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terça-feira, 30 de junho de 2009

Show Tainah - Teatro Gamboa Nova

ANIVERSARIANTES 30/06


Andrew Hill (1937-2007) - pianista,
Jasper van't Hof (1947) - tecladista,
Lena Horne (1917) – vocalista (na foto),
Rick Frank (1958) – baterista,
Stanley Clarke (1951) – baixista,
Wallace Davenport (1925-2004) - trompetista

segunda-feira, 29 de junho de 2009

ANN HAMPTON CALLAWAY - AT LAST (TELARC)


Com a morte de Jo Stafford no ano passado é tentador sugerir que o espírito do seu colossal legado tenha sido canalizado para o último trabalho de Ann Hampton Callaway. Verdadeiramente, entretanto, ela tem espelhado o poder e a majestade de Stafford, ecoando a mesma habilidade para viajar sem esforço do suave para o caloroso, do displicente para o efervescente.

Callaway disse que Ella Fitzgerald ensinou-a, por exemplo, que, se você quiser ser grande, tem que estar em qualquer lugar com classe. Assim, para levar as doze faixas às alturas , Callaway reuniu um grande trio composto por Ted Rosenthal no piano, Jay Leonhardt no baixo e Victor Lewis na bateria, auxiliados por outros ótimos músicos, incluindo o guitarrista Rodney Jones e o trombonista Wycliffe Gordon.

Juntos eles transitam entre a leveza de “Carey” de Joni Mitchell, a satisfação intricada de “Lazy Afternoon”, a vibração de “Spain” de Chick Corea, a emocionalidade de “Landslide” de Stevie Wonder e a tristeza de “Over the Rainbow” , adornada com metais brilhantes.

É como se ela estivesse navegando em todos os mares e climas.

Faixas :What is This Thing Called Love? ; Comes Love; Carey; At Last; Spain; Lazy Afternoon; Landslide; Save a Place For Me; Over the Rainbow; Finding Beauty; On My Way To You .

Músicos :Ted Rosenthal(piano); Jay Leonhart (baixo);Victor Lewis(bateria); Marvin Stamm(flugelhorn);Rodney Jones(guitarra);Teodross Avery (saxophone);
Wycliffe Gordon(trombone);Emedin Rivera (percussão);Mads Tolling(violino);

Fonte : JazzTimes / Christopher Loudon

ANIVERSARIANTES 29/06


Julian Priester (1935) – trombonista(na foto),
Mousie Alexander (1922-1988) - baterista,
Ralph Burns (1922) – líder de orquestra

domingo, 28 de junho de 2009

ELIO VILLAFRANCA QUARTET – THE SOURCE IN BETWEEN (CEIBA TREE)


Em “The Source in Between”, o pianista Elio Villafranca tenta fundir alguns clássicos do postbop com outros do “latin jazz”. A ambição é real, porém é mais rítmica, porque adiciona o baterista Dafnis Prieto, que compõe o quarteto com o saxofonista Eric Alexander e o baixista Jeff Carney. O álbum apresenta dois percussionistas convidados, Ferenc Nemeth e Arturo Stable. Assim, mesmo com os outros instrumentos atuando melodiosamente e com rica harmonia, a percussão soa pesada e nervosa. Entretanto, “The Source in Between” é uma fina exibição, que apresenta sofisticados ritmos.

“Oddua Suite”, por exemplo, tem uma batida contínua no estilo de John Coltrane, transitando lentamente do 4/4 para 5/4. Singulares toques às vezes confundem. A balada “In The Dark” não apresenta nenhum tempo aparente. Prieto deixa cair as batidas onde elas devem estar. Há beleza especialmente nos acordes de Villafranca, mas a faixa não é bem definida.

As falhas, entretanto, estão nas composições não nas performances. Os músicos trabalham com magia, com especial destaque para a esperteza de Jeff Carney nas linhas criativas e solos (“Resurrection of The Incapacitated”). Eric Alexander mostra grande imaginação com as notas escolhidas no delicioso hardbop de “Faces Not Evil”. Esta canção, que poderia vir a ser, facilmente, um “standard”, demonstra que Villafranca é um bom compositor, apesar das suas ambições rítmicas. Pondo de lado os defeitos para nos concentramos nas virtudes, “The Source in Between” torna-se prazeiroso.

Fonte :JazzTimes / Michael J. West

NR : Elio Villafranca é um pianista e compositor cubano que teve sua capacidade reconhecida pela JazzTimes em 2003, que selecionou seu álbum de estréia, “Incantations/Encantaciones (Universal Latin/Pimienta)”, como um dos 50 melhores discos de jazz do ano. Recentemente, atuou com Wynton Marsalis no “Allen Room, Jazz at Lincoln Center”, em Nova York. Breve aparecerá no programa de rádio de Marian McPartland, “Piano Jazz”, levado ao ar pela Rádio Pública Nacional, como artista convidado da pianista e anfitriã convidada, Geri Allen.

ANIVERSARIANTES 28/06


Adrian Rollini (1904-1956) - saxofonista , vibrafonista,
Garoto(1915-1955) – violonista,
Jesse Stacken (1978) – pianista,
Jimmy Mundy (1907-1983) - saxofonista,
John Lee (1952) – baixista,
Pete Candoli (1923 - 2008) – trompetista,
Tierney Sutton (1963) – vocalista(na foto)

sábado, 27 de junho de 2009

JAZZ AT LINCOLN CENTER ABRIU INSCRIÇÃO PARA O PROGRAMA “RHYTHM ROAD”


O “Jazz at Lincoln Center” abriu as inscrições para a temporada 2009-2010 do programa “Rhythm Road: American Music Abroad” (Ritmo na Estrada: Música Americana no Exterior, em tradução livre). O programa, em seu quinto ano, é uma colaboração com a Seção de Negócios Educacionais e Culturais do Departamento de Estado norte-americano. As inscrições irão até 10 de Agosto.

Grupos de música norte-americana de todo o país, especializados em jazz, urban/hip hop e outras raízes musicais, incluindo bluegrass, blues, Cajun, country, gospel e zydeco são convidados a se apresentar. O objetivo do programa é dar a estes músicos a oportunidade de viajar para países, que não são frequentemente visitados por músicos norte-americanos, para incrementar o intercâmbio cultural. Nos quatro anos anteriores, 108 músicos de 28 bandas excursionaram através do programa, visitando 97 países em 5 continentes.

“Na tradição musical dos seguidores de nomes como Louis Armstrong (na foto), Duke Ellington e Dizzy Gillespie, estes “tours” focam na diversidade geográfica das audiências e na dinâmica interação nascida da música" declarou Susan John, diretora de Excursões do “Jazz at Lincoln Center”. "A ênfase na educação, bem como nas performances, buscam valiosas trocas de experiências para nossas plateias e músicos."

Fonte: Downbeat

ANIVERSARIANTES 27/06


Bartosz Hadala (1977) – pianista,
Elmo Hope (1923-1967) – pianista (na foto),
George Braith (1939) - saxofonista,
Johnny Big Moose Walker (1929-1999) – pianista,vocalista,
Madeline Eastman (1954) - vocalista

sexta-feira, 26 de junho de 2009

STEFON HARRIS LANÇARÁ NOVO DISCO EM AGOSTO


O sétimo disco, como líder, do vibrafonista Stefon Harris (na foto), “Uranus”, será lançado no próximo dia 25 de agosto pela Concord. Será sua estreia nesto selo.

O núcleo do grupo de Harris é formado pelo tecladista Marc Cary e pelo saxofonista Casey Benjamin . O disco, também, apresenta novos arranjos para cordas e instrumentos de sopro.

“Um dos maiores indicadores do nosso crescimento como banda é o nível de contribuição de cada membro para o conjunto” , disse Harris . “A música incorpora não só nossas composições , como o acervo cultural de cada um”.

Novas composições incluem a balada "For You" e "Gone" , que apresenta poliritmias. O grupo apresenta, também, a composição de Stevie Wonder, "They Won't Go (When I Go)" .

Fonte : Downbeat

ANIVERSARIANTES 26/06


Bill Cunliffe (1956) – pianista(na foto),
Dave Grusin (1934) – pianista ,
Don Lanphere (1928-2003) - saxofonista,
Gilberto Gil (1942)- violonista,vocalista,compositor
Joey Baron (1955) - baterista ,
Reggie Workman (1937) - baixista,
Robin Stine (1970) - vocalista

quinta-feira, 25 de junho de 2009

RANDY SANDKE – UNCONVENTIONAL WISDOM (ARBORS)


É apropriado reviver um venerável discurso para descrever o trompetista Randy Sandke, que é um músico completo, um verdadeiro impulsionador do jazz. Qualquer dúvida sobre seu completo domínio sobre o instrumento que escolheu será dissipada após a audição do seu extenso solo no samba Chega de Saudade (No More Blues). É o perfeito momento para começar a avaliar a competência de Sandke. Nem é um mero “standard”, nem um exercício metatonal, mais inscreve seu nome na mais avançada técnica de melodia e harmonia.

Embasado em arranjos de grupos pequenos de Dizzy Gillespie, é simplesmente uma fabulosa apresentação de um trompetista. Sandke, neste álbum, cobre sua base e vai além, neste vivo e íntimo quarteto formado pelo guitarrista Howard Alden, pelo baixista Nicki Parrott e pelo baterista John Riley, rejuvenescendo seu costumeiro uso de “big band”. Randke prazeirosamente suinga Cole Porter (“Just One of Those Things”), evoca, sem estar limitado a uma imitação de Louis Armstrong (“New Orleans”), e evidencia sua técnica brilhante na latinizada “Funkalero” de Bill Evans. Há, então, suas três aventurosas peças metatonais, que para ouvidos não apurados soam como extensões exploratórias de George Russell e Lennie Tristano: estimulando e envolvendo como em “Nicki´s Journey” e no uso do flugelhorn em “Litlle Box”.

Complementando a versatilidade, as baladas estão bem delineadas com pequenos e belos vocais de Nicki Parrott, que absorveu muito de Peggy Lee e Lee Willet, demonstrado em “Everytime We Say Goodbye”, “For All We Know”. As letras de “Django´s Dream” e de “New Orleans” são de Sandke Um pequeno duo de flugelhorn e guitarra em “ Toy Land” serve como uma perfeita coda para consumar o programa.

Fonte : JazzTimes / George Kanzler

ANIVERSARIANTES DE 25 DE JUNHO


Arnold Faber (1952) – vibrafonista
Joe Chambers (1942) - pianista , baterista, percussionista (na foto)
Johnny Smith (1922) - guitarrista
Patrick Godfrey (1948) – pianista
Zdenkoo Ivanusic (1967) - saxofonista

quarta-feira, 24 de junho de 2009

ANIVERSARIANTES DE 24 DE JUNHO


Frank Lowe (1943-2003) - saxofonista
George Gruntz (1932) - pianista
Greg Burk - 1969 (piano)
Jeff Beck (1944) - guitarrista
Manny Albam (1922-2001) - saxofonista
Marvin "Smitty" Smith (1961) - baterista (na foto)

ANIVERSARIANTES DE 23 DE JUNHO


Ben Paterson (1982) – pianista
Daniell Szabo (1975) – pianista
Donald Harrison (1960) – saxofonista
Eddie Miller (1911-1991) - clarinetista, saxofonista
Elza Soares(1937) - vocalista(na foto)
George Russell (1923) - pianista, lí­der de orquestra
Helen Humes (1913-1981) - vocalista
Milt Hinton (1910-2000) - baixista
Sahib Shihab (1925-1989) - flautista, saxofonista

segunda-feira, 22 de junho de 2009

ANIVERSARIANTES DE 22 DE JUNHO


Craig Russo (1963) – percussionista
Eumir Deodato ((1942) – pianista
Hermeto Pascoal (1936) – multiinstrumentista(na foto)
Maurizio Rolli (1965) – baixista
Ray Mantilla (1934) - percussionista

domingo, 21 de junho de 2009

ANIVERSARIANTES 21/06


Ajamu Akinyele (1972) – baixista,
Christy Doran (1949) - guitarrista,
Eric Reed (1970) – pianista(na foto),
Jamil Nasser (1932) - baixista,
Joe Purrenhage (1966) – guitarrista,
Lalo Schifrin (1932) -pianista,
Rob Schneiderman (1957) – pianista

sábado, 20 de junho de 2009

MORRE CHARLIE MARIANO


No dia 16 de Junho faleceu Charlie Mariano(na foto) no “Mildred Scheel Hospiz” ,em Colônia , Alemanha. Não resistiu ao stress do tratamento médico a que vinha sendo submetido.

Charlie Mariano teve sua carreira praticamente dividida em duas. No início, residente em Boston, tocou com Shorty Sherock (1948), Nat Pierce (1949-50) e com as bandas que formou. Após trabalhar com a banda co-liderada por Chubby Jackson e Bill Harris, Mariano excursionou com a Orquestra de Stan Kenton (1953-55), que lhe deu grande reputação. Ele mudou-se para Los Angeles em 1956, trabalhando com Shelly Manne e outras estrelas do jazz da costa oeste norte-americana. Regressou a Boston para ensinar na Berklee em 1958 e no ano seguinte voltou a atuar com Kenton. Depois de casar-se com Toshiko Akiyoshi, Mariano co-liderou um grupo com a pianista até 1967, vivendo no Japão parte do tempo. Também trabalhou com Charles Mingus (1962-63).

A segunda parte da carreira iniciou-se com a formação do seu grupo "fusion" “Osmosis” em 1967. Conhecido com um altoísta fortemente influenciado pelo bop com um som próprio desenvolvido a partir do estilo de Charlie Parker , Mariano começou a abrir sua música para as influências do folclore de outras culturas, do pop e do rock. Ele ensinou outra vez em Berklee, viajou para a Índia e o Oriente e no início dos anos 70 instalou-se na Europa. Entre os grupos que Mariano trabalhou estão “Pork Pie”, que também tinha como integrante o guitarrista Philip Catherine, a “United Jazz and Rock Ensemble” e o grupo “Colours” de Eberhard Weber. Seu som etéreo no saxophone soprano e no “nagaswaram” , uma espécie de oboé indiano, levou-o a gravar algumas sessões na ECM. Além deste selo gravou como líder na Imperial, Prestige, Bethlehem, World Pacific, Candid, com Toshiko Akiyoshi em 1960, Regina, Atlantic, Catalyst, MPS, CMP, Leo e Calig dentre outros.

Fonte : All Music / Scott Yanow

ANIVERSARIANTES 20/06


Doc Evans (1907-1977) - cornetista,
Eric Dolphy (1928-1964) - saxofonista , flautista , clarinetista(na foto),
Jeremy Monteiro (1960) – pianista,
Paul Cacia (1956) – trompetista,
Stephan Kammerer (1970) - saxofonista,
Stu Martin (1938-1980) – baterista,
Thomas Jefferson (1920) - trompetista

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Trio:Celso de Almeida, Fabio Torres e Paulo Paulelli


O Canal SESC TV - Canal 3 da SKY e NET - apresenta nesta sexta-feira, às 23 horas o extraordinário Trio de música instrumental formado pelos excepcionais músicos no programa Instrimental SESC.



Diretamente do palco para a televisão, Instrumental Sesc Brasil oferece ao telespectador o melhor da música instrumental em shows exclusivos. Apresentado pela jornalista Patrícia Palumbo, o programa traz também entrevistas nas quais os músicos falam de suas carreiras e revelam curiosidades em torno de seus respectivos instrumentos. Acesse o hotsite do programa!
reprises deste programa
20/06/2009 : 04h00 : sábado
20/06/2009 : 09h00 : sábado
20/06/2009 : 16h30 : sábado

quinta-feira, 18 de junho de 2009

DAVE DOUGLAS & BRASS ECSTASY (GREENLEAF MUSIC [2009])


Com seu pós-quinteto “Milesian”, agora no oitavo ano e seu principal grupo, baseado na eletrônica, no quarto, qualquer um que tenha familiaridade com o trompetista Dave Douglas sabe que há sempre algo diferente. Com um time que dá uma mexida em um velho conceito, “Spirit Moves” é Dave Douglas em sua plena alegria. Só com metais e bateria, é claro o movimento em direção às tradicionais bandas de New Orleans, mas apresentando trompete, trombone, french horn e tuba em sua própria complexidade e estilo.

Com concisas apresentações, persuasivos solos e muita interação excitante, “Spirit Moves” é um álbum para festa, com uma diferença: Há uma plenitude de suingue a ser encontrado graças à cortesia do baterista Nasheet Waits. Entretanto, o tubista Marcus Rojas, que trabalhou na mais marcante atuação experimental de Douglas em “Mountain Passages (Greenleaf-2005), divide igual responsabilidade criando boa música, que vai do pé à cabeça, e atinge o coração. O som rico que estes quatro metais criam, raramente conflitantes, possibilita alguns saltos na estratosfera de Douglas. E quase sempre no contexto de um engajamento rítmico como em “This Love Affair”, no funk visceral “Orujo”, na pegada baladeira de “Twilight of the Dogs”, ou no soul “Mr. Pitful” de Otis Redding/Steve Cropper, que aparecem em um álbum repleto de originais de Douglas.

A inclusão do “frenchornista” Vincent Chancy cria um suave suporte para as apresentações imaginativas de Douglas, seja nas linhas sincopadas que iniciam “Orujo”, como no brilho das harmonias verticais da tranqüila “The View from Blue Mountain”. “Bowie”, onde a forma encontra a liberdade, na peça mais complicada do disco, que é uma inequívoca homenagem ao falecido trompetista Lester Bowie com sua conhecida capacidade para criar complexas colagens com agudo senso de humor e enclicopédica mistura de ideias musicais. “Rava” está característicamente sem adorno e lírica, com a abertura executada por Douglas sobre a voz da tuba. Um tributo profundamente pessoal ao trompetista italiano Enrico Rava, que combina reverência da tradição com os mais modernos conceitos, onde breves dissonâncias criam complexas variações para suportar o vôo improvisacional de Douglas.

Harmonia sofisticada está também no âmago de “The Brass Ring”, a mais longa faixa do disco. Começa como um poema impressionista, mas gradualmente esquenta com a pulsação sincopada de Nasheet Waits com o restante dos metais suportando um derramado blues, representado pelo maravilhoso solo de Douglas, que está entre os seus melhores do álbum. O trombonista, Luis Bonilla, uma sólida âncora do “Brass Ecstasy” apresenta alguns finos solos, especialmente na vivaz “Great Awakening”.

Um participante da série “Icons Among US:Jazz in the Present Tense”, Douglas tem sempre procurado caminhos para casar conceitos tradicionais com uma visão vanguardista. “Spirit Moves” é outro lançamento e capítulo distintivo no seu já volumoso trabalho. Este distingue-se como um dos mais divertidos, sem sacrifício de qualquer toque inovador, que tem marcado sua carreira, desde que surgiu como líder há quinze anos atrás.

Faixas: This Love Affair; Orujo; The View from Blue Mountain; Twilight of the Dogs; Bowie; Rava; Fats; The Brass Ring; Mr. Pitiful; Great Awakening; I'm So Lonesome I Could Cry.

Músicos: Dave Douglas: trompete; Luis Bonilla: trombone; Vincent Chancey: French Horn; Marcus Rojas: tuba; Nasheet Waits: bateria.

Fonte : All About Jazz / John Kelman

JENNIFER LEDESNA NOVAMENTE NA EUROPA



A vocalista americana Jennifer Ledesna, que já se apresentou no Festival Jazz&Bossa organizado pela SOJAZZ, continua fazendo sucesso no exterior. Depois de se apresentar no Carnegie Hall com Bobbie McFerrin e fazer uma temporada em Paris, foi convidada para duas apresentações em Oslo, Noruega.

ANIVERSARIANTES 18/06


Bennie Payne (1907-1986) - pianista, vocalista,
Jim Pepper (1941-1992) - flautista , saxofonista(na foto),
Ray Bauduc (1909-1988) - baterista,
Ray McKinley (1910-1995) - baterista , vocalista

terça-feira, 16 de junho de 2009

ANA PAULA ALBUQUERQUE NOVAMENTE EM SÃO PAULO


A cantora Ana Paula Albuquerque volta a se apresentar em São Paulo, no dia 15/06 (segunda-feira), 22h no All of Jazz, em Itaim Bibi, e no dia 17/06 (quarta-feira), 20h, é a vez de subir ao palco do Ao Vivo Music, em Moema. Nesse novo trabalho, Ana Paula valoriza a música afro-baiana mesclada à sua formação jazzística e erudita, que a possibilita explorar texturas, timbres e formas musicais amplas.
No repertório figuram nomes como João Donato, Milton Nascimento, Tom Jobim, além de compositores baianos como Batatinha, Caetano Veloso, Dorival Caymmi, Ivan Bastos, Ivan Huol, Gilberto Gil, Mateus Aleluia e Roberto Mendes. Acompanhada pelos músicos pelos baianos Paulo Mutti (guitarra e direção musical) e Marcos Sampaio (baixo) e pelos paulistas Sérgio Machado (bateria) e Fábio Leandro (piano), Ana Paula
conta com a participação de diversos artistas do cenário paulista, dentre eles Fábio Cadore, Fábio Torres, Filó Machado, Heitor Branquinho, Ione papas, Jane Mara, Keila Abeid e Vanessa Moreno.
Radicada em Salvador há 14 anos, Ana Paula é uma das grandes revelações da música vocal baiana, reconhecida como Melhor Interprete Vocal em importantes premiações do cenário baiano como: Festival de Música Educadora (2003 e 2008) e no Troféu Caymmi (2004). O sucesso da apresentação que fez no All of Jazz em março deste ano abriu as portas para Ana Paula voltar a se apresentar no cenário paulistano. Na ocasião, participaram do show, as cantoras Ione Papas e Jane Mara e do cantor, compositor e instrumentista Filó Machado, grande incentivador da proposta de Ana Paula intensificar o diálogo musical entre a Bahia e São Paulo.
Além das apresentações, a agenda de Ana Paula prevê ainda uma participação no show de Jane Mara, no All of Jazz (dia 11) e entrevistas para a Just TV (Programa Esquina da Cultura, dia 13) e para a TV Cia da Música (Programa Concepção Rítmica, dia 17).

AGENDA EM SÃO PAULO
11/06 (quinta-feira) ­ Participação no show de Jane Mara ­ Local: All
of Jazz (Itaim)
13/06 (Sábado), 16h ­ Entrevista para a Just TV ­ Programa Esquina da
Cultura (www.justtv.com.br/esquinadacultura)
15/06 (segunda-feira), 22h ­ Show no All of Jazz (www.allofjazz.com.br)
17/06 (quarta-feira), 16h ­ Entrevista para a TV CIA da Música ­
Programa Concepção Rítmica (www.tvciadamusica.com.br)
17/06 (quarta-feira), 20h ­ Show no Ao Vivo Music (www.aovivomusic.com.br)

ANIVERSARIANTES 16/06


Albert Dailey (1939-1984) - pianista,
Clarence Shaw (1926-1973) –trompetista,
Fredy Studer (1948) - baterista percussionista,
Ivan Lins(1945) – pianista, vocalista,compositor,
Javon Jackson (1965)- saxofonista,
Lucky Thompson (1924-2005) - saxofonista,
Mike Baggetta (1979) – guitarrista,
Paul White (1973) – saxofonista,
Ryan Keberle (1980) – trombonista,
Tom Harrell (1946) - trompetista , flugelhornista (na foto),
Tom Malone (1947) - trombonista

segunda-feira, 15 de junho de 2009

ANIVERSARIANTES 15/06


Alix Combelle (1912-1978) - saxofonista , clarinetista ,
Erroll Garner (1921-1977) – pianista(na foto),
Jaki Byard (1922-1999) - vibrafonista , saxofonista , trompetista , pianista,
Joe Abba (1976) – baterista,John Hart (1961) – guitarrista,
Nancy King (1940) – vocalista,
Tony Oxley (1938) - baterista

domingo, 14 de junho de 2009

Show Eterna Bossa Nova - TCA

Marcos Valle, Roberto Menescal e Emilio Santiago, se reuníram no palco do Teatro Castro Alves no show Eterna Bossa para celebrar mais uma vez o movimento.



Com fraseamentos Jazzísticos da guitarra de Menescal e com um Samba-Jazz balançante do orgão de Marcos Valle, eles tocaram os clássicos do gênero que, acompanhados pela inigualável voz de Emílio Santiago, fizeram mais uma daquelas apresentações de tirar o chapéu.

O Show foi uma "quase simulação" ao CD Bossa Eterna, gravado na Biscoito Fino em março de 2008, que conta com a participação especial do grande João Donato, que junto ao Raul de Souza, foi responsável pela criação dos arranjos. Raul também assina a direção artística, e abre o CD Bossa Eterna, com uma composição de sua autoria, que dá nome ao disco.

Após o show, tive o prazer de mais uma vez reencontrar o Menescal e conhecer o Marcos Valle. Em um papo relativamente duradouro ele comentou sobre o reconhecimento da bossa fora do Brasil, falou da extensa turnê que acabou de fazer em parceria com o Menescal, onde pasaram pela Europa, Canadá, Eua e Russia e, também, conversamos sobre curiosidades musicais.

Como de costume, levei LPs dos respectivos músicos. Levei 2 do Marcos Valle, um de 1973 e outro de 1974. Ele revelou-me algo que até então eu desconhecia: "Felipe, este Lp de 1974 é o único da minha carreira que não saiu em CD". O disco já era valioso, depois de seu autógrafo com dedicatória, nem se fala...

Menescal e Emilio tambem deixaram suas assinaturas.

Ah, o companheiro Rodolfo também estava presente.


Confiram as fotos.
















Forte Abraço,
Felipe Sancho
...

ENRICO RAVA – NEW YORK DAYS (ECM)


Dentro deste cruzamento geracional ítalo-americano onde há profundos relacionamentos estabelecidos e provocativas novidades, o trompetista Enrico Rava e o pianista Stefano Bollani são colegas de longa data. O baterista Paul Motian juntou-se a Rava e Bollani para fazer o álbum “Tati” pela ECM em 2005. Larry Grenadier raramente tem tocado com qualquer um dos músicos citados, exceto Paul Motian. O saxofonista tenor Mark Turner, em sua estreia no selo ECM , apresenta-se de forma natural.

Turner está natural porque, mesmo moderando seu toque intenso para se encaixar na estética de jazz de câmara do álbum de Rava, está tonal e conceitualmente contrastante. Suas linhas são austeras e verticais, mas Rava toca sensualmente, livre e com formas flutuantes. Seus contrapontos dissociativos são intrigantes em tensões marcantes.

A maioria das gravações da ECM tem boa qualidade. “New York Days” transmite leveza e apresenta tom experimental. Ainda mais com executantes de nível é fascinante seguir o processo de busca por uma identidade de grupo. Momento após momento apresentam-se eminentes toques de revelação.

Nove das 11 faixas são composições de Rava. Têm poucos acordes e ambivalências melódicas. Peças como “Lulu” e “Interiors” são cinemáticas. Atmosfera “noir” esperando por um filme.

O álbum poderia ser beneficiado se fosse dado a Stefano Bollani mais espaço para surpreender em solos com em “Certi Angoli Segreti”. Em todas as partes, Turner age com cautela, mas Rava não sabe como. Chegando aos setenta anos, Rava está menos temeroso com a impulsividade e a criatividade. Ainda com seus inesperados vôos feéricos e livres, ele permanece dentro da curva de controlado e completo lirismo.

Fonte: JazzTimes / Thomas Conrad

ANIVERSARIANTES 14/06


Darius Brubeck (1947) – pianista,
Daryl Sherman (1950) – vocalista,
Gary Husband (1960) – baterista,
John Simmons (1918-1979) - baixista,
Kenny Drew, Jr.(1958) – pianista,
Loren Stillman (1980) – saxofonista,
Marcus Miller (1959) – baixista (na foto)

sábado, 13 de junho de 2009

MARIO PAVONE DOUBLE TENOR QUINTET – ANCESTORS (PLAYSCAPE)


Talvez um asterisco seja indicado após o nome “Double Tenor Quintet” desde que Jimmy Greene e Tony Malaby passaram a tocar sax soprano. Em termos da tradicional pegada dos dois saxofonistas tenores, que estão na linha de frente, Greene e Malaby facilmente tornam claro os historicamente acordes elevados.

Esta sessão é suficientemente incrementada pela esperteza de Mario Pavone, por bem sacadas composições e uma admirável seção rítmica, composta por Peter Madsen e Gerald Cleaver, que coloca este trabalho acima dos estereótipos dos desafios de dois grandes saxofonistas.

Frequentemente, quando um álbum é dedicado a relativamente recentes partidas de gigantes, neste caso, Andrew Hill e Dewey Redman, suas influências são ouvidas em faixas discretas. Em vez disto, Pavone misturou discretamente as estruturas do pianista homenageado e o suingue preciso que o saxofonista capturou de uma maneira particular. Adicionalmente a assinatura de Pavone em seus ataques estruturados e sonoridade profunda possibilitam a Madsen e a Cleaver testar vigorosamente a flexível força de suas composições.

"Ancestors" é a décima gravação de Pavone como líder ou co-líder na “Playscape”. Como os predecessores, o álbum tem um espírito agregador e um progressivo enlace com a prática tradicional. É o que o jazz necessita de seus líderes eminentes.

Faixas : Ancestors; Strata Blue; Tomes; Iskmix; Arc For Puppy; Beige Structure; Pachuca; Andrew

Músicos: Mario Pavone:baixo;Tony Malaby, Jimmy Greene: saxofones tenor e soprano; Peter Madsen: piano;Gerald Cleaver:bateria

Duração: 51min18seg

Cotação: **** (Muito Bom)

Fonte: Downbeat / Bill Shoemaker

ANIVERSARIANTES 13/06


Attila Zoller (1927-1998) - guitarrista,
Doc Cheatham (1905-1997)- trompetista (na foto),
Frank Strozier (1937)- saxofonista,
Garland Wilson (1909-1954) - pianista,
Harold Danko (1947) – pianista,
Jim Miller (1953) – baterista,
Phil Bodner (1919) - clarinetista , flautista

sexta-feira, 12 de junho de 2009

PAULINHO ANDRADE LANÇA CD NO TOM DO SABOR

ANIVERSARIANTES 12/06


Chick Corea (1941) – pianista(na foto),
Geri Allen (1957) – pianista,
Jesper Lundgaard (1954) – baixista,
Marcus Belgrave (1936) - trompetista,
Vic Damone (1928) – vocalista

quinta-feira, 11 de junho de 2009

BOB MOVER – IT AMAZES ME (ZOHO)


Por motivos nem sempre claros para os apreciadores, alguns músicos permanecem pouco conhecidos por anos, enquanto outros com talento módico têm toda uma carreira em desenvolvimento. “It Amazes Me”, a primeira gravação em mais de duas décadas, como líder, do saxofonista alto e tenor e vocalista, Bob Mover, realizada em 2006, levaria à pergunta : Porque? . O toque de Mover nos dois tipos de saxofone levarão muitos a imaginar como este músico pode voar tanto tempo fora do alcance dos radares.Sua voz “cansada” em algumas das dez faixas não causa muita excitação , ainda que emitida com profundo sentimento e com soberbo suporte do pianista Kenny Barron, do falecido baixista Dennis Irwin e do baterista Steve Williams, mais o guitarrista canadense Reg Schwager em quatro faixas e do saxofonista tenor russo, Igor Butman em uma.

Mover navega através dos 67 minutos e meio, baseado em “standards”, a maioria largamente conhecidos, com graça suingante e fervor criativo em estilo moderno, largamente influenciado pelos usuais suspeitos, ainda que com seu próprio enfoque , especialmente na maneira como as cascatas de notas fluem do seu instrumento. Se alguém necessita um incentivo para absorver a música, tente o intenso trabalho de Mover no saxofone tenor na segunda faixa,“I Believe You”, ou em sua parceria com o tenorista Igor Butman no único original de Mover, “Erkin”, composto para o co-produtor Erkin Bek. Não é que seu sax alto esteja esquecido, claro, como será notado na abertura de “How Little We Know” e “Stairway To The Stars”.

Fãs já sabem que Kenny Barron não participa de discos ruins, mesmo como acompanhante, assim não é necessário, aqui, muitos detalhes sobre sua atuação. É suficiente dizer que ele dá a Mover o correto suporte, bem como oferece momentos de belos solos. Schwager, o guitarrista, deveria ser mais utilizado como sua atuação em “People Will Say We´re in Love” e “Sometime Ago” indica.

Fonte : JazzTimes / Will Smith

ANIVERSARIANTES 11/06


Alex Sipiagin (1967) – trompetista(na foto),
Bob Gordon (1928-1955) - saxofonista,
Bob Roetker (1948) – guitarrista,
Hazel Scott (1920-1981) - pianista,
Jamaaladeen Tacuma (1956) – baixista,
Jean Oh (1978) – guitarrista,
Louis Van Taylor (1954) –saxofonista, flautista,
Shelly Manne (1920-1984) – baterista

quarta-feira, 10 de junho de 2009

ANIVERSARIANTES 10/06


Charnett Moffett (1967) – baixista,
Dicky Wells (1907-1985) - trombonista,
Dwayne Burno (1970) – baixista,
Gary Thomas (1961) – saxofonista,
Guinga(1950) – violonista, compositor,
João Gilberto (1931) – violonista, vocalista(na foto)

terça-feira, 9 de junho de 2009

ANIVERSARIANTES 09/06


Cole Porter (1891-1964) – compositor(na foto),
Karl Latham (1961) – baterista,
Kenny Barron (1943) – pianista,
Les Paul (1916) – guitarrista,
Michael Stephans (1945) – baterista,
Mick Goodrick (1945) - guitarrista,
Mike Melillo(1939) – pianista

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Site Músicos do Brasil

Finalmente um site importante para os músicos brasileiros.

http://www.musicosdobrasil.com.br/musicos.jsf

Nele poderá fazer pesquisa de nomes do nosso cenário musical.
Encontrará também muitos músicos que atuam no cenário musical baiano.
Prestigiem.

LANÇAMENTO DE NOVO CD DE ART PEPPER


Será lançado em 23 de Junho mais um disco da série de gravações de Art Pepper,(na foto), nunca divulgadas anteriormente, com o título “Art Pepper: The Art History Project” .

Este CD triplo é o quarto de uma série que a viúva do saxofonista ,Laurie Pepper, tem compilado. A coleção inclui gravações de 1950 com Stan Kenton, ensaios no estúdio da
“Contemporary” em 1964 e um inédito concerto realizado em Nova York em 1982. Outros músicos que figuram no disco são Stanley Cowell, Warne Marsh e Shorty Rogers.

Para maiores informações acessem o site straightlife.info

Fonte : Downbeat

ANIVERSARIANTES 08/06


Bill Watrous (1939) – trombonista,
Chris Ward (1982) – saxofonista,
Uri Caine (1956) – pianista(na foto)

domingo, 7 de junho de 2009

JERRY BERGONZI - SIMPLY PUT (Savant Records [2009])


Jerry Bergonzi é um verdadeiro gigante entre os modernos saxofonistas. O quarto lançamento do artista residente em Boston pela “Savant” é talvez o seu mais fino trabalho até esta data, entre sua extensa discografia como líder qualificado. Não há nada em excesso ou reinventado aqui, como se observa na busca animada de Bergonzi pela elegância através do encorpado som do seu sax tenor e linhas cortantes, mesclada com frases nervosas e brilhantes.

O saxofonista transmite uma presença vigorosa, coadjuvado pela sua excelente seção rítmica. Um improvisador brilhante, Bergonzi gira através de um tempo médio para o alto, entrelaçado com feroz estilização do bop e sinuosos acordes em uníssono com o pianista Bruce Barth. Eles improvisam sobre um tema dado, frequentemente temperados com contagiante melodia e memoráveis ganchos.

As partes em que atua o sax de Bergonzi são frequentemente encharcadas com emotividade e como se houvesse atributos vocais, e ele surge como vívido contador de estória na suingada e veloz apresentação de "Out Of Nowhere". O quarteto executa uma balada em alto registro em “What If", com o líder translucidamente mesclando vigor com ternura, enquanto alija notas ansiosas. Aqui e durante todo o álbum, Barth age como intermediário graças aos seus vibrantes e contrastantes solos. Ademais, Bergonzi utiliza o sax soprano para gerar uma doce harmonia no final de "Malaga". Uma exposição superior de jazz.

Faixas: Mr. MB; Dancing In The Dark; Casadiche;Come Fly With Me; Wipper Snapper; Out Of Nowhere; Crossing The Naeff; Transphybian; What If?; Malaga.

Músicos: Jerry Bergonzi (saxofones tenor e soprano); Bruce Barth( piano); Dave Santoro(baixo); Andrea Michelutti (baixo).

Fonte : Jazz About Jazz / Glenn Astarita

Tou voltando com poucas mas boas novidades

Oslo, Noruega

Oi, pessoal,

Chegarei sexta, sendo assim a tempo de participar sábado, dia 13, da nossa reunião.

O Cruzeiro de dez dias terminou na quinta e ficarei em Oslo até amanhã. Visitei praticamente em toda a região do Mar Báltico, incluindo países escandinavos, St Petesburgo, Rússia, na Polonia e Estonia. O Museu Hermitage é um desbunde. Aquilo, sim, era que era mordomia. Visitando-o, se entende por que os bolcheviques queriam sumir com todos os descendentes da nobreza russa de então.

Deu para perceber que o Jazz aqui é muito forte e a nossa Bossa Nova também. Os shows do navio eram sofríveis, mas tinha um bom trio de jazz em um dos bares para salvar a lavoura. Rolou com eles um jazz de ótimo nível, muito Jobim e BN em geral e isso sem que nós brasileiros pedíssemos. O mixto de cantor de jazz e baterista é muito bom. No final, meus companheiros de viagem aderiram ao local, vendo que era lá que rolava a melhor música do návio. Estive em Copenhague durante quatro dias e soube que Joe Lovano passaria por lá na semana seguinte. Ouvi muita música boa em praticamente todas as cidades nas quais o tempo me permitiu ficar mais um pouco.


Notei que o bolachão nesta parte do planeta está ressucitando com muita energia para alegria e tristeza de alguns de nossos integrantes.

Estamos sendo acompanhados nesta viagem por um cinegrafista e uma repórter de um canal de TV de Salvador, que prefiro omitir o nome por motivos óbvios. Vai rolar um especial sobre a SOJAZZ no Estacão Cultural Café assim que voltarmos. Merece casa cheia. Avisarei com antecedencia.

Abracos a todos.

Sérgio Franco

ANIVERSARIANTES 07/06


Brian Owen (1982) – trompetista,
Dolores Duran (1930-1959) – vocalista, compositora(na foto),
Mel Martin (1942) – saxofonista ,flautista,
Norberto Tamburrino (1964) – pianista,
Royce Campbell (1952) – guitarrista,
Tal Farlow (1921-1998) - guitarrista,
Tina Brooks (1932-1974) – saxofonista

sábado, 6 de junho de 2009

TAYLOR HO BYNUM SEXTET – ASPHALT FLOWERS FORKING PATHS (HATOLOGY 675)


Qualquer tentativa para descrever a música de Anthony Braxton é perigosa. Apesar de grande determinação para articular e explorar cada idéia sua com inteireza. Sua música é tão genérica, quanto profunda, e plena de alternâncias. O cornetista Taylor Ho Bynum é um ex-aluno de Braxton e participante do MVP, tocando com ele em grandes e pequenos grupos. Ele aprendeu com Braxton a apresentar uma grande pintura e dar atenção aos pequenos detalhes.

“Asphalt Flowers Forking Paths” , o segundo disco com formação de sexteto de Bynum, flui como uma viagem circular. Inicia com um solo então passa para um trio, vem a banda completa e então eles revertem o processo até Bynum aparecer, uma vem mais , só. A estrutura parece esquemática, mas se cria um suporte criativo para que muitas coisas aconteçam em momentos inesperados.

O solo de abertura apresenta uma série de “gargarejos” e sons rouquenhos que não dá qualquer evidência que veio de um instrumento metálico até aproximadamente metade do solo. Por instante você pensará qua a gravação foi feita utilizando “um “didgeridoo” (NT: Instrumento de sopro utilizado por aborígenes australianos, que produz notas longas e profundas). Então, “Look Below” desfila tranquila, suigante e prazeirosa. É outra provocação e indicativo de mudanças. Apresentado por Bynum, Mary Halvorson e Tomas Fujiwara, começa tentando quebrar o gelo com cada músico aplicando pressão para ir em direções diferentes. Apenas quando parece que as partes estão soltas os líderes reaparecem. Aquela felicidade e confiança soam como segredos, mas em bom tom.

O sexteto finalmente chega em “whYeXpliCitieS(Part I)”, que explode com uma violenta tempestade de guitarra, que controla com força as dificuldades de uma música de câmara triste, que torna algo sonolento em um improvável debate agitado. Ao longo da gravação, as mudanças de tom , textura e estilo convivem, e os executantes crescem no desafio, modulando suas vozes, recuando ou sendo assertivos quando presentes para realizar seus trabalhos. Há uma pleniude de sólidos solos , mas a maneira como executam a transição impressiona.

Faixas :1. Open (2:45);2. Look Below (4:31); 3.whYeXpliCitieS (Part I [11:14]); 4. whYeXpliCitieS(Part II [7:09]);5. whYeXpliCitieS (Part III[13:14]);6.Goffstown (3:31)
7.Close (1:46)


Músicos: Taylor Ho Bynum (cornet);Matt Bauder (saxofone tenor, clarinete baixo);
Jessica Pavone (viola);Mary Halvorson (guitarra);Evan O'Reilly (guitarra);
Tomas Fujiwara (bateria).

Fonte : JazzTimes / Bill Meyer

ANIVERSARIANTES 06/06


Al Grey (1925-2000) - trombonista,
Butch Campbell (1954) – guitarrista,
Calvin Weston (1959) – baterista,
Emilie-Claire Barlow (1976) – vocalista(na foto),
Grant Green (1931-1979) – guitarrista,
Jimmie Lunceford (1902-1947) - saxofonista,
Monty Alexander (1944) – pianista,
Paul Bollenback (1959) – guitarrista,
Ryan Cohan (1971) - pianista,
Urban Hansson (1943) - flautista

sexta-feira, 5 de junho de 2009

ANIVERSARIANTES 05/05


Dino Govoni (1962) – saxofonista,
Francois Carrier (1961) – saxofonista,
Jerry Gonzalez (1949) – trompetista , percussionista,
Jose Luis Gamez (1965) – guitarrista,
Misha Mengelberg (1935) - pianista,
Pete Jolly (1932-2004) - pianista,
Peter Erskine (1954) – baterista(na foto),
Specs Powell (1922-2007) - baterista