Quinta-feira, 31 de Julho de 2008
ANIVERSARIANTES 31/07

Gap Mangione (1938) – pianista,
Gene Ess (1965) – guitarrista,
George Kelly (1915-1998) – saxofonista, vocalista,
Gordon Johnson (1952) – baixista,
Hank Jones (1918) – pianista (na foto),
Janine Alondres (1965) – vocalista,
Jonathan Levy (1978) – baterista,
Kenny Burrell (1931) - guitarrista,
Mamdouh Bahri (1957) – guitarrista,
Michael Wolff (1952) – pianista,
Peter Bocage (1887-1967) – cornetista, violinista,
Roy Milton (1907-1983) – baterista, vocalista , líder de orquestra,
Saskia Laroo (1959) – trompetista,
Stanley Jordan (1959) – guitarrista,
Stephen Fulton (1954) – trompetista , flugelhornista
Fonte : All About Jazz
Quarta-feira, 30 de Julho de 2008
DAVID MURRAY & MAL WALDRON – SILENCE (Justin Time Records -2008)

David Murray , que toca saxofone tenor e clarinete baixo, e o pianista Mal Waldron gravaram este álbum em Bruxelas em 1991. Waldron faleceu no ano seguinte, fazendo deste seu último trabalho de gravação, que serve como forte testemunho de sua arte e habilidade.
O natural relacionamento entre Murray e Waldron caracteriza a música. Eles elaboram estruturas bem construídas com a melodia, interpretando-a com ágil improvisação. Uma vez que os padrões foram estabelecidos, eles criam uma atmosfera que encampa seus sensos de aventura.
Murray toca clarinete baixo em “Free For C.T.,” mostrando porque ele é considerado uma força do instrumento. Ele trata a melodia com muito carinho. Sendo indulgente com ela , ele coloca-a na estratosfera com notas quebradas, como estivesse em um duro trabalho de entalhador. É uma performance magnífica. Waldron deixa Murray ficar com a parte do leão, mas tem suas pequenas surpresas , quando reelabora a melodia agilmente antes de apresentar seus poderosos acordes.
A composição de Miles Davis, “Jean-Pierre”, é uma faixa cintilante com ágil flexibilidade. O engajamento de Waldron e Murray permite uma interação com mudanças no papel de liderança. O tema é desenvolvido por uma energética acuidade , que uma vez mais permite a Murray emitir uma miríade de idéias brilhante do seu saxofone. Waldron é o menestrel da melodia, luxuriante na sua beleza e , como de hábito, saltando para um resoluto trabalho de acorde.
“All Too Soon” é uma terna e maravilhosa balada articulada com profundo entusiasmo e paixão. Murray e Waldron estendem-se em cada nota, com cuidado e preenche-a com graça.
A música é sublime, energética e, em última análise, inesquecível.
Faixas: Free For C.T.; Silence; Hurray For Herbie; I Should Care; Jean-Pierre; All Too Soon; Soul Eyes.
O natural relacionamento entre Murray e Waldron caracteriza a música. Eles elaboram estruturas bem construídas com a melodia, interpretando-a com ágil improvisação. Uma vez que os padrões foram estabelecidos, eles criam uma atmosfera que encampa seus sensos de aventura.
Murray toca clarinete baixo em “Free For C.T.,” mostrando porque ele é considerado uma força do instrumento. Ele trata a melodia com muito carinho. Sendo indulgente com ela , ele coloca-a na estratosfera com notas quebradas, como estivesse em um duro trabalho de entalhador. É uma performance magnífica. Waldron deixa Murray ficar com a parte do leão, mas tem suas pequenas surpresas , quando reelabora a melodia agilmente antes de apresentar seus poderosos acordes.
A composição de Miles Davis, “Jean-Pierre”, é uma faixa cintilante com ágil flexibilidade. O engajamento de Waldron e Murray permite uma interação com mudanças no papel de liderança. O tema é desenvolvido por uma energética acuidade , que uma vez mais permite a Murray emitir uma miríade de idéias brilhante do seu saxofone. Waldron é o menestrel da melodia, luxuriante na sua beleza e , como de hábito, saltando para um resoluto trabalho de acorde.
“All Too Soon” é uma terna e maravilhosa balada articulada com profundo entusiasmo e paixão. Murray e Waldron estendem-se em cada nota, com cuidado e preenche-a com graça.
A música é sublime, energética e, em última análise, inesquecível.
Faixas: Free For C.T.; Silence; Hurray For Herbie; I Should Care; Jean-Pierre; All Too Soon; Soul Eyes.
Fonte : All About Jazz / Jerry D'Souza
ANIVERSARIANTES 30/07

B.D. Lenz (1971) – guitarrista,
Big Jack Johnson (1940) – guitarrista,
Buddy Guy (1936) – guitarrista,
Christian Eckert (1965) – guitarrista,
Claes Janson (1947) – vocalista,
D.J. Sweeney (1962) – vocalista,
David Sanborn (1945) - saxofonista,
Emiliano Loconsolo (1974) – vocalista,
Hal Smith (1953) - baterista,
Hilton Jefferson (1903-1968) - saxofonista ,
James Spaulding (1937) - saxofonista,
Kevin Mahogany (1958) – vocalista (na foto) ,
Kevin Stevenson 91953) – baterista,
Wenonah Brooks (1942) - vocalista
Fonte : All About Jazz
Sinatra by Sinatra em Salvador
Frank Sinatra Jr

Aos 64 anos, o cantor Frank Sinatra Jr apresentou ontem em Salvador o show "Sinatra by Sinatra", no qual releu o repertório imortalizado por seu pai, morto há dez anos. Na excursão brasileira, Sinatra também homenageia a bossa nova, que completa 50 anos em 2008. A apresentação tem um bloco dedicado a Tom Jobim, com quem Frank Sinatra pai trabalhou diversas vezes.
Sinatra Jr ontem à noite cantou muito melhor do que muitos dele esperava. Essa foi a primeira grande surpresa na noite de gala ontem no Teatro Castro Alves em evento fechado pela empresa imobiliária paulista JHSF que investe pesado no mercado baiano. Na noite de ontem Nizan Guanais foi mestre de cerimônia e rolou um serviço de buffêt de fazer inveja.
O som e a harmonia da orquestra estavam inconfundíveis, deixando extasiada uma platéia de todas as gerações silenciosa e atenta a todos os acordes.
A maior surpresa correu, porém, por conta da orquestra de uns sessenta integrantes ter sido enxertada com pelo menos 60% de músicos daqui de Salvador, predominante da OSBA. Estavam lá entre outros Joatan, André Becker, Ronney Scott e muitos outros talentosos músicos locais.
Vejam o que é capaz o trabalho de um grande arranjador !!!
Sérgio Franco, Salvador/Ba
Terça-feira, 29 de Julho de 2008
MORRE O GUITARRISTA HIRAM BULLOCK

Hiram Bullock, um guitarrista com longa lista de créditos, que incluem dois anos como membro da banda que se apresentava no programa “Late Night” com David Letterman, morreu no dia 25 de Julho em Nova York . A causa da morte não foi revelada, mas Bullock estava tratando um câncer e era conhecido por ter problemas com drogas. Bullock tinha 52 anos.
Bullock nasceu em Osaka, no Japão, em 1955 de pais americanos que estavam prestando serviços militares. A família depois mudou-se para Baltimore. Ele estudou piano, saxofone e baixo antes de mudar para a guitarra. Bullock estudou na escola de Música da Universidade de Miami e fez seu primeiro trabalho profissional com o cantor Phyllis Hyman . Ele se mudou para Nova York no meado dos anos 70 para trabalhar com a banda de Hyman.
Uma vez em Manhattan, Bullock começou , prontamente , a trabalhar com artistas como David Sanborn e “The Brecker Brothers”. Ele criou um grupo chamado “The 24th Street Band” que incluía o baixista Will Lee, o baterista Steve Jordan e o tecladista Clifford Carter. O líder da banda de Letterman, Paul Shaffer, contratou Bullock, Lee e Jordan para ser o centro do show da banda “World’s Most Dangerous” e Bullock , que se apresentava frequentemente descalço, foi um artista regular de 1982 a 1994.
Começando em 1976, Bullock foi um guitarrista muito procurado , aparecendo em álbuns de Barbra Streisand, Billy Joel, Steely Dan, Paul Simon, Sting, Hank Crawford, Bob James, Carla Bley, Gil Evans, Al Jarreau, Roberta Flack, Pete Townshend, Art Farmer, Kenny Loggins, Mike Stern, Eric Clapton, Burt Bacharach e muitos outros. Ele também tocou ao vivo com Miles Davis, Jaco Pastorius, James Brown, Al Green, “The Brecker Brothers”, Chaka Khan, James Taylor dentre outros, e lançou mais de uma dúzia de discos como líder, iniciando em 1982 com “First Class Vagabond”. Seu último lançamento foi em 2006 : “Too Funky 2 Ignore”.
Fonte : JazzTimes / Jeff Tamarkin
Bullock nasceu em Osaka, no Japão, em 1955 de pais americanos que estavam prestando serviços militares. A família depois mudou-se para Baltimore. Ele estudou piano, saxofone e baixo antes de mudar para a guitarra. Bullock estudou na escola de Música da Universidade de Miami e fez seu primeiro trabalho profissional com o cantor Phyllis Hyman . Ele se mudou para Nova York no meado dos anos 70 para trabalhar com a banda de Hyman.
Uma vez em Manhattan, Bullock começou , prontamente , a trabalhar com artistas como David Sanborn e “The Brecker Brothers”. Ele criou um grupo chamado “The 24th Street Band” que incluía o baixista Will Lee, o baterista Steve Jordan e o tecladista Clifford Carter. O líder da banda de Letterman, Paul Shaffer, contratou Bullock, Lee e Jordan para ser o centro do show da banda “World’s Most Dangerous” e Bullock , que se apresentava frequentemente descalço, foi um artista regular de 1982 a 1994.
Começando em 1976, Bullock foi um guitarrista muito procurado , aparecendo em álbuns de Barbra Streisand, Billy Joel, Steely Dan, Paul Simon, Sting, Hank Crawford, Bob James, Carla Bley, Gil Evans, Al Jarreau, Roberta Flack, Pete Townshend, Art Farmer, Kenny Loggins, Mike Stern, Eric Clapton, Burt Bacharach e muitos outros. Ele também tocou ao vivo com Miles Davis, Jaco Pastorius, James Brown, Al Green, “The Brecker Brothers”, Chaka Khan, James Taylor dentre outros, e lançou mais de uma dúzia de discos como líder, iniciando em 1982 com “First Class Vagabond”. Seu último lançamento foi em 2006 : “Too Funky 2 Ignore”.
Fonte : JazzTimes / Jeff Tamarkin
ANIVERSARIANTES 29/07

Albert Wynn (1907-1973) - trombonista,
Charlie Christian (1916-1942) – guitarrista (na foto),
Don Redman (1900-1964) - clarinetista , saxofonista, vocalista, líder de orquestra,
Ellyn Rucker (1937) - pianista , vocalista ,
Frank Axtell (1958) – guitarrista,
Jeremy L.A. Reese (1988) – saxofonista,
Joe Beck (1945-2008) – guitarrista,
Lindsey Rahn (1985) – baterista,
Michael Pedicin (1947) – saxofonista,
Nicolas Urie (1985) – líder de orquestra,
Nick Roseboro (1982) –trompetista,
Ron Turso (1948) – baterista,
Vic Lewis (1919) - guitarrista
Fonte : All About Jazz
Segunda-feira, 28 de Julho de 2008
PETER ERSKINE , TIM HAGANS & THE NORBOTTEN BIG BAND – WORTH THE WAIT (FUZZY MUSIC)

Peter Erskine tem sempre dado à música mais reflexão que ação. Desde sua atuação com o “Wheater Report” , Erskine tem mantido uma séria perspectiva pensante como baterista, ouvindo mais intensamente que a maioria, paulatinamente deixando para trás seu estilo de tocar, utilizando elementos mais naturais.
“Worth The Wait” reconfirma Erskine como um mestre do grande swing, um músico brilhante , cujos toques rápidos e destreza propiciam uma grande música. Junto com seu antigo companheiro, o trompetista Tim Hagans, ele une forças com a banda sueca “Norbotten Big Band” para apresentação de suas excelentes composições.
Refletindo a natureza intelectual de Erskine , os arranjos dançantes e espertos têm uma benvinda agilidade, como em “You Should See My Office”. Começando com os metais chamando e respondendo segmentos com Erskine, a faixa suinga energeticamente com uma tensão bem construída. Então repentinamente, passa para um blues suave com um expressivo solo de saxofone tenor.
“Worth The Wait” , “Drum Row” e “First Jazz” encontra resultado similar, coletivamente providenciando um dos melhores discos de big band em recente memória.
Fonte : DownBeat / Ken Micallef
“Worth The Wait” reconfirma Erskine como um mestre do grande swing, um músico brilhante , cujos toques rápidos e destreza propiciam uma grande música. Junto com seu antigo companheiro, o trompetista Tim Hagans, ele une forças com a banda sueca “Norbotten Big Band” para apresentação de suas excelentes composições.
Refletindo a natureza intelectual de Erskine , os arranjos dançantes e espertos têm uma benvinda agilidade, como em “You Should See My Office”. Começando com os metais chamando e respondendo segmentos com Erskine, a faixa suinga energeticamente com uma tensão bem construída. Então repentinamente, passa para um blues suave com um expressivo solo de saxofone tenor.
“Worth The Wait” , “Drum Row” e “First Jazz” encontra resultado similar, coletivamente providenciando um dos melhores discos de big band em recente memória.
Fonte : DownBeat / Ken Micallef
ANIVERSARIANTES 28/07

Celso Vernon (1958) – guitarrista,
Dan Bodanis (1959) – baterista,
Dave Christianson (1957) – baterista,
David Chao (1965) – pianista,
David Silliman (1960) – percussionista,
Delfeayo Marsalis (1965) – trombonista ,
Glenn Pinto (1966) – baterista,
Greg Laabs (1988) – saxofonista,
Ikey Robinson (1904-1990) - banjoista , guitarrista,
Jim Galloway (1936) - clarinetista , saxofonista,
Junior Kimbrough (1930-1998) – guitarrista,
Leon Prima (1907-1985) – trompetista,
Matt Adams (1972) – saxofonista,
Michael Bloomfield (1943-1981) – guitarrista,
Mike Turk (1951) – gaitista,
Nnenna Freelon (1954) – vocalista (na foto),
Peter Duchin (1937) – pianista , líder de orquestra
Fonte : JazzTimes
Domingo, 27 de Julho de 2008
ANIVERSARIANTES 27/07

Barbara Thompson (1944) - saxofonista, flautista,
Carl Grubbs (1944) – saxofonista,
Charlie Shoemake (1937) - vibrafonista,
Christopher Arpad (1967) – percussionista,
Dale Fielder (1956) – saxofonista,
Deirdre Cartwright (1956) – guitarrista,
Edward Simon (1969) – pianista (na foto),
Jean Toussaint (1960) – saxofonista,
Joel Harrison (1957) – guitarrista,
Paige Wroble (1972) – vocalista,
PT Gazell (1953) – gaitista,
Syaharani (1971) – vocalista,
Yuri Goloubev (1972) - baixista
Fonte : All About Jazz
Sábado, 26 de Julho de 2008
MORRE JOHNNY GRIFFIN

Johnny Griffin, frequentemente chamado “o mais rápido saxofonista do mundo”, morreu ontem , 25 de Julho, em sua residência no vilarejo de Mauprevoir, sudoeste da França, aos 80 anos. A causa não foi anunciada, entretanto, a legenda do sax tenor tinha apresentação marcada para a noite do dia em que ocorreu o seu falecimento.
Griffin, que viveu na França nos últimos 18 anos de sua vida , foi inicialmente reconhecido por suas contibuições para a música de grandes jazzistas como Thelonious Monk, Art Blakey e Lionel Hampton, mas foi louvado principalmente por suas contribuições como líder. Apelidado “O Pequeno Gigante,” a velocidade do seu sopro extasiava seus ouvintes, porém aquela velocidade não obscurecia a beleza e a força das suas melodias.
Nasceu em 24 de Abril de 1928 em Chicago. Griffin primeiro tocou clarinete no segundo grau , antes de mudar para o saxofone alto. Em 1941, em uma escola de dança, ele assistiu ao tenorista Gene Ammons e mudou outra vez, desta vez fixando-se no sax tenor. Sua primeira atuação profissional foi com o guitarrista T-Bone Walker, mas Griffin veio a ganhar proeminência no meado dos anos 40 nas bandas de Lionel Hampton (com quem gravou seu primeiro disco em 1945 na idade de 17 anos ) e Joe Morris. Ele , também , trabalhou no período com Thelonius Monk e Bud Powell.
Esteve no Exército no início dos anos 50, passando a maior parte do tempo na banda do Exército, que se seguiu a um longo período com a “Art Blakey’s Jazz Messengers” e depois com Monk. Griffin teve uma faixa gravada pelo selo OKeh em 1953 e lançou seu álbum de estréia como líder (“Introducing Johnny Griffin) em 1956 pela Blue Note, acompanhado por Wynton Kelly (piano) Curly Russell (baixo) e Max Roach (bateria).
Griffin uniu-se outra vez a Blakey em 1957, mas uma das mais essenciais sessões da sua carreira ocorreu em 06 de Abril daquele ano no “Rudy Van Gelder’s Studio” em Hackensack, NJ, quando , junto com Lee Morgan (trompete), John Coltrane, Hank Mobley (todos no saxofone tenor), Wynton Kelly (piano), Paul Chambers (baixo) e Blakey (bateira) produziram o álbum “A Blowin’ Session” para a Blue Note. Ainda hoje é considerado um dos grandes discos da era do bop.
Em 1958 a reputação de Griffin pela velocidade no seu instrumento veio à tona. O crítico Ralph J. Gleason escreveu: “Inquestionavelmente Johnny Griffin pode tocar o saxofone tenor mais rápido , literalmente que outro artista vivo. Ao menos ele pode ter este título até que outro demonstre o contrário. E no curso do seu toque com incrível velocidade , ele também sopra longo sem a necessidade de respirar como seria comum fazer . Com estes predicados ele é capaz de tocar quase tudo que pode ser tocado em coro.”
O estilo de Griffin e a qualidade de seu toque permaneceu consistente através de sua longa carreira. Em 1958 ele trabalhou com Monk, Nat Adderley, Chet Baker e outros , enquanto , no selo “Riverside” , continuava a lançar álbuns que constituíram marcos tanto sob seu nome como colaborador. Isto inclui o disco “Tough Tenors” nos anos 60, uma das várias gravações que fez com o tenorista Edddie “Lockjaw” Davis.
Griffin permaneceu prolífico nos estúdios, lançando álbuns por selos como Jazzland, Prestige, Emarcy, Inner City, Galaxy, Atlantic, Black Lion, Antilles, Verve, Dreyfus e muitos outros, bem como contribuindo para gravações de Kenny Clarke, Dizzy Gillespie, Dexter Gordon, Ray Brown, Jimmy Smith e outros artistas. Sua última gravação documentada ocorreu ao redor dos anos 2000, mas Griffin continuou a se apresentar até a sua morte , principalmente com músicos europeus.
Fonte : JazzTimes / Jeff Tamarkin
Griffin, que viveu na França nos últimos 18 anos de sua vida , foi inicialmente reconhecido por suas contibuições para a música de grandes jazzistas como Thelonious Monk, Art Blakey e Lionel Hampton, mas foi louvado principalmente por suas contribuições como líder. Apelidado “O Pequeno Gigante,” a velocidade do seu sopro extasiava seus ouvintes, porém aquela velocidade não obscurecia a beleza e a força das suas melodias.
Nasceu em 24 de Abril de 1928 em Chicago. Griffin primeiro tocou clarinete no segundo grau , antes de mudar para o saxofone alto. Em 1941, em uma escola de dança, ele assistiu ao tenorista Gene Ammons e mudou outra vez, desta vez fixando-se no sax tenor. Sua primeira atuação profissional foi com o guitarrista T-Bone Walker, mas Griffin veio a ganhar proeminência no meado dos anos 40 nas bandas de Lionel Hampton (com quem gravou seu primeiro disco em 1945 na idade de 17 anos ) e Joe Morris. Ele , também , trabalhou no período com Thelonius Monk e Bud Powell.
Esteve no Exército no início dos anos 50, passando a maior parte do tempo na banda do Exército, que se seguiu a um longo período com a “Art Blakey’s Jazz Messengers” e depois com Monk. Griffin teve uma faixa gravada pelo selo OKeh em 1953 e lançou seu álbum de estréia como líder (“Introducing Johnny Griffin) em 1956 pela Blue Note, acompanhado por Wynton Kelly (piano) Curly Russell (baixo) e Max Roach (bateria).
Griffin uniu-se outra vez a Blakey em 1957, mas uma das mais essenciais sessões da sua carreira ocorreu em 06 de Abril daquele ano no “Rudy Van Gelder’s Studio” em Hackensack, NJ, quando , junto com Lee Morgan (trompete), John Coltrane, Hank Mobley (todos no saxofone tenor), Wynton Kelly (piano), Paul Chambers (baixo) e Blakey (bateira) produziram o álbum “A Blowin’ Session” para a Blue Note. Ainda hoje é considerado um dos grandes discos da era do bop.
Em 1958 a reputação de Griffin pela velocidade no seu instrumento veio à tona. O crítico Ralph J. Gleason escreveu: “Inquestionavelmente Johnny Griffin pode tocar o saxofone tenor mais rápido , literalmente que outro artista vivo. Ao menos ele pode ter este título até que outro demonstre o contrário. E no curso do seu toque com incrível velocidade , ele também sopra longo sem a necessidade de respirar como seria comum fazer . Com estes predicados ele é capaz de tocar quase tudo que pode ser tocado em coro.”
O estilo de Griffin e a qualidade de seu toque permaneceu consistente através de sua longa carreira. Em 1958 ele trabalhou com Monk, Nat Adderley, Chet Baker e outros , enquanto , no selo “Riverside” , continuava a lançar álbuns que constituíram marcos tanto sob seu nome como colaborador. Isto inclui o disco “Tough Tenors” nos anos 60, uma das várias gravações que fez com o tenorista Edddie “Lockjaw” Davis.
Griffin permaneceu prolífico nos estúdios, lançando álbuns por selos como Jazzland, Prestige, Emarcy, Inner City, Galaxy, Atlantic, Black Lion, Antilles, Verve, Dreyfus e muitos outros, bem como contribuindo para gravações de Kenny Clarke, Dizzy Gillespie, Dexter Gordon, Ray Brown, Jimmy Smith e outros artistas. Sua última gravação documentada ocorreu ao redor dos anos 2000, mas Griffin continuou a se apresentar até a sua morte , principalmente com músicos europeus.
Fonte : JazzTimes / Jeff Tamarkin
ANIVERSARIANTES 26/07

Bob Davis (1927) – pianista,
Charlie Persip (1929) - baterista,
Dia DiCristino (1980) – vocalista,
Earl MacDonald (1980) – pianista,
Freddie Williams (1986) – guitarrista,
Erskine Hawkins (1914-1993) - trompetista,
Gradie Stone (1961) – vocalista,
Gus Aiken (1902-1973) – trompetista,
James Muller (1974) – guitarrista ,
JoAnne Brackeen (1938) – pianista(na foto) ,
Louie Bellson (1924) - baterista , líder de orquestra
Marco Tacchini (1965) – baixista ,
Natsuki Tamura (1951) – trompetista,
Patti Bown (1931-2008) – pianista,
Rafik Mankarios (1966) – baterista,
Wayne Krantz (1956) - guitarrista
Fonte : All About Jazz
Sexta-feira, 25 de Julho de 2008
ANIVERSARIANTES 25/07

Alan Gaumer (1951) – trompetista,
Annie Ross (1930) - vocalista,
Brian Blade (1970) – baterista,
Darnell Howard (1895-1966) – clarinetista,
Denman Maroney (1949) – pianista,
Don Ellis (1934-1978) - trompetista , flugelhornista,
Fletcher Allen (1907) – clarinetista, saxofonista,
Greg Heffernan (1983) – violoncelista,
Happy Caldwell (1903-1978) – clarinetista, saxofonista,
Jacob Melchior (1970) – baterista,
Jason Green(1973) – guitarrista,
Jason Nazzaro (1968) – vocalista,
Johnny Hodges (1907-1970) – saxofonista ( na foto),
Johnny Wiggs (1899-1977) – cornetista, líder de orquestra,
Meg Graf (1949) – flautista, saxofonista, pianista, acordeonista,
Mike DiRubbo (1970) – saxofonista,
Ratzo B. Harris (1955) – baixista,
Santy Roque Medina (1957) – guitarrista ,
Sylvester Weaver (1897-1960) - guitarrista
Fonte : All About Jazz
Quinta-feira, 24 de Julho de 2008
ECM RELANÇA DISCOS PARA CELEBRAR SEU 40° ANIVERSÁRIO

Para celebrar o seu 40° aniversário, a gravadora “ECM Records” relançará 40 dos melhores discos constantes em seu catálogo.
Desde sua concepção em 1969, a ECM já lançou mais de 1.000 discos . O selo tem abrigado os mestres do jazz da segunda metade do século XX , tais como Keith Jarrett, Paul Bley, Jan Garbarek, Chick Corea, Pat Metheny e The Art Ensemble of Chicago.
Os relançamentos serão apresentados em finas embalagens com a arte original do álbum..
Seguem as datas dos lançamentos :
26 de Agosto :
John Abercrombie/Ralph Towner—Sargasso Sea
Bass Desires—Bass Desires
Paul Bley—Open, To Love
Gary Burton with Pat Metheny—Dreams So Real
Chick Corea/Miroslav Vitous/Roy Haynes—Trio Music, Live In Europe
Jack DeJohnette—Special Edition
The Bill Frisell Band—Lookout For Hope
Dave Holland Quartet—Extensions
Keith Jarrett—Facing You
Keith Jarrett/Gary Peacock/Jack DeJohnette—Standards Live
Pat Metheny Group—American Garage (na foto)
Oregon—Oregon
John Surman—Private City
Ralph Towner—Solstice
Kenny Wheeler—Gnu High
30 de Setembro :
John Abercrombie/Dave Holland/Jack DeJohnette—Gateway
Bass Desires—Second Sight
Chick Corea—Children’s Songs
Bill Frisell—Rambler
Jan Garbarek—I Took Up the Runes
Keith Jarrett/Gary Peacock/Jack DeJohnette—Bye Bye Blackbird
Charles Lloyd—The Call
Pat Metheny—New Chautauqua
Paul Motian—Conception Vessel
Enrico Rava—The Pilgrim and the Stars
Shankar—Song For Everyone
Tomasz Stanko—Balladyna
Ralph Towner—Batik
Collin Walcott—Cloud Dance
Norma Winstone—Somewhere Called Home
28 de Outubro :
John Abercrombie—Animato
Art Ensemble of Chicago—Full Force
Lester Bowie—The Great Pretender
Anouar Brahem—Conte de l'incroyable amour
Egberto Gismonti/Nana Vasconcelos—Duas Vozes
Jon Hassel—Power Spot
Pat Metheny Group—First Circle
Oregon—Ecotopia
Terje Rypdal/Miroslav Vitous/Jack DeJohnette—Rypdal-Vitous-DeJohnette
Dino Saluzzi—Kultrum
Fonte : JazzTimes / Melissa Daniels
Desde sua concepção em 1969, a ECM já lançou mais de 1.000 discos . O selo tem abrigado os mestres do jazz da segunda metade do século XX , tais como Keith Jarrett, Paul Bley, Jan Garbarek, Chick Corea, Pat Metheny e The Art Ensemble of Chicago.
Os relançamentos serão apresentados em finas embalagens com a arte original do álbum..
Seguem as datas dos lançamentos :
26 de Agosto :
John Abercrombie/Ralph Towner—Sargasso Sea
Bass Desires—Bass Desires
Paul Bley—Open, To Love
Gary Burton with Pat Metheny—Dreams So Real
Chick Corea/Miroslav Vitous/Roy Haynes—Trio Music, Live In Europe
Jack DeJohnette—Special Edition
The Bill Frisell Band—Lookout For Hope
Dave Holland Quartet—Extensions
Keith Jarrett—Facing You
Keith Jarrett/Gary Peacock/Jack DeJohnette—Standards Live
Pat Metheny Group—American Garage (na foto)
Oregon—Oregon
John Surman—Private City
Ralph Towner—Solstice
Kenny Wheeler—Gnu High
30 de Setembro :
John Abercrombie/Dave Holland/Jack DeJohnette—Gateway
Bass Desires—Second Sight
Chick Corea—Children’s Songs
Bill Frisell—Rambler
Jan Garbarek—I Took Up the Runes
Keith Jarrett/Gary Peacock/Jack DeJohnette—Bye Bye Blackbird
Charles Lloyd—The Call
Pat Metheny—New Chautauqua
Paul Motian—Conception Vessel
Enrico Rava—The Pilgrim and the Stars
Shankar—Song For Everyone
Tomasz Stanko—Balladyna
Ralph Towner—Batik
Collin Walcott—Cloud Dance
Norma Winstone—Somewhere Called Home
28 de Outubro :
John Abercrombie—Animato
Art Ensemble of Chicago—Full Force
Lester Bowie—The Great Pretender
Anouar Brahem—Conte de l'incroyable amour
Egberto Gismonti/Nana Vasconcelos—Duas Vozes
Jon Hassel—Power Spot
Pat Metheny Group—First Circle
Oregon—Ecotopia
Terje Rypdal/Miroslav Vitous/Jack DeJohnette—Rypdal-Vitous-DeJohnette
Dino Saluzzi—Kultrum
Fonte : JazzTimes / Melissa Daniels
ANIVERSARIANTES 24/07

Adam Bishop (1974) – saxofonista,
Adrian Peek(1951) – baterista,
Ahmad Alaadeen (1934) – saxofonista,
Antonello Messina (1969) – acordeonista,
Barry Romberg (1959) – baterista,
Billy Taylor (1921) - pianista,
Bob Eberly (1916- 1981) - vocalista,
Chris Bitten (1965) – baterista,
Charles McPherson (1939) – saxofonista,
Frantisek Uhlir (1950) – baixista,
Henry Craig Hirsh (1951) – saxofonista,
Herbert Maximillum Haymer (1915-1949) – saxofonista,
Ian Carey (1974) – trompetista,
James Zollar (1959) – trompetista,
Jim Murray (1965) – pianista,
Jon Faddis (1953) – trompetista(na foto),
Larry Washington (1956) – baterista,
Luka Udjbinac (1978) – guitarrista,
Marvin Diz (1976) – percussionista,
Mike Mainieri (1938) - vibrafonista,
Raphael McGregor (1979) – guitarrista,
Rob Dorn (1961) – vocalista,
Rudy Collins (1934-1988) - baterista
Fonte : All About Jazz
Quarta-feira, 23 de Julho de 2008
MORRE JO STAFFORD

Jo Stafford, uma cantora de big band e pop colocada na liderança da Billboard como cantora na era pré-rock (1940-54) , faleceu no último dia 16 de Julho em sua residência em Century City, Califórnia. A causa foi um ataque cardíaco. Stafford, que também cantou em duo com seu marido Paul Weston sob o nome de Jonathan e Darlene Edwards, tinha 90 anos.
Stafford nasceu em Coalinga, Califórnia, em 1917. Depois de participar de um grupo vocal com suas irmãs, ela se juntou ao grupo “Pied Pipers” , que cantou com a orquestra de Tommy Dorsey, que incluía o jovem Frank Sinatra. O “Pied Pipers” foi contratado pela “Capitol Records” em 1943 e Stafford mais tarde casou-se com o diretor musical do selo , Paul Weston, em 1952.
Naquele tempo, Stafford já havia colocado em torno de 60 gravações nas paradas de sucesso como artista solo, sendo a mais popular “You Belong to Me,” que liderou a lista da Billboard por 12 semanas em 1952. Stafford, também, emplacou um primeiro lugar em 1954 com “Make Love to Me”, o que já havia ocorrido em 1948 com “My Darling, My Darling”, um dueto com Gordon MacRae.
Em 1947, Stafford apresentou-se como um cantora inovadora quando trabalhou com “Red Ingle and the Natural Seven” em uma canção chamada “Temptation (Tim-Tayshun),” sob o pseudônimo de Cinderella G. Stump. No final dos anos 50, como Jonathan e Darlene Edwards, Stafford e seu marido Weston apresentaram um exagerado número em New Jersey típico de saguão de hotel. O álbum da dupla , em 1961, venceu em Paris o Grammy de melhor álbum de comédia.
Stafford trocou a "Capitol" pela "Columbia Records" em 1950, mas retornou para a "Capitol" em 1961. Durante sua passagem pela "Columbia", Stafford teve sua própria série musical na TV . Ela se aposentou do meio musical em 1975, entretanto ela se apresentou, em 1990, em uma cerimônia , que homenageava Frank Sinatra.
Fonte : JazzTimes / Jeff Tamarkin
Stafford nasceu em Coalinga, Califórnia, em 1917. Depois de participar de um grupo vocal com suas irmãs, ela se juntou ao grupo “Pied Pipers” , que cantou com a orquestra de Tommy Dorsey, que incluía o jovem Frank Sinatra. O “Pied Pipers” foi contratado pela “Capitol Records” em 1943 e Stafford mais tarde casou-se com o diretor musical do selo , Paul Weston, em 1952.
Naquele tempo, Stafford já havia colocado em torno de 60 gravações nas paradas de sucesso como artista solo, sendo a mais popular “You Belong to Me,” que liderou a lista da Billboard por 12 semanas em 1952. Stafford, também, emplacou um primeiro lugar em 1954 com “Make Love to Me”, o que já havia ocorrido em 1948 com “My Darling, My Darling”, um dueto com Gordon MacRae.
Em 1947, Stafford apresentou-se como um cantora inovadora quando trabalhou com “Red Ingle and the Natural Seven” em uma canção chamada “Temptation (Tim-Tayshun),” sob o pseudônimo de Cinderella G. Stump. No final dos anos 50, como Jonathan e Darlene Edwards, Stafford e seu marido Weston apresentaram um exagerado número em New Jersey típico de saguão de hotel. O álbum da dupla , em 1961, venceu em Paris o Grammy de melhor álbum de comédia.
Stafford trocou a "Capitol" pela "Columbia Records" em 1950, mas retornou para a "Capitol" em 1961. Durante sua passagem pela "Columbia", Stafford teve sua própria série musical na TV . Ela se aposentou do meio musical em 1975, entretanto ela se apresentou, em 1990, em uma cerimônia , que homenageava Frank Sinatra.
Fonte : JazzTimes / Jeff Tamarkin
ANIVERSARIANTES 23/07

Achille Succi (1971) – saxofonista,
Alan Barnes (1959) – saxofonista,
Albert Rivera (1983) – saxofonista,
Ben Stepner ((1988) – pianista,
Bill Lee (1928) – baixista,
Champion Jack Dupree (1909-1992) – vocalista, baterista, pianista,
Charles Ables (1943-2001) – baixista,
Clarence Holiday (1898-1937) – guitarrista ,
Claude Luter (1923-2006) – clarinetista, saxofonista,
Dan Furman (1964) – pianista,
Daniela Lucienne Maria Persson (1979) – vocalista,
Ernesto Brice (1971) – violinista,
Emmett Berry (1915) - trompetista,
Janis Siegel (1952) – vocalista (na foto),
John Hines (1964) – trombonista,
L. Subramanian (1947) – violinista,
Loren Schoenberg (1958) – saxofonista,
Madeline Bell (1942) – vocalista,
Marc Edwards (1949) – baterista , percussionista,
Percy Stroher (1946) – vocalista,
Peter Kienle (1960) – guitarrista,
Richie Kamuca (1930-1977) - saxofonista,
Steve Lacy (1934-2004) - saxofonista , clarinetista,
Vincent Grit (1986) - pianista
Fonte : All About Jazz
Terça-feira, 22 de Julho de 2008
ANIVERSARIANTES 22/07

Al Di Meola (1954) – guitarrista,
Al Haig (1924-1982) - pianista,
Bill Perkins (1924-2003)- saxofonista, flautista,
Bob Downes (1937) – saxofonista,flautista , vocalista,
Dennis Wilson (1952) – trombonista,
Don Patterson (1936-1988) – organista,
Elliot (Firefly) Peters (1987)- guitarrista,
George Walker Petit (1959) – guitarrista,
Jim Gailloreto (1960) – saxofonista,
Jimmy Bruno (1953) – guitarrista (na foto),
Joshua Breakstone (1955) – guitarrista,
Junior Cook (1934-1992) - saxofonista,
Kara Johnstad (1968) - vocalista ,
Lou McGarity (1917-1971) – trombonista,
Margaret Whiting (1924) – vocalista,
Mario Rivera (1939-2007) – flautista, saxofonista,
Omar Tamez (1974) - guitarrista,
Paul Moer (1916) – pianista,
Sarah Lynch (1973)- vocalista,
Scott Vicroy (1955) - saxofonista
Fonte : All About Jazz
Revelação do jazz dos EUA virá a SP e ao Rio

Contrabaixista e cantora Esperanza Spalding se apresenta no Tim Festival
Aos 23 anos, ela acumula elogios de publicações especializadas e é professora da conceituada Berklee College of Music
CARLOS CALADO FOLHA DE SÃO PAULO
Há tempos não se via uma artista revelada no cenário do jazz despertar tanto interesse.A reação de David Letterman, o mais popular entrevistador da TV norte-americana, foi sintomática. "Você é absolutamente maravilhosa", derreteu-se ao ouvir a contrabaixista e cantora Esperanza Spalding, um mês atrás, em seu talk-show.As publicações especializadas em jazz também não têm economizado elogios.
A influente "Down Beat", por exemplo, acaba de elegê-la "melhor baixista acústica em ascensão". O alvoroço é compreensível, já que essa bela norte-americana de 23 anos traz um pacote completo: além de se destacar como instrumentista e cantora, ela também compõe e leciona na badalada Berklee College of Music, em Boston.
Platéias de São Paulo e Rio vão poder conferir os atributos da moça ao vivo, em outubro, no TIM Festival. Até lá já se pode apreciar seu talento instrumental e vocal, no saboroso álbum "Esperanza", que a gravadora Universal acaba de lançar no Brasil (leia crítica ao lado)."Ouvi muita música pop, R&B e rap quando era mais jovem", disse a jazzista à Folha, citando entre seus favoritos de adolescência as bandas Cibo Matto, Counting Crows e A Tribe Called Quest, além do rapper LL Cool J e da cantora Tori Amos. "Escutei muito rock alternativo, mas muita música clássica também.
"Logo na primeira faixa de seu álbum, uma versão bem pessoal de "Ponta de Areia" (Milton Nascimento e Fernando Brant), ela demonstra que seu gosto musical é mais amplo ainda, passando pela MPB."Eu me sinto muito ligada à música brasileira, particularmente à melodia e à harmonia, que contribuíram bastante para meu estilo de compor e tocar", afirma Esperanza.
Não é à toa que, para criar os arrojados contrapontos de voz e baixo que exibe no CD, ela costuma se exercitar tocando e cantando algumas das intrincadas melodias de Hermeto Pascoal.
Com uma história de vida semelhante às de vários astros do jazz, Esperanza nasceu em Portland, no estado de Oregon, onde foi criada pela mãe. "Ela tocava um pouco de piano e cantou por algum tempo com uma banda local de jazz, mas nunca chegou a se tornar profissional", conta, creditando à mãe muito do estímulo que a levou a se decidir pela carreira musical.
Precoce, aos 20 anos Esperanza se tornou a mais jovem professora na história da Berklee College, com exceção do guitarrista-prodígio Pat Metheny. Mesmo assim, seu evidente talento não a livrou de enfrentar o machismo de alguns colegas, típico de um universo musical ainda dominado pelos homens."Para ser honesta, não quero participar desse jogo de provar que posso conviver com os machões. Eu trabalho duro para aprimorar minha habilidade técnica, porque quero ser capaz de me expressar e de interagir com todo tipo de música. Ver professores aconselhando alunas a se prepararem para uma carreira dominada pelos homens implica afirmar que as coisas são assim e que você deve se acostumar. Acho isso uma espécie de ofensa", rebate a baixista e cantora.
Segunda-feira, 21 de Julho de 2008
JESSICA WILLIAMS - DEEP MONK (RED AND BLUE RECORDS -2008)

Necessitamos outro tributo para Thelonious Sphere Monk?. Todos que participam do jogo jazzístico já pôs uma música de Monk em um álbum. Alguns têm sido arrojados e dedicam um álbum inteiro com as suas curiosas e singulares canções com dissonâncias e inesperados ângulos.
Não é fácil tocar estas músicas eles dizem. O patriarca da família jazzística Marsalis, Ellis, fez um magistral trabalho em “ An Open Letter to Thelonious (ELM Music, 2008)”, empregando, como Monk fez quase que exclusivamente no crepúsculo de sua carreira na “Columbia Records”, um quarteto liderado por um saxofonista (NT: Ressalte-se , aqui , o excelente trabalho feito pelo tenorista Charlie Rouse, que merecia maior reconhecimento ).
A pianista Jessica Williams, com “Deep Monk”, vai em outra direção . Faz uma apresentação solo de composições de Monk e outras que ele deu sua contribução pessoal como “Easy Street,” “April in Paris,” “Ghost of a Chance”, o que ele não fazia com freqüência.
No mundo do jazz Williams não está no lugar que merecia, e sua decisão de abandonar o jogo das grandes gravadoras e vender só através do seu “website”—ArtistShare—deve ser considerado um fator que contribui para este baixo reconhecimento. Porém ouvindo “Tatum's Ultimatum (Red and Blue Recordings, 2008)” ou “ Songs for a New Century Origin Records, 2008) “ torna-se claro que Williams está no mesmo nível de Keith Jarrett, ou vai além.
“Deep Monk” faz o mesmo .
Monk encerrou seu excelente e, de certa forma neglicenciado, álbum, gravado ao vivo, “Misterioso (Riverside Records, 1958)”, com a música que dá título ao disco , e Williams encerra “Live at Yoshi's, Volume One (MaxJazz, 2004)” com ela. Ela inicia “Deep Monk “ com a mesma familiar melodia, que capta a profunda e imaginativa beleza da mente de Monk.
Através do disco com clássicas e belas jóias como “Crepuscule With Nellie,” “Ugly Beauty,” e “Blues Five Spot”, Williams explora a música de Monk com respeito, ao lado dos seus pequenos floreios e momentos de arrebatamento. Ela parece uma perfeita alma gêmea para o gigante do jazz.
Assim, nós necessitamos de outro tributo para Monk ? Você será certamente condenado se não ouvir “Deep Monk”.
Faixas: Misterioso; April in Paris; Easy Street; Ugly Beauty; Crepuscule With Nellie; Monk's Mood; I Should Care; Ghost of a Chance; Blues Five Spot.
Fonte : All About Jazz / Dan McClenaghan
ANIVERSARIANTES 21/07

Daniel Ponce (1935) – percussionista,
Eric Richards (1953) - baixista,
Floyd Jones (1917 – 1989) – guitarrista,
Floyd McDaniel (1915-1995) – guitarrista ,
Gil Parris (1977) – guitarrista,
Helen Merrill (1929) - vocalista,
Joel Fass(1954) ,
Kay Starr (19220 – vocalista,
Omer Simeon (1902-1959) – clarinetista , saxofonista,
Plas Johnson (1931) - saxofonista,
Scott Wendohldt (1965) – trompetista,
Sonny Clark (1931-1963) - pianista,
Thomas Heflin (1977) - trompetista
Fonte : All About Jazz
Domingo, 20 de Julho de 2008
JEREMY PELTER - NOVEMBER (MAXJAZZ 2008)

Da mesma maneira que o disco do Roy Hargrove, “Earfood” (Emarcy, 2008), atualiza “Cornbread” (Blue Note, 1965) de Lee Morgan, o album de Jeremy Pelt, “November”, atualiza “Miles Smile” (Columbia/Legacy, 1966) de Miles Davis. Se criatividade e arte podem ser avaliadas nas dimensões vertical e horizontal, os trabalhos de Morgan e Davis representam progressões horizontais para a arte do jazz dentro de novas áreas, onde as contribuições de Hargrove e Pelt apresentam elaborações verticais daqueles prévios trabalhos.
Jeremy Pelt (com sua banda WiRED) apresentou em “Shock Value: Live at Smoke” (MaxJazz, 2007), uma exploração do estilo de Miles gerado com “Live at the Fillmore East (March 7, 1970): It's About That Time” (Legacy, 2001). Pelt retorna a um completo formato acústico em “ November”, mas sua música não é mais insípida que a as gravações de Miles efetuadas com seu segundo quinteto .
“November” é uma suíte completa na linguagem do post-bop , uma espécie de “Also Sprach Zarathustra” jazzística. “Mata” apresenta cinco minutos completos de introdução, uma forma livre de um recital sem nenhuma resolução. Aqui e ao longo do disco podemos ouvir o espírito do falecido Anthony Tillman Williams, que foi baterista de Miles Davis, que mantém todos os aspectos da percussão no jazz nos últimos cinqüenta anos.
As composições de Pelt são todas firmementes angulares e ansiosas, sendo profundas e etéreas. Seu trompete é “mordaz” e doce. A entonação é muito mais de sua propriedade. A escolha de JD Allen para tocar saxofone tenor foi um bela sacada, pois Allen é um dos mais finos tenoristas "post bop" em atividade. O disco “November” é uma atrativa experiência do início ao fim. Você sente falta de “Nefertiti” (Columbia/Legacy, 1967)? Não sentirá mais.
Faixas: Mata; Avitar; Clairvoyant; Dreamcatcher; Phoenix; Rosalie; Monte Cristo; Nephthys; 466-64 (Freedom Fighters).
Banda: Jeremy Pelt: trompete; JD Allen: saxofone tenor ; Danny Grissett: piano; Dwayne Burno: baixo; Gerald Cleaver: bateria.
Fonte : All About Jazz / C. Michael Bailey
ANIVERSARIANTES 20/07

Arnold Fishkind (1919) - baixista,
Bill Dillard(1911-1995) - trompetista,
Bob McHugh (1946) - pianista,
Bones Jones (1951) - baterista,
Charles Tyler (1941-1992) – saxofonista (na foto),
Ernie Wilkins (1922-1999) - saxofonista ,
Glenn Mauchline (1974) - multiinstrumentista,
J.Plunky Branch (1847) – saxofonista,
Karel Krautgartner (1922-1982) – saxofonista , clarinetista,
Matt Schlatter (1985) - guitarrista,
Peter Ind (1928) - baixista,
Philipp Koltsov (1962) - pianista,
Samuel Blaser (1981) - trombonista,
Steve Freund (1952) - guitarrista,
Yve Evans (1951) – pianista , vocalista
Fonte : All About Jazz
Sábado, 19 de Julho de 2008
JUSTIN TIME COMEMORA 25 ANOS COM ÁLBUM DUPLO

O Selo canadense “Justin Time Records” celebrará seu 25° aniversário com o lançamento de um CD duplo com uma coletânea de suas gravções. O lançamento ocorrerá em 26 de Agosto.
O album apresentará 27 faixas , incluindo o seu primeiro contratado, Oliver Jones (na foto) , e outros recentes lançamentos, tais como o hip-hop-jazz híbrido Russell Gunn. Enquanto o jazz é o gênero mais representado , a compilação também inclui a incursão da Justin Time no blues (Bryan Lee) e na chamada ‘world music” (Quartango).
Jim West lançou a "Justin Time Records", assim chamada pelo seu jovem filho, em 1983 depois de ouvir o “Oliver Jones Trio” em um clube de jazz . West sentiu que o trio deveria ser gravado e logo depois a “Justin Time Records” foi criada, lançando “Jones’ Live at Biddle’s Jazz & Ribs”, o primeiro disco de Jones como líder , conforme informado à imprensa.
Para fazer a compilação a “Justin Time" fez a escolha em seu catálogo de mais de 300 álbuns gravados.
Segue a lista completa das faixas que compõem os discos:
Disco Um:
1. Until I Was Loved - Ranee Lee & Oliver Jones
2. Softly As In A-Morning Sunrise - Hank Jones
3. Sacred Ground - David Murray feat. Cassandra Wilson
4. Waltz of The Water Puppets - Billy Bang
5. This Can’t Be Love - Diana Krall
6. Todavia - Intakto
7. OP & D - Dave Young with Oscar Peterson
8. Honeysuckle Rose - Susie Arioli Swing Band
9. Milonga Diablo - Quartango
10. Startled - Paul Bley
11. Lyne’s Joint - Russell Gunn
12. My Funny Valentine - Denny Christianson Big Band
13. 2 To Tango - Coral Egan
Disco Dois:
1. Highway to Heaven - Montreal Jubilation Choir
2. Con Alma - Rob McConnell Tentet
3. Presto - Kenny Wheeler & Paul Bley
4. Opus IV - Jon Ballantyne Trio
5. Moody Mood for Love - Carmen Lundy
6. Not A Moment Too Soon - Hugh Ragin
7. Hold Me - Carol Welsman
8. Le Shuffle - DD Jackson
9. Baby Don’t Quit Now - Jeri Brown & Jimmy Rowles
10. Gwotet - David Murray & the Gwo Ka Masters
11. Good Day Miss Lee - Oliver Jones
12. Spinning Wheel - David Clayton-Thomas
13. Mannish Boy - World Saxophone Quartet with James Blood Ulmer
14. Key To The Highway - Bryan Lee
Fonte : JazzTimes / Rudi Greenberg
O album apresentará 27 faixas , incluindo o seu primeiro contratado, Oliver Jones (na foto) , e outros recentes lançamentos, tais como o hip-hop-jazz híbrido Russell Gunn. Enquanto o jazz é o gênero mais representado , a compilação também inclui a incursão da Justin Time no blues (Bryan Lee) e na chamada ‘world music” (Quartango).
Jim West lançou a "Justin Time Records", assim chamada pelo seu jovem filho, em 1983 depois de ouvir o “Oliver Jones Trio” em um clube de jazz . West sentiu que o trio deveria ser gravado e logo depois a “Justin Time Records” foi criada, lançando “Jones’ Live at Biddle’s Jazz & Ribs”, o primeiro disco de Jones como líder , conforme informado à imprensa.
Para fazer a compilação a “Justin Time" fez a escolha em seu catálogo de mais de 300 álbuns gravados.
Segue a lista completa das faixas que compõem os discos:
Disco Um:
1. Until I Was Loved - Ranee Lee & Oliver Jones
2. Softly As In A-Morning Sunrise - Hank Jones
3. Sacred Ground - David Murray feat. Cassandra Wilson
4. Waltz of The Water Puppets - Billy Bang
5. This Can’t Be Love - Diana Krall
6. Todavia - Intakto
7. OP & D - Dave Young with Oscar Peterson
8. Honeysuckle Rose - Susie Arioli Swing Band
9. Milonga Diablo - Quartango
10. Startled - Paul Bley
11. Lyne’s Joint - Russell Gunn
12. My Funny Valentine - Denny Christianson Big Band
13. 2 To Tango - Coral Egan
Disco Dois:
1. Highway to Heaven - Montreal Jubilation Choir
2. Con Alma - Rob McConnell Tentet
3. Presto - Kenny Wheeler & Paul Bley
4. Opus IV - Jon Ballantyne Trio
5. Moody Mood for Love - Carmen Lundy
6. Not A Moment Too Soon - Hugh Ragin
7. Hold Me - Carol Welsman
8. Le Shuffle - DD Jackson
9. Baby Don’t Quit Now - Jeri Brown & Jimmy Rowles
10. Gwotet - David Murray & the Gwo Ka Masters
11. Good Day Miss Lee - Oliver Jones
12. Spinning Wheel - David Clayton-Thomas
13. Mannish Boy - World Saxophone Quartet with James Blood Ulmer
14. Key To The Highway - Bryan Lee
Fonte : JazzTimes / Rudi Greenberg
ANIVERSARIANTES 19/07

Bobby Bradford (1934) – trompetista, cornetista,
Buster Bailey (1902-1967) - clarinetista,
Buster Benton (1932-1996) – guitarrista, vocalista,
Carmell Jones (1936-1996) – trompetista,
Charlie Teagarden (1913-1984) – trompetista,
Chris Greco (1959) (1959) – saxofonista,flautista, clarinetista (na foto),
Chris Holstag (1983) – saxofonista ,
Cliff Jackson (1902-1970) - pianista,
David Allyn (1923) - vocalista,
David Valdez (1967) - saxofonista,
Dick Collins (1924) trompetista,
Didier Levallet (1944) - baixista,
Earle Hagen (1919-2008) – trombonista , líder de orquestra,
Ellina Graypel (1972) - guitarrista,
Ernie Shepard (1916) - baixista,
Kenny Graham (1924-1997) – saxofonista , clarinetista , flautista,
Phil Upchurch (1941)- baixista , guitarrista
Fonte : All About Jazz
Sexta-feira, 18 de Julho de 2008
ANIVERSARIANTES 18/08

Bob Helm (1914-2003) - clarinetista,
Brian Auger(19390 – organista,
Buschi Niebergall (1938-1990) -baixista,
Carl Fontana (1928-2003) - trombonista,
Charlie LaVere (1910 - 1983) – pianista , líder de orquestra,
David King(1965) - guitarrista,
Don Bagley (1927) - baixista,
Dudu Pukwana (1938-1990) – saxofonista,
Evan Marien (1986) - baixista,
Joe Comfort (1917-1988) - baixista,
Karen Oberlin (1966) - vocalista,
Lynn Seaton (1957) - baixista,
Melissa Forbes (1972) – vocalista (na foto),
Pete Yellin (1941) – saxofonista, flautista ,
Quintin W. Gerard (1966) - saxofonista,
Screamin´Jay Hawkins (1929-2000) – pianista, vocalista
Fonte : All About Jazz
Quinta-feira, 17 de Julho de 2008
ANIVERSARIANTES 17/07

Abe Laboriel (1947) - baixista,
Ben Riley (1933) - baterista ,
Benny Krueger (1899 - 1967) - saxofonista ,
Bruce Mckenzie (1964) - guitarrista,
Byron Wallen (1969) – trompetista , flugelhornista,
Chet McCraken (1952) – baterista, guitarrista,
Chico Freeman (1949) - saxofonista ,
Danny Bank (1922) - saxofonista,
Eddie Dougherty (1915) - baterista,
Georgie Hormel (1928 - 2006) - pianista,
George Barnes (1921-1977) - guitarrista,
Ivan Valentini (1955) - saxofonista,
Jack Washington (1910 - 1964) - saxofonista ,
Jason Raso ( 1976) – baixista ,
Joannie Pallatto (1954) - vocalista,
Jimmy Scott (1925) – vocalista,
Joe Morello (1928) - baterista ,
Katharine Cartwright (1952) - vocalista,
Mary Osborne (1921-1992) - guitarrista,
Nick Brignola (1936-2002) - saxofonista, clarinetista , flautista (na foto),
Olivia Revueltas (1951) -pianista,
Peppermints Harris( 1925-1999) – guitarrista, vocalista ,
Phoebe Snow (1952) –vocalista,
Ray Copeland (1926-1984) – trompetista,
Tom Pickles(1984) - flautista
Vince Guaraldi (1928-1976) - pianista,
Wilfred Middlebrooks(1933-2008) - baixista
Fonte : All About Jazz
Quarta-feira, 16 de Julho de 2008
MORRE O PIANISTA GERALD WIGGINS

Gerald Wiggins (na foto), 86 anos, pianista que liderou um trio estabelecido em Los Angeles, e cujos trabalhos incluem artistas como Louis Armstrong, Benny Carter, Lou Rawls, Jimmy Witherspoon, Eartha Kitt, Roy Eldridge, Zoot Sims, Lena Horne, Helen Humes, Ella Mae Morse, Kay Starr, Joe Williams e Nat “King” Cole, faleceu no último 13 de Julho em Los Angeles. A causa não foi divulgada , mas Wiggins apresentava problemas de sáude.
Wiggins, que também atuou como orientador vocal de Marilyn Monroe e iniciou sua carreira acompanhando o ator Stepin Fetchit, nasceu em Nova York em 12 de Maio de 1922. Ele inicialmente estudou piano clássico , mas depois , na adolescência, se interessou pelo jazz após ouvir um disco de Art Tatum.
Wiggins integrou-se à big band de Les Hite em 1942 e tocou com Louis Armstrong e Benny Carter , antes de ingressar no Exército em 1944 onde ficou por dois anos. Após seu desengajamento, mudou-se para Los Angeles e veio a ser um intenso “side man” , além de manter seu próprio trio.
Frequentemente chamado “The Wig”, Wiggins a partir de 1953 gravou numerosos álbuns como líder para selos como Swing, Vogue, Hi-Fi, Discovery, Dig, Challenge, Contemporary e Concord.
Fonte : JazzTimes / Jeff Tamarkin
Fonte : JazzTimes / Jeff Tamarkin
ANIVERSARIANTES 16/07

Teddy Buckner (1909-1994) - trompetista,
Nat Pierce (1925-1992) - pianista,
Cal Tjader (1925-1982) - vibrafonista,
Bobby Previte (1957) - baterista ,
Andrea Vicari (1965) - pianista ,
Annie Whitehead (1955) - trombonista ,
Anton Schwartz (1967) - saxofonista ,
Bola Sete (1923 - 1987) - violonista (na foto)
Denise LaSalle (1939) - vocalista,
Eddie Farley (1904) – trompetista , vocalista,
Fred Walker (1942) - saxofonista,
Rene Urtreger (1934) - pianista,
Ric Craig (1963) - baterista
Fonte : All About Jazz
Dez anos sem “A Voz”
Frank Sinatra 12/12/1915, Hoboken, EUA
+ 14/5/1998, Los Angeles, EUA

+ 14/5/1998, Los Angeles, EUA
Há dez anos, o mundo perdia Frank Sinatra, considerado a mais perfeita voz de toda a história da música popular internacional e famoso, também, por sua interpretação em inúmeros filmes.
Há dez anos, o mundo perdia Frank Sinatra, considerado a mais perfeita voz de toda a história da música popular internacional e famoso, também, por sua interpretação em inúmeros filmes.
Decorridos 10 anos de seu desaparecimento, Frank Sinatra recebe homenagens como melhor cantor da música popular. Correto ator de cinema, ganhador de um Oscar por seu desempenho no filme “A Um Passo da Eternidade”, Frank Sinatra consagrou-se como um gênio na qualidade de cantor, por muitos considerado a mais perfeita voz de toda a história da música popular internacional. Aos 10 anos de sua partida, a memória do grande intérprete é homenageada com relançamento de álbuns, filmes e DVDs de apresentações que assinalaram os principais momentos de sua brilhante carreira artística, no cinema e na música.
Nascido em New Jersey-EUA, em 1915, filho de dois imigrantes italianos, Sinatra foi um autodidata musical, desenvolvendo um estilo irretocável de cantar. Como quase nenhum outro artista da música pop em todos os tempos, criou uma fluente linha de interpretar sem pausas perceptíveis para respiração, recurso utilizado somente pelos grandes cantores de ópera. A ênfase vocal dada às frases, com dicção e afinação perfeitas, também é quase única no cancioneiro popular, sendo registrada apenas nas vozes de Billie Holiday e Mabel Mercer.
Voz inigualável
A dimensão do seu talento e a originalidade como cantor valeram a Frank Sinatra o apelido de “A Voz”. Sempre versátil e comprometido com o novo, ele foi diretamente responsável pela consagração internacional do brasileiro Antônio Carlos Jobim, ao convidar o compositor brasileiro para gravar músicas dele em álbuns que ainda hoje batem recordes de vendas.
Com extraordinário carisma, transportado para os palcos e para as telas, o adorado cantor e ator, também conhecido como “Olhos Azuis”, teve uma vida particular muito tumultuada, sendo acusado de ter ligações com a Máfia e de haver tentado o suicídio quando rompeu seu relacionamento com a atriz Ava Gardner, por ele mesmo considerada a maior paixão de sua vida. Mesmo muito tempo depois de separados, Frank ajudou financeiramente Ava, quando a bela atriz de “A Cond
