítico com os novos avanços tecnológicos. “Eu não gosto de computador, porque é muito absorvente e “come” quase todo seu tempo” Paul disse. “Na realidade, é duro ficar diante de um computador 24 horas por dia e vir a ser um viciado passivo como um telespectador.Gente, vamos ser criativos”.

Uma completa reportagem sobre Les Paul será publicada no próximo mês de Novembro na DownBeat.

Fonte : Downbeat

ANIVERSARIANTES 22/08


Aruan Ortiz (1973) - pianista,
Dave Wilson (1955) - saxofonista,
Francisco Mário(1948-1988) – violonista(na foto),
John Lee Hooker (1917) – guitarrista,vocalista,
Malachi Favors (1937-2004) - baixista,
Matt Ray (1972) - pianista,
Richard Walton (1956) - baixista,
Rolf Billberg (1930-1966) - saxofonista, clarinetista,
Tony Aless (1921-1988) - pianista,
Willim S. Brown (1960) - trompetista

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

ANIVERSARIANTES 21/08


Addison Farmer (1928-1963) - baixista,
Art Farmer (1928-1999) - Trompetista,flugelhornista(na foto),
Count Basie (1904-1984) - pianista , líder de orquestra,
Leon Parker (1965) - baterista,
Malachi Thompson (1949) - trompetista,
Marlon Jordan (1970) - trompetista,
Oscar Perez (1974) - pianista,
Savannah Churchill (1919 - 1974) - vocalista,
Steve Smith (1954) - baterista

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

ANIVERSARIANTES 20/08


Byron Stripling (1961) - trompetista,
Enrico Rava (1943) – trompetista,
Frank Capp (1931) - baterista,
Frank Rosolino (1926-1978) – trombonista,
Jack Teagarden (1905-1964)–trombonista,líder de orquestra,
Jimmy Raney (1927-1995) - guitarrista,
John Clayton (1952) – baixista(na foto),
Michael B.(1942) - pianista,
Terry Clarke (1944) - baterista

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

STEVIE HOLLAND – BEFORE LOVE HAS GONE (150 MUSIC)


Seu som é puro e energético como a água da vida, tão caloroso e ricamente maduro como uma velha reserva de conhaque. Há, também, uma atratividade em Stevie Holland que pode, alternativamente, sugerir uma fonte de ternura, a nata de um mármore de Carrera ou o crepitar do fogo, cujas chamas refletem um carvalho bem polido. Se há qualquer crítica a ser dita, é que estas chamas, ocasionalmente, atingem um patamar acima do necessário.

Em seu quarto álbum, Holland está acompanhada por ótimos músicos como o pianista Martin Berjerano, o baixista Edward Pérez, o baterista Willie Jones III, o saxofonista Ole Mathisen e o guitarrista Paul Bollenback, firmes como uma rocha em sua unidade, mas que, tranquilamente, possibilita a manifestação das suas individualidades.

A interessante escolha do repertório por parte de Holland se estende da quietude de “Make Our Garden Grow” de Leonard Bernstein e da madura sofisticação de “Here´s To Your Illusions” para a condimentada “Carioca” de Astaire Rogers e o desejar tranquilo da composição de Carly Simon, “Riverboat Gambler”. Igualmente admiráveis são duas composições de Holland escrita com seu marido, o maestro e arranjador Gary William Friedman. O título da canção, soberbamente embelezada pelo saxofone de Ole Mathisen, apresenta contemplações em torno de um relacionamento que se desintegra. Ao contrário, “The Music In Me That Plays”, enriquecida por Paul Bollenback, é um brilhante samba que exalta a chegada de um novo amor.
Faixas: Carioca;Before Love Has Gone;Where or When;Lazy Afternoon;The Music In Me That Plays;Make Our Garden Grow;Daybreak;How Deep is the Ocean;Riverboat Gambler;Here's To Your Illusions


Fonte : JazzTimes / Christopher Loudon

10 ANOS DE JAM NO MAM

ANIVERSARIANTES 19/08


Al Morgan (1908-1974) - baixista,
Dill Jones (1923-1984) - pianista,
Eddie Durham (1906-1987) – guitarrista,trombonista,
Jack Sharpe (1930-1994) – saxofonista, líder de orquestra,
Jimmy Rowles (1918-1996) - pianista(na foto),
Manzie Johnson (1906-1971) - baterista,
Marc Ducret (1957) - guitarrista,
Peter Leitch (1944) - guitarrista,
Rick Parker (1978) - trombonista,
Ron Eschete (1948) - guitarrista,
Tim Hagans (1954) - trompetista, flugelhornista

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

IV MOSTRA DE CANTO POPULAR


Local: TEATRO ICBA, Av. Sete de setembro, Vitória
Dia /Horário: 19 de agosto ás 20hs
Ingresso: R$10,
Contatos e Ingressos 71-3494-3023
escoladecanto@anapaulaalbuquerque.com
*os ingressos podem ser comprados na Escola de Canto Popular e ou reservados por telefone.

Espero todos!!!!
Abraços,
Ana Paula Albuquerque
Escola de Canto Popular

ANIVERSARIANTES 17/08


Arvin Garrison (1922 – 1960) - guitarrista,
Duke Pearson (1932-1980) - pianista,
Ed Motta(1971) – vocalista,
Everette Harp (1961) – saxofonista,
George Duvivier (1920-1985) – baixista,
George Melly (1926 - 2007) - vocalista,
Ike Quebec (1918-1963) – saxofonista,
Jack Sperling (1922 - 2004)–baterista,
Jeb Patton (1974) - pianista,
João Donato (1934) –pianista,acordeonista,vocalista(na foto),
Larry Clinton (1909-1985) – trompetista , líder de orquestra,
Luther Allison (1939-1997) - guitarrista,
Maria Pia De Vito(1960) - vocalista,
Matt Finley (1951) – flugelhornista,
Peter Martin (1970) – pianista,
Robert Stewart (1969) - saxofonista

domingo, 16 de agosto de 2009

JOE LOVANO - FOLK ART (Blue Note Records [2009])


“Folk Art” é o 22º álbum do saxofonista Joe Lovano como líder para o selo Blue Note e, surpreendentemente, é o primeiro totalmente feito com composições originais.”Folk Art” é inusual, não só na escolha do material como dos músicos.O pianista James Weidman é o único veterano. A ascendente baixista Esperanza Spalding e os percussionistas Otis Brown III e Francisco Mela são as caras novas na cena jazzística.

Inspirado pelo vigor de sua jovem banda, o enfoque de Lovano relembra a expansiva liberdade de seus mais experimentais lançamentos pela Blue Note, como “Universal Language (1992)” e “Flights of Fancy: Trio Fascination, Vol. 2 (2001)”. Composto por material novo, Spalding, Brown and Mela não têm medo de se arriscar neste território não familiar, forçando Weidman e Lovano a desafiar seus próprios conceitos de expressão.

Um experiente mestre, com um belo conjunto de tradições jazzísticas, dedicando algumas músicas para companheiros. "Ettenro" é uma saudável meditação livre para o inovador “Harmolodic” cujo espírito plana sobre esta sessão, enquanto o moderno e primal "Dibango" homenageia o famoso saxofonista camaronês Manu Dibango, apresentando Lovano no pungente duplo soprano,o “aulochrome”. "Song For Judi" revela su lado romântico com uma brilhante balada dedicada à sua esposa, a vocalista Judi Silvano.

A despeito de Lovano e Weidman tomarem a parte do leão na sessão, há amplo espaço para a seção rítmica. Spalding, Brown e Mela executam seus trabalhos com segurança e estilo, providenciando traços secos do bop na excitante faixa de abertura "Powerhouse", gracioso diálogo para "Drum Song" ou acentos ternos na tranqüila "Wild Beauty". A opulenta excursão de Weidman empresta ar esplendoroso à sua atuação, enquanto o líder soa cortante nos vôos errantes do tenor na energética lineariedade de "Powerhouse", impressionísticamente torrencial em "Ettenro" e melífluo em “Wild Beauty".

Enquanto o novo grupo de Lovano brilha, suas composições merecem atenção. Geralmente evitando o formato “tema-solo-tema” muitas das melodias são episódicas, unindo fragmentos de divergentes melodias e ritmos variáveis dentro de uma narrativa, preferencialmente a temas recorrentes. A enigmática faixa título é emblemática. Depois da introdução contagiante com atrativas sinuosidades, a banda repentinamente reflue, enfatizando um cintilante diálogo percussivo entre Brown e Mela. Este diálogo caleidoscópico intensifica-se e o quinteto reaparece com um pegada bop junto a acordes brilhantes de Weidman e Lovano. A agitação dos tempos é rapidamente deslocada por uma abstração melodiosa e a abertura do tema retorna para uma breve coda.

Outras faixas seguem estratégias singulares, incorporando duetos de saxophone e percussão ("Us Five"), incorporando diálogos extras da seção rítmica ("Page 4"), controladas improvisações coletivas em busca de um objetivo unificado e harmonioso ("Ettenro"). Balanceando liberdade com convenção, “Folk Art” é um dos mais aventurosos trabalhos de Lovano.

Faixas: Powerhouse; Folk Art; Wild Beauty; Us Five; Song For Judi; Drum Song; Dibango; Page 4; Ettenro.

Músicos: Joe Lovano: saxofone tenor, saxofone alto, taragato, clarinete alto, “aulochrome”, “gongs”; James Weidman: piano; Esperanza Spalding: baixo; Otis Brown III: bateria, “ankle bells”, “ascending opera gong”, “descending opera gong”; Francisco Mela: bateria, pandeiro, “dumbek”, bateria etíope, “ankle bells”.

Fonte: All About Jazz / Troy Collins

ANIVERSARIANTES 16/08


Al Hibbler (1915-2001) - vocalista,
Alvin Queen (1950) – baterista,
Armand Piron (1888-1943) – violinista, líder de orquestra,
Bill Evans (1929-1980) – pianista,
Carl Perkins (1928-1958) – pianista,
Cecil Brooks, III (1959) – baterista,
Danny Moss (1927) - saxofonista,
Ellery Eskelin (1959) – saxofonista,
Eric Bibb (1951) – vocalista,violonista,
Joatan Nascimento (1968) - trompetista, flugelhornista(na foto),
Mal Waldron (1926-2002) - pianista,
Mary Stallings (1939) – vocalista,
Mike Downes (1964) – baixista,
Murray McEachern (1915-1982) – saxofonista, trombonista,
Paulinho Garcia (1948) – violonista,vocalista

sábado, 15 de agosto de 2009

ARILD ANDERSEN – LIVE AT BELVILLE (ECM Records)


Este novo trio liderado pelo veterano baixista-compositor norueguês, Arild Andersen, e coadjuvado pelo baterista italiano Paolo Vinaccia e o saxofonista tenor escocês, Tommy Smith, foi gravado em uma sessão livre no “Belleville Club” em Oslo.Um membro do inovativo grupo de Jan Garbarek do final dos anos 60, que ajudou a definir o “Eurojazz”, Andersen é um ótimo solista com uma bela entonação e uma ampla visão musical. Ele possibilita largos movimentos de expressão em seu aventuroso trabalho, que organicamente incorpora o free jazz, música folclórica escandinava, sons ambientes,música de câmara, emocões “freebop”, eletrônica e, até, um toque “Ellingtoniano”.

A parte fundamental do trabalho é a épica “Independency” uma suíte em quatro partes escrita em 2005 em comemoração ao centenário da libertação da Noruega do domínio sueco. A sombria “Primeira Parte” tem Andersen apresentando as raízes da música folclórica norueguesa , com Smith providenciando um toque pungente a la Jan Garbarek. A Segunda Parte é uma feroz excursão no “freebop” incrementada pelo formidável trabalho de Andersen e a expressividade livre de Vinaccia com um suingue interativo dentro da linha de Jack DeJohnette. Este segundo movimento também apresenta uma calorosa intensidade e estilo fluente de Smith, um tremendo improvisador e músico pouco reconhecido, que nós não temos ouvido muito desde seus lançamentos pela Blue Note no final dos anos 80 e início dos 90. O Terceiro Movimento é uma peça com atmosfera em rubato com Andersen apresentando suas longas linhas melódicas com atraso em relação à esperteza de Vinaccia, com um colorido trabalho de prato, e extensos tons sombrios de Smith. O Quarto Movimento apresenta prazeirosos movimentos descendentes e ascendentes, um número melódico que encontra Andersen transitando rapidamente de acordes em movimentos crescentes e decrescentes para uma forte linha uníssona com Smith.
Eles passam para a luxuriante “Prelude to a Kiss” com Smith antenando-se com Ben Webster, enquanto na contida “Outhouse” ele se liga em Michael Brecker. Seguindo o evento, esta intensa “jam” encerra-se com uma suave e simples nota de Andersen, com “Dreamhorse” apresentando uma pegada “new-age”, onde o baixista toca bela e liricamente no topo dos seus próprios arpejos digitalizados antes de dialogar com Smith. Música criativa e desafiante para um novo trio dinâmico.

Faixas :Independency, Pt. 1;Independency, Pt. 2;Independency, Pt. 3;Independency, Pt. 4;Prelude to a Kiss;Outhouse;Dreamhorse

Data de Lançamento: 24/11/2008

Fonte : JazzTimes/Bill Milkowski

SOJAZZ na TV







Na foto, Heloísa entrevista músico de rua em Tailin, Estônia, uma das cidades por nós visitadas.

Adivinhem o que ele estava tocando?

Quem pensou em Garota de Ipanema acertou.


No sábado, dia 22/08, teremos a satisfação de receber em nossa reunião no Restaurante Il Maestro a amiga Heloísa Braga. brilhante apresentadora do programa PASSAPORTE, da TV Educativa de Salvador, programa este com anos de estrada que é apresntado às 11:00 horas das manhãs de domingo no mais aplicado canal de TV soteropolitano.

Acompanhada do misto de maridão e cinegrafista, o sempre simpático, culto e jovial Marcelo, especialmente para mim será um prazer receber o casal em uma de nossas reuniões.

Tive a satisfação de conviver com o distinto casal em recente excursão que fizemos em um Cruzeiro pela Escandinávia e logo, de parte deles, surgiu a iniciativa desse programa especial com a nossa SOJAZZ.

Quem sabe, essa presença será a primeira de uma série?

Que sejam bem-vindos Heloísa e Marcelo



Marcelo e sua inseparável câmera filmando em St Petersburgo, Rússia.

ANIVERSARIANTES 15/08


Art Lillard (1950)-baterista,
Dennis Gonzalez (1954)- trompetista,
Eddie Gale (1941) - trompetista,
Joe Garland (1903-1977)-saxofonista,
Monk Hazel(1903-1968)-baterista,
Morey Feld (1915-1971)- baterista,
Oscar Peterson ( 1925-2007) – pianista (na foto),
Ramon Vazquez (1970) - baixista

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

ANIVERSARIANTES 14/08


Ben Sidran (1943) - tecladista , vocalista,
Buddy Greco (1926) - vocalista,
Eddie Costa (1930-1962)-pianista,vibrafonista,
Jack Gardner (1903-1957) - pianista,
Jeannie Cheatham (1927) pianista,
Lorez Alexandria (1929-2001) - vocalista,
Stuff Smith (1909-1967) - violinista,
Tony Monaco (1959) – organista(na foto),
Walter Blanding (1971) - saxofonista

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

CELEBRAÇÃO PARA MARK MURPHY


No próximo 20 de Outubro, haverá uma celebração para o vocalista Mark Murphy(na foto) no “Yoshi's”, em Oakland, Califórnia, que, também, será em benefício da “Berkeley's Jazzschool” . O concerto ajudará a estabelecer uma bolsa de estudos para a “Mark Murphy Vocal Jazz”, que será implantada na escola.

Estarão presentes no concerto, vocalistas da “Bay Area”, que são velhos amigos e alunos de Murphy. No rol dos vocalistas estão Kitty Margolis, Madeline Eastman, Ann Dyer, Laurie Antonioli, Joyce Cooling e Bobbie Norris.

Antonioli, que é o diretor do programa vocal da escola, declarou: "Quando eu tinha 19 anos, Mark convidou-me para cantar com ele regularmente no “The Dock” em Tiburon. Desde então, a influência de Mark segue-me aonde vou, e ele tem sido generoso de várias maneiras.O fato de estarmos criando uma bolsa de estudos em seu nome não poderia ser mais apropriado”.

Fonte : Downbeat

ANIVERSARIANTES 13/08


Benny Bailey (1925-2005) - trompetista,
Big Chief Russell Moore (1912-1983) - trombonista,
George Shearing (1919) - pianista,
Joe Puma (1927-2000) - guitarrista,
Helena Meirelles (1924-2005) – violeira,
Mulgrew Miller (1955) -pianista,
Nate Kazebier (1912-1969) - trompetista,
Nico Assumpção (1954-2001) – baixista (na foto),
Rick Stone (1955) - guitarrista,
Son Seals (1942-2004) – guitarrista, vocalista

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

ANIVERSARIANTES 12/08


Billy Douglas (1912-1978) – trompetista,vocalista,
Joe Jones (1926-2005) - vocalista,
Luca Luciano (1975) - clarinetista,
Pat Metheny (1954) – guitarrista (na foto),
Percy Mayfield (1920-1984) – pianista , vocalista,
Thurman Green (1940-1997) - trombonista

terça-feira, 11 de agosto de 2009

NIVALDO ORNELAS – FOGO E OURO


O Cd “Fogo e Ouro”, lançado em 2009 pelo selo “SESC - Amigos do Tom”, retrata a alquimia, a mágica de transformar metal simples em ouro. Representar esse tema num painel sonoro foi o grande desafio do saxofonista, flautista, compositor e arranjador Nivaldo Ornelas. Além da faixa que dá nome ao Cd, a música “Nova Lima Inglesa” traça o perfil sonoro da cidade de Nova Lima, em Minas Gerias, sede da mina Morro Velho (Anglo Gold), que foi colonizada pelos ingleses. Lá, Ornelas encontrou toda a atmosfera para este trabalho. O Cd conta com as participações de Helvius Vilela(piano), Cid Ornellas(vocal), André Dequech(teclados), Juarez Moreira(violão e guitarra), Neném(bateria), Cláudio Infante(bateria), Kiko Mitre(baixo elétrico), Delia Fischer(piano), Carla Villar, Ricardo Leão(piano acústico, teclados), Paulinho Soledade, Luis Brasil(violão acústico), Marcelo Camargo Mariano(baixo),Cleber Alves e Sérgio Silva(percussão), entre outros.

Nos últimos anos, Nivaldo atuou como solista com a Rio Jazz Orchestra, a Orquestra de Jazz de Curitiba, e atuou e gravou com a UFRJazz Ensemble. Foi convidado do Projeto Circular Brasil, da Série MPB & Jazz, e coordenou o Rio Jazz Instrumental no Teatro da Caixa Econômica. Em 2009, as atenções estarão voltadas para o lançamento do Cd "Fogo e Ouro".

Faixas :
1. Nova Lima Inglesa (Nivaldo Ornelas) 4'25 – Dedicada ao povo de Nova Lima
2. Rua Java (Helvius Vilela) 3'48 - Dedicada a Helvius Vilela
3. Maracajú (Nivaldo Ornelas) 4'21 – Dedicada a Isabela(afilhada)
4. D'Areia (Nivaldo Ornelas) 5'48
5. Rua Genebra (Nivaldo Ornelas) 3'49 - Dedicada a Pascoal Meirelles
6. Rua Zurique (Nivaldo Ornelas) 4'35 – Dedicada a Arnaldo Chacon e Luis Marinho
7. Fogo e Ouro (Nivaldo Ornelas) 4'45 – Dedicada a Dr. Roberto de Carvalho Silva, Cláudia Meinberg e Liliane Lana
8. Preludir (Nivaldo Ornelas) 3'10 - Dedicada a César Cunha e família
9. Diminuto (Helvius Vilela) 3'10 - Dedicada ao clarinetista Walter Alves
10. Invenção No 1 / Barra-Ponto (J. S. Bach) / (Nivaldo Ornelas) 2'38
Dedicada a Moacir de Oliveira

Fonte: Material de divulgação da gravadora

ANIVERSARIANTES 11/10


Bill Heid (1948) – organista,
Donny McCaslin (1966) – saxofonista(na foto),
Jess Stacy (1904-1994) - pianista,
Russell Procope (1908-1981) - clarinetista, saxofonista

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

ANIVERSARIANTES 10/08


Arnett Cobb (1918-1989) – saxofonista (na foto),
Chuck Israels (1936) – baixista,
Claude Thornhill (1909-1965)- pianista,líder de orquestra,
Claudionor Germano (1932) – vocalista, compositor,
Denny Zeitlin (1938) - pianista,
Pete McCann (1966) - guitarrista

domingo, 9 de agosto de 2009

MICHAEL MUSILLAMI TRIO + 3 - FROM SEEDS (Playscape Recordings [2009])


2009 marca o décimo aniversário do guitarrista Michael Musillami na “Playscape Recordings”. Desde então, Musillami tem lançado vários discos como líder com o suporte de diversificadas bandas, sendo a mais corrente e versátil a composta pelo baixista Joe Fonda e pelo baterista George Schüller.

Grandes colaboradores, o trio frequentemente se encontra acompanhado por convidados. “Dachau (Playscape, 2005)” incluiu as contribuições do saxofonista Tom Christensen, do trompetista Dave Ballou e do pianista Peter Madsen. “The Treatment (Playscape, 2007)” adicionou o violinista Mark Feldman, com cada seção apresentando faixas do extenso “songbook” do trio. “From Seeds” apresenta novas composições escritas para este trabalho.

Veteranos como o multinstrumentista Marty Ehrlich, tocando exclusivamente saxofone alto, o trompetista Ralph Alessi e o vibrafonista Matt Moran, trazem experiência e vitalidade para o trio de Musillami. Ehrlich, com um toque cortante e ataques circulares, está particularmente bravio nesta seção. Seus “gemidos” na calorosa faixa título são um dos mais viscerais solos do disco. Alessi apresenta sutil contraste com Ehrlich com seu timbre suave e fraseado meticuloso, enquanto as cadências plenas de Moran oferecem acentos efervescentes para as estruturas labirínticas do líder.

A seção rítmica de Musillami está impecável. A robusta entonação de Fonda e as linhas sinuosas do baixo complementam o tempo elástico de Schuller e seu criativo e perfeito realce das partes mais específicas. Da lacônica pulsação de "Wisteria Hysteria Blues" para sufocantes batidas da dramática faixa título eles não medem esforços para navegar em uma série de modulações e ritmos abruptos.

Um tradicionalista tonal, a clareza de Musillami expõe fortes cadências que serpenteiam através da seção , mudando de variações errantes e brilhantes de “Splayed Fingers" para as melodiosas variações temáticas de "Ga-Ga-Goosebumps". A bem definida faixa título revela uma surpreendente nova faceta, amplificando seu instrumento com grandes doses de distorções. É a primeira vez que grava com EFX. Pequenas quantidades de transgressões ascendem dentro de coruscantes “staccatos”, lembrando a era da “Mahavishnu” de John McLaughlin e Sonny Sharrock, enquanto propicia um toque excitante para próximos desenvolvimentos.

Com melodias fortemente adornadas pelo “post bop”, acrescidas de arranjos sofisticados, as composições de Musillami produzem uma variedade de humor. A épica abertura de "Splayed Fingers" evoca o espírito aventuroso do final dos anos sessenta das seções da Blue Note com intervalos complicados e harmonias avançadas. Alternando entre atmosferas etéreas e caprichosos desvios rítmicos, revela uma riqueza expressiva de solos do sexteto.

"Ga-Ga-Goosebumps" balanceia espaçosas introspecções com densos conjuntos de atividades, enquanto "Wisteria Hysteria Blues" ressalta a tradição, pontuando um lânguido blues com mudanças dinâmicas de tempo. A sonora "Graphite" revela uma suingante variação sonora e “Bill Barron" possibilita ao líder uma oportunidade para um discurso rítmico e lírico.
Construindo a tradição do jazz em passos graciosos, “From Seeds” é um dos mais finos trabalhos de Musillami e um forte registro para um selo cuja longa dedicação à qualidade é documentada em cada lançamento.

Faixas: Splayed Fingers; Ga-Ga-Goosebumps; From Seeds; Wisteria Hysteria Blues; Graphite; Bill Barron.

Músicos: Michael Musillami: guitarra; Joe Fonda: baixo; George Schuller: bateria; Marty Ehrlich: saxofone alto; Ralph Alessi: trompete: Matt Moran: vibrafone.

Fonte : All About Jazz / Troy Collins





ANIVERSARIANTES 09/08


Brian Prunka (1975) - guitarrista,
Jack DeJohnette (1942) – baterista ( na foto)

sábado, 8 de agosto de 2009

DIANE HUBKA – I LIKE IT HERE : DIANE HUBKA LIVE IN TOKYO (SSJ Records [2009])


Diane Hubka construiu sua reputação como uma cantora “straight-ahead”, uma tradicional vocalista de jazz e guitarrista. Seus lançamentos anteriores: “Goes to the Movies (2008, 18th & Vine)”, “You Inspire Me (2002, VSOJAZ)” e “Look No Further (2000, Naxos)”, revelam um forte talento jazzístico com enfoque suingante e conservador, além de sensibilidade balançante na guitarra.

Hubka solidifica sua carreira no jazz tradicional com este excelente disco gravado ao vivo em Tóquio, no dia 05 de Dezembro de 2007. Hubka está acompanhada por um ótimo trio formado pelo pianista Kiyoshi Morita, pelo baixista Masahiko Taniguchi e pelo baterista Nobuhiko Yamashita em um excelente conjunto de “Standards”, com ênfase em Jobim.

O estilo vocal de Hubka é caracterizado pela perfeição com que estabiliza completamente todos os registros da sua voz. Ela evita pirotecnias em favor de leituras ardorosas do “American Songbook”. O valor de cada vocalista está na maneira como o ouvinte é tratado, de modo a ser levado ao mais próximo possível das intenções do compositor. Iniciando "I Like it Here" de Alec Wilder, Hubka, imediatamente, revela sua simpatia mercurial com o baixista Taniguchi. Os dois impulsionam-se, com Hubka à frente da batida e Taniguchi seguindo-a.

A engenharia de som é tal, que é audível a ressonância secundária das notas baixas, executadas por Taniguchi, quando ele toca baladas, dando um brilhante suporte sonoro, que impulsiona as composições. O mesmo é ouvido na ricamente sombria "Angel Eye" e em "You Go To My Head." Hubka mostra o que é o movimento suave de uma harmonia. "Moonlight in Vermont" é intrerpretada maravilhosamente.

O pianista Kiyoshi Morit mostra-se um excelente músico, capaz de prover o necessário suporte para que ela cante suas melodias. Hubka não encontra Tóquio sem sua guitarra, que ela utiliza em quatro das doze faixas, a maioria das vezes nas composições de Jobim como "Agua de Beber" e "Dindi." Hubka traça seu caminho no seleto grupo de instrumentistas e vocalistas jazzistas, onde ela ,certamente, assume um lugar de honra. “I Like it Here” é o primeiro entre iguais …..seu mais fino disco.

Faixas: I Like It Here; Agua de Beber; Angel Eyes; Faces; Get Out of Town; It's Always 4 AM; Some of My Best Friends Are The Blues; You Go To My Head; Dindi; Moonlight In Vermont; All My Tomorrows; One Note Samba.


Músicos: Diane Hubka: vocal, guitarra (2, 4, 6, 10); Kiyoshi Morita: piano; Masahiko Taniguchi: baixo; Nobuhiko Yamashita: bateria.

Fonte: All About Jazz / C. Michael Bailey

ANIVERSARIANTES 08/08


Benny Carter (1907-2003) - saxofonista , trompetista (na foto),
Brian Patneaude (1974) - saxofonista,
Don Burrows (1928) – clarinetista, saxofonista, flautista,
Jimmy Witherspoon (1923-1997) – vocalista, Lucky Millinder (1900-1966) – vocalista,
Nat Story (1904-1968) - trombonista,
Spike Mason (1970) - saxofonista,
Urbie Green (1926) – trombonista

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

ANIVERSARIANTES 07/08


Caetano Veloso(1942) – vocalista,compositor, Freddie Slack (1910-1965) – pianista , líder de orquestra,
George Van Eps (1913-1998) – guitarrista,
Harry Arnold (1920-1971) – saxofonista, líder de orquestra,
Idrees Sulieman (1923-2002) - trompetista , flugelhornista,
Luckey Roberts (1887-1968) – pianista,
Magic Slim (1937) – guitarrista,vocalista,
Marcus Roberts (1963) – pianista (na foto),
Rahsaan Roland Kirk (1936-1977) – multiinstrumentista,
Warren Covington (1921-1999) - trombonista

Exposição de fotografias - Sérgio Benutti


Participando do A Gosto da Fotografia 2009, gostaria de convidar os amigos para minha exposição de fotografias, com abertura no dia 08 de agosto às 10 horas no Museu da Misericórdia.
Será um prazer recebê-los.
Sérgio Benutti

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

BILL HENDERSON – BEAUTIFUL MEMORY : LIVE AT THE VIC (AHUH PRODUCTIONS)


Como uma pessoa que foi considerada o definitivo vocalista hard-bop, cujas atuações incluem trabalhos com astros como Art Blakey, Horace Silver, Count Basie, Oscar Peterson e Charlie Haden, em cujo disco “The Art Of the Song” de 1999 atua alternadamente com Shirley Horn; que frequentemente é mencionado dentro do mesmo patamar dos seus contemporâneos Ernie Andrews, Oscar Brown Jr. e Johnny Hartman, permanece pouco apreciado?.

Fora do alcance dos radares está Bill Henderson, mas seus fãs são frequentemente surpreendidos com sua reaparição.Marcadamente ativo, na idade de 82 anos, soando cada nota com a robustez que utilizou em sua vibrante passagem pelo selo Vee-Jay, no período de 1958 a 1961, como seu solista, e no seu sucesso de vendas, em 1963, pela Verve, álbum que tinha o seu nome, atuando com o trio de Oscar Peterson. Isto fica demonstrado no álbum lançado com sua atuação no VIC em Santa Monica em Março de 2007.

Os fãs do início da carreira de Henderson reconhecerão que o apropriadamente intitulado “Beautiful Memories” representa uma prazeirosa caminhada na linha de memória. Ainda que as canções sejam praticamente as mesmas, com ecléticas adições de “Never Make Your Move” de B.B.King e “Sorry Seems To Be The Hardest Word” de Elton John, os arranjos são inovadores e as reinterpretações de Herderson são inventivas. Permanecem com seu vigor irresistível, que rivaliza com seu companheiro octagenário, Jon Hendricks.

Faixas:All the Things You Are;Never Make Your Move;You Are My Sunshine;
Royal Garden Blues;Sleepin Bee;The Moon Was Yellow;Sorry Seems to Be the Hardest; Word ;The Song Is You;Old Black Magic;Never Kiss and Run;Living Without You;Tulip or Turnip

Músicos: Bill Henderson(vocal); Tateng Katindig(piano);Chris Conner(baixo);Roy McCurdy (bateria).

Fonte :JazzTimes / Christopher Loudon

ANIVERSARIANTES 06/08


Abbey Lincoln (1930) - vocalista,
Allan Holdsworth (1948) - guitarrista ,
Andreas Oberg (1978) - guitarrista,
Andrew Bemkey (1974) - pianista ,
Baden Powell (1937-2000) – violonista (na foto) ,
Buddy Collette (1921) - clarinetista , flautista , saxofonista,
Charlie Haden (1937) - baixista,
Dorothy Ashby (1932-1986) – harpista,
Joe Diorio (1936) - guitarrista),
Lem Johnson (1909-1989) - saxofonista,
Luis Russell (1902-1963) - pianista , arranjador,líder de orquestra,
Norman Granz (1918-2001) - produtor,
Ravi Coltrane (1961)- saxofonista ,
Regina Carter (1966) - violinista ,
Tony Parenti (1900-1972) – saxofonista, clarinetista,
Vic Dickenson (1906-1984) - trombonista,
Victor Goines (1961) – saxofonista, clarinetista,
Willie Brown (1900-1952) - guitarrista ,
Willie Nix (1922-1991) - baterista

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

ANIVERSARIANTES 05/08


Airto Moreira (1941) – baterista, percussionista (na foto),
Batatinha(1924-1997) – compositor,vocalista,
Don Albert (1908-1980) - trompetista, líder de orquestra,
Jemeel Moondoc (1951) - saxofonista,
Jeri Southern (1926-1991) – pianista, vocalista,
Lenny Breau (1941-1984) – guitarrista, violinista

terça-feira, 4 de agosto de 2009


Olá amigos, estaremos nos apresentando dias 06 e 20 de Agosto no Espaço Cultural Casa da Mãe. Navegando a nossa música instrumental pelo coração do Rio Vermelho, o repertório contará com composições próprias além de músicas de João Donato, Tom Jobim, Gilberto Gil, Milton Nascimento, Caetano Veloso entre outros.


Chico Oliveira - Guitarra
Giroux Wanziler - Contrabaixo acústico;
Bruno Aranha - Piano Elétrico;
Ivan Huol - Bateria.
Participações especiais...





Local: Espaço Cultural Casa da Mãe
Endereço:
R. Guedes Cabral, 81. Rio Vermelho.Em frente à Colônia de Pescadores.
Datas : 06/08/2009 (QUINTA)
Horário: 21:00
Couvert:R$ 7,00
Telefone: 3334 3041

“PAPA” JOHN DeFRANCESCO – BIG SHOT (SAVANT)


Se você viveu na grande área da Filadélfia antes dos anos 1980, mesmo se transitou por ela, você escutou o nome “Papa” John DeFrancesco.Ele foi o rei do órgão Hammond naquele tempo , destacando-se na cena jazzística da Filadélfia.

Bem conhecido, deixou por instante sua carreira de lado para observar seu filho, Joey DeFrancesco, que com 17 anos começou a excursionar como membro da banda de Miles Davis. Mas no meado dos anos 90, com Joey já estabelecido, não só voltou a atuar na noite atrás do seu B3, como realizou a gravação de seis álbuns em 16 anos.

Agora, do seu púlpito, Papa continua sua pregação, não só com Joey ao seu lado, mas com seu filho mais velho, o guitarrista John, para colaborar. Juntos com o saxofonista tenor, Jerry Weldon, eles apresentam um blue suave e soam em “Red Top” de Gene Ammons com impressivos toques rápidos e brilhantes de John e um saboroso suporte de Papa. O mais velho DeFrancesco continua seus movimentos circulares em “Riders on the Storm” de “ The Doors” com seu filho John adicionando um conveniente e fluido toque de piano elétrico para mantê-la na adequada pegada lenta .

Os números originais do clã dos DeFrancesco manterão você antenado no que Papa pode apresentar, mesmo quando ele não está cuidando dos seus garotos: as batidas circulares no blues “Nola”, que é celebratório, completa-se com um diálogo ligeiro com o sax e uma muscular atuação do órgão; a tranqüila “Maricopa” torna-se psicodélica, rápida e enérgica. Faz você torcer para que os rapazes não deixem a casa tão cedo.

Faixas: Red Top; Riders On the Storm; Too Young To Go Steady; Nola; Big Shot; Maricopa; Down Home; What

Músicos : Papa John DeFrancesco (orgão); John Defrancesco Jr. (guitarra); Jerry Weldon (saxofone tenor); Joey DeFrancesco (teclados); Mike Boone (baixo); Byron Landham (bateria).

Fonte: JazzTimes / A.D. Amorosi