Segunda-feira, 30 de Junho de 2008

BUSH ELOGIA O JAZZ E OBAMA TAMBÉM !


Recentemente o jazz Americano foi homenageado em um evento na Casa Branca, por iniciativa do Presidente George W. Bush para evidenciar a influência desta arte na cultura norte-americana.

“A história do jazz espelha a história da nação,” Bush declarou. O presidente falou para cerca 200 convidados no Salão Leste da Casa Branca na noite do dia 19 de junho.

Bush ressaltou as influências das canções dos escravos africanos e da música dos imigrantes europeus sobre o estilo.

“Com a espontaneidade , energia e inovação o jazz expressa o melhor do caráter da America,” Bush afirmou durante a solenidade, conforme divulgou a Associated Press. “E através da liberdade de criação e igualdade, o jazz reflete o melhor dos ideais da América.”

Se apresentaram na celebração o casal, residente em Washington, D.C, formado pela vocalista Esther Williams e o saxofonista Davey Yarborough . Interpretaram as canções “It’s Time for Love” and “Here’s to Life” .

Como músicos e educadores, Williams and Yarborough são apaixonados contribuidores para a comunidade e a arte do jazz . Uma bela escolha para a noite celebratória. Juntos eles criaram a “Washington Jazz Arts Institute” em 1998, uma organização sem fins lucrativos que patrocina programas gratuitos para educar e incentivar jovens músicos.

Yarborough , também, é diretor de estudos de jazz no “Duke Ellington School of the Arts”, localizado em Washington, D.C. Em fevereiro passado Williams foi agraciada pela Associação de Música de Washington como a vocalista de jazz do ano por suas performances.

O guitarrista de jazz , compositor e onze vezes nominado para o Grammy, Earl Klugh (na foto) também se apresentou para os convidados, entre os quais estavam o Presidente Bush , a primeira-dama Laura Bush e o Secretário de Segurança Michael Chertoff.

Enquanto isto , em uma matéria na revista Rolling Stone , o Senador Barack Obama, candidato à presidência pelo Partido Democrata, revelou que o seu iPod inclui músicas dos gigantes do jazz, incluindo Miles Davis, Charlie Parker e John Coltrane. Na há qualquer declaração sobre o que o Senador John McCain, seu oponente republicano , gosta de ouvir.

Fonte : JazzTimes / Melissa Daniels

ANIVERSARIANTES 30/06


Lena Horne (1917) – vocalista (na foto) ,

Wallace Davenport (1925-2004) - trompetista,

Andrew Hill (1937-2007) - pianista,

Jasper van't Hof (1947) - tecladista,

Stanley Clarke (1951) - baixista


Fonte : JazzTimes

Domingo, 29 de Junho de 2008

ROBERTA GAMBARINI & HANK JONES – YOU ARE THERE (EMARCY)


Poucas cantoras contemporâneas podem carregar a sutil linha lírica que Roberta Gambarini pode. Sua voz tem uma musicalidade natural e ela pode fazer com que o ouvinte sinta que ela está cantando só para ele. Ocasionalmente na intimidade de “You and There” , gravado em uma tarde em 2005 , ela extrapola uma canção através de “scat” ou de brusco movimento dramático em uma nota alta. Mas é raro que ela perca a atenção de quem a escuta. Ela tem uma energética empatia com o venerável Hank Jones, e a criatividade lírica e harmônica do pianista providencia um confortável suporte e flashes de inspiração.

“You are There” tem uma uma atrativa informalidade. Você pode ouvir a cantora respondendo a algumas contribuições de Jones, e ela ficar à parte do microfone até um ponto em “You´re Going To Be a Habit With Me” como se estivesse em pé observando o que o pianista está tocando. Ela passa livremente para um maduro solo em “Just Squeeze Me” com espontânea gargalhada, e aprofunda o lado espiritual em “Suppertime” e “Come Sunday”. O ponto alto é indubitavelmente “Lush Life” uma canção que já está há muito tempo no seu repertório . Juntos estão conectados na introspecção sem mergulhar na auto-piedade, que algumas vocalistas tentam fazer.

Esta é uma gravação à moda antiga. Não só pela escolha das composições, que são das décadas de 40 e 50. Gambarini, entretanto, tem a forma de cantar que não parece afetado por qualquer estilo dos 50 anos passados, e Jones tem as raízes fincadas na era em que as canções foram escritas. Este é um lugar ideal para este encontro.

Fonte : Downbeat / James Hale

ANIVERSARIANTES 29/06


Mousie Alexander (1922-1988) - baterista,

Julian Priester (1935) – trombonista(na foto)


Fonte : JazzTimes

Sábado, 28 de Junho de 2008

ARTURO SANDOVAL CANCELA PLANOS PARA ABRIR UM CLUBE DE JAZZ EM MIAMI


No início deste mês havia indicativos de que Miami teria um novo espaço para o jazz chamado “Adrienne Arsht Center for the Performing Arts” , com o nome de Arturo Sandoval (na foto)vinculado ao empreendimento antes dele desistir do negócio.

O trompetista cubano , residente em Miami, que também serviria como curador do clube, declarou ao “Miami Herald’ que “ não é o melhor momento para correr este risco ” por causa dos custos crescentes das mercadorias , especificamente comida e combustível.

Sandoval anteriormente foi proprietário e geriu um clube em “Miami Beach” no Deauville Hotel por dois anos até fechá-lo em março. Ele disse ao “Herald” que não estava fechando as portas para futuros desafios, era apenas uma decisão momentânea. Dirigentes do “Arsht Center” disseram que tentarão renegociar com Sandoval, conforme informações do “Herald”.

No início de Junho, o “Herald” divulgou que Sandoval e o “Arsht Center” tinham um acordo em que seria pago a Sandoval $3,000 ao mês para que ele fosse o diretor artístico e agregasse seu nome ao novo espaço. O gerente de Sandoval, Melody Lisman, disse que o dinheiro seria para observar e recrutar talentos para tocar no clube, bem como para outras despesas.

As negociações foram rompidas devido a desacordos sobre como promover e operar o clube, Sandoval disse. De acordo com o “Herald”, Arsht via o clube como um destino para o final da noite, atraindo outros clientes de salas de concertos de Arsht e casas de ópera.“Seria um destino cultural ” Sandoval informou ao jornal.

Este desejo originou-se durante a operação do clube de Arturo Sandoval . Ele disse que viveu os momentos mais recompensadores quando as pessoas o procuravam para agradecer a existência de um local , em Miami, onde se podia tocar e ouvir jazz, informou o “Herald”.

“Emocionalmente e moralmente , eu me sinto obrigado a defender o jazz,” ele disse. “Eu aprendi a tocar trompete ouvindo Louis Armstrong, Dizzy Gillespie, Harry James, Chet Baker, Miles Davis … todas estas pessoas maravilhosas a quem devo muito.”

Fonte : JazzTime/Rudi Greenberg

ANIVERSARIANTES 28/06


Adrian Rollini (1904-1956) - saxofonista , vibrafonista,

Jimmy Mundy (1907-1983) - saxofonista,

Pete Candoli (1923 - 2008) – trompetista (na foto),

John Lee (1952) - baixista


Fonte : JazzTimes

Sexta-feira, 27 de Junho de 2008

ANIVERSARIANTES 27/06


Shad Collins (1910-1978) - trompetista,

Elmo Hope (1923-1967) – pianista (na foto),

George Braith (1939) - saxofonista,

Wayne Dockery (1941) - baixista


Fonte : JazzTimes

Quinta-feira, 26 de Junho de 2008

HERBIE HANCOCK , MICHAEL BRECKER E DIANE REEVES AGRACIADOS PELA JAZZWEEK


Herbie Hancock, Michael Brecker (na foto), Dianne Reeves e HighNote Records foram agraciados com o prêmio da 5ª edição anual da “JazzWeek Awards” sábado passado.

Hancock venceu na categoria instrumentista do ano, Brecker na de gravação (com o póstumo “Pilgrimage”) and Reeves como vocalista.

A HighNote ganhou o prêmio de selo do ano com a distinção da maioria dos 10 dez discos da lista da “JazzWeek” no período de 01 de Maio de 2007 a 30 de Abril de 2008.

O prêmio da "JazzWeek" é concedido pela votação dos leitores e foram computados durante a conferência da “JazzWeek” em Rochester, NY.

O “Duke Dubois Humanitarian Award”, cujo nome homenageia o legendário produtor, foi para Brad Stone. O prêmio , escolhido pelos antigos vencedores, não pelos leitores, reconhece as contribuições para o jazz e estações de rádio voltadas para o jazz. Stone, da “San Jose’s KSJS”, também venceu como programador de rádio da categoria de 26 para 79. A “JazzWeek” divide a premiação para rádio em três categorias de mercado:1 a 25, 26 a 79 e mais de 80.

A “NJ’s WBGO”, de Newark, venceu o prêmio de estação de rádio na faixa de 1 a 25. O vencedor na faixa de 26 a 79 foi a “WWOZ” de New Orleans. “WAER” de Syracuse, NY, venceu na faixa acima dos 80.

Eric Jackson da“WGBH” , baseada em Boston, ganhou na categoria programador na faixa de 1 a 25. O prêmio , acima da faixa de 80, foi para Bob Stewart da “KCCK” em Cedar Rapids, Iowa.

A “ Palmetto Records” ,de Terry Coen, foi eleita a companhia mais representativa nas promoções artísticas. A “Dr. Jazz Operations” de Detroit venceu na categoria companhia independente.

A conferência ocorreu durante três dias durante o “Rochester International Jazz Festival”, com a participação de mais de 125.000 pessoas, de acordo com o informe a imprensa.

Fonte : JazzTimes / Rudi Greenberg

ANIVERSARIANTES 26/06


Don Lanphere (1928-2003) - saxofonista,

Dave Grusin (1934) – pianista (na foto),

Reggie Workman (1937) - baixista,

Joey Baron (1955) - baterista


Fonte : JazzTimes

Quarta-feira, 25 de Junho de 2008

DAVID SÁNCHEZ – CULTURAL SURVIVAL (CONCORD PICANTE-2008)


São quase quatro anos desde o lançamento de “Coral(Columbia-2004)” de David Sánchez. Este disco marcou o fim do seu relacionamento com a Sony Music. É maravilhoso ter seu grande toque e prolixo “background” no saxofone tenor .

Sánchez não ficou inativo desde “Coral”, tendo excursionado extensamente com sua própria banda, com a cantora Dee Dee Bridgewater ao longo do mundo e nos Estados Unidos com o guitarrista Pat Metheny. Ele , também, participou em algumas performances de “Focus” , uma suíte composta por Eddie Sauter especialmente para Stan Getz , que a gravou em 1961 pela Verve. Sánchez foi artista residente da Universidade Estadual da Geórgia durante o ano acadêmico de 2005/06.

Nestas experiências, a única que tem óbvio impacto em “Cultural Survival’ , que é sua estréia no selo “Corcord Picante”, é a excursão com Pat Metheny. Apesar dos pianistas Danilo Pérez e Robert Rodriguez serem ouvidos em três faixas, que são seus convidados, e do guitarrista Lage Lund , um vibrante músico na linha tradicional com um interessante acompanhamento com finos e texturais efeitos digitais , sendo um executante chave e segundo solista .

Há sete originais e uma música conhecida , a bela “Monk´s Mood” de Thelonius Monk . Ao lado desta faixa e da melancólica “The Forgotten Ones” , o disco é assertivo, ebuliente e cheio de energia. A maioria das músicas soa como se os arranjos tivessem sido detalhadamente escritos. Há mudanças frequentes nos tempos , ritmo e dinâmica, a introdução de temas secundários e construções tensas em passagens centradas em motivos reiterados. Entretanto , todos os sons são marcadamente atuais e estruturados.

Após quatro anos fora dos estúdios , Sánchez tem muito o que dizer com seus solos ricos, vigorosos e detalhados. Apesar de conhecido como um músico feérico e muscular, há um lado delicado. Este brilha nas passagens mais idílicas de “Cultural Survival” e é agradável a reminiscência de Phaorah Sanders durante suas explorações jazzísticas dos anos 60. A bateria , percussão e vocais , com influência afro, que fecha e abre os vinte minutos de “La Leyenda del Carnaveral” estão carregados de inconfundíveis ecos de “Upper Egypt and Lower Egypt” de ábum “Tauhid (Impulse!, 1967) de Sanders. Robert Rodriguez, também, embarca na viagem. A linha do baixo que introduz Sánchez, traz referência de Jimmy Garrison em “Acknowledgment” do saxofonista John Coltrane , que está no disco “A Love Supreme”.

Sánchez não estava desaparecido. “Cultural Survival” é um retorno brilhante às gravações.

Fonte : All About Jazz / Chris May

ANIVERSARIANTES 25/06


Johnny Smith (1922) - guitarrista,

Bill Russo (1928-2003) - trombonista,

Joe Chambers (1942) - pianista , baterista , percussionista (na foto)


Fonte :JazzTimes

Terça-feira, 24 de Junho de 2008

JD ALLEN TRIO - AM I AM [Sunnyside Records (2008)]


Encare-o. Se você toca saxofone tenor, estará diante de um desafio com o legado do som de John Coltrane. Você pode ouvi-lo no toque de Branford Marsalis, Pharoah Sanders e mesmo de Sonny Rollins. Acredita-se que Rollins foi influenciado por Trane, cujo estilo foi modificado para sempre nos anos 60. Mas deixemos os argumentos para os estudiosos. Em “ Am I Am” JD Allen utiliza o legado de Coltrane e deixa-nos uma bela impressão , não só de Coltrane, mas dele mesmo.

Após trabalhos com a cantora Betty Carter, com os bateristas Winard Harper e Cindy Blackman, o saxofonista gravou algumas expressivas faixas para a “Criss Cross Records” , incluindo o disco “Easy Now (2005)” do pianista Orrin Evans e os seus “In Search Of... (1999)” e “Pharoah's Children (2002)”.

A sessão é uma vigorosa apresentação em trio , sem uso de piano ou de um segundo instrumento de sopro para servir de rede de segurança. As composições são todas originais e a gravação está primorosamente minimalista dentro e fora da vereda aberta pelo legado de Coltrane.

Allen está acompanhado pelo baixista Gregg August (Ray Vega, Ray Barretto) e pelo baterista Rudy Royston (Fred Hess, Ron Miles). Os três interagem com inteligência nas dez faixas , seis com duração inferior a cinco minutos , sendo a mais longa “Pagan” com 8min e 22seg. Allen busca em Coltrane a meditativa faixa título, com Royston guiando a melancolia através das baquetas. A sapiência deste disco é nunca levar a sessão para a estratosfera. Allen está controlado. O lado latino é apresentado em “Louisada” e “Ezekiel” com seu som vibrante , saltando suavemente através do ritmo da bateria de Royston. O trio evoca um humor introspectivo em “The Cross + The Crescent Sickle” com a energia do arco de August, bem como as batidas dançantes de Royston e a leve batida de Allen apresentando uma improvisação com sonoridade oriental.

Esta gravação apenas roça a superfície do som de JD Allen. Ele é insinuado em pequenas e satisfatórias medidas.

Fonte :All About Jazz / Mark Corroto

ANIVERSARIANTES 24/06


Cootie Williams (1910-1985) – trompetista (na foto),

Manny Albam (1922-2001) - saxofonista,

George Gruntz (1932) - pianista,

Frank Lowe (1943-2003) - saxofonista,

Marvin "Smitty" Smith (1961) - baterista


Fonte : JazzTimes

Segunda-feira, 23 de Junho de 2008

JAMES CARTER - PRESENT TENSE [EMARCY/UNIVERSAL (2008)]


O Multi-saxofonista James Carter tem sido prontamente reconhecido como mestre em muitos instrumentos e estilos desde sua auspiciosa primeira gravação no início dos anos 90, freqüentemente operando fora do alcance dos radares , enquanto mantém um consistente e qualitativo conjunto de performances.

Com o lançamento de “Present Tense”, Carter deixa-nos saber exatamente onde ele se encontra em um belo conjunto de músicas com lirismo e concisas performances , colhendo um profundo senso de “swing” e deixando sua curiosa imaginação viajar livre com a assistência de uma ótima banda.

As músicas , a maioria das quais com duração de 4 a 7minutos, apresentam um concentrado e disciplinado enfoque. “Rapid Shave” é um antigo “swing” mostrado em um tempo fulgurante, com Carter tocando saxofone barítono , acompanhado pelo toque percussivo e pesado do pianista D.D. Jackson, apresentando uma influência abstrata e embasada no blues de Don Pullen. A similaridade do tempo bop de Gigi Gryce, na sua composição “Hymn of the Orient”, demonstra que a banda está totalmente no ponto com arranjo angular, não desperdiçando tempo com firulas desnecessárias , então, repentinamnete , o abandona com um floreio de uma suave coda.

Os pontos altos do set incluem duas execuções no clarinete baixo .“Bro. Dolphy” expressa a admiração de Carter pela singular influência de Eric Dolphy no instrumento em questão. A firme pegada bop surge em uma elegante balada, antes de se perder em uma vasta referência impressionística ao clássico de Dolphy, “Out to Lunch (Blue Note, 1964)”. E , como Dolphy, o baixo clarinete de Carter soa aveludado, emocionalmente expressivo e tecnicamente ágil.

O mesmo ocorre em “Shadowy Sands,” de Jimmy Jones, que foi uma rara apresentação da estrela da orquestra de Duke Ellington , Harry Carney , no baixo clarinete . Uma confortável alternativa ao fluido fraseado de Carter na linha melódica , é o sublime som do trompete de Dwight Adams, que transita de uma lânguida batida latina para firmes artifícios sonoros.

O álbum apresenta poucas faixas adocicadas, como a versão de “Pour Que Ma Vie Demeure” de Django Reinhardt , que encontra Carter oferecendo algum “romance” no soprano , coadjuvado pelo primoroso acompanhamento de Jackson. A batida do estilo abolerado espanhol de “Sussa Nita” é suportada pela bela harmonização do guitarrista convidado Rodney Jones, cujos solos dá ares sofisticados como de músicos como Kenny Burrell e Melvin Sparks, enquanto o percussionista Eli Fountain adiciona um benvindo toque colorido nas harmonias. O álbum encerra com “Tenderly” , que parece uma impecável peça de uma trilha sonora de um filme “noir”, evocando a tentativa de pegar , à noite , um táxi no subúrbio ou algum verão úmido.

As ecléticas escolhas de Carter continuam em uma inflexão hip-hop na faixa “Song of Delilah,” com alegres, rápidos e simultâneos solos entre o sax e o trompete e uma benvinda lembrança da pouca conhecida “Dodo's Bounce”, uma pérola da era bebop do pouco reconhecido pianista Dodo Marmarosa, que tem Carter na flauta, Adams usando a surdina e a deliciosa intervenção de Victor Lewis.

Esta sólida apresentação na linha tradicional soa como antigo (no melhor sentido), com profundas raízes no blues e “swing” e um exploratório, mas nunca sacrificante , enfoque pessoal de Carter , enquanto mantém seu lugar na tradição do jazz .

Fonte : All About Jazz - Greg Camphire

ANIVERSARIANTES 23/06


Milt Hinton (1910-2000) – baixista (na foto),

Eddie Miller (1911-1991) - clarinetista , saxofonista,

Helen Humes (1913-1981) - vocalista,

George Russell (1923) - pianista , líder de orquestra,

Sahib Shihab (1925-1989) - flautista , saxofonista,

Anthony Jackson (1952) - baixista ,

Donald Harrison (1960) - saxofonista


Fonte : JazzTimes

Domingo, 22 de Junho de 2008

ANIVERSARIANTES 22/06


Ben Pollack (1903-1971) - baterista , líder de orquestra,

Irving “Mouse” Randolph (1909-1995) - trompetista,

Ray Mantilla (1934) percussionista,

Hermeto Pascoal (1936) - multinstrumentista (na foto)


Fonte : JazzTimes

Rosa Passos finalmente na Veja. Até quando a Globo irá ignorá-la?


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No mês passado, a Berklee College of Music, uma das principais instituições culturais americanas, concedeu o título de "doutor" a algumas personalidades do meio musical.

Entre os agraciados estavam o compositor canadense Howard Shore, Oscar de melhor trilha sonora de 2001 e 2003 pelos temas de O Senhor dos Anéis; Philip Bailey e Maurice White, integrantes do grupo Earth Wind & Fire; e a cantora baiana Rosa Passos.
Rosa, que está lançando o disco Romance, é uma das raras intérpretes brasileiras que de fato fazem sucesso no exterior.

"Meus discos são fonte de pesquisa dos estudantes e professores de Berklee", diz. O sucesso dessa artista de 56 anos não se resume ao campus. Ela coleciona elogios de astros do primeiro escalão, como o baixista de jazz Ron Carter e o violoncelista erudito Yo-Yo Ma ("Rosa tem a voz mais linda que ouvi", diz).

O jornal The New York Times e a revista The New Yorker elogiam seus trabalhos, rotulando-a como "João Gilberto de saias". "Gosto do título, mas meu trabalho não se resume a cantar músicas de João."

O sucesso de Rosa no exterior ainda não se refletiu no mercado brasileiro. Ela sempre lançou discos por selos pequenos. Além disso, trabalha na fronteira entre dois gêneros envelhecidos – a MPB clássica e o jazz.

Mas é preciso prestar atenção quando alguém revisita o repertório tradicional com tanta personalidade, inteligência e força. Rosa não é uma daquelas cantoras que fazem música para estrangeiro ouvir nem uma artista que buscou pateticamente "o sucesso lá fora". Simplesmente, canta bem.

Romance é um disco em que técnica e emoção convivem harmoniosamente. E, por mais que as canções tenham sido gravadas por outros autores, ela sempre dá um jeito de adaptá-las ao seu universo. É o que acontece com Atrás da Porta.
Para muitos, a versão definitiva da canção de Francis Hime é aquela gravada em 1972 por Elis Regina, cujo canto desesperado foi imitado por outras intérpretes. Rosa a transforma numa outra canção. Sua Atrás da Porta é mais contida, porém não menos sofrida. "Eu torturo a banda, quebro a cabeça. Mas não aceito copiar uma fórmula."

Rosa despontou em 1972, quando foi vencedora de um festival de música. Em 1979, lançou o primeiro disco. E então passou doze anos sem pisar no estúdio, cantando esporadicamente.
Dedicou-se a criar os filhos em Brasília, para onde se mudou com o marido, Paulo Sérgio Passos, funcionário público de carreira que se tornou ministro dos Transportes nos meses finais do primeiro mandato do presidente Lula. "Meu marido é um sujeito honesto e trabalhador. Isso é o máximo que falo sobre política", diz a cantora. Rosa educou os filhos e sobreviveu à aridez de Brasília.

Em 1993, gravou o CD Festa – que começou a espalhar seu nome pelo mundo. Romance está nas primeiras posições da parada de jazz dos Estados Unidos.

Espera-se que essa cantora singular finalmente seja reconhecida no Brasil.

Enviado por Cássio de Abreu Franco, produtor musical que, em março de 2.007, realizou um show antológico de Rosa no Teatro Castro Alves, em Salvador/Ba

Sábado, 21 de Junho de 2008

ANIVERSARIANTES 21/06


Jamil Nasser (1932) - baixista,

Lalo Schifrin (1932) -pianista (na foto),

Christy Doran (1949) - guitarrista,

Rob Schneiderman (1957) - pianista


Fonte : JazzTimes

FINALMENTE , BOAS NOTÍCIAS DE BRASÍLIA

Estive em Brasília e, após as lides profissionais, fui para a minha atividade de busca de LPs nos sebos. Fui para a 215 Norte e almocei no Croissanterie onde tive a oportunidade de saber que o proprietário, Luiz Antonio, também é colecionador de LPs. Também desfrutei de um belo jazz de fundo musical. Fiz a sugestão dele colocar nomes nos pratos de músicos de jazz. Ele ficou muito entusiasmado e vai nos contactar. Mostrei o nosso blog a ele que ficou extasiado.
Estando em Brasília vá a Croissanterie para um bom croissant e café e boa música. E estique nos 2 sebos da área: Acervo e Musical Center.
José Antonio Pinho.

Sexta-feira, 20 de Junho de 2008

DAVE GRUSIN E LEE RITENOUR VOLTAM A TRABALHAR JUNTOS


Os premiados Lee Ritenour , guitarrista e compositor, e Dave Grusin , pianista e compositor , voltam a atuar juntos. Em setembro será lançado pela Decca um disco que segue ao lançado em 2000 , “ Two Worlds”, apresentando o clássico e híbrido som jazzístico que utilizam desde sua primeira colaboração em 1986.

“Amparo” inclui novos arranjos de Ritenour e Grusin sobre peças de compositores como Maurice Ravel, George Frederic Handel, Tomas Albinoni e Gabriel Fauré.
“Nós crescemos com o repretório de música clássica e Amparo dá-nos outra chance para revolver este mundo juntos,” Gruisin declarou em um informe à imprensa.

A gravação assegura uma variedade de influências de diversos companheiros , já que Ritenour, 56 anos, e Grusin, 74 anos, atuaram com artistas como James Taylor, Renee Fleming, Joshua Bell e Chris Botti.

Nas carreiras de Ritenour e Grusin há doze prêmios Grammy e um Oscar , entre numerosas indicações, incluindo uma para “Two Worlds”.

Com arranjos e interpretações próprias para trabalhos dos compositores J. S. Bach, Bela Bartók e Manuel de Falla, “Two Worlds” direcionou o apelo para ouvintes orientados para a música clássica e fãs de jazz, com a mistura de sonoridade que não tem época com sons contemporâneos. O álbum levou 51 semanas na relação de música clássica da Billboard.

Desde a primeira colaboração em 1986 , vencedora do Grammy, com o tema brasileiro “Harlequin” , Ritenour e Grusin têm obtido sucesso em criar bons arranjos e discos aclamados pela crítica.

“O que é desafiante” ,Grusin continua em seu informe à imprensa , “ é apresentar seções em que nossos convidados não participem de nada que já não tenham experimentado antes, colocando-os em uma situação confortável."

Grusin não é só conhecido pelo seu trabalho como pianista, arranjador e compositor, mas também como autor de trilha sonora. Ele foi produtor e arranjador de muitas peças jazzísticas nos anos 60, 70 e 80, sendo nominado para prêmios na Academia por suas músicas para filmes e reconhecido pelas suas composições para a televisão.

Grusin co-fundou o selo “Arista/GRP (Grusin Rosen Productions)” em colaboração com Larry Rosen em 1978. Em 1982 fundaram a gravadora GRP. O selo logo criou um catálogo de gravações focadas na liberdade artística , com artistas como Dizzy Gillespie e Chick Corea, e bandas de “fusion” como Yellowjackets e Spyro Gyra.

A carreira solo de Ritenour inclui mais de 30 álbuns e mais de 3.000 citações em sessões de trabalho de acordo com seu “web site”. No início de sua carreira , aos 16 anos, Ritenour trabalhou com o grupo popular de folk e rock , “Mamas and the Papas”. Ele colaborou com Herbie Hancock, Steely Dan, Dizzy Gillespie, Sonny Rollins e Pink Floyd, sendo um dos fundadores do quarteto de “ soul fusion” Fourplay.

Fonte : JazzTimes / Melissa Daniels

ANIVERSARIANTES 20/06


Doc Evans (1907-1977) - cornetista,

Thomas Jefferson (1920) - trompetista,

Eric Dolphy (1928-1964) - saxofonista , flautista , clarinetista (na foto),

Stu Martin (1938) - baterista


Fonte : JazzTimes

Quinta-feira, 19 de Junho de 2008

ASSOCIAÇÃO DE JORNALISTAS DE JAZZ DOS ESTADOS UNIDOS PREMIA OS MELHORES DE 2008


A Associação de Jornalistas de Jazz dos Estados Unidos (JJA, sigla em inglês) anunciou , em 18 de junho, os vencedores dos prêmios do exercício de 2008. A Associação é uma organização profissional sem fins lucrativos . Realizou a sua 12ª celebração anual para premiar os melhores do campo musical e jornalístico do jazz, bem como ativistas, defensores e apoiadores do jazz. O prêmio é apresentado em forma de estatuetas esculpidas , que são entegues aos vencedores. A cerimônia foi acompanhada de churrasco e cerveja no tradicional clube de jazz novaiorquino , o “Jazz Standard”.

Maria Schneider (na foto , recebendo o prêmio), cujo disco “Sky Blue” foi o favorito da crítica no ano passado, levou para casa mais um prêmio,em um total de quatro, incluindo a "Gravação do Ano". Marian McPartland recebeu o prêmio da JJA pelo conjunto da sua obra. A JazzTimes foi vencedora na categoria melhor periódico para a cobertura do Jazz.

Aqueles que compareceram à cerimônia foram brindados com três músicas pelo saxofonista Joe Lovano e o pianista Hank Jones, que venceu na categoria pianista do ano. Segue a relação completa dos vencedores :

“JAZZ JOURNALISTS ASSOCIATION JAZZ AWARDS 2008”

Conjunto da Obra - Marian McPartland
Músico - Herbie Hancock
Revelação -Lionel Loueke
Gravação - Sky Blue: Maria Schneider Orchestra (ArtistShare)
Reedição - Cornell 1964: Charles Mingus Sextet (Blue Note)
Reedição em Box Set - A Life In Time: The Roy Haynes Story (Dreyfus Jazz)
Selo - Blue Note Records
Compositor - Maria Schneider
Arranjador - Maria Schneider
Vocalista Masculino - Andy Bey
Vocalista Feminina - Abbey Lincoln
Álbum na categoria “Latin Jazz” - Big Band Urban Folktales: Bobby Sanabria (Jazzheads)
Banda - Ornette Coleman Quartet/Quintet
Big Band - Maria Schneider Orchestra
Trompetista - Terence Blanchard
Trombonista - Wycliffe Gordon
Executante de Instrumento Raro no Jazz - Scott Robinson
Saxofonista Alto - Ornette Coleman
Saxofonista Tenor - Sonny Rollins
Saxofonista Soprano -Jane Ira Bloom
Saxofonista Barítono - James Carter
Clarinetista - Anat Cohen
Flautista - Nicole Mitchell
Pianista - Hank Jones
Organista - Dr. Lonnie Smith
Guitarrista - Bill Frisell
Baixista - Christian McBride
Executante de Baixo Elétrico - Steve Swallow
Executante de Instrumento de Cordas - Regina Carter
Vibrafonista - Joe Locke
Percussionista - Candido Camero
Baterista - Roy Haynes
Produtor de Evento - Patricia Nicholson-Parker, Arts for Art, RUCMA, Vision Festival
Conjunto da obra no Jornalismo Jazzístico - Doug Ramsey, autor, biógrafo e “blogueiro”
Prêmio “Willis Conover-Marian McPartland” para programa de Rádio - Nancy Wilson, por Jazz Profiles, na “National Public Radio”
Prêmio Helen Dance-Robert Palmer Feature para crítica -Nate Chinen, New York Times, JazzTimes
Melhor Peródico para Cobertura Jazzística -JazzTimes
Website em Jazz - AllAboutJazz.com
Melhor Livro – Playing the Changes: Milt Hinton's Life in Stories and Photographs, by Milt Hinton, David G. Berger and Holly Maxson (Vanderbilt University Press)
Prêmio Lona Foote-Bob Parent de Fotografia - Milt Hinton (1910-2000)
Foto de Jazz - “Time Stood Still for Andrew Hill,” por Laurence Donohue-Greene (Jazzhouse.org)
Prêmio ‘A Team’ para ativistas, defensores e apoiadores do Jazz –
Dr. Valerie Capers, pianista, compositor, professor emérito do Departamento de Música e Arte da “Bronx Community College” pertencente à Universidade de Nova York.
Dana Gioia, Presidente da “National Endowment for the Arts”
Lauren Deutsch, fotógrafo e diretor executivo do Instituto de Jazz de Chicago.
Susan Muscarella, pianista, compositora, arranjadora, educadora e fundadora da “JazzSchool (Berkeley)”
Phil Nimmons, clarinetista, improvisador, considerado o pai da educação jazzística no Canadá.
George Russell, criador, compositor, líder de orquestra , educador (New England Conservatory)
Dick Wang, musicista, educador (Univ. of Illinois-Chicago), mentor, historiador, arquvista, co-fundador, ex-presidente e atual membro do conselho do “Jazz Institute of Chicago”
Dr. Herb Wong, fundador da “ Palo Alto Jazz Alliance and Berkeley” para programs de jazz em escolas públicas , radialista, produtor de discos , comenarista, ex-presidente da “International Association of Jazz Educators”, inspirador do Festival de Jazz de Monterey .
Wendy Oxenhorn, diretor executivo da ”Jazz Foundation of America”, fundador da “Street News”, gaitista de blues

Fonte : JazzTimes / Jeff Tamarkin
Foto : Jeff Tamarkin

ANIVERSARIANTES 19/06


Joe Thomas (1909-1986) - saxofonista,

Dave Lambert (1917-1966) - vocalista ( na foto, em 1° plano)


Fonte : JazzTimes

Quarta-feira, 18 de Junho de 2008

NATALIE COLE LANÇARÁ NOVO DISCO EM SETEMBRO


A vencedora do Grammy de pop-jazz , a vocalista Natalie Cole (na foto), estará lançando uma nova coleção de standards de jazz, “Still Unforgettable”, no próximo dia 9 de Setembro. Há 17 anos atrás , Cole lançou o premiado “Unforgettable: With Love”, uma coleção clássica de standards de jazz americano na rica e cintilante voz de Cole .

“Still Unforgettable” promete canções que são verdadeiramente eternas, tão brilhantes como as constantes do seu antigo e bem sucedido disco.

Similar à faixa título ‘Unforgettable’, do disco de 1991, uma das 14 faixas é um dueto entre Natalie e seu pai Nat “King” Cole, “Walkin’ My Baby Back Home.”

“Still Unforgettable”, que tem Cole, pela primeira vez, como produtora, será lançado pela DMI Records e distribuído pela Rhino/WEA.

O mais recente lançamento de Cole, “Leavin”, foi um conjunto de músicas conhecidas, mas com raízes no pop e na música moderna , como “Criminal” de Fiona Apple , “You Gotta Be” de Des’ree e “Lovin’ Arms” de Dixie Chicks .

Cole se estabeleceu como cantora com a idade de 25 anos em 1975, com o sucesso “This Will Be.” A canção propiciou dois Grammys para Cole, um para melhor performance vocal feminina de R&B e outra como revelação do ano.

Ela lançou numerosos álbuns nas décadas de 70 e 80, mas sofreu anos com o vício em drogas e reabilitações , cuja estória será mostrada em sua autobiografia, “Angel on my Shoulder”.

Em 1991, Cole gravou os maiores sucessos do seu pai em “Unforgettable: With Love”. Canções como “Route 66,” “Orange Colored Sky,” “L-O-V-E,” e “The Very Thought of You” levaram o disco para liderança da Billboard por cinco semanas e vendeu mais de 14 milhões de cópias.

A mistura de canções clássicas e a voz aveludada de Cole, com um timbre brilhante levou o álbum a ganhar , em 1992, o Grammy de álbum do ano. A faixa-título ganhou os prêmios de gravação do ano e melhor performance de jazz traditional.

A carreira de Cole se direcionou para o estilo mais teatral de interpretação de jazz com canções como “As Time Goes By” e a vencedora do Grammy “When I Fall in Love”, do álbum "Stardust", que , por sua vendagem , ganhou o disco de platina em 1993.

Segue a relação das faixas de “Still Unforgettable”:

1. "Walkin' My Baby Back Home"
2. "Come Rain Or Come Shine"
3. "Coffee Time"
4. "Somewhere Along The Way"
5. "You Go To My Head"
6. "Nice 'N' Easy"
7. "Why Don't You Do Right?"
8. "Here's That Rainy Day"
9. "But Beautiful"
10. "Lollipops And Roses"
11. "The Best Is Yet To Come"
12. "Something's Gotta Give"
13. "Until The Real Thing Comes Along"
14. "It's All Right With Me"

Fonte : JazzTimes / Melissa Daniels

ANIVERSARIANTES 18/06


Bennie Payne (1907-1986) - pianista, vocalista

Ray Bauduc (1909-1988) - baterista,

Ray McKinley (1910-1995) - baterista , vocalista(na foto),

Jim Pepper (1941-1992) - flautista , saxofonista


Fonte : JazzTimes

Terça-feira, 17 de Junho de 2008

MORRE O PIANISTA SUECO ESBJORN SVENSSON


Esbjörn Svensson, o pianista sueco e compositor, cujo grupo o Esbjörn Svensson Trio, ou e.s.t., era considerado uma das mais bem sucedidas bandas da cena jazzística européia nos anos recentes , faleceu em um acidente , quando praticava mergulho no último sábado 14 de Junho. Ele tinha quarenta e quatro anos. Svensson estava em um grupo de experimentados mergulhadores , fora de Estocolmo, quando se acidentou sob as águas. Tentativas de reanimá-lo não obtiveram êxito.

e.s.t., que incluía o baixista Dan Berglund e o baterista Magnus Öström, foi formado em 1993 e tornou-se rapidamente famoso na Suécia. A reputação do grupo como inovador na mistura de jazz, rock contemporâneo e elementos de música clássica espalhou-se pelo mundo no fim da década passada.

Svensson foi indicado como o jazzista sueco do ano em 1995 e 1996. O grupo foi nominado como o melhor grupo internacional pela BBC em 2003 e ganhou diversos prêmios europeus. e.s.t. também ganhou o Grammy sueco de melhor álbum de jazz do ano em 1996, 1998 e 2003.

Svensson nasceu em 16 de Abril de 1964 em Västeras, Suécia. Sua mãe tocava piano clássico, seu pai adorava Duke Ellington, e Svensson, inicialmente, gravitou em torno do rock. No ensino médio, Esbjörn tocou em suas primeiras bandas, enquanto tomava aulas de piano por três anos. Depois estudou música durante quatro anos na Universidade de Estocolmo, onde desenvolveu a técnica necessária para preencher articuladamente sua intuitividade.

e.s.t., cujos álbuns mais recentes foram editados nos Estados Unidos pelo selo “ACT”, tinha concluído seu último trabalho , o décimo segundo disco , “Leucocyte”.

Fonte : JazzTimes / Jeff Tamarkin

ANIVERSARIANTES 17/06


Sam Wooding (1895-1985)- pianista , líder de orquestra,

Tony Scott (1921-2007) - clarinetista,

Tom Varner (1957) - frenchornista (na foto)


Fonte : JazzTimes

Segunda-feira, 16 de Junho de 2008

CASSANDRA WILSON - LOVERLY (BLUE NOTE RECORDS - 2008)


"Loverly" está entre os mais tradicionais discos de Cassandra Wilson desde sua estréia na Blue Note , quinze anos atrás, com "Blue Light´Till Dawn". Produzido por ela e gravado em uma casa alugada em sua cidade natal , Jackson, no Missisipi, com poucos artifícios, arranjos simples e um grande som, Wilson e um quinteto formado por antigos parceiros, apresentam dez "standards" , "Dust My Blues" de Robert Johnson e um original da banda, baseado na sonoridade da África Ocidental, "Arere".

Wilson não vinha soando bem por algum tempo - elegante , natural e alegre. Dentro do ritmo. A maioria das faixas são suportadas pelo baterista Herlin Riley e o baterista e percussionista nigeriano Lekan Babalola. Wilson chama a si mesma de "não-produtora", mas a decisão de criar os arranjos de "Loverly" a partir do som percussivo , começou com as sugestões rítmicas de Babalola e Riley, que contribuem imensamente para a apresentação executada com maestria.

Os bateristas estão unidos por mais dois grandes companheiros, o guitarrista Marvin Swell e o pianista Jason Moran. Sewell, originário de Chicago, traz uma pegada da sua região para a música. Já Moran é difícil de classificar. É uma combinação efetiva. Sewell está bem "ácido" na "funkeada" "St. James Infirmary" (que apresenta uma maravilhosa participação do trompetista Nicholas Payton) e tira o chapéu para o guitarrista Elmore James em "Dusty My Broom". Moran sola com fluidez em "Caravan" e "Infirmary", e mais reflexivamente em "Spring Can Really Hang You The Most".

Wilson traz ar fresco para material familiar. Ela está completamente segura e controlada nos tempos lentos, como na bela "Black Orpheus", "Till There Was You" e a definitiva "The Very Thought Of You", apresentando uma deliciosa leitura lenta , acompanhada pelo baixista Reginald Veal. Ela salta com energia para tempos rápidos, como na abertura de "Love Come Back To Me".
O bom humor permeia praticamente cada faixa. Da mesma forma "Wouldn´t It Be Loverly" é celebratória e emocional, refrescantemente livre da forma em que geralmente é apresentada.

"St. James Infirmary" e "Dust My Broom" são um pouco tristes, mas possuem uma vitalidade que não as contamina. Do mesmo jeito "Spring Can Really Hang You The Most" soa mais como algo que se move para frente do que algo que entristece.

Grandes canções, grandes interpretações e grande banda. Realmente , adorável.

Fonte : All About Jazz / Chris May

ANIVERSARIANTES 16/06


Lucky Thompson (1924-2005) - saxofonista,

Albert Dailey (1939-1984) - pianista ,

Tom Harrell (1946) - trompetista, flugelhornista (na foto),

Fredy Studer (1948) - baterista percussionista,

Javon Jackson (1965)- saxofonista ,

Gregory Hutchinson (1970) - baterista


Fonte : JazzTimes

Domingo, 15 de Junho de 2008

ANIVERSARIANTES 15/06


Alix Combelle (1912-1978) - saxofonista , clarinetista ,

Jaki Byard (1922-1999) - vibrafonista , saxofonista , trompetista , pianista (na foto) ,

Tony Oxley (1938) - baterista,

John Hart (1961) - guitarrista


Fonte ; JazzTimes

Sábado, 14 de Junho de 2008

ANIVERSARIANTES 14/06


John Simmons (1918-1979) - baixista ,

Marcus Miller (1959) – baixista (na foto)


Fonte : JazzTimes

Sexta-feira, 13 de Junho de 2008

ASCAP PREMIA AS LEGENDAS VIVAS DO JAZZ


As legendas do Jazz , tanto do passado como do presente, serão adicionadas à “ASCAP Jazz Wall of Fame” no Lincoln Center no próximo dia 17 de Junho.

A relação dos ganhadores deste ano do prêmio Legendas Vivas do Jazz da ASCAP , que terão seus nomes inscritos no muro da fama , incluem o baixista Ron Carter, o compositor, arranjador e saxofonista Bill Holman e o saxofonista tenor Sonny Rollins. Serão honrados postumamente o trompetista Bunny Berigan, o baterista Art Blakey e o arranjador , compositor e pianista Tadd Dameron.

O único evento da solenidade será em honra do pianista e compositor cubano Gonzalo Rubalcaba,(na foto) , como vencedor do prêmio “ASCAP Foundation Vanguard Award”. A inovação e técnica precisa, cujo último disco , lançado em Fevereiro, “Avatar” levou-o a ganhar a honraria. Os jazzistas que já foram nomeados para este prêmio foram o trombonista e educador Wycliffe Gordon, o guitarrista Ken Hatfield e o compositor, pianista e produtor Matthew Shipp.

Estão listados como apresentadores e atrações do evento deste ano Kenny Washington, Vanessa Rubin, Javon Jackson, Randy Sandke, Jay Leonhart, Jim Rotondi, Russell Malone e Stephen Scott. O evento também celebrará a sexta edição da “ ASCAP Foundation Young Jazz Composer Awards”. O prêmio reconhece a excelência na arte da composição de músicos com idade inferior a 30 anos. Vinte e sete jovens músicos , entre a idade de 14 a 29 anos, serão reconhecidos pelas suas composições. A “The Gibson Foundation of Gibson Guitar Corp.” tem sido o patrocinador desta competição nacional nos últimos três anos.

A “ASCAP Foundation”, que organizou a competição, foi criada em 1975 com o objetivo de encorajar a educação musical e o desenvolvimento de talentos. A fundação oferece “workshops”, bolsas de estudos, prêmios e programas comunitários.

A fundação é suportada pelos membros da “ASCAP—The American Society of Composers, Authors and Publishers”. Como líder dos direitos de performance nos Estados Unidos , a ASCAP representa mais de 8 milhões e meio de composições musicais registradas de diversos estilos e gênero de mais de 320,000 compositores.

Fonte : JazzTimes / Melissa Daniels




ANIVERSARIANTES 13/06


Doc Cheatham (1905-1997)- trompetista (na foto),

Garland Wilson (1909-1954) - pianista,

Phil Bodner (1919) - clarinetista , flautista,

Attila Zoller (1927-1998) - guitarrista,

Frank Strozier (1937)- saxofonista,

Harold Danko (1947) - pianista


Fonte : JazzTimes

Quinta-feira, 12 de Junho de 2008

STEVE DAVIS QUARTET WITH