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sábado, 31 de outubro de 2009

SONY LANÇA 70 CDs DE MILES DAVIS


Você gosta de Miles Davis? Muito? O bastante para despender cerca de $350 por uma caixa contendo todas as suas gravações feitas para a Columbia?. Soa como muito dinheiro, porque é muito dinheiro.Claro, para muitos de nós, que provavelmente é menos do que já gastamos com suas gravações ao longo dos anos, começando com os LPs, passando para os CDs com ,talvez, oito faixas e fitas cassetes.

“Legacy”, a bem denominada divisão de reedições da Sony Music, anunciou o lançamento da coleção completa dos álbuns de Miles Davis lançados pela Columbia, disponíveis exclusivamente na “Amazon” ou diretamente na “Columbia/Legacy” a partir de 24 de Novembro. No pacote estão inclusos 70 CDs e algo mais. Os lançamentos abrangem um período de 30 anos, indo de 1955 até 1985, que inclui as mais significantes gravações do trompetista.

E os mais antigos, incluindo este articulista, que viram com tristeza a redução do tamanho do formato do LP para o CD, ficarão felizes ao saber que os CDs serão embalados no estilo japonês de “mini-LP CD” e com uma cobertura extra, replicando a capa original dos álbuns. A caixa apresentada vem com diversos materiais extras. Os compradores ganharão um DVD do quinteto de Miles Davis (sim, aquele quinteto) em uma performance ao vivo na Europa em 1967, que será o único vídeo daquele grupo já lançado comercialmente. Quatro dos CDs incluem materiais extras, que foram raramente divulgados, ou faixas nunca lançadas.

“Como uma criança dos anos 70, eu estou feliz em informar que há a inclusão de um CD do concerto histórico na Ilha de Wight nos anos 70, apresentado no DVD “Different Kind of Blue”. Uma canção contínua de 50 minutos com Keith Jarrett, Chick Corea, Dave Holland, Jack DeJohnette e Gary Bartz”, Nuff declarou.

O que é uma caixa de discos sem Você gosta de Miles Davis? Muito? O bastante para despender cerca de $350 por uma caixa contendo todas as suas gravações feitas para a Columbia?. Soa como muito dineiro, porque é muito dinheiro.Claro, para muitos de nós, que provavelmente é menos do que já gastamos com suas gravações ao longo dos anos, começando com os LPs, passando para os CDs com talvez oito faixas e fitas cassetes.

“Legacy”, a bem denominada divisão de reedições da Sony Music, anuniciou o lançamento da coleção completa dos álbuns de Miles Davis lançados pela Columbia, disponíveis exclusivamente na “Amazon” ou diretamente na “Columbia/Legacy” a partir de 24 de Novembro. No pacote estão inclusos 70 CDs e algo mais. Os lançamentos abrangem um período de 30 anos, indo de 1955 até 1985, que inclui as mais significantes gravaçãoes do trompetista.

E os mais antigos, incluindo este articulista, que viram com tristeza a redução do tamanho do formato do LP para o CD, ficarão felizes ao saber que os CDs serão embalados no estilo japonês de “mini-LP CD” e com uma cobertura extra, replicando a capa original dos álbuns. A caixa apresenta vem com diversos materiais extras. Os compradores ganharão um DVD do quinteto de Miles Davis (sim, aquele quinteto) emu ma performance ao vivo na Europa em 1967, que será o único vídeo daquele grupo já lançado comercialmente. Quatro dos CDs incluem materiais extras, que foram raramente divulgados, ou faixas nunca lançadas.

“Como uma criança dos anos 70, eu estou feliz em informar que há a inclusão de um CD do concerto histórico na Ilha de Wight nos anos 70, apresentado no DVD “Different Kind of Blu”. Uma canção contínua de 50 minutos com Keith Jarrett, Chick Corea, Dave Holland, Jack DeJohnette e Gary Bartz”, Nuff declarou.

O que é uma caixa de discos sem resenhadores eruditos ?. Esta edição inclui 11.000 palavras em um ensaio biográfico feito por Frederic Goaty, anotações de cada álbum e DVD escritas por Franck Bergerot, fotografias raras, notas da produção discográfica e um índice completo das músicas.

Não soa como se eu estivesse fazendo propaganda deste lançamento?. Calma, estou apenas expondo ardorosamente o real valor e significado deste maravilhoso presente. O preço listado na “Amazon” é de $364.98 ou em torno de $5 por disco. Ou apenas $12 por mês em um ano. Eu não teria um grande ano, mas já estou bem melhor, e ,talvez, fique melhor ainda. Assim espero.

Fonte : JazzTimes / Lee Mergner

ANIVERSARIANTES 31/10


Bob Belden (1956) – saxofonista arranjador,
Booker Ervin (1930-1970) - saxofonista,
Claudete Soares(1937) – vocalista,
Ethel Waters (1896-1977) - vocalista,
Guilherme Vergueiro(1953) – pianista,
Illinois Jacquet (1922-2004) – saxofonista,
Julia Lee (1902-1958) - pianista, vocalista,
Raphael Rabello(1962-1995) – violonista(na foto),
Sherman Ferguson (1944-2006) - baterista

O humor homicida



RUY CASTRO -Folha de São Paulo
RIO DE JANEIRO - É incrível, mas Ronaldo Bôscoli, vivo, teria feito 80 anos na terça-feira. Amigos meus, já perto ou passados dessa idade, não verão nada de incrível nisso. Mas o espanto não está nos 80 anos, e sim em Ronaldo Bôscoli. Essa idade não lhe assentaria bem. Talvez por isso tenha preferido pegar o boné aos 65, em 1994.

Para quem não sabe, Bôscoli foi o primeiro letrista da bossa nova. São dele "Fim de Noite", "Lobo Bobo", "Se É Tarde Me Perdoa", "Ah! Se Eu Pudesse", "O Barquinho", "Telefone", "Vagamente", "Você", "Nós e o Mar", "Rio" e tantas mais, de parceria com Chico Feitosa, Carlos Lyra e Roberto Menescal. Todas de 1957 a 1965. m tão pouco tempo, fez muita coisa boa.

E mais não fez porque estava ocupado agitando a bandeira da bossa nova, introduzindo-a nas revistas em que trabalhava como repórter, produzindo shows e abusando de seu charme para seduzir cantoras -foi noivo de Nara Leão, namorado de Maysa e marido de Elis Regina. Fora as que conquistou e levou, mas deixou pelo caminho.

Os homens não gostavam de Ronaldo, porque ele se dava bem com as mulheres. As mulheres idem, e pelo mesmo motivo. Mas, ao conhecê-lo, ninguém estava a salvo de seu poder para, em minutos, cativar e até enternecer o interlocutor. Poder que, também de repente, convertia-se num apelido fatal ou numa observação curta, cruel, hilariante e na mosca sobre esse mesmo interlocutor. Pelas costas, claro.

Seu humor era irresponsável, incorreto, quase homicida. Ronaldo precisava dele para viver, assim como de seu poder de enfeitiçar. Daí porque os 80 anos não lhe fariam bem. No fim da vida, doente, emaciado e sem visitas femininas no apartamento do Barramares, ele se aplicava esta severa autodefinição: "Eu já fui um gato. Hoje, do gato, só tenho a asma".

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

KEITH JARRETT – PARIS/LONDON TESTAMENT (ECM)


Há certo tipo de música que sofre com o preconceito de que necessita de uma escuta atenta, comprometida. Caso contrário, dizem os especialistas, soa incompreensível, chata e confusa. Isso acontece sobretudo com as músicas instrumentais contemporâneas - e por contemporâneas entendam-se tanto a obra de György Ligeti e Philip Glass como os recitais de piano-solo de Keith Jarrett. Ora, nenhuma música deveria exigir pré-requisitos para ser, senão compreendida em sua plenitude, ao menos curtida por todo tipo de público. Isto é, música boa deveria usufruir o melhor dos dois mundos: ser entendida por sua profundidade por públicos mais especializados, mas também deixar-se degustar sem resistências por todos os ouvidos.

Essa é uma meta que raríssimos criadores alcançaram no decorrer da história da música. Mozart deixou isso claro em carta ao pai Leopold, dizendo-lhe que não se preocupasse, ele conquistaria todos os ouvidos parisienses escrevendo música compreensível tanto por jejunos como por iniciados.

O álbum triplo Paris/London Testament, do norte-americano Keith Jarrett, que chega agora ao mercado internacional em lançamento da ECM em comemoração aos seus 40 anos de existência, é a prova de que Mozart estava certo. Não só isso. É espantosa a qualidade da invenção musical de Jarrett nestas duas horas e meia de criação improvisada no chamado calor da hora, ali no palco, diante da plateia.

Não. Não torçam seus narizes. Desafios desta grandeza são para poucos. Jarrett consegue, aos 64 anos, improvisar com a mesma intensidade e qualidade artística que caracterizaram os mais adorados compositores do passado. Bach era genial improvisando ao órgão e em qualquer instrumento de teclado; Beethoven reclamava que via publicados nas semanas seguintes seus improvisos que ouvidos ladrões capturavam em suas janelas; e Mozart era o caso à parte, a ponto de escrever as partes de orquestra mas deixar em branco a parte solista num concerto de piano que estrearia, improvisando diante do público.

É preciso derrubar de uma vez por todas o preconceito de que música boa tem que ser música escrita. E a trajetória de Jarrett é a mais bem-sucedida arma de que dispomos para isso.

Ele introduziu o recital de piano-solo no reino do jazz em 1975 com Köln Concert. De lá para cá foram dezenas de registros de recitais de puro improviso sem temas conhecidos para embalar ouvidos mais acomodados. No álbum duplo Radiance, de 2002, parecia ter chegado ao clímax da abstração - com um resultado que bem poderia ser chamado de erudito, tamanha a sofisticação.

Foi mais longe ainda no álbum duplo The Carnegie Hall Concert (dois CDs ECM), de 2005. De um lado, uma incrível suíte em dez partes: a Parte 9, por exemplo, é um estudo a duas vozes que até Bach assinaria. Concluído o recital, e portanto a música que exige escuta mais atenta, mergulha no lúdico em quase meia hora incendiária ao alcance de todo tipo de público, com cinco extras, incluindo magníficas versões de True Blues, as líricas My Song e Time in My Hands.

O passo mais ousado, entretanto, fica com o recém-lançado Paris/London Testament. Não há mais refresco nem standards para deixar os ouvidos felizes em reconhecer melodias populares. Permanece apenas o abstrato, a pureza do improviso. O primeiro CD registra na íntegra o recital realizado em 28 de novembro do ano passado na Salle Pleyel em Paris. Possui oito partes, distribuídas por 70 minutos de música. São formas livres, algo como os "impromptus" que Schubert adorava improvisar nas noitadas regadas a vinho, mulheres e canções na Viena das primeiras décadas do século 19. Ou seriam estudos? Rapsódias, melhor qualificá-las com esta que é a forma mais livre nos muros eruditos. A Parte 1, aliás, tem um quê schubertiano em sua calma e sobretudo no modo de acariciar mudanças harmônicas (os discretos gemidos remetem a Glenn Gould); de repente, por volta dos 7"47, um tema angulosamente arisco sugere um novo clima, pontuado com admiráveis silêncios e um contraponto cerrado; nos 2 minutos finais, uma coda reinstaura o movimento inicial. É praticamente uma peça em três movimentos de mais de 13 minutos, com um nervoso intermezzo central entre dois adágios que às vezes soam próximos do Shostakovich dos prelúdios e fugas opus 87, que Jarrett gravou em 1991.

Como se vê, ninguém passa incólume por gigantes como Bach, Mozart e Shostakovich. Do primeiro, Jarrett gravou os dois livros do Cravo Bem Temperado, as Suítes Francesas e as Variações Goldberg; do segundo, vários concertos para piano, incluindo o K. 271, "Jeunehomme", e os celebrados K. 453 e 466 da plena maturidade; e de Shostakovich os citados prelúdios e fugas.

Um duplo aprendizado, sem dúvida, separa em duas fases bem diferenciadas sua trajetória. Na primeira fase, até meados dos anos 80, ele se assumia quase como um clone de Schubert ou Schumann. É provável que o próprio Jarrett sentisse certo esgotamento da fórmula por volta de 1985/6. Por isso, voltou-se para os clássicos, que gravou nos seis anos seguintes, entre 1987 e 1993. Não são, claro, gravações de referência de Bach, Mozart ou Shostakovich, mas representam passo decisivo para as obras-primas da última década.

Voltemos a Paris/London. É curioso como o recital de Paris é mais cabeça, pretensioso, no bom sentido; e o londrino é mais solto. Neste último, a Parte 1 é de um intenso lirismo, bem schumanniano. Não há climas contrastantes; são 11 minutos de um adágio de arrepiar. A Parte 4 é um estudo da região aguda do piano, bem abstrato. Ao todo, são 12 partes. As duas que fecham o segundo CD contrastam a abstração (nº 5) e o tom quase de hino protestante (6). O terceiro CD, que contém as seis partes finais, começa com uma figuração rítmica ostinato, sua fórmula preferida (é estranho para nós brasileiros o motivo melódico, parecido com uma musiquinha de Roberto Carlos dos anos 60, Negro Gato). A Parte 9 é quase um estudo de oitavas; a décima relembra o clima do Köln Concert nos acordes repetidos pulsando sob a melodia; a parte 11 poderia ser assinada por um Billy Strayhorn, o alter ego de Duke Ellington; e a parte final nos leva, já inteiramente seduzidos por esta maravilhosa viagem sonora, pelo universo de Schubert e Schumann.

No texto do folheto de Paris/London, Jarrett conta que dava recitais desde os 6 anos em locais como o Allentown Women"s Club, em Boston: "Os programas geralmente incluíam mestres como Mozart, Schubert, Chopin ou Debussy, mas sempre havia algo que "eu escrevi". Eu não colocava estas peças no papel. Rabiscava apenas motivos e melodias, em torno dos quais "decolava" e viajava. (...) Quando estudava piano em casa, com frequência eu mudava as notas das peças de algum compositor. Minha mãe sacava isso. E eu lhe dizia que não se preocupasse: eu tocaria apenas o que estava escrito no recital." Este é, afinal, o exercício de uma liberdade que fez a grandeza de Bach, Beethoven, Mozart... e de Keith Jarrett.

Fonte: ESP / João Marcos Coelho
Colaboração : Gileno Xavier

ANIVERSARIANTES 30/10


Bobby Jones (1928-1980) - saxofonista,flautista,
Christoph Irniger (1979) - saxofonista,
Clifford Brown (1930-1956)- trompetista (na foto),
Poncho Sanchez (1951) - percussionista,
Saul Rubin (1958) - guitarrista ,
Teo Macero (1925-2008) - saxofonista, produtor,
Tom Browne (1954) - trompetista ,
Trilok Gurtu (1951) – percussionista,
Tutty Moreno(1947) - baterista

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

ELI YAMIN – YOU CAN´T BUY SWING (YAMIN)


Eli Yamin é um energético pianista de jazz na linha tradicional, que é também um educador, consultor , DJ e ,acima de tudo, um prosélito do jazz. As primeiras cinco faixas deste álbum poderiam ser consideradas como se fossem feitas para festa. Têm muito suíngue.

A sexta faixa, “Rwadan Child”, iniciada pelo baixista Ari Roland, deixa você frio. Por outro lado, em “You Can´t Buy Swing”, Roland utiliza o arco em seu solo, como é sua característica. Parece um vento sombrio entre árvores. Mas em “Rwadan Child” usa o pizzicato lento, tristonho e cerimonioso. Yamin executa uma música surpreendentemente lírica com acordes na sua poderosa mão esquerda como forma de protesto e vibratos na mão direita, lançando no ar um aviso fúnebre. Isto foi para alertar que nem tudo é festa.

Yamin é, também, um sagaz estudioso de Thelonius Monk. “I Want To Be a Teacher” e “Well, You Better Not” é um exercício de livre imaginação de “Let´s Cool One” e “Well You Needn´t”. Yamin sublima Monk em seus acordes dissonantes e sem emoção dentro de um suave estilo próprio. A exuberância de Monk não é sublimada, mas absorvida.

Em paralelo, a banda é muito boa para a parte festiva. Há alguém no jazz mais consistentemente criativo em seus instrumentos que Chris Byars?. Seu solo no saxofone tenor em “Jacques Meditation” é uma completa e memorável improvisação, que vem a ser intenso e permanece no ar, tranquilamente, usando sua respiração.

Faixas : Want To Be A Teacher ;You Can't Buy Swing ;Getting Somewhere ; Well, You Better Not ; Bop To Normal;Rwandan Child;Just One; Katiana's New Start;
Jacquet's Meditation ;Waltz On The Hudson;In Walked Barry.

Músicos : Chris Byars (saxofone, flauta, conga) Lakecia Benjamin (saxofone), Ari Roland (baixo), Alvin Atkinson (bateria), Eli Yamin (piano)

Fonte : JazzTimes / Thomas Conrad.

Africantar estréia no dia 04 de novembro no Theatro XVIII (Pelourinho)


dias 04, 11 e 18 de Novembro (quartas), 20h
participação especial: Mateus Aleluia (ex-integrante do grupo Os Tincoãs)
R$ 5,00
FICHA TÉCNICA
vozes – Ana Paula Albuquerque, Chicco Assis, Fabio Sacramento, Gil Ferreira, Raquel Monteiro e Tâmara Pessoa
guitarra, violão e direção musical – Paulo Mutti
baixo – Ivan Bastos
cavaquinho – Sérgio Müller
percussão – Gabi Guedes
pesquisa e concepção – Ana Paula Albuquerque e Chicco Assis
preparação vocal – Ana Paula Albuquerque
direção artística – Chicco Assis
figurino, cenário e adereços - Renato Carneiro e Katuka – Mercado Negro
iluminação - Tiê Valente

produção – Chicco Assis e Ana Paula Vasconcelos
fotos divulgação - Sora Maia
design - Ana Paula Vasconcelos
parceiros – Theatro XVIII / Katuka – Mercado Negro / Ristorante La figa / Deo Carvalho

ANIVERSARIANTES 29/10


Jimmy Woods (1934) - saxofonista,
Josh Sinton (1971) - saxofonista,
Matthias Lupri ( 1964) - vibrafonista,
Neal Hefti (1922) - trompetista,
Zoot Sims (1925-1985) - saxofonista(na foto)

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Lançamento do CD Trio+1 - Benjamim Taubkin

Chico Oliveira Quarteto no Espaço Cultural Casa da Mãe


O guitarrista Chico Oliveira estará apresentando musicas instrumentais no Espaço Cultura Casa da Mãe no dia 29 de outubro. No repertório composições autorais que fizeram parte do Show "Bocapiu Cheio" além de músicas de Gilberto Gil, João Donato, Antonio Carlos Jobim e outros medalhões da música brasileira.



Chico Oliveira - Guitarra, composições e arranjos
Bruno Aranha - Piano elétrico
Giroux Wanziler - Contrabaixo
Tito Oliveira - Bateria e percussão

Local: Espaço Cultural Casa da Mãe
Data: 29 de outubro(Quinta)
Horário: 21h
Endereço: Rua Guedes Cabral, nº81. Rio Vermelho
Telefone:
3334 3041
Ingresso: R$ 7,00

PAT METHENY GRAVA COM ROBÔS MUSICAIS


Como um dos mais populares, criativos e prolíficos jazzistas da sua geração, Pat Metheny, na foto, nunca descansou sobre suas glórias. Ele obteve incrível sucesso comercial com seu grupo, trilhou vias experimentais desde “Song X” com Ornette Coleman ao adequadamente entitulado “Zero Tolerance for Silence”. Agora, inspirado em suas próprias explorações com tecnologia e pianista em sua infância, ele resolveu tocar com algumas máquinas.

Nonesuch Records, sua atual gravadora, divulgou que a próxima gravação de Metheny será um trabalho solo com o que deve ser melhor descrito como robôs musicais. Atualmente, não sabemos, realmente, como descrever isto, assim deixamos para Metheny a tarefa de fazê-lo. Segue um excerto do que ele escreveu em seu site:

"No final dos anos 1800 e início dos anos 1900, pianistas apareceram com instrumentos que eram tocados mecanicamente através de rolos de papel acionados por chaves. O próximo passo lógico era aplicar o mesmo princípio para uma gama de outros instrumentos. Este grupo de instrumentos foram chamados “Orchestrions”.

"Por diversos anos, tenho reunido as forças de um talentoso e inovativo grupo de inventores e técnicos ao redor do país e construído uma grande “aquarela” de sons acústicos produzidos via máquinas, que eu organizei como uma nova espécie de “Orchestrion”. Os principais instrumentos têm sido projetados e construídos para mim pelo incrivelmente talentoso Eric Singer, que é o maior inovador nesta área da engenharia. Um pequeno número de músicos, nos anos recentes, está trabalhando com estes mecanismos. E, naturalmente, de diversas maneiras , resultou na tecnologia musical. Meu único objetivo aqui, entretanto, é musical”.

Ele adicionou candidamente: "Eu tenho me esforçado para descrever o projeto, mesmo as pessoas mais próximas de mim não tinham nenhuma ideia sobre o que eu estava falando até ouvirem a música. Assim, mesmo tendo escrito sobre o assunto , você mesmo deverá experimentá-la para realmente saber o que é”.

A comunicação da sua gravadora sobre o projeto deverá ser um pouco mais iluminadora , ou não, na forma como tentam expor sobre a metodologia destes robôs musicais. "Cada “solenoid” é elaborada como parte de um instrumento (guitarra, baixo, bateria, marimba e muitos outros) para criar a música da guitarra de Metheny a partir de seu computador/software que é completamente sensível e musical, como nada que já vimos ou ouvimos. Os instrumentos fazem música que não seria possível ser feita por uma única pessoa , isto é, os címbalos podem ser tocados por três diferentes baquetas simultaneamente. Isto deve ser observado para a completa compreensão do assunto, mas você provavelmente quer ver o quadro”. Nós estamos realmente tentando.

Nós realmente adoramos o que Metheny fez com seus músicos ao vivo , assim assumimos que ele sabe distinguir uma boa música. Alguns bateristas podem nos sinalizar o que os robôs podem fazer :Bob Moses, Danny Gottlieb, Roy Haynes, Jack DeJohnette, Bill Stewart, Billy Higgins e Antonio Sanchez. Nós escolhemos David R. Adler para acompanhar a demonstração de Metheny, nesta semana, em Nova York. Mas poderemos ouví-la em Janeiro quando a gravação será lançada pela Nonesuch, e vê-la quando sua excursão iniciar no começo do próximo ano.

Para uma leitura mais eloquente dos argumentos de Metheny sobre a gênese deste projeto, acesse seu “web site”.

Fonte : JazzTimes / Lee Mergner

ANIVERSARIANTES 28/10


Andy Bey (1939) – vocalista,
Bill Harris (1916-1973) - trombonista,
Capiba (1904-1997) – pianista, compositor,
Chico O'Farrill (1921-2001)- líder de orquestra,
Cleo Laine (1927) - vocalista,
Dink Johnson (1892-1954) - pianista,
Elton Dean (1945-2006) - saxofonista,
Glen Moore (1941) - baixista, pianista,
Jay Clayton (1941) - vocalista,
Kent Jordan (1958) – flautista,
Kurt Rosenwinkel (1970) - guitarrista(na foto),
Richard Bona (1967) – baixista
Ronaldo Bôscoli (1928-1994) - compositor,produtor

terça-feira, 27 de outubro de 2009

VERVE LANÇA NOVA SÉRIE DE REEDIÇÕES



Se você pensou que a era das generosas caixas temáticas de discos tinha passado, você estava correto. Neste ponto, há poucas coisas que não foram divulgadas, reempacotadas e reempacotadas outra vez. A Verve, sob a liderança do guru das reedições Michael Lang, estava na linha de frente da inovativa produção a partir de seus arquivos, da sua “embalagem” e marketing . Os fãs do Jazz devem lembrar dos “songbooks” de Ella Fitzgerald ou de Bill Evans, publicados em caixas para evidenciar o memorável trabalho feito no passado com o material de arquivo.

Entretanto, a companhia passou por diversas mudanças desde aqueles dias venturosos. A Verve ainda está no jogo, graças à qualidade do seu acervo. O “Verve Music Group” anunciou que lançará um novo selo dedicado a edições limitadas de caixas luxuosas e reedições de álbuns clássicos, com embalagem especial, remasterizações e músicas raramente ou nunca antes lançadas.

A primeira leva estará disponível para venda nas lojas em 09 de Novembro, estando já disponibilizada em seu site, e inclui “Twelve Nights in Hollywood” de Ella Fitzgerald, “The Complete Commodore and Decca Masters” de Billie Holiday(na foto) e “Debut—The Clef/Mercury Duo Recordings 1949-1951” de Oscar Peterson com Ray Brown e Major Holley. Cada lançamento tem uma embalagem especial, aproximadamente no tamanho de um disco de 78 rotações e na forma de uma brochura, com belos desenhos em papel resistente. Cada lançamento contém material nunca lançado anteriormente. Há, também, extensas notas, incluindo as descrições de cada faixa, documento das seções originais e fotos.

A edição de Ella Fitzgerald tem quatro CDs de gravações ao vivo, que nunca foram divulgadas, realizadas no “Crescendo Club” em Los Angeles em 1961, que resultou no LP “Ella in Hollywood”, e em seu retorno para nova apresentação no ano seguinte. A edição tem 73 performances inéditas, todas originalmente gravadas sob a supervisão pessoal do fundador da Verve, Norman Granz. Os três CDs de Billie Holiday incluem todas as 50 gravações produzidas por Milt Gabler para a Commodore e a Decca. Nas performances estão as clássicas canções “Strange Fruit”, “Fine and Mellow” e “Lover Man”. Os três discos de Oscar Peterson compilam material das suas primeiras gravações nos Estados Unidos acompanhadas pelos baixistas Ray Brown e Major Holley. Utiliza material de estúdio e gravações ao vivo do período em que foram gravados “singles” para a Mercury e que resultaram nos LPs “Tenderly”, “Keyboard” e “An Evening with Oscar Peterson”. Esta edição selecionada da Verve inclui novas descobertas, performance ao vivo nunca lançada de “Tea For Two” , bem como uma versão em estúdio de “There’s a Small Hotel”.

As edições de Holiday e Peterson custarão $54.98 e a de Fitzgerald custará $69.98

Estão previstos para futuros lançamentos títulos de Clifford Brown, Stan Getz, Nat King Cole e Dinah Washington.

Fonte: JazzTimes / Lee Mergner

ANIVERSARIANTES 27/10


Amanda Monaco (1973) - guitarrista,
Arild Anderson (1945) - baixista,
Babs Gonzales (1919-1980) - vocalista,
Barre Phillips (1934) - baixista,
Boyd Raeburn (1913-1966) - saxofonista,
Carlo De Rosa (1970) - baixista,
Dan Baraszu (1969)- guitarrista,
David Hazeltine (1958) - pianista,
George Wallington (1924-1993) - pianista,
Ken Filiano ( 1952) - baixista,
Philip Catherine (1942) – guitarrista(na foto),
Robert Sabin ( 1972) - baixista,
Tom Adams (1953 ) - pianista

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

ANIVERSARIANTES 26/10


Charlie Barnet (1913-1991) - saxofonista,
Chuck Stevens (1979) - guitarrista,
Eddie Henderson (1940) - trompetista,
Jacques Loussier (1934) - pianista,
Marc Wagnon ( 1956) - vibrafonista,
Milton Nascimento (1942) – violonista, vocalista, compositor (na foto),
Ranee Lee (1942) - vocalista,
Warne Marsh (1927-1987) - saxofonista

domingo, 25 de outubro de 2009

VIJAY IYER TRIO - HISTORICITY (ACT Music [2009])


Há muita coisa que é excitante no trabalho do pianista Vijay Iyer e, da mesma forma, há muita coisa irritante. A excitação está na música e a irritação está no excesso de toques cerebrais que o cerca. A mais recente prova da última observação vem na apresentação de “Historicity”. Qualquer título de álbum que requer longas notas para enfatizá-lo, e que inicia elipticamente e gratuitamente com uma citação do filósofo italiano Antonio Gramsci, extraída do seu livro Cadernos do Cárcere, faz soar o alarme. Particularmente, quando a explanação dada está contida em palavras de uma linguagem simples: “Nós somos parte da maré da história”. E tudo isto para validar a inclusão de músicas conhecidas e dois originais, gravados anteriormente.

Como Iyer e seus publicitários frequentemente nos lembra, antes de vir a ser um músico em tempo integral, Iyer estudou matemática e física em Yale e na UC Berkeley. O rapaz tem inteligência. Nós podemos prosseguir ?. Porém, se ele não for cuidadoso, estará fazendo companhia ao saxofonista Anthony Braxton com sua postura seca e acadêmica e afastando-o de considerável audiência que sua música pode alcançar.

Aquilo que Iyer busca, claro, não é qualquer coisa em sua nova gravadora, ACT, que está a encorajá-lo. Desde a inesperada morte de Esbjorn Svensson, o selo alemão tem, presumivelmente, buscado um trio pianístico para substituir o E.S.T. de Svensson. O grupo de Iyer formado com o baixista Stephan Crump e com o baterista Marcus Gilmore é o achado. Como Svensson, a música de Iyer é sonoramente poderosa, é apresentada com intensidade, é tributária de outros estilos da música moderna e é, quase sempre, propelida por ritmos simples, mesmo quando usa tempos complexos. Sua música impacta, como a de Svensson fez, ou como Iyer expôs em algum momento: “ é como deixar as estruturas racionais passarem a ser intuitivas”.

Os pontos altos e bem desfrutáveis de “Historicity” são as músicas já conhecidas, a despeito da balançante faixa título, que é uma grande competidora. "Somewhere" de Leonard Bernstein, que a segue, é impulsionada pela percussiva combinação de um triplo e quádruplo tempo de Iyer sobre a sólida Crump, quatro em um acorde, seguindo o baixo. Uma grande faixa dada sua irresistível recalibragem. A próxima é "Galang” do artista hip hop M.I.A, com o apropriado subtítulo "Trio Riot Version", que verdadeiramente está no original e a impulsiona para longe.

Outras conhecidas composições são "Smoke Stack" de Andrew Hill, "Big Brother" de Stevie Wonder, "Mystic Brew" de Ronnie Foster e o destaque entre os destaques, "Dogon A.D.” de Julius Hemphill que, se o compositor tinha em mente a música misteriosa e a tradição das máscaras do povo Dogon do Oeste da África, acertou o alvo precisamente.

Um álbum galvanizante. Sem mais explicações. Por favor.

Faixas: Historicity; Somewhere; Galang (Trio Riot Version); Helix; Smoke Stack; Big Brother; Dogon A.D.; Mystic Brew (Trixation Version); Trident 2010; Segment For Sentiment #2.

Músicos: Vijay Iyer: piano; Stephan Crump: baixo; Marcus Gilmore: bateria.

Fonte : All About Jazz / Chris May

ANIVERSARIANTES 25/10


Earl Palmer (1924-2008) - baterista,
Daniel D´Alcântara (1974) – trompetista, flugelhornista (na foto),
Eddie Lang (1902) - guitarrista,
Franck Amsallem (1961) - pianista,
Jimmy Heath (1926) - saxofonista,
Roberto Menescal (1937) –violonista, guitarrista,
Robin Eubanks (1955) - trombonista,
Teco Cardoso(1960) – saxofonista, flautista,
Terumasa Hino (1942) – trompetista, flugelhornista

sábado, 24 de outubro de 2009

BEN WILLIAMS GANHA O PRÊMIO THELONIUS MONK


O baixista Ben Williams,(na foto), alcançou o primeiro lugar no “Thelonious Monk International Jazz Competition” no último dia 11 de Outubro. Realizado no “Kennedy Center” em Washington, D.C., o “Thelonious Monk Institute of Jazz” focou a competição, neste ano, no seu instrumento.

Williams, 24 anos, um nativo de Washington, D.C., recebeu uma bolsa de estudos no valor de $20,000 e um contrato para gravação com o “Concord Music Group”. Williams é membro da banda “Blackout”, onde Stefon Harris busca um encontro entre o jazz e o hip-hop. O segundo lugar foi para Joe Sanders, 25 anos, de Milwaukee, Wiscosin, que recebeu uma bolsa de estudos de $10,000 e o terceiro lugar foi para Matt Brewer, 26 anos, de Oklahoma City, Oklahoma, que recebeu uma bolsa de estudos de $5,000 . Os três finalistas residem em Nova York.

Cada finalista apresentou duas músicas com uma seção rítmica composta pelo pianista Geoffrey Keezer e pelo baterista Carl Allen, tendo na segunda música a participação da vocalista Dee Dee Bridgewater. Williams apresentou "Tricotism" de Oscar Pettiford e "Caravan" de Juan Tizol. Sanders escolheu "A Foggy Day" de George Gershwin e "Benny's Tune" de Lionel Loueke e Matt Brewer apresentou "All Blues" de Miles Davis e uma composição própria.

Neste ano a competição apresentou um concerto de gala para celebrar o 70º aniversário da “Blue Note Records”.Entre os convidados estavam artistas da Blue Note como Herbie Hancock, Dianne Reeves, Wayne Shorter, Kurt Elling, Bobby McFerrin, Ron Carter, Terence Blanchard, McCoy Tyner, Earl Klugh, John Scofield e Joe Lovano.

O diretor do Instituto, Herbie Hancock, presenteou Bruce Lundvall, presidente e CEO da Blue Note Records, com o prêmio "Maria Fisher Founder" para o exercício de 2009.

"O futuro do jazz está em boas mãos pelo que vi esta noite" declarou Lundvall. "Eu ainda tenho o jazz no coração. Este é dia mais feliz da minha vida".

Fonte : Downbeat

ANIVERSARIANTES 24/10


Anthony Cox (1954) – baixista,
Banu Gibson (1947) - vocalista,
Jay Anderson ( 1955) - baixista,
Odean Pope (1938) – saxofonista,
Rick Margitza (1961) - saxofonista(na foto),
Wendell Marshall (1920-2002) - baixista

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Homenagem a Dianne Reeves de Ana Paula Albuquerque


Show de Ana Paula Albuquerque no Sesi do Rio Vermelho.
Dia 23-10-2009
Horário 20 horas.

ANIVERSARIANTES EM 23 DE OUTUBRO

Bernard Peiffer (1922) - pianista
Dianne Reeves (1956) – vocalista (na foto)


Ernie Watts (1945) – saxofonista
Frank Hewitt (1935) - pianista
Gary McFarland (1933-1971) - vibrafonista
Jeff Gardner(1953) – pianista
Sonny Criss (1927-1977) - saxofonista
Walter Fischbacher ( 1966) - pianista

Ana Paula Albuquerque (en)cantou o Pelourinho

A cantora Ana Paula Albququerque se apresentou na última terça-feira, dia 20, na Praça Tereza Batista (Pelourinho). O show foi Assim como ela é. Acompanhada por 06 dos melhores músicos da Bahia (Ivan Huol, Gabi Guedes, Marcus Sampaio, Orlando Costa, Paulo Mutti e Rowney Scott), Ana Paula com sua voz segura e afinada e com o seu repertório envolvente, levou as centenas de pessoas que lotaram a Praça ao delírio.


Um momento marcante do show foi a participação mais que especial de Mateus Aleluia, que emocionou o público, a cantora e os músicos com sua voz grave e imponente em contraponto a suavidade da sua presença no palco. No bis, só precisou Ana Paula e Mateus Aleluia voltarem ao palco para a multidão embalar o refrão de Cordeiro de Nanã: "sou de nanã euá, euá, euá, ê..."
Ana Paula volta a apresentar o show "Assim como ela é" nesta sexta-feira, dia 23, no Teatro Sesi Rio Vermelho, às 21h. Em novembro, no dia 04, às 20h, a cantora estréia no Theatro XVIII (Pelourinho) o show Africantar com músicas d'Os Tincoãs e os Afro-sambas e participação especial de Mateus Aleluia, o grande homenageado.

Ouça Ana Paula Albuquerque - www.myspace.com/anapaulaalbuquqerque

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

ANIVERSARIANTES EM 22 DE OUTUBRO

Brenda Earle (1976) - pianista
Clare Fischer (1928) - pianista
Giorgio Gaslini (1929) - pianista
Ivan Renta (1980) - saxofonista
Jane Bunnett (1956) - flautista,saxofonista (na foto)

Krzysztof Duszkiewicz (1957) - guitarrista
Lula Galvão(1962) – violonista
Patápio Silva (1880-1907) – flautista
Urszula Dudziak (1943) - vocalista

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

ANIVERSARIANTES EM 21 DE OUTUBRO

Bobby Few (1935) - pianista
Celia Cruz (1925-2003) - vocalista
David Weiss (1964) - trompetista
Dizzy Gillespie (1917-1993) - trompetista (na foto)

Don Byas (1912-1972) - saxofonista
Don Rader (1935) - trompetista
Doris Monteiro(1934)- vocalista
Fred Hersch (1955) pianista
Jerry Bergonzi (1947) - saxofonista
Marc Johnson (1953) - baixista

terça-feira, 20 de outubro de 2009

ANIVERSARIANTES EM 20 DE OUTUBRO

Adelaide Hall (1904-1993) - vocalista
Andrea Bartelucci (1955) - flautista
Carl Kress (1907-1965) - guitarrista
Eddie Harris (1926-1996) – saxofonista
Jelly Roll Morton (1890-1941) – pianista (na foto)

Mark O'Leary (1969) - guitarrista
Martin Taylor (1956) - guitarrista
Russell Gunn (1971) - trompetista

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

ANIVERSARIANTES EM 19 DE OUTUBRO

Eddie Daniels (1941) - clarinetista
Jostein Gulbrandsen (1976) - guitarrista
Piano Red (1911-1985) – pianista, vocalista
Tim Garland (19966) - saxofonista
Vinicius De Moraes (1913-1980) – violonista, vocalista, compositor (na foto)



Warren L Jones III ( 1953) - baixista

domingo, 18 de outubro de 2009

ANIVERSARIANTES EM 18 DE OUTUBRO

Anita O'Day (1919-2006)- vocalista (foto)

Annette Hanshaw (1910-1985) - vocalista
Bill Stewart (1966) - baterista
Bobby Troup(1918-1999) - pianista,vocalista
Chuck Berry (1926) - guitarrista, vocalista
Ron Vincent (1951) - baterista
Wynton Marsalis (1961) - trompetista,flugelhornista

sábado, 17 de outubro de 2009

ANIVERSARIANTES EM 17 DE OUTUBRO

Barney Kessel (1923-2004) - guitarrista
Chiquinha Gonzaga(1847-1935) - pianista,compositora
Cozy Cole (1906-1981) - baterista
Howard Alden (1958) – guitarrista( na foto)

Luiz Bonfá (1922—2001) – violonista
Manuel Valera (1980) - pianista
Sathima Bea Benjamiin (1936) - vocalista

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

ANIVERSARIANTES EM 16 DE OUTUBRO

David C. Clark (1969) - saxofonista
Mark Walker (1961) - baterista
Ray Anderson (1952) - trombonista
Roy Hargrove(1969) - trompetista, flugelhornista (na foto)

Rubens Barsotti(1932) – baterista
Tim Berne (1954) - saxofonista,

ANA PAULA ALBUQUERQUE EM "ASSIM COMO ELA É"

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

ANIVERSARIANTES EM 15 DE OUTUBRO

Bill Charlap (1966) – pianista (na foto)

Freddy Cole (1931) - pianista , vocalista
Herman Chittison (1908-1967) - pianista
Keith Javors (1971) - pianista
Palle Danielsson (1946) – baixista
Reidd Anderson (1970) - baixista
Victoria Spivey (1906-1976) - pianista, vocalista

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

ANIVERSARIANTES EM 14 DE OUTUBRO

Aaron Aranita (1955) – saxofonista, pianista
Dan DeChellis (1970)) - pianista
Dusko Goykovich (1931) - trompetista,flugelhornista (na foto)

Eduardo Gudin(1950) – violonista, compositor
Garrison Fewell (1953) - gutarrista
James Carney (1963) - pianista
Jewell "Babe" Stovall (1907-1974) – guitarrista, vocalista
John Graas (1924-1962)- frenchornissta
Kazumi Watanabe (1953) – guitarrista
Matthew Parrish (1969) - baixista
Spencer Williams (1889-1965) - pianista

terça-feira, 13 de outubro de 2009

ANIVERSARIANTES EM 13 DE OUTUBRO

Art Tatum (1909-1956) – pianista (na foto)

Edu da Gaita(1916-19822) – gaitista
Frank Colón (1951) - percussionista
Joel Nascimento(1937) – bandolinista
Lee Konitz (1927) - saxofonista
Matt Jorggensen – (1972) baterista
Meegan Coleman ( 1975) – vocalistista
Orphy Robinson (1960) – vibrafonista
Pharoah Sanders (1940) - saxofonista
Ray Brown (1926-2002) - baixista
Ray Brown Jr. (1949) - vocalista
Terry Gibbs (1924) - vibrafonista,vocalista
Vic Stevens (1959) - baterista

ANIVERSARIANTES EM 12 DE OUTUBRO

Dawson Dowdy (1998) - pianista
Frank Macchia (1958) - saxofonista
Harry Allen (1966) – saxofonista(na foto)

Jay Epstein (1946) - bateristta
Linda Presgrave ( 1951) - pianista
Michael Mossman (1959) trompetista
Nancy Kelly (1950) - vocalista
Nappy Brown (1929-2008) - vocalista
Tubby Hall (1895-1946) - baterista
Yoshiaki Masuo ( 1946) - guitarrista

domingo, 11 de outubro de 2009

ANIVERSARIANTES EM 11 DE OUTUBRO

Art Blakey (1919-1990) - baterista (na foto)

Billy Higgins (1936-2001)- baterista
Cartola (1908-1980) - compositor
Curtis Amy ( 1929-2002) - saxofonista
Demetrius "DJ" Turner II (1992) - saxofonista
Fred Hopkins (1947-1999) – baixista
Lester Bowie (1941-1999) - trompetista,flugelhornista
Nick Russo (1977) - guitarrista
Tony Kinsey (1927) - baterista

sábado, 10 de outubro de 2009

ANIVERSARIANTES EM 10 OUTUBRO

Alex Levin (1974) - pianista
Araken Peixoto(1930-2008) trompetista
Cecil Bridgewater (1942) - trompetista , flugelhornista
Jesus Chuchito Valdés (1966) pianista
Ed Blackwell (1929-1992) - baterista
Gregory Charles Royal (1961) - trombonista
Harry Sweets Edison (1915-1999) - trompetista
Johnny O'Neal (1956) pianista
Julius Watkins (1921-1977) - frenchornista
Junior Mance (1928) - pianista
Lee Blair (1903-1966) guitarrista, banjoísta
Monk Montgomery (1921-1982) - baixista
Oscar Brown, Jr. (1926-2005) - vocalista
Paul Humphrey (1935) - baterista
Rowney Scott (1964)- saxofonista (na foto)

Roy Kral (1921-2002) - pianista, vocalista
Thelonious Monk (1917-1982) pianista (na foto)

VITOR ARAÚJO + RIVOTRILL LANÇAM DVD NA LIVRARIA CULTURA

VITOR ARAÚJO + RIVOTRILL LANÇAM DVD PARA COLECIONADORES NA LIVRARIA CULTURA – 16/10/2009 - Sexta-feira

O pianista VITOR ARAÚJO e banda pernambucana RIVOTRILL apresentam pocket show na Livraria Cultura dia 16/10/2009 a partir das 19:00hs, para lançamento de DVD com o registro do show histórico que fizeram juntos no Teatro da UFPE.

O DVD será capeado com obra do artista plástico FERNANDO DUARTE que pintará as caixas na presença de todos, com os motivos do belíssimo e singular cenário que ele criou para o show.

O Kit com duas obras, uma o DVD VITOR ARAÚJO+RIVOTRILL e outra a caixa pintada pelo artista plástico FERNANDO DUARTE, terá edição limitada para colecionadores e colaboradores com o objetivo de arrecadar fundos para a turnê que farão pelo Brasil.

Serviço:

Pocket show – VITOR ARAÚJO + RIVOTRILL, presença de Fernando Duarte.

DIA: 16/10/2009

HORA: 19:00 hs.

LOCAL- LIVRARIA CULTURA – PAÇO ALFÂNDEGA – Rua Madre de Deus, s/n - Recife/PE.

ENTRADA – FRANCA

Mais informações:

(81) 2102-4033

Fonte: Túlio Montenegro.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Show Chico Oliveira Teatro Gamboa Novva







LULA GALVÃO – BOSSA DA MINHA TERRA (BISCOITO FINO)


O violonista, guitarrista e arranjador Lula Galvão, está lançando o primeiro Cd, “Bossa da Minha Terra”, pela Biscoito Fino, com um repertório que inclui mestres da bossa nova, como Tom Jobim (Esperança Perdida, Ligia e Outra Vez), João Donato (Minha Saudade e Quem Diz que Sabe), Carlos Lyra (Você e Eu), Durval Ferreira (Samba Novo) e Roberto Menescal (Rio), Maurício Einhorn (Tristeza de Nós Dois) e o grande compositor americano Irving Berlin (Change Partners). O violonista se cerca de músicos igualmente excelentes na execução desse tipo de música: Idriss Boudrioua (saxofone), Fernando Moraes (piano), Sérgio Barrozo (contrabaixo), Rafael Barata (bateria), além das participações especiais de Rosa Passos, Cláudio Roditi, Raul de Souza e Mauricio Einhorn.

Para chegar ao estilo característico que demonstra hoje, Lula conta que teve os primeiros contatos com o violão aos 15 anos. “Em 1980, aos 18, muito tarde para os padrões atuais, comecei a estudar com disciplina e em tempo integral, sempre com muito prazer”. Diz que praticava um repertório de peças e estudos de Leo Brouwer, Matteo Carcassi, Francisco Tárrega e Heitor Villa-Lobos. Também gostava de tirar músicas e trechos de solos dos discos de música instrumental brasileira, como os de Victor Assis Brasil, Hermeto Pascoal, Egberto Gismonti, Hélio Delmiro e Hector Costita: “Analisava a relação das notas com os acordes, e isso me ajudou a entender antes de aprender. Apaixonei-me pelos clássicos da nossa música popular, do samba, bossa nova, baião, choro, samba-canção, xote. Essa foi a maneira que encontrei de ampliar minha visão musical. Nos últimos 15 anos, tenho ouvido os grandes compositores da música erudita”.

Fonte : Clube do Jazz / Wilson Garzon

Tom e Vinícius, O Musical


ODIR AMORIM/CPDOC JB
Imortalizada em letras e músicas, a amizade entre Tom Jobim e Vinicius de Moraes ganhou uma versão para o teatro escrita pela dramaturga Daniela Pereira de Carvalho e pelo poeta Eucanaã Ferraz, a partir da pesquisa de Maria Lúcia Rangel, que foi buscar detalhes das vidas dos compositores em correspondências e textos publicados na imprensa. Protagonizado por Marcelo Serrado e Thelmo Fernandes, a peça percorre musicalmente a década áurea de Tom e Vinicius, entre meados dos anos 50 e 60.

Com direção de Daniel Herz e direção musical de Josimar Carneiro, a montagem surgiu da vontade do ator Marcelo Serrado de levar para o teatro uma parte da história do maestro e compositor Tom Jobim. Além de interpretar Tom, Serrado toca violão e piano, canta e assina a produção da peça. O ator Thelmo Fernandes é Vinicius de Moraes. Para essa temporada, a atriz Luciana Bollina, que já fazia parte do elenco, assume o personagem antes representado por Guilhermina Guinle: Lila Bôscoli e Maria Lucia Proença, duas das nove mulheres com quem Vinicius se casou ao longo da vida.

Onde: Teatro Jorge Amado
Endereço: Av. Manoel Dias da Silva, 2177, Pituba, Salvador, Bahia.
Telefone: (71) 3525-9720/9708
Site: www.uec.com.br/teatro.asp
E-mail: teatrojorgeamado@uec.com.br
Capacidade: 420 lugares

Período: 09/10/2009 até 11/10/2009
Preço: R$40,00 (inteira) e R$20,00 (meia)

Sexta a domingo às 20h

Fonte: Teatro Jorge Amado

ANIVERSARIANTES 09/10


Abdullah Ibrahim (1934) - pianista,saxofonista,vocalista,
Amy Cervini (1977) - vocalista,
Bebo Valdes (1918) - pianista,
Chucho Valdes (1941) – pianista,
Dave Samuels (1948) - vibrafonista,
Elmer Snowden (1900-1973) - guitarrista, banjoísta,
Fernando Brandt(1946) – compositor,
François Richard (1956) - flautista,
Jeff Albert (1970) – trombonista,
Kenny Garrett (1960) - saxofonista(na foto),
Lee Wiley (1915-1975)- vocalista,
Samo Salamon (1978) - guitarrista,
Sue Giles (1964) - vocalista,
Yusef Lateef (1920) - saxofonista,flautista, oboeísta

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

CHICO OLIVEIRA NO TEATRO GAMBOA NOVA


A música instrumental baiana tem mais um evento importante para sua afirmação. O show do guitarrista Chico Oliveira,(na foto), no Teatro Gamboa Nova, espaço que vem proporcionando manifestações culturais que fogem ao padrão mais comercial, indo desde a música até as artes cênicas. Foi neste local que encontrei Chico Oliveira, manifestando minha satisfação em assistir um espetáculo embasado em um trabalho puramente autoral. Ele disse-me , que não seria totalmente autoral, pois para atender a pedidos de pessoas que acompanham seu trabalho , apresentaria duas músicas de outros compositores. Esta foi a primeira coincidência da noite, pois o disco do guitarrista norte-americano Jonathan Kreisberg ,com o qual o presentei, tinha o mesmo formato: composições próprias e dois “standards”.

O show inicia com Girassol, que possibilita ao líder junto com a sua banda , formada por Bruno Aranha nos teclados, Giroux Wanziler no contrabaixo e Tito Oliveira na bateria, voltar-se para a plateia, tal qual faz a flor com o sol para entrar em sintonia com o astro rei . Depois vem Manhã em Brasília, composta quando Chico esteve tocando em Brasília.Curioso é como Brasília, palco de tantas agruras, inspira os músicos. Lembrem de Céu de Brasília de Toninho Horta e Chacarera no Planalto de Maurício Marques.

A música que dá título ao show, “Bocapiu Cheio”, inspirada em suas andanças pelo interior do Estado, onde a população usa o bocapiu(sacola feita de sisal) para trazer suas compras, sempre com a esperança de trazê-lo cheio, o que nem sempre acontece. Esta foi a segunda coincidência da noite, pois antes do espetáculo passa um “curtíssima metragem” , “Sal Tupinambá” de Sebastião Gerlic, que obteve o segundo lugar no festival “5 minutos”. Conta a estória de um jovem indígena , que vive duramente no sul da Bahia, mas que mostra muita fibra e caráter, sem perder a esperança.

“Bela tarde” composta em parceria com Roberto Souza, quando estava passando um período em sua casa, tratando de uma doença, quando recebeu este amigo e compositor, que lhe trouxe alegria em um momento de dificuldade.

“De volta para casa” demonstra sua ânsia em chegar em casa após aulas do Curso de Engenharia Civil, onde as notas musicais eram trocadas por assuntos como resistência de materiais, concreto e “otras cositas mais”. O retrato é perfeito.

“Subindo a Gamboa” , música composta no dia anterior no início do ensaio .Talvez seja uma homenagem ao bairro onde fica o local do teatro, que tão bem o acolheu.

A noite fecha com “Ayê” , que significa festa, composta quando Chico esteve no Teatro Gamboa Nova pela primeira vez, em um projeto que foi o embrião para o que viria a ser a Orquestra Rumpilezz.

E como falamos em festa, as cerejas do bolo foram as maravilhosas interpretações de “É Preciso Perdoar” de Alcivando Luz e Carlos Coqueijo e “ Se Eu Puder Falar Com Deus” de Gilberto Gil, que demonstra o bom gosto de quem pediu a inserção destas músicas no show.

O espetáculo é ótimo. Ruim é o preço : R$ 5,00.............. Mas saí satisfeito em saber que o Teatro Gamboa Nova tem patrocínio do Fundo de Cultura do Estado da Bahia, possibilitando esta generosidade.

Hoje às 20h tem outra edição. Imperdível. A música instrumental da Bahia agradece a presença de vocês.

ANIVERSARIANTES 08/10


Bill Stegmeyer (1916-1968) - clarinetista,
Eric Mintel (1967) - pianista,
Hal Singer (1919) - saxofonista,
J.C. Heard (1917-1988) - baterista,
John Betsch (1945) - baterista,
Jon Ballantyne (1963) - pianista,
Kevin McHugh (1982) - pianista ,
Paulinho Nogueira(1929-2003) – violonista(na foto),
Pepper Adams (1930-1986) – saxofonista,
Rick Gallagher (1970) -pianista